Psique Utopia

21 A Mente Conturba-se


Notas iniciais
Então, gente, demorei, mas voltei. Eu sei que o desafio não está mais valendo, então tomei a liberdade de fazer algumas mudanças: —Continuarei na meta para postar até o capítulo 30. —Terei uma nova meta de palavras: 400, para ficar mais confortável para a conclusão da história porque, quando criei, me desafiei na complexidade do estilo/tema. —Continuaremos com uma palavra obrigatória que tentarei ver com amigos. Palavra do dia: Camuflagem.

—Parece que tudo isso é um ciclo vicioso...

Thomas sentou ao lado da amiga esperando que ela terminasse a conclusão sobre sua história.

—O cara é um assassino de aluguel. Uma resposta dessas à máfia, faria contratar outro assassino de aluguel para matá-lo. E de alguma forma fariam esse novo assassino ficar preso a eles, até que este tomasse a mesma postura do anterior e recomeçasse o ciclo. Ou, talvez, você fizesse como em “O Protetor” que o personagem principal vai atrás de cada um para acabar com o grupo.

Enquanto ouvia, parte do tempo observou pela janela o que acontecia próximo ao beco, em outra parte, eles se encaravam por um tempo. O único desejo de Patrice naquele momento era saber o que se passava na mente dele. De repente, num insight, Thomas vai até seu quarto e volta com um casaco, pega suas chaves na mesa de centro e caminha para fora do apartamento.

—Desligue ao sair. –Diz ele numa distância em que a amiga ainda podia ouvi-lo sem que fosse preciso gritar.

Patrice se preocupou em salvar o documento e reuniu suas coisas enquanto deixava o notebook se desligar. Quando se encontrou com Thomas no corredor, ele acabara de entrar no elevador e segurava a porta para ela.

—Onde vamos? –Disse ela ao entrar no elevador e vestir o casaco.

O homem manteve-se calado.

Saíram daquele hospital sem causar alarde algum. As ruas estavam frias pelo inverno, e movimentada pelos últimos acontecimentos.

—Não acha que eu deveria saber pelo menos o que está pensando?

—Eu fiz coisas ruins, Izabelle. Eles, certamente estão vindo.

—Quem é Izabelle? –Questionou Patrice.

Thomas nem lhe dera atenção, estava focado no que precisava ser feito.

A mulher o observava assustada com tanta seriedade. Muitas perguntas surgiram, mas o medo dentro de si crescia. Eles passaram pela multidão e pela polícia que ainda tentava encontrar testemunhas e pistas do que acontecera naquele beco próximo à boate.

Ele fazia parecer fácil caminhar sem levantar suspeitas. Era um profissional. Encarava qualquer problema com calma e seriedade. Já ela, estava assustada. Não só por estar passando onde ocorrera um assassinato, mas com a postura do amigo. Tão calmo em meio àquela multidão. Achava que poderia ser graças à sua condição. Já um pouco distantes, o homem calvo mostrou um tom preocupado e cuidadoso.

—Precisamos sair daqui logo, e precisamos de camuflagem.

Notas finais
Próximo capítulo em produção. Obrigada a quem ainda estiver acompanhando kkkkkk ♥
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.