Pulsação

4 Capítulo QUATRO


Notas iniciais
Oiii, gente! Mil desculpas G_G Eu ando atrasada com algumas fics, mas eu tenho meus motivos. Então desculpem a demora. Vai demorar pra sair, mas prometo que sairão. Eu dedico o cap para o @Flame- (do Spirit), pois ele me chantageou hoje para que eu o acabasse e postasse. A culpa de tudo que escrevi aqui é dele e somente dele rçrçrçrçrç Outra coisa. Tudo que eu descrevi aqui foi criação da minha mente. Então pode haver equívocos, mesmo que eu tenha pesquisado e visto muito CSI. rs Não me julguem, só aceitem. É de mentirinha s2 Espero que gostem do que eu escrevi. Comentem o que acharam. Obrigada e beijão s2

— Equipe um?

— Ok.

— Equipe dois?

— Ok.

— Equipe três?

— Em movimento.

— A quatro quando eu mandar corram para dar cobertura para a dois. A cinco siga comigo. – avisou Derek pelo rádio.

E assim fora feito.

Após dias e dias, nos quais Stiles manteve-se recluso na casa de Derek, evitando se expor ao eminente perigo que corria e ao assédio dos jornalistas que estavam brotando como moscas atrás de uma boa matéria sobre o caso, toda a equipe do Detetive, ao comando de Jennifer, se dedicara ao máximo para tentar encontrar e capturar o monstro que assombrava a cidade de Nova Iorque. Nos últimos dias, finalmente uma pista forte os conduziu a um nome.

O Indivíduo se encaixava no perfil que eles montaram com as evidências e pistas que tinham até então. Após arquitetarem um plano de captura do suspeito, finalmente encontravam-se em um dos bairros mais pobres e mais violento de toda Nova Iorque. O prédio estava cercado por agentes à paisana já fazia dias. E agora, no momento em que eles colocavam a Operação de captura em ação estavam espalhados por diversos quarteirões, armados até os dentes, preparados para derrubar um exército se fosse preciso.

Mas o inimigo era apenas um homem.

Um homem que por meses escorreu pelos dedos dos agentes que cuidavam do caso feito água.

— Derek...

O Detetive ergueu o rosto, encarando Stiles. Eles, no momento, se encontravam em um dos inúmeros furgões que o FBI estava usando, no qual monitoravam o movimento do quarteirão inteiro.

— Isso vai acabar hoje, Stiles. – ele falou, tocando o rosto do rapaz, que parecia agoniado – Fique tranquilo.

— Como vou ficar tranquilo sabendo que você estará saindo daqui para ir pegar o possível psicopata que está colocando medo na cidade inteira, Derek?!

O rapaz não respondeu. Apenas aproximou-se de Stiles e tocou seus lábios com os dele.

— Fique aqui. Você estará me ouvindo pelo rádio e vendo o que estaremos fazendo pelas câmeras. Qualquer dúvida, pergunte para a Lydia. – ele voltou a selar seus lábios aos dele e então saiu.

Stiles ficou observando o rapaz saindo, juntamente com a sua equipe. Ele respirou fundo, batendo os pés nervosamente no chão.

— Stiles. – Lydia chamou o rapaz. O Paramédico, que no momento se ocupava em roer a unha do polegar, a encarou. A ruiva sorriu para o irmão, tocando em sua perna – Tudo ficará bem. Já fizemos isso milhares de vezes. É só mais uma Operação...

— Não pra mim, Lydia. – ele respondeu – Pessoas estão morrendo. Eu estou no topo da lista desse maluco. O meu namorado está lá, caçando esse monstro e pode ficar ferido. Pessoas que conheço podem ficar feridas. Deus, não estou respirando!

Lydia se aproximou do irmão, pegando seu rosto entre as mãos e o fazendo encará-la. Com os polegares fez círculos nas têmporas dele, enquanto mantinha contato visual com ele.

— Respire. – ela falou de forma lenta – Puxe o ar e o solte lentamente Stiles.

O rapaz obedeceu. Por alguns minutos ela repetiu a frase, sempre o segurando e o olhando nos olhos. Quando teve certeza de que ele não teria um ataque de pânico, ela sorriu, beijando a testa do rapaz.

— Tudo pronto. – Derek falou pelo rádio, recebendo o “ok” de seus companheiros que estavam espalhados pelo lugar.

— O Alvo apareceu. – avisou Lydia – Está próxima a Equipe dois.

— Allison, ele está na sua área. Já tem algum contato visual? – perguntou Derek.

— Sim. Está a cinco minutos de você, na parte leste, Derek.

— Não façam nada até eu mandar. – ordenou o Agente.

O homem surgiu no campo de visão de Derek. Era o suspeito que ele e sua equipe monitoraram por dias. O homem seguiu à passos largos em direção ao prédio em que morava. Ele entrou e seguindo as câmeras que se encontravam no decorrer do caminho, até a porta do apartamento, Lydia o observou.

— Alvo entrou. Vão, agora!

— Vamos!

Derek seguiu com a sua equipe até o local. Arrombou a porta, adentrando ao cômodo porcamente iluminado aos gritos.

— Ele não está aqui!

— E nem aqui!

— Procurem direito, esse cara não é uma pulga, olha o tamanho desse lugar! – retrucou Derek.

Mas era evidente que ele não estava ali.

— Lydia.

— Ele não saiu, Derek! – ela exclamou pelo rádio – Ele está aí dentro. Estou cuidando todas as câmeras, não saiu por lugar nenhum! Procurem melhor.

Derek observou o lugar. Devia haver algo que ele não estava vendo.

— É o último andar, não é? – resmungou ele, mas pra si próprio.

O Detetive observou a volta, erguendo o olhar para o alto. Seguiu pelos cômodos, até chegar ao quarto. Com atenção, ele olhou as paredes, encontrando o que queria. Viu marcas de sujeira recente na tinta descascada da parede. Encarou o teto, praguejando mentalmente.

Arrastando a cômoda para o local, Derek subiu nela, olhando mais de perto a madeira que compunha o forro do quarto, achando o que queria. O mais silencioso possível, ele empurrou para o alto, e uma abertura surgiu. Espiou para o interior do lugar, tomando cuidado para não ser pego desprevenido.

Vendo que a volta estava limpa, ele removeu a tampa e entrou. Com a arma em punho fez o reconhecimento do lugar e continuou, lentamente, a ganhar terreno. O que ele encontrou ali o fez quase virar o rosto, nauseado.

Certamente era o ninho de seu assassino.

Uma mesa com diversos vidros, nos quais haviam partes de suas vítimas. Um vidro para cada parte. Orelhas, dedos, olhos...

Derek se aproximou, vendo diversos objetos de uso médico por cima de algumas mesas. Assim como ampolas. Certamente era o que ele usava para dopar as vítimas.

— Abaixe a arma policial!

Derek travou.

O som vinha de suas costas. Ele olhou por cima do ombro, vendo que era um homem que estava parado ali, com uma arma em mãos.

Derek abaixou a arma na mesa, se virando para o elemento.

— Que tal abaixar essa arma e a gente conversar? – ele perguntou, tentando transmitir tranquilidade.

— Não mudaria nada, você me levaria de qualquer forma.

Derek conseguiu vislumbrar algumas silhuetas por trás do homem, mas não mudou seu olhar, pois sabia que se virasse, mesmo que centímetros, Allison não teria chance de uma abordagem surpresa.

— Você está equivocado. Vamos, abaixe a arma e converse comigo.

— Não!

— Acho bom obedecer. – Allison rosnou nas costas do homem, que arregalou os olhos.

Ele ergueu a mão, oferecendo a arma para ela. Miguel pegou a arma, se afastando. Mas o homem não se rendeu como esperavam, dando um giro com o corpo e pegando a Detetive de surpresa, com uma poderosa cotovelada no rosto.

Derek não esperou mais, indo para cima do homem, que corria em direção para uma das janelas daquele lugar. Ele jogou-se contra o homem, o derrubando. No momento em que o virou, recebeu um soco no rosto do outro. Derek, completamente irritado, apoiou uma mão no peito dele e com a outra socou com força o nariz, o quebrando.

— Você tem o direito de permanecer calado. – ele rosnou, enquanto virava o indivíduo de costas e agarrava suas mãos – Tudo que disser poderá e será usado contra você no tribunal. – Derek ergueu-se, enquanto puxava o homem junto, que começara a gargalhar ao ouvir o que o outro dissera – Levem. E liberem para a equipe de perícia cuidar desse lugar. Precisamos de tudo que for achado aqui, sem ser prejudicado para ser usado como prova.

Ele entregou para Allison, enquanto caminhou para fora. Pegou sua arma e desceu de volta ao quarto do homem.

Saiu dali e foi diretamente para o furgão em que Stiles se encontrava com Lydia. No momento em que dobrou a esquina, viu o rapaz saindo pela parte de trás e correr para ele. Não pensou duas vezes em laçá-lo e devolver o aperto que recebia do rapaz.

— Acabou? – ele murmurou, sem desgrudar do abraço de urso que dava e recebia.

— Sim, Stiles. Era ele. As evidências achadas no sótão são suficientes para dar de presente uma injeção letal aquele desgraçado.

— Por Deus, Derek! – o outro o encarou, segurando o rosto dele e olhando o hematoma que se formava na bochecha dele – Além desse hematoma, tem algum ferimento? Alguma batida? Céus, você precisa de...

Derek sorriu, segurando o rosto dele e o beijando. Stiles se calou no ato.

— Só preciso de você, Stiles. – ele murmurou – Eu estou bem. Isso foi só um descuido. Allison também está com uma marca dessas no rosto. Não se preocupe, isso é superficial.

Em poucas horas a notícia voava através dos noticiários, de que finalmente Nova Iorque estava livre do Colecionador.

Stiles ainda teria de esperar alguns dias até voltar ao seu trabalho. A mídia ainda corria atrás de informações sobre ele. Fora que teria de passar pelo psicólogo do departamento, para comprovar que estava apto a retornar sua rotina diária.

E antes disso ainda teria que ir ao encontro do suspeito preso, para reconhecimento. Mesmo que não tivesse visto, ele o ouviu e Jennifer queria todas as provas que conseguisse para que a defesa não tivesse chance.

Mas isso seria na segunda. Ela conseguiu isso, recebendo agradecimentos sinceros de Derek. Stiles já estava pilhado o suficiente, para ter que passar por aquilo no mesmo dia em que prenderam o homem.

— Vamos aproveitar o fim de semana. – ele falou, enquanto preparava o café para ele, Stiles e os demais.

Tanto os colegas de Stiles, quanto os de Derek se encontravam ali em sua casa. Já era noite e todos reuniram-se para conversar um pouco, depois do ocorrido.

— E eu já sei como faremos isso. – comentou Scott, sorrindo de canto. Ele olhou de esguelha para Chris, que se encontrava sentado em um dos sofás, juntamente de sua filha Allison.

— Ah, sabia! – ele riu.

Allison acabou rindo também.

Derek os encarou, meio confuso.

— Churrasco, Derek. – O Detetive sentiu a animação no tom de voz de Stiles – Chris é conhecido pelos churrascos que ele faz.

— Derek, você monta a equipe das cervejas. Scott, o churrasco será na sua casa, pois você tem a maior e melhor churrasqueira, com piscina e pátio para um jantar decente. Stiles e Cora, vocês são as formigas do grupo, encontrem sobremesas que façam esses mortos de fome virarem os olhos. – Chris ditou o que o pessoa deveria fazer, enquanto alguns riam, outros concordavam como como verdadeiros soldados – Parrish e Isaac organizam a equipe que vai encontrar a melhor carne e hambúrgueres para eu assar. O resto cacem aperitivos, pratos, talheres. Essas coisas. Eu me encarrego de assar. Allison e Victória, assim como quem quiser ajudar, farão as saladas.

Todos começaram a rir com aquilo.

— Certo. E quando será isso? – perguntou Jennifer, que já avisava que iria levar uma torta holandesa para o tal jantar.

— Amanhã de noite. Pode ser? – perguntou ele, enquanto esfregava as mãos.

— Por mim, beleza!

— Também.

Todos concordaram.

Na noite seguinte todos já estavam reunidos na casa do Scott, para relaxarem e desfrutarem do que Chris sabia fazer.

Derek estava sentando em um dos inúmeros sofás que Scott mantinha na área de laser da sua casa, junto de Stiles, que ouvia as últimas novidades dos colegas e sobre as emergências que andavam atendendo nos últimos dias.

— Aquele cara parou de me procurar? – perguntou o Paramédico.

— Quem? – Scott se aproximou da mesa, encarando o amigo.

— Cabeça de vento, Scott. – Cora revirou os olhos.

— O repórter que estava caçando Stiles pela Estação. – explicou Erica – O tal Matt.

— Ah. – Scott revirou os olhos também – Depois que Aiden e Ethan o prensaram contra um dos caminhões e alertaram que se tentasse invadir o local mais uma vez eles iriam mostrar como tirar fotos do intestino dele, nunca mais o vi nem rodeando a Estação.

— Espero que ele tenha desistido. – bufou Stiles – Não me entenda mal, Derek, amo ter Miguel faceiro por um amiguinho novo e estar na sua casa, mas eu sinto falta da minha.

— Miguel? – o colega de Derek que chamava-se Miguel também, pulou no banco no qual ele participava de uma rodada de pôquer.

— Meu gato. – explicou Stiles, corando.

O grupo começou a rir, deixando Stiles mais vermelho ainda. Derek tocou os lábios na nuca dele, sorrindo e apreciando a reação dele ao se arrepiar com aquele simples gesto.

Depois de algum tempo de conversa, ambos se levantaram, quando Chris pediu que eles pegassem mais algumas travessas para pôr a carne.

— Pedi para Lydia, mas ela ainda não voltou. – ele resmungou – Se verem o Parrish por aí, digam para ele que as cervejas estão na geladeira. Ele não precisa fabricá-las.

Eles acenaram e foram em direção à porta.

Stiles e Derek adentraram ao corredor que dava acesso à cozinha de Scott, com Stiles tropeçando no carpete e quase indo ao chão. Depois de umas trocas de palavras e Derek segurando-se para não rir do namorado atrapalhado, eles chegaram ao cômodo.

— Ok, agora em que local Scott guarda as travessas? – perguntou Derek.

— Pega as cervejas e eu me encarrego das travessas.

Ele se dirigiu para uma das bancadas, erguendo-se nos pés para pegar uma caixa que estava no alto de um dos balcões. Soltou um grunhido quando sentiu seu corpo prensado contra os armários. Derek envolveu seu corpo com as mãos, pousando a cabeça no ombro dele enquanto usava os lábios para mordiscar a ponta da orelha do menor.

— Derek... – ele sussurro, apoiando as mãos no balcão aéreo e fechando os olhos para as carícias do policial – Estamos no meio de um churrasco. E a cozinha não é nossa.

— E daí?

Ele riu, enquanto o outro o virava e tomava seus lábios para si. Derek o ergueu, deixando-o sentado no balcão, enquanto abria sua camisa, usando a boca para marcar o pescoço de Stiles. O menos não ficava atrás, elevando as mãos por dentro da camisa do outro, em suas costas.

Em meio a um beijo feroz, ambos travaram ao ouvir o som de vozes, que se dirigiam para a cozinha.

— Derek eles perceberão o que estávamos fazendo. – grunhiu Stiles – Estou excitado!

— Eu sei. Eu também. – o policial olhou na volta, vendo a porta da dispensa de Scott – Rápido.

Eles se dirigiram para a dispensa, tentando repor a roupa que estavam perdendo em meio ao amasso que davam um no outro momentos antes.

Derek fechou a porta, espiando pelas frestas para ver quem era que estava atrapalhando, quando ouviu um grunhido de Stiles seguido de alguns resmungos que não partiam do namorado.

— Quem está aí? – ele perguntou em um sussurro, quando se virou para entender o que acontecia.

— Uma Lydia quase nua e um Parrish que está tentando prender o sutiã da minha irmã! – Stiles aumentou o tom de voz, parecendo indignado.

— Shhhhh! – exclamou os dois.

— Como se vocês dois não estivessem tendo a mesma ideia! – retorquiu Lydia, apontando para a ereção do irmão.

O rapaz a encarou, horrorizado, enquanto pegava uma bandeja para cobrir a frente de seu corpo. Mesmo que estivesse de calça – tendo ela apenas um pouco aberta – era visível sua excitação.

— Céus, eu vou morrer. – grunhiu Parrish.

— Shiu, alguém tá vindo.

— Parrish e Lydia sumiram. Não sei em que buraco se socaram. – comentou Scott que adentrava ao local – O mesmo foi Stiles e Derek.

— Esses dois devem estar em algum cômodo se pegando. – respondeu Isaac abrindo a geladeira.

— É o mais provável. – Scott se dirigiu para o local em que ele guardava as travessas.

— Hey.

O rapaz virou-se, encarando Isaac. O outro segurava um pote de chantilly nas mãos e um sorriso sacana no rosto.

— Achei que não tinha sobrado. – ele comentou.

— Essa foi a parte que não usamos ontem.

No interior da dispensa, Lydia foi mais rápida do que Derek e Parrish, para colocar a mão na boca de Stiles, antes que ele entregasse a presença dos quatro.

— Podemos aproveitar ela hoje de noite. – convidou Isaac, pegando um pouco de chantilly na ponta dos dedos e levando à boca, de forma provocante.

— De noite? – Scott largou a caixa no balcão e se aproximou lentamente do outro.

Parrish, Derek, Stiles e Lydia duelavam por um espaço na frente, para tentar ver o que acontecia na cozinha, visto que a conversa dos dois estava interessante.

— Agora acho meio difícil. – loiro comentou, pegando mais um pouco no dedo, mas não levou em direção à boca como antes.

Scott parou diante dele, pegando a mão do outro e lentamente, pousando a boca e lambendo os dedos de Isaac, de maneira que fez o outro passar a língua pelos lábios.

— Não complique as coisas, Isaac. – comentou Scott, pegando o chantilly no pote e cobrindo os lábios de Isaac com ele.

O loiro sorriu, esperando que Scott terminasse a ação. O rapaz segurou o rosto do outro, tomando seus lábios, beijando-o. Ele o empurrou para contra a geladeira, enquanto Isaac, sorrindo entre os lábios de Scott, abria os braços, deixando que o moreno tomasse controle da situação.

— Chantilly, por favor. – grunhiu Scott ao abrir a camisa do outro.

— Não sobrará para a noite. – avisou Isaac.

— Tem o doce holandês da Jennifer.

Agora foi Parrish quem tampou a boca do Stiles, para evitar de deletar a localização de todos.

— Então o que está esperando? – ele provocou.

Scott pegou uma porção generosa, cobrindo o peito do outro com o doce. Mas não conseguiu acabar, pois o som de passos e vozes alertou-os de que alguém estava se aproximando.

— Merda!

— O que faremos? É sua casa, mas...

— Dispensa, rápido!

Os dois correram para a dispensa, entrando.

— Que porra é essa?! – exclamou Isaac.

— Merda!

— O que vocês estão fazendo aqui?

— Vendo o showzinho de vocês de camarote. Ai, Lydia!

— Cale a boca, Stiles. Estávamos fazendo o mesmo que vocês, quando Stiles e Derek apareceram. Eles tiveram a mesma ideia quando vocês apareceram e atrapalharam.

— E agora o mesmo aconteceu com os dois. – continuou Parrish.

— Que ninguém mais tenha essa ideia. Não acho que caiba mais uma dupla aqui dentro. – rosnou Stiles. Ele então encarou o amigo – Mas você, hein Scott. Nem pra me contar que andava se aventurando com o bombeirão aqui! Quem é que controla a mangueira?

— Cale a boca Stiles! – Isaac parecia aborrecido.

— O que? Só é uma pergunta ino...

— Shiu! – Derek rosnou – Ou vão nos ouvir.

As vozes aumentaram e Victória e Chris surgiram na cozinha.

— Eu não entendo isso. Primeiro Lydia e Parrish. Depois Stiles e Derek. Agora Scott e Isaac. Estou ficando seriamente preocupado.

— Deixe disso, amor. – comentou Victória enquanto pegava a caixa de travessas – Devem estar ocupados com algo mais agradável. – ela sorriu.

— Derek e Stiles certamente. Mas e os outros? – ele resmungou, pegando as cervejas. Tem algum feitiço na cozinha, que as pessoas somem?

Ambos saíram resmungando.

Os seis suspiraram aliviados.

— Acho que já passou a época deles, para se esconderem nas dispensas. – comentou Stiles.

— Vamos saindo, aos poucos. Isso aqui tá quente. – resmungou Lydia.

E assim foi o que fizeram. Cada casal seguiu um caminho. Após se reorganizarem e limparem-se, retornaram para o local em que estavam os demais reunidos.

— Mas em que lugar vocês se meteram? – perguntou Chris.

— Em Nárnia. – Stiles falou, olhando Lydia e então Scott, lançando um grande sorriso para eles.

— Desculpe, Chris. – Derek murmurou, meio sem jeito – Tivemos alguns probleminhas.

— Sei os probleminhas de vocês... – Deucalion acabou que por rir.

Logo depois o jantar foi servido. Comeram e conversaram animadamente. No fim da noite, um a um foram se despedindo.

— Boa noite. – disse Stiles, quando ele e Derek saíam, junto de Jennifer.

— Até segunda. – falou Scott – Vou acompanhar o Stiles para reconhecer o cara lá. – ele explicou ao ver a expressão confusa de Derek.

— Ah. – ele acenou – Fico feliz em saber disso. Então até segunda.

— Deixei o resto da torta na geladeira. – avisou Jennifer, que já se encaminhava para o carro – Espero que aproveitem.

Stiles encarou Jennifer e então Derek. Antes que o Detetive conseguisse pará-lo, ele já vomitava palavras.

— Ah, eles farão bom uso dela! – ele riu ao ver a cara vermelha de Isaac – Até mais, mano.

Derek puxou Stiles, antes que ele pudesse dizer mais alguma coisa.

— Quero chantilly agora. – resmungou Stiles, quando já estavam no carro, em direção à casa de Derek.

— Olhe para o banco de trás, Stiles.

O rapaz, arqueando uma sobrancelha, virou-se. Soltou um grito ao ver o pote de chantilly de Scott.

— Ele meteu os dedos nisso, Derek. É nojento!

— Ele guarda um bocado de potes como esse na dispensa, Stiles. – comentou ele, sorrindo de canto – Ele nem dará conta de que um dos seus potes sumiu.

— Então voe com essa SUV, Derek!

Os dois riram e seguiram em direção à sua casa.

Notas finais
Então? 8DDD Agradeço aos comentários e dicas e me perdoem aos que não respondi. Ando sem tempo MESMO. Mas fica tudo no meu coração s2s2s2 Sonhos doces pra vocês s2s2