Provocativo

6 Sentimento


Notas iniciais
Oiee, gentem. Desculpem-me queria ter postado o cap na sexta ou sábado de manhã no máximo. Bom, queria agradecer aos novos leitores por acompanharem a fic ♥ >u Mas enfim, Capitulo 6 pra vocês, e vou confessar: me senti uma pervertida de marca maior escrevendo isso! >///Pois bem, boa leitura, amores.

Eren

Eu despejava a água quente na banheira com os braços trêmulos. Estava apenas de toalha. Ainda tentava digerir tudo o que acabou de acontecer entre Levi e eu há poucos minutos. Eu ainda estava atordoado por causa do beijo... Nem conseguia acreditar que fizemos... e por iniciativa dele! E foi tão bom. Eu queria mais... O que me fez lembrar que tinha que aprender a respirar mais pelo nariz. Senti-me embaraçado por não ter beijado direito. O que heichou devia ter pensado de mim? Dei uma murmurada.

O vapor ocupava todo o quarto das duchas, era bem visível graças ao lampião pendurado na parede. Removi a toalha da cintura e adentrei àquele ofurô rapidamente. Nem ducha fria eu tinha tomado antes, eu não queria. E não tinha ninguém olhando, então não teria problema. Mas nem estava mais me importando com esse detalhe. Eu estava era muito inquieto. “Heichou me chamou pra ir para o seu quarto, ainda hoje... daqui a pouco...”. Meu rosto esquentava mais, tanto pela temperatura da água como pela ansiedade de saber o que ele queria comigo. Se bem que já dava pra saber o que era, mas eu ainda não conseguia acreditar. “Será que hoje mesmo... Heichou e eu vamos...?”

Chacoalhei a cabeça. “Não. Não fique pensando demais, Eren!” Peguei o sabonete e uma pequena bucha e me foquei no banho. Eu tinha que estar totalmente limpo. Com todas as partes do meu corpo muito bem lavadas. Todas! Cada cantinho! “Que vergonha! E se ele nem fosse fazer isso comigo? ...Não! É claro que iria! Por qual outro motivo ele me chamaria para o seu quarto a esta hora da noite somente depois de eu tomar um banho? Não havia dúvidas!”

Pois é. Eu era, de fato, um garoto muito inseguro para essas coisas. É por esse motivo que eu não estava conseguindo fazer minha vingança como queria. Sempre que tentava provocá-lo, acabava ficando com receio e, consequentemente, fraquejava na hora H. Eu tinha que ter mais confiança em mim mesmo. Outra chance de eu me vingar do Levi estava ali de bandeja novamente. Só que... tem a questão da minha inexperiência. Heichou não deve ser virgem, o que já me dá uma desvantagem e acabo por perder minha autoconfiança.

Pois bem, eu devia me acalmar primeiro. Respirei bem fundo. Mergulhei totalmente minha cabeça na água, relaxei meus músculos e esvaziei minha mente. Não queria que heichou visse o quanto eu estava tenso e nervoso, isso ia incentivá-lo a abusar mais da minha boa vontade. Apesar que... até que eu gostava disso.

Voltei à superfície, me sentindo mais acalmado. Continuando a lavar-me com bastante espuma. Queria agradar ao heichou mostrando o quanto eu estava limpo do jeito que ele gosta. Eu estava muito ansioso. Queria saber se ele também estava...

~#~

Enfim, estava devidamente vestido. Com camisa e calças brancas. As mesmas que eu havia usado no dia do tribunal, já que, obviamente, as minhas roupas rotineiras estava cobertas de terra. Porém, fiquei descalço mesmo. Tinha me esquecido de pegar um par de sapatos limpos, mas não liguei pra esse detalhe. Fui a caminho do quarto do Levi, obviamente com o lampião em mãos iluminar meu caminho. E estava bastante nervoso. Ora andava devagar, ora acelerava o passo.

Chegando à sua porta, respirei fundo novamente. Fechei o punho. Antes de conseguir bater a porta, ela se abriu.

– Eren?

– Ahh!! Heichou! – Eu me assustei, como sempre me assustava quando estava muito ansioso.

– Oh... Está bem limpinho mesmo... – Comentou me olhando de cima a baixo. Em seu tom de voz normal. – Pode entrar... – Ele, então, deu meia volta indo em direção a sua cama. Eu continuei parado na entrada, ainda bastante nervoso. – Está esperando pelo quê? Entre. – Ordenou sentando-se no colchão. Eu, então me adentrei ao cômodo fechando a porta com cuidado, depositei o lampião na cômoda e caminhei até ele. Eu, ao menos tentaria não ser tão submisso. – Senta aqui. – Apontou o espaço vazio ao seu lado.

Eu nada respondia. Apenas ia fazendo o que mandava. “Eren, você já está sendo submisso, sabia?” Refleti comigo mesmo. Acomodei-me bem na beirada do colchão, mantive uma certa distância do heichou. Ele me lançava um olhar penetrante. Era algo que dava medo, mas ao mesmo tempo uma sensação de desejo. Não sabia o que fazer, ainda estava tímido. Nem sabia o que ele ia fazer comigo. Eu só sei que... queria beijá-lo de novo. Agora. Nem que fosse só um selinho.

Ainda sentado ao seu lado, fui timidamente me inclinando, a fim de alcançar seus lábios. Mas ele pousou uma das mãos em meu peito, brecando meu movimento. Eu fiquei um pouco sem graça. Acho que ele queria nada do que eu estava pensando. Por qual outro motivo ele me chamou então?

– Segure um pouco seus hormônios, Jaeger. – Dizia em seu tom indiferente de sempre. – Eu quero saber umas coisas antes... – Ele fitava meus olhos, me analisando para ter certeza que eu não mentiria. Eu apenas concordei com a cabeça. Ele fez uma pequena pausa antes de finalmente perguntar. – O que você quer, Eren?

– Hn? – Fiz uma expressão confusa.

– Acho que generalizei demais... – Ele, ainda sentado, aproximou-se mais. – Quero saber o que sente por mim.

Meu rosto já estava fervendo. “Heichou, eu sinto atração, paixão, desejo, tesão e acho que estou gostando de verdade de você!” Seria minha resposta sincera. Mas eu tinha mesmo que responder? Quero dizer, eu nem sabia o que se passava na cabeça dele direito. Nem sabia se ele aceitaria isso ou não. Mas nós dois tínhamos em mente que era inadmissível relacionamentos entre soldados. Afinal, isso poderia atrapalhar, e muito, no psicológico e levar missões de reconhecimento da Tropa ou mesmo lutas contra titãs ao fracasso. Talvez Levi quisesse apenas checar isso e logo me alertar para abandonar quaisquer sentimentos do gênero. Que seria prejudicial tanto para mim como para ele. Pensei então em mentir, e falar que era apenas uma atração de adolescente, uma coisa passageira. Isso era aceitável na Tropa. Muitos soldados faziam isso. Dormiam juntos, mas sem compromisso. Mas pensando melhor, Levi sabe bem quando eu minto. O que eu devia dizer então?

– Não vai me responder, garoto? – Ele disse levantando-se da cama e começando a desatar seu cinto. O que me fez enrubescer. – Ou será que vou ter que apelar pra ignorância até você falar? – Ameaçou enquanto segurava aquela tira de couro com força, pronto para golpear.

– N-não!!! Espera heichou!! – Falei meio desesperado segurando sua mão, e abaixando-a com calma. Eu sabia bem o quanto uma chicotada daquela doía, graças ao meu pai – Calma aí, eu respondo!

– Hunf. Que fique claro que eu sei bem quando você mente, viu?

– C-certo... – Falei de cabeça baixa. – M-mas... Por que o senhor quer saber disso?

– Você ainda não respondeu minha pergunta, Eren. – Seu tom mantinha-se intimidador. – O que sente por mim?

Apenas corei mais e desviei o olhar de seu rosto.

– E-eu... não sei... – Torci para que ele aceitasse isso como resposta.

– Não sabe... – Ele repetiu minha fala de forma sarcástica e irritada. – Não sabe, é? – Subitamente ele deu um impulso em meu peito, fazendo-me deitar na cama de forma um tanto bruta. Eu arregalei os olhos, totalmente pávido. – Isso que me irrita em você, Eren... Às vezes tenho vontade de te bater e te fazer gritar até perder a voz.

Aquela frase me arrepiou inteiro. Foi ameaçadora, mas ao mesmo tempo soava muito provocadora. Ele então subiu na cama, ficando de quatro por cima de mim e segurou meus pulsos com força. E eu, totalmente encolhido ali sem reação. Vendo-o aproximar seu rosto, ficando quase colado ao meu.

Você não sabe?! Essa é a sua resposta?! – Ele falava com um pouco de agressividade. Eu me encolhia cada vez mais apertando os olhos. – Haa! Pois eu sei bem quase tudo o que você está sentindo, moleque! Só tem uma única coisa que eu ainda tenho dúvida... – Ele me fitou bem – Olhe pra mim!

Eu, que estava com os olhos fechados, agora abria-os com receio. Ele continuava a me fitar com aquela expressão ameaçadora.

– O que você sente, Eren?! – Ele deu uma boa ênfase na palavra ‘sente’. Então ele queria saber se eu gostava dele daquele jeito? Mas por quê? Corresponder eu acho ele não faria. Então... ele apenas diria para eu abandonar esse sentimento? Eu virei meu rosto para o outro lado. – Você não vai mesmo responder, não é? – Apenas continuei com o rosto desviado, com os olhos bem fechados, esperando qualquer bronca ou punição que ele faria. – Hum... pelo visto, vou ter mesmo que apelar...

Senti seu quadril roçar-se contra o meu. Isso já bastou para me fazer gemer de susto. Abri bem meus olhos e voltei minha atenção para lá. Ele movia-se sensualmente fazendo nossos membros se esfregarem. Mordi o lábio inferior, tentando me segurar. Mas era impossível!

– Oh... Você não aguenta isso, não é? – Ele sorria maldosamente. A situação estava similar ao do dia na floresta. “Eren, vai mesmo se deixar ser dominado assim de novo?” Ele soltou meus pulsos e agarrou meus cabelos com uma das mãos. Logo ele inclinou-se novamente, bem próximo do meu rosto.

– Ah, Eren... Posso ver o quanto está afogueado... excitado... desejoso... com tesão... – Ele falava em um tom devasso, o que mexia ainda mais comigo – Agora... vou lhe mostrar como é que os franceses fazem...

Nem deu tempo para raciocinar, ele subitamente me beijou com gosto. Eu estremeci. De começo foram apenas lábios úmidos roçando-se entre si. Mas ele já estava sendo bem intenso mesmo no começo. Aquilo sempre me desestabilizava. Pelo visto, os beijos do heichou eram meu ponto fraco... Bom, na verdade todos os lugares em que ele me tocava se tornavam pontos fracos...

Soltei mais um gemidinho ao sentir sua língua invadindo minha boca de novo. Tão macia e tão deliciosa... Fazia-me entregar inteiro. Eu tentei acompanhá-lo, imitando seus movimentos. Comecei a roçar minha língua com gosto também. E enlacei um de meus braços em sua cintura e com a outra acariciava sua nuca. Era a único lugar que o fazia fraquejar que eu conhecia, por isso tinha que investir ali mesmo. Levi contraiu os ombros com meu toque e puxou mais meus cabelos, não parando de me beijar. Eu tentava ao máximo respirar corretamente pra não precisar interromper.

Até que Levi separou os lábios dos meus, mas nossas línguas continuaram juntas, se esfregando numa provocante e molhada luta. E eu até que conseguia acompanhá-lo bem. Pior que eu estava mesmo bem animado. Já sentia minha calça bastante incômoda, mesmo sendo um pouco mais folgada do que a usual. Levi, sentindo a elevação, roçou mais seu membro contra o meu. Eu gemia mais alto. Assim, sem parar os movimentos, ele bruscamente abriu minha camisa, arrebentando alguns botões.

Separamos o contato das línguas deixando apenas um filete de saliva unindo nossos lábios. Ele, então, avançou em meu pescoço, lambendo e chupando intensamente. Eu me derretia... Recebia várias mordidas, nenhuma sangrava, mas iriam deixar minha pele marcada com certeza. Eu passeei com minhas mãos por suas costas, logo passando para a parte da frente, onde desatei seu lenço do pescoço e desabotoei sua blusa, abrindo-a com rapidez. Finalmente pude tocar sua pele, sentir seus músculos e seu calor. O próprio heichou retirou sua blusa por completo jogando-a ao lado da cama, sem parar o que fazia.

Ele foi descendo seus beijos até meu peito, mais precisamente em um de meus mamilos. Fez movimentos circulares com a língua, bem devagar, e dando uma mordida bem no biquinho. “Nossa, aquilo dava um tesão...” Ele fez o mesmo com o outro. Eu sentia meu membro pulsando ainda por debaixo do tecido, querendo liberdade. Eu estava enlouquecendo, não aguentava mais.

– Hm.. H-hei.. chou.. Ahh... – Não conseguia falar direito, minha respiração não estava ajudando.

– O que...? – Ele disse serenamente parando o que fazia.

– Ahhh... Por favor... Mais... – Eu estava muito embaraçado de pedir, mas esperava que ele já entendesse o que eu queria.

– Hum... ‘Mais’ o que? – Ele chegou bem pertinho do meu rosto – Se você não falar... eu não vou saber, Eren... – Disse se fazendo de desentendido. É claro que Levi heichou não perderia essa chance de me ver implorar. É, eu vou ter que me humilhar de novo...

– Heichou... eu... hum.. e-eu quero...

– Hm? Quer o que? – Ele continuava com aquele sorriso perverso.

– Humm... – Choraminguei um pouquinho. — ... q-quero que... me chupe... – Queria era enfiar minha cabeça numa toca. Era muito vergonhoso ter que pedir.

– Oh, agora sim... – Ele foi se arrastando para baixo. Até ficar com o rosto perto da minha virilha. Agarrou o cós da minha calça e a abaixou até arrancar e atirá-la para o lado. Mas me deixou com a roupa íntima.

Levi, com a cabeça entra minhas pernas, distribuiu vários beijos em minhas coxas. Ele sempre ia descendo, mas quando chegava perto de onde eu queria ele voltava pra perto do joelho. “Aquilo era tortura!! Heichou, me chupa logo...!!” Ele viu que eu dava umas reclamadas. Então, atendendo aos meus apelos, abocanhou meu membro com vontade, fazendo movimentos de sucção. Eu arfei com isso. Era bom... Uma pena ainda ter um tecido atrapalhando.

– Heichou... hum – Uma voz bem manhosa saiu da minha boca.

– Ei, fica calminho aí. Eu já entendi... não consegue aguentar um pouquinho de tortura... – Falava de forma sarrista. Enquanto tirava minha peça íntima. Deixando-me totalmente nu agora, expondo meu membro bem rijo e com o líquido pré-gozo escorrendo. Ele olhou lambendo os lábios. Segurou a base com uma das mãos e rapidamente enfiou todo meu órgão na boca. Eu arqueei as costas, tapei minha boca com uma das mãos pra não deixar escapar um gemido muito alto, a outra pousei na cabeça do Levi, acariciando-o, enquanto ele fazia os movimentos de vai e vem.

Aquilo era bom demais. Cada passada de sua boca, movimentava junto novamente aquela pelinha ao redor da glânde, isso era o que mais enlouquecia. Minhas pernas estremeram, eu contraía os dedos dos pés no lençol. Podia sentir o líquido escorrer mais indo de encontro com seus lábios, deixando o contato com menos atrito ainda. Já estava quase em meu limite. Eu agora puxava heichou pelos cabelos para que fizesse o movimento com mais velocidade. E puxei com um pouco de brutalidade. Ele pareceu não gostar muito disso, então iniciou um ritmo frenérico e muito mais intenso. Eu podia sentir até seus dentes friccionando em minha pele. Dei quase um grito. Logo cheguei ao meu limite e me desfiz em sua boca.

Levi, dando uma chupada final, parou com o estímulo. Sua boca estava toda lambuzada com meu gozo. Eu sentia muita vergonha de olhar aquilo. Ele lambeu os lábios e deu mais um sorriso maldoso.

– Ohh, o insaciável Jaeger... – Disse olhando para o meu membro, que já estava duro novamente. “Malditos hormônios” – Foi desse jeito que aconteceu lá na floresta, não foi? – Falava malicioso. – Mas relaxe, eu não vou te largar assim de novo.

– Humm... – Choraminguei desviando meu rosto novamente.

– Ei, olhe pra mim! – Ordenou. Eu obviamente obedeci. – Agora é a sua vez...

– Han...? – Eu ainda estava atordoado. Mas minha concentração logo retornou quando vi o heichou abaixando sensualmente suas calças, juntamente com a roupa de baixo. Meu corpo esquentou novamente. “Pela primeira vez eu ia ver o do heichou...”.

Atirando as peças de roupas ao lado da cama, ele ajoelhou-se sobre mim, com as pernas uma de cada lado do meu corpo. Aproximando seu membro do meu rosto. Eu não conseguia parar de olhar aquilo... Ele não estava ainda totalmente ereto. Como esperado do Levi, ele não se excita com tanta facilidade como eu.

Ele segurou o próprio membro e aproximou-o até minha boca. Eu, por ato reflexo, abri-a e timidamente fui engolindo aos poucos. Tentei me acostumar logo. Era a primeira vez que eu colocava algo daquele volume dentro da boca. Comecei a chupar, como ele havia feito comigo. Queria fazer direito e dar aquele mesmo prazer a ele. À medida que eu me adaptava, intensificava o movimento.

– Huumm... – Ouvi Levi gemer. E que gemido... Isso me deixou mais confiante a continuar o ato e mais excitado. – Ahh... Hum... nada mau, Eren... hmm. – Senti-me orgulhoso por arrancar-lhe uma reação daquelas. Claro, ele é mais controlado que eu, mas mostrava bem o quanto estava gostando do meu estímulo.

Minhas mãos estavam muito livres. Então poderia abusar dos toques, pensei. Subi minhas mãos por suas coxas, massageando-as de forma bem controlada, checando se Levi não ligaria desse meu abuso. Ele não tentou impedir ou reclamou de nada. Dei isso como sinal verde. Finalmente apertei com vontade suas nádegas que eu tanto olhei por dias. Agora eu podia toca-la à vontade. Levi se apoiou na cabeceira da cama para não perder o equilíbrio, apertando com força a madeira. Começou a respirar mais pesadamente. E continuava gemendo na sua forma controlada. Eu estava adorando vê-lo daquele jeito.

Seu membro pareceu crescer mais dentro da minha boca. Senti-o tocar a minha garganta. Mesmo com um pouco de dificuldade, continuei os movimentos, acelerando aos poucos. Já podia sentir o gosto do líquido do Levi saindo. Ele continuava a gemer bem baixinho. Mas antes que gozasse, ele me puxou pelos cabelos, fazendo-me parar.

–... Espere um pouco, Eren... – Ele falava quase sem fôlego. Totalmente alterado. Pude ver seu rosto levemente avermelhado pela excitação. Era uma visão tentadora.

– Mas heichou...

– Shhh... Vou lhe fazer sentir algo melhor ainda...

Ele, então, arrastou-se para baixo. Ficando novamente entre minhas pernas. Ele mandou-me segurá-las pela parte de trás do joelho, mantendo-as bem abertas. Fiquei com vergonha de ficar tão exposto assim pra ele, mas fiz como pediu. Eu não tinha ideia do que pretendia quando o vi abaixar seu rosto. Até que ele separou minhas nádegas e começou a lamber minha entrada. Minha respiração falhou com esse toque repentino.

– Humm... H-hei... chou... aí não... – Falei totalmente sem graça. Mas tinha que admitir que o estímulo naquela região também era muito deleitoso. Quase tanto quanto no membro, talvez até mais. Senti-o enfiar a língua o máximo que dava dentro. Contorci-me todo, apertando os lençóis entre os dedos. Vendo que a região estava vem molhada, ele parou o estímulo e substituiu sua língua por dois dedos de uma vez. – Ahh... s-senhor... is-so é... hmm...

– É bom, não é, Eren...?

Levi olhava todas as minhas reações lambendo os lábios, sem interromper o trabalho. Mais líquido começou a escorrer do meu falo. Ele movia seus dedos explorando todo o local, como se estivesse procurando algo. Aproveitando para dar uma alargada por dentro. Até que ele tocou em um ponto que mexeu ainda mais comigo.

– Ahhh.. aí!! – Dei uma choramingada. Era um ponto muito prazeroso de ser tocado.

– Ah, achei... – Disse Levi sorrindo. Ele então removeu seus dedos de lá. Ajoelhou-se entre minhas coxas abrindo-as mais, posicionando seu membro em minha entrada. Começou a introduzir.

– Ahh... Espera... – Pedi. E ele foi um pouco mais devagar. Sentia bem a dificuldade da penetração, o espaço era muito estreito. Já vi que isso ia doer, e muito.

Quando ele adentrou por completo, deu uma pequena pausa. Tanto para mim como para ele pudéssemos recuperar o fôlego e nos acostumar com a sensação. Eu achei que ia ser partido em dois. Doeu pra caramba mesmo. Eu sentia que estava sendo bem alargado, mas tinha certeza de que eu estava apertando bastante o membro do heichou lá dentro. Ele, agora, segurou na parte de trás dos joelhos me puxando para um contato maior. E eu voluntariamente entrelacei minhas pernas em torno de sua cintura, para facilitar mais a penetração e não ser tão dolorido, principalmente para mim.

– Ótimo... agora... aguenta o tranco, moleque.

E assim ele iniciou o movimento, entrando e saindo de mim. Arqueei minhas costas e apertava o colchão. Eu estava praticamente gritando de dor no começo, mas logo fui substituindo por gemidos de regozijo. Ele menteve-se estocando naquele meu ponto que havia encontrado antes. A sensação era, de fato, muito prazerosa.

Levi deixava escapar alguns sons eróticos inconscientemente. Eu observava seu rosto. Tinha uma expressão de puro deleite. Aquela era uma visão privilegiada de um heichou totalmente entregue aos prazeres humanos. Ver aquilo me fez chegar ao orgasmo rapidamente. Dei um grito mais alto do que os anteriores e gozei. Bastante. Fortes jatos de sêmen sujaram-me inteiro e um pouco do abdômen do Levi. Mas ele não parou. Ainda não era o seu limite. Quando ele sentiu minhas paredes internas contraírem em torno de seu membro, foi que ele atingiu seu orgasmo. Senti todo o seu líquido quente invadir-me. Foi bem gostoso até.

– Wow... isso foi... muito bom... – Ele dizia com a voz totalmente alterada. Mas foi se recuperando aos pouquinhos.

Já eu, não conseguia nem falar. Minha respiração continuava muito pesada. Estava totalmente acabado. Vendo meu estado, Levi engatinhou e se deitou ao meu lado, com a cabeça apoiada em sua mão. Com um sorriso mais sereno agora.

– Ei, foi tão pesado assim? – Ele perguntou rindo discretamente.

Virei meu rosto para o seu. Eu queria tentar falar algo, mas não conseguia mesmo.

– Huhu... na próxima eu pego um pouco mais leve, ok?

Próxima? Como assim próxima? Nós... faríamos de novo?” Eu internamente fiquei bastante contente. Parece que consegui agradá-lo bem agora. Ele fazia uma expressão tão boa... não era aquela pessoa severa e autoritária que todos temiam, era de um rapaz comum e com seus próprios sentimentos como qualquer outro humano. Sentia-me feliz em conseguir ver esse seu lado. Mesmo totalmente exausto fui capaz se sorrir, lembrando-me que... ele havia feito uma pergunta para mim, não foi? Acho que poderia responder sinceramente sem me arrepender.

– Heichou... – Chamei com uma voz bem fraca, bem rouca por causa por causa dos gritos.

– Hum? Diga...

– Eu acho que... eu estou... te amando... – Foi tudo que consegui falar até minha voz fraquejar totalmente. Mas antes de fechar os olhos e me entregar ao sono, pude ver o rosto bem corado do Levi me olhando com surpresa.

Notas finais
Yoo. E aí gentem. O que acharam? foi um lemon muito cansativo por eu colocar detalhes demais? Só para saber.Só para lembrar: Levi é francês (informação oficial) por isso que ele é bom em beijar xD Pois bem, Levi uke não foi dessa vez. (mas é apenas uma questão de tempo)Esse até pareceu cap final, mas não será! Não enquanto Eren não fizer sua vingança. Porque, poxa, o coitado foi abusado DUAS vezes. (adoro!♥) Ele precisa da sua chance também >uHehehe, bem, por favor comentem, sim? *-* Beijos, Nikki