Pure Blood

14 2º Surpresa


Notas iniciais
Geeente amei os comentários *o* Tenho os melhores leitores da nyah u.u/ (tirando o fato que são preguiçosos pra não me mandarem meis recomendações -(T^T)-) Estou já anunciando minha próxima fic "Love The Rock", fic SasuSaku em que o Sasuke será um cantor de uma banda de rock e tal... Ela promete! Sério! *OOOOOOOO* Eu tô fazendo essa fic, pensando nela e já ouvindo a trilha sonora da fic ♥

Bom, aproveitem e não esqueçam de comentar e se possível, recomendar! Beijos!

Vi-o ficar assustado. Sorri, chamando-o com as mãos.

_Vamos, Sasuke! O que foi?

Sasuke fechou mais o rosto, e num piscar de olhos, já estava na minha frente. Arregalei os olhos. Ele levantou meus braços, prendendo-me contra a árvore. Ficamos assim, por pouco tempo. Eu admirando seu rosto perfeito, mesmo com o excesso de raiva. Os olhos afiados e perigosos investigando-me como um caso insolucionável. Então vi um sorriso esgueirando seus lábios e seus olhos voltando a serem negros como um lago ao luar.

_Talvez, Sakura, você esteja certa. Talvez eu tenha gostado demais de brincar com esse brinquedo, ao ponto de não conseguir me desfazer dele, mas — Ele apertou-me mais contra a parede, senti dores nos pulsos. — todo brinquedo pode ser substituído.

Então ele mordeu o próprio pulso, sugou seu próprio sangue e me beijou. Um beijo exageradamente doce, suculento demais, fazendo o meu corpo querer-lo por completo, um modo de tortura talvez saboroso demais.

Antes que eu caísse nos meus devaneios, comecei a empurrá-lo mas, claro, não surgiu efeito. Arregalei os olhos e vi uma coisa muito estranha. Eu o beijava na forma original dele! Era como estar de frente com o próprio diabo, (exceto por ele continuar de uma forma esquisitamente sexy, sedutor e galã, como sempre fora) e senti suas presas aprofundarem-se na minha língua.

Torci o cenho, sentindo quatro dores. Quatro presas. Droga, que coisa nojenta! Até mesmo para um vampiro! Empurrei-o com mais força, separando (infelizmente e felizmente) nossos lábios.

_Que pensas estar fazendo?- Percebi que ele ainda me segurava pela cintura. E com um sorriso que não consigo descrever de tão perfeito. Por uma fração de segundos, vi algo nele que não implicava-se algo nos vampiros. Talvez seria amor? Ou paixão? Talvez até ternura? Seu sorriso conseguira ser tão rápido, mas tão feliz... Sasuke me confundia de tal modo, que começava a sentir enjoos. Argh!

E, assim como rapidamente apareceu, rapidamente desapareceu. O sorriso e um possível sentimento que não conseguira decifrar. Então o formidável e horrível Uchiha Sasuke voltara. E me mordera no pescoço, com as quatro presas.

Tinha sido totalmente diferente das outras vezes. Essa doera muito, muito mesmo! Não conseguia imaginar que já sentira prazer por aquilo (e que isso fique só entre nós). Gritei de dor, minhas pernas tremiam, meus braços fraquejavam, minha cabeça rodava e meus olhos caíam.

Parecia que ele sugava minha vida.

Ele apertou-me mais contra si, meu corpo comprimindo o seu. Então ele passou a língua pelo pescoço, descendo devagar os beijos, parando um pouco acima dos meus mamilos, então me mordeu. Minha visão ameaçava me abandonar, a fraqueza abrindo espaço para o sono, o cansaço. Então ele parou.

Com a vista embaçada, vi-o lamber os lábios, os olhos profundos e desejáveis. Então deitou-me no chão, calmamente. Apoiou-se sobre os cotovelos, sobre mim.

_Com... isso, você, meu brinquedo precioso, voltará para mim... Minha... — Ouvi com dificuldade. Vi seus olhos mirarem em mim, então nossos lábios se tocaram, levemente, depois disso perdi minha total consciência.

...

_Sa.. — senti alguém me importunar- sa... saku...sakura...SAKURA!

Levantei-me de uma vez.

_Que foi, droga! Não se pode mais cochilar um pouquinho nessa vida?

Quando ela acordou, só reconheceu duas pessoas: Gaara e a tal Kurenai. Tinha mais cinco com eles. Um deles me pareceu conhecido... com o cabelo lambido e com grossas sobrancelhas.

_Você... — Apontei para ele. — Num era vermelho e gigante?

Ele sorriu, vitorioso e alegre, não me perguntem porquê.

_Ah! Sakura-san se lembrara de mim?! — san? — Que ótimo! Estou tão feliz! Eu me chamo Rock Lee e sou — foi impedido por uma garota que tinha um penteado que lembrava pandas, lhe bater.

_Cala a boca, porra! — Esbravejou.

_Controle-se Lee, afinal Sakura acordou a poucos segundos. — Falou Gaara com perfeita calma.

Olhei ao redor. Nada que eu reconhecia. Exceto o ruivo e a morena. O ruivo lindo, como sempre.

_Vocês falam como se eu quase tivesse morrido! Credo!

Eles me encararam.

_O que foi?

Gaara olhou-os e depois voltou para mim.

_Você... dormiu durante um ano, Sakura.

Pisquei.

_Aham, e Elvis está vivo, né? Fala sério!

Kurenai abaixou-se devagar até mim.

_É a verdade Sakura, e outra coisa. Você...

Gaara a interrompeu.

_Não acho que ela deva receber essas duas notícias agora. Seria muito ...alarmante para ela.

Encarei-o.

_Tem mais?? O que foi agora? Pode falar, eu já aguentei muita coisa! Sério!

Gaara encarou-me, examinando-me.

_Confie em mim, você não está preparada para isso.

Pisquei.

_Nossa, vocês estão me dando medo... Bom, pelo menos podem me contar como eu passei um ano dormindo e eu continuar linda e impecável como sempre? Como se eu tivesse dormido durante apenas alguns minutos? E o que aconteceu durante esse tempo?

Todos pareciam tristes. Ao extremo. A história parecia tensa. Gaara mexeu nos cabelos.

_Vou começar falando quem somos. Você deve ter me visto transformado, certo? — Eu afirmei com a cabeça. — Bom eu sou um Caçador do Submundo, e o submundo seria as fadas, vampiros e lobos. Os que rompem o contrato com o Vaticano.

_Como conseguiu os poderes?

Foi a vez de Lee começar a falar.

_Somos puros! Deus nos mandou esses poderes para ajudarmos os humanos!

Encarei-os.

_Como assim puros? — Perguntei e como resposta recebi uma mão movendo-se depressa de Gaara, para não perguntar o que eu pensava. Então me toquei. — Vocês são virgens?! Não acredito!! — Olhei horrorizada para Gaara — Não acredito que você seja, cabeça de fósforo!

Ele me olhou com olhos semicerrados.

_O que quer dizer com isso, cabeça de vento?

Dei de ombros, sentido a vermelhidão tomar conta do meu rosto. Ah, droga! Sakura e seus pensamentos pervertidos. Comecei a gesticular com a mão freneticamente.

_Deixa quieto. Continuem.

Foi a vez da garota de cabelos de panda falar.

_Chamo-me Tenten. Bom, esses poderes são dados somente aos virgens, por serem puros e não serem manchados com a sujeira dos humanos e dos submundo.

_E os poderes acabam assim que pararmos de sermos puros. — Falou outro, surgindo do nada. — Chamo-me Kiba. — Falou esfregando os nariz, com um sorriso simpático.

_Por isso eles dizimam as virgens — Falou Gaara, pouco a vontade. Ownt, ele é um fofo vermelho! Pena que você não pode me dizimar, não? Bati-me! Preciso de um remédio pra controlar minha perversão. — Assim que soubemos que eles tinham uma virgem em mãos, corremos até a mansão — então ele me encarou. — Só que uma certa pessoa me derrubou no chão, não é Sakura?

Encarei-o.

_Olha, relembrando foi voc- não terminei, porque fui cortada por Kurenai.

_Tentamos lhe trazer de volta, mas já estava em frente a eles. Sakura, entenda, nosso dever é matar todos os seres do submundo. Somos os enviados para a limpeza. O contrato do Vaticano é só uma fachada para não ter todos os seres do submundo atrás de nós.

Eu fiz uma careta.

_É... bem, sobre a pureza... sabe... vocês chegaram um pouquinho tarde... — mexi freneticamente os olhos. Tipo assim, tenso.

Gaara puxou meu queixo, encarando-me com os olhos profundos.

_Não acredito! — Então soltou-me quase com nojo. — Arrisquei minha vida por uma garota que fez aquilo com um vampiro?! Que nojo! Você será apenas um incômodo! Devemos soltá-la! Fugimos durante um ano com ela em nossas costas, esperando ser uma aliada! Não acredito que me arrisquei tanto por uma suja! — Ele me olhou com olhos profundos, puro nojo.

Encolhi, sentindo lágrimas brotarem nos meus olhos. Então levantei-me depressa, sentindo-me um pouco tonta, mas deixei de lado. Olhei-o de cima.

_Não pedi para ser salva. — Gaara arregalou os olhos. — Já que não sou mais útil a vocês, vou embora.

Ouvi um sorriso sarcástico de Gaara.

_Pra onde? Pra casa do vampirinho?

_Não parece, mas eu tenho pais, seu idiota. — Todos calaram-se. Desviando os olhares. — O que foi? São órfãos também?

Kurenai voltou a falar.

_São três coisas, Sakura. E você não pode voltar a casa de seus pais...

Gaara levantou-se.

_Seus pais estão mortos.

Arregalei os olhos.

_O que...?

_Junto com você — Ele falou, retirando a lâmina de dentro da blusa.- e isso que você gera.

_Cale-se Gaara! — Cesurou Kurenai, Gaara deu outro sorriso sarcástico.

_Por quê? Ela devia sofrer mais! Nada como falar a verdade. Sakura você está grávida de um bebê vampiro. Um bebê original, puro sangue.

Notas finais
uahuahauhauhauahuahuhauhauhauhauah tento imaginar a cara de vocês depois de ler esse capítulo mais não consigo xD Então me digam como ficaram u.u comentem e recomendem (por favorzinho *u*)