Punição divina, a Deusa da noite eterna
2 Brincando com lazer na noite eterna
Notas iniciais
Eu e Lucy corremos como loucas. A nevoa estava se aproximando não dava mais para ver a mulher. Junto a uma multidão fomos para em um shop center. O lugar estava uma loucura, ninguém estava entendendo oque estava acontecendo e para piorar Lucy faz um comentário infame.
– É como aquele filme "o nevoeiro", eu assisti esse filme por isso queria esganar ela, mas ela me salvou devia uma a ela. — Só que no filme eles estão em um mercado nos estamos em um shop. Esse comentário me acalmou um pouco, não queria ter o mesmo destino dos do filme.
– Mira não sei mas acho melhor darmos o fora daqui, se alguma coisa daquelas aparecer vai ser uma loucura podemos morrer pisoteadas. ela estava certa,mas como uma pessoa pode pensar tão calmamente numa situação dessa, bom é a Lucy, fico feliz por ela estar comigo.
Eu e Lucy seguimos contra o fluxo de pessoas e tentamos ir para a saída, não para de entrar pessoas no shop a coisa era seria, Lucy me puxava pelo braço, não sei se e por presa ou para não nos separarmos, mas vejo algo que me obriga a parar, Lucy me olha e quando percebe que avistei algo também decidi procurar mesmo que não saiba o que é, mas logo ela descobre, eu avistei o Alex e ele não estava sozinho. É difícil saber quem esta com quem com tanta gente, mas no caso dele, os dois estavam agarrados, se não estivessem juntos, naquele ritmos logo estariam, eu e Lucy fomos até eles.
–Alex! gritei como se acaba-se de vê-lo, estava feliz de ver aquele idiota.
–Lucy, Mira, que bom que estão bem, ele nos me abracava como se não me vê-se a anos, acho que não abraçou Lucy por que ela o mataria.
–Então quem é essa esquisita ,disse Lucy, o mundo estava acabando e ela se preocupava com uma pessoa qualquer.
–eu me chamo Joana d'Arc, eu salvei a vida de Alex. Eu e Lucy olhamos para a tampinha perplexas, essa coisa sem corpo usava um vestido brega escrito "i love pizza" tao velho que parecia ter vindo direto do período medieval.
O lugar estava cada vez mais cheio, e me lembrei oque Lucy me disse, contei para os dois pombinhos e eles concordaram seguimos contrario ao fluxo, que estava praticamente parado não porque não vinha mais ninguém, mas com perseverança saímos do local, observamos o céu, ele já estava completamente escuro e ainda são só três horas da tarde, olhamos para traz e vimos o local completamente cheio parecia um formigueiro. quando ouvimos uma serie de gritos vindo do shop, as pessoas tentavam sair empurrando umas as outras, estava uma loucura, ainda bem que Lucy nos fez sair de la, mas uma coisa me incomodava, o que fez eles entrarem em panico.
Joana começou a falar. -Temos que achar o outro amigo de vocês, ele teve estar na escola. Aquilo deixou eu e Lucy ainda mais perplexas e olhamos para Alex.
–Não olhem para mim assim, acho que comentei sobre ele. Disse Alex.
Seguimos para a escola, a nuvem tampava o sol completamente, ainda bem que ainda tinha energia,o lugar estava deserto, não tinha nenhum sinal de corpos o que me faz pensar se fui a unica a ser atacada por um clone. o clima estava tenso então decidi puxar assunto: -Então Joana como foi que encontrou o Alex? perguntei com esperança de descobrir mais sobre aquela figura misteriosa.
–Na escola. Aquela maldita definitivamente não sabe puxar assunto, mas não desisti ainda.
–Então você estuda na nossa escola, não lembro te ter te visto la, qual é a sua serie? Perguntei.
–não estudo. ARG, ela não estava tentando, mas ainda não.
–bom se não estuda lá, onde você estuda? da uma resposta pelo amor de deus.
–nao estudo. ARG VOU ESTRANGULAR ESSA GAROTA, NÃO, AINDA NÃO DESISTI.
–então o que estava fazendo na nossa escola? ANDA MENINA, AJUDA.
–estava em uma missão. Disse ela com um golpe final na conversa.
Nos três não entendemos nada, então decidimos deixar para lá.
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Andamos por horas não lembro do caminho ser tao comprido, nesse trecho da rua algumas das luzes estavam quebradas embora a rua estivesse um caos, mas por mais incrível que pareça as lojas estavam impecáveis e todas estavam abertas, sem nenhum sinal de arrombamento e saque, mas não dei muita importância, achar marcos era a prioridade.
–olha que sapatos lindos. Comento Lucy.
–Lucy....não sabia que gostava desse tipo de coisa. Respondeu marcos.
–Acima de tudo sou dama. Respondeu Lucy.
–Vocês dois não é hora pra isso. O pior é que a Lucy só disse aqui-lo porque não estava nem um pouco afim de salvar marcos, conheço a peça.
Seguindo mais a frente já não tinha mais luz vindo dos postes apenas das lojas, que não iluminavam muito.
Joana para de andar
–Aconteceu alguma coisa? Perguntei preocupada.
–Não, vamos continuar. Responde joana, direta como sempre.
–NÃO! Gritou Lucy. -Que porcaria é aquela. Ela apontou para uma massa completamente preta.
A criatura tinha a aparência de coisa nenhuma, ela estava aparentemente se alimentando de uma pessoa no chão, nem a mãe daquele coitado reconheceria o filho naquele estado, aterrorizados com a cena fomos se afastando bem devagar.
Se existir um deus responsável pelos clichês, ele estava lá, pós a Joana no momento apelidado de " a garota misteriosa" chuta uma latinha. nem preciso comentar que ele se virou na hora, sua frente era tão sem graça quanto suas costa, era apenas um monte de piche, mas um piche bem rápido.
Ó deus dos clichês te agradecemos pela proteção, para nossa sorte, do nosso lado havia uma casa de eletrônicos com uma luz daquelas de boates, ligada. (É um fato conhecido que todo monstro da propriedade sombria e fraco contra luz). Obviamente a luz o ferio.
Mas quando se esta para ser morto por uma coisa que nesse momento chamaremos de "sombra", ninguém se deu conta de que ele parou por causa da luz e corremos cada um para uma lateral, menos Lucy.
Eu corri e fiquei escondida em um cantinho e Alex correu com joana e ficou a na sua frente a protegendo, o panico era tanto que ninguém percebeu que a criatura estava imóvel, menos Lucy, ela percebeu.
–Abençoado seja Benjamin Franklin, eu bando de bundões olhem bem para aquela coisa. Disse Lucy com sua secura habitual.
Quando vimos, ele não avançava pós a luzes da loja o acertavam freneticamente.
–Tive uma ideia, esperem ai, não acho que o monstrengo vai se mover dai. Lucy entra na loja, dois minutos depois ela saiu segurando varias canetas lazer, aquelas que não se pode colocar no olho e nem apontar para um avião.
–Ei que tal brincarmos de star Wars. sugeriu Lucy. Aquela garota caiu do céu, sem seu raciocínio eu estaria morta faz tempo.
Cada um pegou uma caneta e começamos a apontar para o "sombra", elas de fato o feria mas ele logo se regenerava.
–Onde esta o espirito guerreiro de vocês, acertem ele como se fosse o lazer fosse uma espada, e não parem. Todos seguimos o conselho de Lucy.
Os cortes foram tantos que ele não pode mais se regenerar, estávamos salvos, e armados.
– é foi legalzinho....vamos em frente. Naquele momento era obvio que Lucy era nossa líder.
Seguimos nosso cominho, e não demorou muito tempo e chegamos na escola. E ela encontramos nosso oponente pronto para a revanche e ele não estava sozinho.
–Ei, que tal uma competição, de quem mata mais. propôs Lucy.
–eu conto! Disse Alex. No três, um.......TRÊS, os eu e Lucy já esperávamos por isso, joana foi a unica que ficou para traz.
Ter boa parte de seus colegas mortos e seu mundo coberto por uma nuvem negra podem ser aterrorizante, ninguém em com consciência se divertiria numa situação dessas, mas não somos pessoas comuns, "somos os heróis mais improváveis".
RESULTADOS:
LUCY 7
MIRA 4
ALEX 2
JOANA 0
Lucy jogou a vitoria em nossas caras.ignoramos como de costume. Decidimos seguir em frente quando do nada joana para de andar.
–Sinto a presença de um inimigo poderoso a frente.disse joana.
–QUE!? Dissemos os três.
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