Notas iniciais
Pytuna é noite em Tupi. Espero que gostem! ??”

Ela bailava pelos céus, com ginga. Seus cabelos prateados iluminavam seu semblante, assim como seu riso donaire iluminava os corações apaixonados. As estrelas à saudaram, a grande deusa era rainha e mãe entre elas.

Guaraci e Tupã observavam sem pudor, os olhos em seu gingar, os olhos em seu sorriso resplandecente. Desejavam mais que seu corpo. Queriam momentos.

A deusa era a própria magia, o próprio mistério personificado em um corpo puro.

— Você será do sol ou dos raios, Jaci? — perguntaram-na.

Ela com um sorriso matreiro, riu, dançando e deixando um rastro prateado no céu.

— Eu serei a noite.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!