Proposta Indecente
31 Capítulo 30 - Isobel Flemming
Notas iniciais
espero que gostem
Damon
Apesar da visita da sua mãe ter deixado Elena bem abalada isso não acabou com as nossas comemorações do natal. Na noite do dia 24 de dezembro fomos jantar na casa dos meus pais juntamente com toda a minha família e no dia seguinte ficamos em casa, então Caroline e o namorado foram almoçar conosco.
Pouco mais de um mês se passou desde a ocasião e as coisas estão muito bens desde então. Lena tem passado mais tempo no meu apartamento que no seu e eu já tentei convencê-la a se mudar para cá de uma vez por todas, mas ela não quer. Também tenho feito de tudo para conquistá-la como tinha dito que iria fazer depois da nossa conversa definitiva e tenho tido bastante sucesso nisso, pelo menos eu acho.
Acordei naquela manhã de quinta-feira com o sol batendo nos meus olhos, tinha me lembrando de fechar as cortinas, mas um pedaço tinha ficado aberta, deixando que uma frestinha de luz entrasse no quarto. Tetei o outro lado da cama e percebi que estava vazio.
- Lena? — a chamei, dei uma rápida olhada no banheiro e vi que a porta estava aberta, então ela não estava lá.
Foi quando ela entrou no local trazendo uma bandeja nas mãos.
- Opa! — fiz menção de me levantar – Deixa que eu te ajudo com essa bandeja, você não deve carregar muito peso.
- Não precisa, Damon – colocou o objeto em cima da cama – E não está tão pesado assim, sou bem capaz de carregar algumas coisinhas. Eu estou grávida, não doente.
- Mas você sabe que precisa se cuidar mais do que uma grávida comum – lembrei – Afinal, você vai ter gêmeos.
- Sabe, às vezes eu acho que você se preocupa mais com os nossos filhos do que comigo – cruzou os braços e se fingiu de brava.
- Mas é claro que não, Lena – me aproximei e dei um rápido beijo nos seus lábios – Eu me preocupo com vocês três por igual.
Dessa vez foi ela quem se inclinou para me beijar, Elena não tinha costume de tomar a iniciativa nessas questões, mas de uns tempos para cá tem feito muito isso. Começou a passar a mão pelos meus cabelos e foi se aproximando até sentar no meu colo e nesse mesmo momento pode ver o quanto eu estava exitado, ela sorriu e começou a rebolar provocativamente sob o meu membro. Infelizmente meu lado racional decidiu aparecer e se continuarmos eu poderia me atrasar para o trabalho e tinha muita coisa para fazer hoje.
- Lena, acho melhor pararmos por aqui – reuni todas as forças que eu tinha e consegui retirá-la do meu colo – Desse jeito vamos ficar o dia inteiro aqui, eu preciso ir para a editora e você precisa ir a faculdade.
- Tem razão – ficou enrolando a ponta do cabelo – Bom, vamos tomar o café da manhã então. Nós temos torradas com geleia de morango, ovos mexidos, um copo de suco de laranja e café bem forte e sem açúcar, tudo exatamente como você gosta.
- E foi você quem preparou tudo isso? — perguntei olhado para a bandeja, estava impressionado.
- Tudo bem, na verdade não fui eu, foi a Jane, mas eu quem pediu para ela – deu de ombros – Feliz aniversário!
- Pensei que você tivesse esquecido – brinquei.
- Nunca! — aproximou os lábios perigosamente dos meus – E sabe, você fez uma surpresa no meu aniversário e agora é a minha vez de fazer uma para você.
- Mal posso esperar para a minha surpresa – passei a mão pela sua perna, que estava descoberta já que o short do seu pijama era bem curto – Principalmente se for uma continuação de mais cedo.
- Mas como você é tarado, senhor Salvatore – brincou enquanto afastava a minha mão do seu corpo – Agora vamos comer, como você mesmo disse, estamos atrasados.
Tomamos o café da manhã rapidamente e sem maiores problemas, quando terminamos fui até o meu closet para trocar de roupa, Elena também estava começando a se arrumar.
- Sabe, Lena – comentei – Eu tenho um monte de reuniões chatas hoje, mas nós podemos almoçar juntos, o que você acha?
- Eu adoraria – respondeu – Mas eu já combinei de almoçar com a Caroline e depois vamos passar o dia inteiro no shopping. Espero que não se importe.
- Mas é claro que não me importo – garanti – Divirta-se com a sua amiga.
- Estou com pena de você – aproximou-se para poder ajeitar a minha gravata – Tendo que trabalhar no dia do seu aniversário.
- Vou ficar bem – avisei – Já estou acostumado.
Perguntei para a Elena se ela queria uma carona até a faculdade, mas ela disse que podia pegar um táxi até lá. Com isso cheguei cedo na editora e cheguei um pouco mais cedo do que planejava e ainda tinha um pouco mais de tempo antes de começar a primeira reunião.
Foi um dia bem chato cheio de conversas com fornecedores, o representante das gráficas, com os editores e, por fim do com o meu advogado.
- Bom, acho que é só isso – Ric falou enquanto colocava os papéis dentro da pasta – Se você não se importa, eu já estou indo.
- Está bem! — concordei com a cabeça — E será que eu posso saber aonde você vai com tanta pressa?
- Combinei de ir jantar com a Meredith – apenas deu de ombros.
- Oh sim! — respondi – Bom então acho que só posso desejar que divirta-se, você merece passar um tempo a sós com a esposa.
- Com certeza de que mereço – afirmou – Tchau, Damon, nós falamos uma outra hora.
E ele não tinha se referido em nenhum momento sobre o meu aniversário. Não que ele ligasse para receber parabéns ou presentes de todo mundo, afinal, já estou com quase 30 anos, mas não recebi nenhum telefonema, nem mesmo da minha mãe e isso era muito estranho.
Decidi não pensar nisso, peguei a minhas coisas e sai da minha sala. Não olhei para o relógio, mas já estava escuro então já era bem tarde.
- Já estou indo embora, Anna – passei pela mesa da minha secretária – Até amanhã.
- Até amanhã, senhor Salvatore – sorriu para mim e quando me dirigi ao elevador vi que ela estava mexendo no celular.
Matt estava me esperando do lado de fora do prédio, como sempre. Entrei no carro e estava me dirigindo para casa quando meu celular começou a tocar, era o número de Elena.
- Lena? — atendi o celular rapidamente, ela podia estar precisando de alguma coisa e fiquei preocupado – Está tudo bem? Aonde é que você está?
- Estou bem sim, Damon, não preocupe, eu já estou em casa – garantiu – Só queria saber aonde é que você está.
- Já estou no carro a caminho de casa – respondi – É que as minhas reuniões demoraram um pouco mais do que eu estava planejando, mas finalmente chegaram ao fim.
- Certo – foi tudo que ela disse – Tem ideia de quanto tempo mais ou menos você vai demorar para chegar?
- O transito está bom, então acho que uns dez minutos – dei uma rápida olhada na janela antes de falar.
- Então estou te esperando aqui – completou antes de desligar.
Aquela conversa foi um tanto quanto estranha, mas tinha certeza de que tinha alguma coisa a ver com a surpresa que ela está planejando para mim. Estive pensando nisso o dia inteiro e não tenho a menor ideia do que pode ser.
Assim que meu motorista parou na garagem do prédio eu me dirigi até o elevador. Entrei no apartamento e todas as luzes estavam apagados e quando fui até o interruptor para acendê-la, tomei um grande susto.
- Surpresa! — todos gritaram enquanto saíam dos seus “esconderijos”.
E lá estava a grande surpresa. Além de Elena; estavam os meus pais, Gaby com o namorado, Stefan juntamente com a Sutton e a Rae, Alaric e a família, um pessoal que trabalha na editora, Caroline e o namorado, até Tyler foi.
- Não estou acreditando que você realmente planejou tudo isso – abracei Lena e a beijei – Você é uma louca, sabia?
- Você merece – passou a mão pelo meus rosto.
- Parabéns, meu filho – minha mãe veio me abraçar – Quero que você saiba que foi a Elena quem planejou tudo, já está organizando as coisas há uma semana.
- Mas não teria conseguindo sem a ajuda de todos – lembrou, pude ver que seu rosto já estava ficando vermelho.
Foi uma noite muito agradável ao lado dos meus amigos. Era apenas uma reuniãozinho, mas teve até bolo para cantar os parabéns. Ninguém foi embora muito tarde, até porque amanhã era sexta-feira e todos tinham que ir trabalhar.
- E então, você gostou da surpresa? — Elena estava saindo do banheiro já vestindo o seu pijama e se preparava para dormir.
- Até que gostei – comentei – Mas confesso que fiquei um pouco decepcionado.
- Decepcionado? — me olhou totalmente indignado – Tentei fazer tudo que eu achei que você fosse gostar.
- Não é a respeito da festa e sim por causa da surpresa – dei de ombros – É que eu achei que fosse ser um pouco mais intima.
A puxei pela cintura fazendo com que nossos corpos ficassem grudados. Podia sentir sua respiração quente no meu rosto quando a beijei. Sorri quando ela não ofereceu nenhum resistência e comecei a deitá-la na cama.
- Espera, Lena – me afastei imediatamente dela – Não sei se eu consigo.
- O que foi que aconteceu – ela parecia decepcionada – Você parecia estar totalmente empolgado há menos de um minuto.
- E eu ainda estou empolgada – admiti – Mas é que você está grávida e com esse barrigão, não sei se vou conseguir ser delicado.
Claro que já transamos várias vezes durante esse tempo e todas as vezes eu tinha conseguido ser bem calmo. Mas hoje não vou conseguir ter esse autocontrole e tenho medo de machucá-la ou aos nossos filhos.
- Tudo bem – deu de ombros – Nós temos outras maneiras de resolvermos os nossos problemas – apontou para o meio das minhas calças aonde um enorme volume já era percebido.
Ela me deitou na cama e começou a abrir a minha camisa, beijando cada milímetro de pele expostas. Abriu a minha calça e a jogou no chão juntamente com a minha cueca e abocanhando meu membro.
- Wow! — foi tudo que eu consegui dizer.
Coloquei a mão nos seus cabelos enquanto a ajudava com o ritmo das estocadas. Não demorou muito para eu chegar ao ápice me derramando na sua boca.
- Uau, isso foi incrível – disse depois de conseguir me recuperar – Agora é a minha vez de retribuir.
- Você não precisa retribuir – avisou – Hoje é seu aniversário e é tudo para você.
- Lena, eu quero retribuir – coloquei os dedos sob os seus lábios – Não adianta discutir comigo.
Logo eu estava beijando a sua intimidade da mesma maneira que ela tinha acabado de fazer comigo, e fiquei estimulando o seu clitóris com a língua, fazendo com que Elena começasse a gemer. Não demorou muito para ela chegar ao orgasmo.
Depois disso eu decidi tomar banho e fazer a minha higiene pessoal antes de deitar. Quando voltei Lena já estava deitada e assim que me juntei a ela, me abraçou a encostou a cabeça no meu peito.
- Olha, Damon, eu sei que já falamos sobre isso e você não quis saber – voltou a falar, seus olhos estavam fechados – Mas você realmente não tem vontade de conhecer a sua mãe biológica?
- Já disse que não – dei um longo suspiro antes de falar – Não tenho a menor vontade de conhecer essa mulher.
- Só pensei que com a chegada do seu aniversário você pensasse na mulher que te colocou no mundo – deu de ombros – Sei lá, acho que se eu fosse adotada pensaria nessa forma.
Mas é claro que eu até pensava na minha mãe, não vou negar que sempre pensei em como ela era e os motivos que a levaram a me abandonar. Então eu abandono essa ideia rapidinho.
- Logo se vê que você não é adotada – continuei – Lena, essa mulher já me abandonou uma vez. O que faz você pensar que ela vai querer me ver agora.
- Você só vai saber isso se procurá-la – sugeriu – Quem sabe vocês não conversa, tenho certeza de que ela deve ter tido um bom motivo para te entregar para a adoção.
- Duvido – murmurei – Lena, eu só tenho uma mãe, o nome dela é Nora Salvatore e pretendo que as coisas continuem desse jeito. Até por que se ela ficar sabendo que estou pensando em procurar a mulher que me trouxe ao mundo, pode ficar magoada.
- Ela não vai ficar magoada – garantiu – Já perguntei isso a ela.
- Você perguntou a minha mãe sobre a possibilidade de eu encontrar a minha família biológica? — gritei um pouco mais alto do que estava planejando – Não acredito nisso, Lena.
- Foi mesmo a titulo de curiosidade – tentou explicar – Na verdade ela não tem ideia do porque você nunca perguntou nada sobre a sua mãe para eles. Disse que não sabe nada, mas que ficaria feliz em ajudar.
Não disse nada, apenas fiquei encarando o teto.
- Olha, Damon, se você não quer saber a respeito da sua mãe biológica por você eu até entendo – comentou – Mas faça isso pelos nossos filhos. Vai me dizer que você não tem a menor curiosidade de saber com quem eles podem se parecer?
- Tudo bem, Lena, digamos que eu aceite procurá-la – decidi entrar na dela – Eu nasci em Seatle e existe uma grande possibilidade de ela ainda estar lá.
- O Klaus, namorado da Caroline trabalha na receita federal e pode ajudar a procurar qualquer pessoa nos Estados Unidos – explicou – É só dar o nome dela e pronto.
- Certo – dei um longo suspiro – Vou pegar uma cópia da minha certidão de nascimento.
Por sorte eu sempre guardo os meus documentos no mesmo lugar e não foi difícil achar a minha certidão de nascimento. Voltei a quarto e entreguei para Elena e ela começou a ler.
- Isobel Flemming – repetiu o nome da minha mãe biológica – Não é um nome muito comum, não deve ser difícil de achá-la.
- Que bom! — me ajeitei melhor nos meus travesseiros – Será que agora nós podemos ir dormir?
- Claro! — voltou a se deitar abraçada comigo – Você não está feliz com a possibilidade de acharmos a sua mãe.
- Já disse que não estou fazendo isso por ela, estou fazendo isso por eles – passei a mão pela sua barriga.
Elena não demorou muito para cair na inconsciência, já eu não consegui adormecer imediatamente, fiquei mais uma hora encarando o teto. Nunca pensei que realmente tivesse a possibilidade de encontrar a minha mãe biológica, mas agora as coisas mudaram, não que eu esteja empolgado em conhecê-las, mas certamente tenho muitas perguntas para fazer, nem sei por onde começar.
Notas finais
E sobre a Lena querer que ele procure a mãe biológica? Será que eles irão conseguir? E qual será a reação do Damon sobre isso?
Muitas perguntas kkkkkkkkkk
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Só mais uma coisa, eu estou escrevendo uma nova fic, ela é Nian e como não pode ter fic de personalidades aqui no Nyah to postando ela lá no Animespirit, se puderem dar uma olhadinha.
http://animespirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-idolos-ian-somerhalder-lost-you-911435
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Bom gente, é isso
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