Notas iniciais
Olá, bem-vindo!

Como já devem ter percebido, essa é uma U.A (universo alternativo) e Gruvia (incluindo um pouco de cada casal).

Esse é apenas o prólogo; mas espero que gostem.

Boa leitura.

Seguindo o ritmo rápido e desajeitado de seu contínuo caminhar, deixou o olhar vaguear pelo estreito corredor — convencendo-se pela milésima vez a seguir em frente, apesar dos olhares de reprovação que recebia de seus espectadores.

A aparência do prédio em si era precária — as luzes bruxuleavam graciosamente,lutando para manter o pouco do brilho que lhes restara e as paredes erguiam-se sob as mais diversas colorações, suas camadas emolduradas pela casca da tinta sobreposta à anterior —, mas a parte que, de fato, temia ainda estava para chegar.

A tão aguardada consulta.

Com cautela, afundou a mão mo bolso do casaco e trouxe a tela do celular à superfície, seu olhar analisando brevemente o aviso de nova mensagem antes de afundá-lo novamente no compartimento.

Esperou chegar logo à sala para responder à mensagem que recebera. Não costumava atender chamadas na rua, nem mesmo respondia mensagens ou conferia hora — na cidade em que vivia, não era seguro se descuidar nem mesmo por um instante.

— Deve ser o Gajeel-kun... — murmurou entre bocejos, esgueirando-se por entre multidões até alcançar a fila do elevador.

Novamente, tendo a ousadia de revelar o celular, entrou em pânico ao ver os números quadriculados subitamente revelados sob figuras sorridentes que reconheceu de prontidão.

14:55

Cinco minutos.

Encarou impacientemente o elevador, e então a tela reluzente.

Havia cerca de quinze pessoas na sua frente.Nem que rezasse, furasse fila ou mesmo subornasse seus antecessores, não daria tempo. Até porque, as portas acabaram de se fechar, tornando impossível qualquer tentativa recorrente.

Dessa vez, inclinou a cabeça e buscou informações no relógio do homem à sua frente.

Três minutos.

— O que a Juvia faz, o que a Juvia faz, O que...

Contorceu as mãos e começou a balbuciar, buscando por possíveis rotas.

Elevadores bloqueados.

Elevadores de carga fora de vista.

Até que sua mente novamente voltou a funcionar, o pensamento a atingindo-a de surpresa, e se sentiu estúpida por não ter cogitado nem mesmo uma vez. As tão óbvias...

Escadas de emergência!

Com um olhar obstinado virou-se num solavanco e pôs-se a abrir caminho por entre as camadas de gente amontoadas na suposta fila; espremeu-se por entre eles e lutou para encontrar a parede.

— Licença, licença... a Juvia precisa... sai... da frente... por favor..zinho?

Deu risadinhas e virou-se na direção oposta de mulher — na qual havia praticamente se jogado. Avistando a placa de escadas num canto qualquer, sentiu a esperança voltar a inundá-la.

Sem se desculpar, correu o mais rápido que pôde até ela, usando o teto da cabeça como escudo contra eventuais danos.

Exatos dez minutos depois, portas de alumínio foram abertas por uma mulher ofegante — as mechas tão desgrenhadas quanto palha e a voz rouca clamando ter hora marcada.

Notas finais
E então?

Gostaram? Sim? Não?

Algo em que posso melhorar?

Algum erro?

Caso tenha algum comentário, sinta-se à vontade (críticas, opiniões, dicas, comentários).

Esse foi meio que um 'teste'. Como tenho outras fics em andamento, não tenho certeza se continuarei ou não.

Bem... de qualquer forma espero que tenham gostado.

Até a próxima o/
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.