Pânico
1 Capítulo Único
Meu peito aperta
Um pulso firme, esmagador
Ora com fisgadas, ora com ardência
Peço clemência, sob dor e clamor
Minha boca seca
O gosto amargo do bom dia
Pupila dilata, papila amargada
De tarja preta... quando se cria!
Falta-me ar!
Corpo subjugado pela mente
Incertezas, inseguranças
O pânico é o azar sob uma nova lente
Minha anátema, minha sina
Minha medíocre vida
Meu ônus emponderado
Minha mente em péssimo estado
Tênue como uma linha fina
Sofro...
Sofro...
Sofro. Esse pânico, essa droga
Não aguento mais esse sentimento
Que me arrebate de tempos em tempos
E me põe à prova
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
Fale com o autor