Proposta Indecente
8 Capítulo 7 - O jantar
Notas iniciais
Também quero agradecer aos comentários maravilhosos de vocês.
Aqui está o cap, espero que gostem.
Elena
Eu estava deitada na minha cama relendo aquele contrato pela milésima vez. Um milionário me propondo que eu fosse mãe do filho dele e ainda disposto a me pagar 1 milhão de dólares, até a semana passada eu achava que isso fosse uma coisa surreal que só acontecia em filmes, mas é real e está acontecendo na minha vida esse exato momento.
Durante os últimos cinco dias várias coisas diferentes passaram na minha cabeça a respeito se eu deveria aceitar ou não e até agora não cheguei a uma conclusão.
Meus devaneios foram interrompidos por duas batidas na porta, estavam tão distraída que tomei um grande susto.
- Sou eu, Lena! — ouvi a voz da minha melhor amiga logo em seguida – Será que eu posso entrar?
- Claro! — respondi.
Caroline entrou no meu quarto com um enorme sorriso no rosto. Mas no momento que ela viu o que eu estava lendo, sua expressão mudou.
- Não acredito que você continua lendo isso, Lena! — comentou – Está mesmo pensando nessa possibilidade?
- Eu já disse que não sei, Car – dei um longo suspiro – Sinceramente, ainda está tudo muito confuso na minha cabeça.
Ela enrolou a ponta do cabelo com o dedo e se sentou na ponta da cama na minha frente.
- Bom, Lena, você já sabe qual é a minha opinião – deu um longo suspiro antes de continuar – Você está em um relacionamento legal com o Ty e vai mesmo desperdiçá-lo por uma aventura com um milionário excêntrico que quer que você tenha um filho aos 20 anos, no meio da faculdade, e que depois o entregue por dinheiro.
- Falando desse jeito parece que é uma coisa horrível – revirei os olhos.
- Bom, por que é uma coisa horrível – levantou-se e começou a andar em círculos pelo quarto – E sei que o Ty pensa a mesma coisa que eu.
Isso era verdade. Logo que cheguei em casa depois da “entrevista”, fiz questão de chamar o Tyler e contá-lo exatamente tudo que tinha acontecido, é claro que a reação dele foi a pior possível e não posso culpá-lo por isso. No dia seguinte tivemos uma outra conversa e eu expliquei que não tinha tomado uma decisão definitiva e pedi uns dias para pensar, ele então disse que não concordava mas como não podia fazer nada, confiava em qualquer decisão que eu tomasse.
- Você só está pensando em aceitar por causa do dinheiro? — quis saber – 1 milhão de dólares é mesmo muito dinheiro.
- Realmente, é muito dinheiro – concordei – Mas realmente poderia me ajudar, e muito.
- Ajudar em que, Lena? — quis saber – Tudo bem, seus pais podem não ser milionários, mas tem uma boa condição financeira, estão pagando a sua faculdade e tem mantendo em Atlanta.
Isso era verdade, meus pais nunca deixaram faltar nada para mim nem para os meus irmãos, principalmente quando o assunto era educação. Vivem dizendo que conhecimento é a melhor coisa que eles podem nos deixar de herança e por isso sempre será um bom investimento.
- E eu posso ajudá-los dando parte desse dinheiro para os meus irmãos – expliquei – Jeremy sempre disse que quer fazer uma viagem por toda a Europa depois que terminar o colégio e eu posso ajudá-lo com isso, também posso abrir uma poupança no nome da Kath para que ela possa usar na faculdade quando for mais velha ou em sabe lá o que ela vai querer fazer da vida.
- Certamente o dinheiro ajudaria em muitas coisas – deu de ombros – Mas o custo que você vai ter para consegui-lo, não vale a pena.
Deitei novamente e fiquei encarando o teto ignorando o que Caroline tinha acabado de falar.
- Também posso comprar um apartamento para mim quando terminar a faculdade, aqui mesmo em Atlanta ou até mesmo em Toronto – aquela tinha sido uma sugestão do próprio Damon e eu até que achei uma boa ideia – Terá um lugar só meu antes mesmo de completar 25 anos, é o sonho de qualquer um.
- Se você se casar com o Tyler não precisa se preocupar em comprar nada – lembrou – A família Lockwood tem muito dinheiro e como ele é filho único, vai herdar tudo um dia.
- Uau, Car, do jeito que você fala parece que eu sou uma interesseira – cruzei os braços me fingindo de brava – Além disso, eu não sei se eu e Tyler iremos nos casar um dia.
- Isso que é ser otimista, Lena – revirou os olhos – Vocês mal começaram a namorar e você já está pensando que vocês dois podem terminar.
- Não foi isso que eu quis dizer – apressei-me em corrigir – Não estou dizendo que Ty e eu vamos acabar terminando, mas começamos a namorar há poucas semanas e não estou pensando em casamento tão cedo, quero ter algum tipo de estabilidade antes de qualquer coisa.
Foi nesse momento que ouvimos a campainha tocar e nos viramos na direção da porta ao mesmo tempo.
- Falando no Ty, deve ser ele – fui a primeiro a caminha em direção a sala.
E lá estava ele. Meu namorado usava uma camisa social branca e uma calça jeans escura, em sua mão trazia duas sacolas de um restaurante que ficava perto da sua casa.
- Oi, Ty! — dei um selinho nele assim que entrou apartamento.
- Oi, Lena! Oi, Car! — acenou para a minha amiga que estava parada atrás de mim – Bom, eu trouxe arroz branco, batata frita e filé com molho madeira. Não conheço ninguém que não goste disso e duvido que o senhor milionário seja uma exceção – completou me entregando as embalagens que estava carregando.
Como eu ainda não tinha me decidido e prometi dar uma resposta ainda essa semana, achei melhor fazer um jantar aqui no meu apartamento para ele e esclarecer qualquer dúvida que eu ainda possa ter. É claro que chamei Tyler também.
- Não acredito que você está compactuando com essa loucura, Tyler Lockwood! — Caroline reclamou – Você deveria estar falando alguma coisa, não deixá-la aceitar essa proposta.
- Acredite em mim, eu tentei, e muito – cruzou os braços e deu um longo suspiro – Mas não posso fazer mais nada, o útero é dela, e a Lena faz o que quiser com ele.
- Teoricamente o útero é de vocês dois! — completou.
- Car! — tentei reprimi-la – Por favor, não começa, até por que eu ainda não me decidi.
- Bom, se precisarem de mim estarei no meu quarto criando o vestido mais maravilhoso do mundo para o vestido da Hanna Marin – jogou um beijo para nós dois antes de seguir em direção ao corredor.
- Vamos até a cozinha! — pedi quando estávamos sozinhos.
Fomos até o outro aposento e eu peguei três vasilhas de servir e coloquei o conteúdo das embalagens de alumínio, assim ficariam mais apresentáveis. Cozinhar não está entre as minhas habilidades, mas eu sei muito bem como arrumar uma mesa.
- Bom, está tudo certo: a comida já está aqui e os pratos, os talheres e os copos já está na mesa – comentei me virando para ele – Será que está faltando alguma coisa?
- Parece que não – respondeu – Não se preocupe, meu amor, vai dar tudo certo nesse jantar, você vai ver – passou a mão pelo meu cabelo antes de beijar a minha testa.
- Assim eu espero – dei um longo suspiro – Acho que eu ainda não te agradeci o suficiente por estar fazendo isso por mim. Sei que você não concorda nem que eu esteja cogitando a possibilidade de aceitar a proposta e mesmo assim está aqui comigo agora.
- Não posso dizer que isso tudo que está sendo muito fácil para mim – deu de ombros – Mas eu quero que você seja feliz e se para isso você precisa ter um filho com outro, então que seja.
Não pude deixar de sorrir, acho que eu preciso agradecer por ter um namorado tão compreensível assim.
- Eu te amo, Elena Gilbert – passou a mão pelo meu rosto antes de encostas os lábios nos meus.
Minhas costas bateram na porta da geladeira e Tyler grudou o corpo ainda mais no meu, aprofundando o beijo, soltei um pequeno gemido antes de colocar os braços em volta do pescoço dele. Poderíamos ficar ali o dia inteiro, mas a campainha fez com que nos separássemos assustados.
- Vou lá atender – disse, minha voz saiu quase como um sussurro.
Damon estava totalmente deslumbrante: usava uma camisa de botões preta e uma calça social da mesma cor, seu cabelo estava levemente bagunçado e para completar aquele sorriso torto totalmente encantador. Por alguns segundo eu esqueci completamente quem era ou o que estava fazendo ali.
- Oi, Elena – acenou para mim me tirando do meu transe – Espero que não tenha chegado muito cedo.
- Oh, não, você chegou na hora certa – garanti.
- Bom, como você ia fazer o jantar, decidi trazer a sobremesa – mostrou o prato coberto com um pano de prato que estava segurando – Torta de caramelo, especialidade da Jane.
- Jane? — o olhei totalmente intrigada.
- Jane é a minha cozinheira, faxineira e mãe substituta, tudo na mesma pessoa – explicou calmamente.
- Lena – me virei a tempo e encontrar Tyler, também tinha me esquecido completamente dele depois que olhei aqueles olhos azuis hipnotizantes – Está tudo bem ai?
- Está sim! — me virei segurando a mão do meu namorado e o trazendo para mais peto de mim – Bom, Damon, acho que você se lembra do Tyler, meu namorado.
- Oh, sim, claro que eu me lembro – estendeu a mão para cumprimentá-lo — Você estava na palestra lá na universidade, não é mesmo?
- Sim! — concordou com a cabeça – É muito bom revê-lo, senhor Salvatore.
- Bom, vou colocar isso na geladeira e vou trazer o nosso jantar – avisei – Enquanto isso vocês ficam aqui esperando.
Fiz tudo em menos de cinco minutos. Fiquei observando Tyler e Damon sentados no sofá e eles passaram todo o tempo em completo silêncio.
- O jantar está servido! — disse logo em seguida, fazendo com que os dois se virassem para mim.
Fomos para a mesa e cada um serviu o seu prato e começamos a comer a em silêncio.
- Bom, Damon, eu li todo o contrato umas cem vezes eu acho – disse em algum momento da refeição – E eu tenho algumas dúvidas.
- É só falar quais são as suas dúvidas – respondeu – Vou ficar mais do que feliz em resolvê-las.
- Certo – concordei, tinha feito uma lista mental de tudo que eu queria saber, mas agora eu esqueci simplesmente de tudo –No contrato diz que eu abrirei mão de cuidar do bebê para você criá-lo, mas que irá me mandar sempre fotos da criança para eu saber do seu desenvolvimento ao longo dos anos, não é isso?
- Sim! — afirmou – Pensei que seu nome poderia estar na certidão de nascimento dele ou dela. E eu também poderia ficar com uma foto sua para se nosso filho perguntar a respeito da mãe algum dia.
Quando ele disse “nosso filho” meu deu um arrepio na espinha. Aquela ideia ainda era muito surreal para mim.
- E o que você vai falar para justificar o fato de eu não estar participando da vida dele? — perguntei mais uma vez – Não quero ficar como a megera da história que abandonou o próprio filho poucos dias depois de nascer.
- Pensei em falar que você queria ficar com ele, mas alguma coisa a impediu disso – deu de ombros – Penso em alguma coisa boa na hora.
- E no contrato não tem uma data certa para te entregar o bebê – continuei – Você estava pensando em alguma época específica? Logo depois que saímos do hospital, por exemplo?
- Não sou tão cruel assim – falou – Sei que o bebê precisa da mãe, mais do que de qualquer outra pessoa, nos primeiros meses de vida. Ele poderia ficar aqui morando com você até uns dois ou três meses e só depois vai para o meu apartamento.
Nesse momento não pude deixar de me sentir como um cachorro, que tem os filhotes, amamenta por alguns meses e depois é obrigada a ficar longe dos filhos. Claro que eu não verbalizei isso.
- Você tem mais alguma pergunta? — Damon quis saber.
- Não! — balancei a cabeça negativamente ao mesmo tempo que respondia, nós já tínhamos terminado o jantar nesse momento – Bom, vou pegar a torta de caramelo. Ty, você quer vir me ajudar.
Ele não parecia com muita vontade de levantar, mas o olhei seriamente, deixando bem claro que precisamos conversar a sós.
- Claro! — disse, por fim, antes de se levantar – Com licença, senhor Salvatore.
Pegamos tudo que estava sujo e levamos para a cozinha. Fechei a porta para que Damon não pudesse nos ouvir da sala.
- Você está tão quieto, Ty! — comentei – Tem certeza de que você não quer fazer nenhuma pergunta?
- Não tem nada que eu queira perguntar – deu de ombros – Eu nem li o contrato, você que sabe de todas as dúvidas.
- Vou aceitar a proposta – segurei a sua mão e o olhei seriamente – Mas eu queria te falar antes, para saber se estava tudo bem.
Ele não disse nada, apenas continuou a me encarar. Por um momento pensei que fosse dizer que não estava tudo bem, então começaríamos uma discussão.
- Sim, Lena, está tudo bem – respondeu – Como eu já tinha te dito, você tem que tomar a decisão, não eu.
- Só não quero que as coisas fiquem estanhas entre nós dois depois disso tudo – admiti pela primeira vez essa semana.
- E não vão ficar – me deu um beijo na bochecha – Eu prometo.
Dei um pequeno sorriso antes de pegar três pratos no armário e depois peguei três garfos e a espátula na gaveta, pedi para ele retirar a torta na geladeira e voltamos para a sala.
- Deixa que eu corto a torta – Damon avisou assim que nos sentamos novamente.
Então ele cortou três fatias de torta e colocou cada uma em um prato. Aquela sobremesa estava mesmo uma delícia.
- Olha, Damon eu já pensei bastante e estou pronta para dar a minha resposta – estava encarando o prato vazio na minha frente – E sim, eu aceito a sua proposta.
Ficou alguns segundos olhando de mim para Tyler sem retirar o sorriso bobo do rosto.
- Isso perfeito! — falou em seguida – Bom, agora só precisamos ver os detalhes finais, não é mesmo?
- Acho que sim! — dei de ombros, não sabia exatamente qual a burocracia para esse tipo de acordo.
- Então, primeiramente nós precisamos assinar o contrato – continuou – Se você quiser fazer alguma modificação no contrato, avise agora mesmo, vou ligar para o Alaric amanhã para ele providenciar tudo.
- Não precisava fazer mudança nenhuma – afirmei – Está tudo bem claro para mim.
- Bom, e você também precisa ir ao médico – lembrou – Não que eu duvide de você, mas como está namorando preciso ter certeza de que você já não está grávida.
- Isso eu garanto com 100% de certeza de que não estou – já podia sentir as minhas bochechas esquentarem de vergonha, espero que nem ele nem Tyler tenham percebido isso.
- De qualquer maneira é bom você ir ao médico – insistiu – Antes da nossa viagem, é claro.
- Que viagem! — eu e Ty perguntamos ao mesmo tempo.
- Esqueci de colocar isso no contrato, mas vou pedir para o Alaric especificar agora – comentou – Quero que a gente faça uma viagem, somente nós dois, sem ninguém conhecido por perto. Acho que um mês é tempo o suficiente para tentarmos.
Senti meu rosto esquentar ainda mais, tenho certeza de que estou da cor de um pimentão agora.
- Espera ai, você está dizendo que essa criança vai ser concebida da maneira natural? — foi a vez de Tyler falar, seu tom de voz estava um pouco mais alto do que o normal – E qual o problema de uma inseminação artificial?
- Inseminação artificial demora muito, da maneira natural é mais rápido – Damon disse isso com a maior naturalidade, como se estivéssemos conversando sobre o tempo – Não se preocupe, será tudo com o maior respeito.
- Bom, a partir do momento em que vocês vão dormir juntos, não terá nenhum tipo de respeito nisso – lembrou, já não estava mais tão compreensivo assim.
- Ty... — coloquei a mão sob a do meu namorado, mas ele a tirou imediatamente.
- Bom, acho melhor ir embora – Damon completou antes de se levantar – Vejo que vocês precisam conversar a sós.
- Vou te levar até a porta – avisei.
Fui com ele até a porta da sala e a abri. Ele apertou o botão para chamar o elevador e decidi ficar esperando também.
- Sinto muito por isso – falei, por fim – Não tinha ideia de que o Tyler iria ter essa reação.
- Tudo bem, acho que eu pensaria da mesma hora – afirmou – Nós falamos durante a semana que vem para acertarmos quando iremos assinar o contrato. Eu te ligo.
Deu um beijo no topo da minha cabeça antes de entrar no elevador. Quando me virei encontrei Tyler sentando da mesma maneira que antes com as duas mãos na cabeça.
- Acho que chegou a hora de conversarmos – avisei – Agora mesmo você disse que as coisas não ficariam estranhas entre a gente e agora tem essa reação.
- Você realmente está reclamando da minha reação? — gritou até mais alto do que antes – Elena, ele quer que vocês tenham um filho da maneira natural! Você sabe o que isso significa?
- É claro que eu sei – revirei os olhos – Sei que eu sou virgem e tudo mais, mas não sou tão ingenua assim, sei de onde vem os bebês.
Ele se levantou, empurrando a cadeira bruscamente e começou a andar em círculos pela sala.
- Olha, Elena, eu fui totalmente compreensível e aceite que transássemos somente quando você estivesse pronta, por que sabia que esse momento seria especial – parou de andar, se virando para mim – E agora você está disposta a perder a sua virgindade com um cara que vai te pagar 1 milhão de dólares para você ter um filho com ele. E ainda quer que eu ache isso tudo normal.
Senti as lágrimas se formarem no canto dos meus olhos. Já estava me sentindo uma pessoa horrível e ele estar falando aquelas coisas não estava me ajudando em nada.
- Por favor, Ty, não faz isso – pedi – Eu também não sabia que as coisas seriam assim, mas agora eu já disse sim, não posso voltar atrás.
- Sim, Elena, você pode voltar atrás, não assinou o contrato ainda. Mas você não quer dizer não – passou a mão pelo cabelo – Quer saber, eu preciso de um tempo para pensar, isso é muita informação para a minha cabeça.
Ele saiu do apartamento e eu dei um longo suspiro e cobri o rosto com as duas mãos. Não era assim que eu queria que essa noite terminasse, consegui chegar a uma solução a aceitei a proposta de Damon, mas acabei brigando com o meu namorado por causa disso. Sei que agora ele está de cabeça quente, mas eu preciso resolver esse problema antes de qualquer outra coisa.
Notas finais
Bom gente, é a partir de agora que as coisas começam a ficar interessantes...
***
Eu tenho duas boas notícias para vocês.
A primeira é a respeito de Última noite em Paris, atendendo a pedidos, vou transformá-la em uma fic longa, mas só depois que acabar essa daqui, enquanto isso vocês podem ler a shortfic que continua postada aqui no Nyah (é só pegarem lá no meu perfil).
***
A outra boa notícia é a respeito de uma fic Klaroline que eu estou planejando e eu to querendo começá-la a postar o mais rápido possível, mas quero saber se vocês leriam...
***
Bom gente, é isso, agora vocês comentam e digam o que estão achando.
Recomendações?
Fale com o autor