Proposta Indecente

22 Capítulo 21 - Em dobro


Notas iniciais
Mais uma vez obrigada pelos comentários!!!!
Eu vim como vocês ficaram preocupados pelo que eu disse da volta deles se diferentes de quando vieram de NY, mas não se preocupe, é uma coisa boa kkkkkkkkkkk
Bom, é isso,
Espero que gostem do cap.

Elena

Quando eu acordei estava sozinha na cama. A cortina do quarto estava fechada mas dei uma olhada no relógio em cima da mesinha e vi que era um pouco mais de nove horas da manhã.

- Damon! — o chamei, ele não estava na área do quarto e aqui não tinha uma saleta como na suíte presidencial em Nova York..., foi então que eu vi que a porta do banheiro estava fechada e ouvi o barulho do chuveiro ligado.

Não demorou para a água ser desligada e quando vi a maçaneta sendo aberta Damon saiu de dentro do cômodo usando somente a bermuda jeans e seu cabelo estava molhado devido ao banho. Ele abriu enorme sorriso assim que me viu.

- Bom dia! — falou se aproximando e me dando um selinho – Você dormiu bem?

- Maravilhosamente bem – admiti. Estava com o lençol branco da cama cobrindo o meu corpo, mas, pela primeira vez não estava com vergonha disso.

Foi nesse momento que ouvimos batidas na porta, então eu olhei para ele em dúvida.

- Deve ser o nosso café da manhã – explicou – Pedi o serviço de quarto antes de entrar no banho.

No momento em que ele falou de comida ouvi o meu estômago roncando. Não sei se é a gravidez, as nossas atividades de ontem a noite ou uma mistura dos dois, mas eu estava com muita fome.

- Por que você não vai tomar banho enquanto eu arrumo tudo aqui para tomarmos café da manhã? — sugeriu e eu concordei com a cabeça antes de me levantar e me dirigir ao banheiro.

Fiquei uns dez minutos deixando a água quente cair no meu corpo. Não consegui deixar de pensar na conversa que precisaríamos ter mais cedo ou mais tarde, não tinha mais como adiar isso, precisava ser totalmente sincera com ele.

Assim que me sequei, eu coloquei uma blusa de Damon que estava pendurada e batia na metade da minha coxa. Quando voltei ao quarto a mesa já estava arrumada com torradas, wafles, panquecas, quatro tipo de geleia, uma jarra com suco que parecia de abacaxi e um bule de café.

- Uau, quanta coisa – foi tudo que eu consegui dizer.

- Imaginei que você estivesse com fome – puxou uma das cadeiras para mim – Senhorita Gilbert!

- Muito obrigada, senhor Salvatore! — disse enquanto me sentava.

Eu ia pegar apenas uma coisa de casa pois não queria exagerar, mas acabei comendo um pouco demais e tinha certeza de que logo me bateria uma sentimento de culpa, não quero mesmo engordar muito durante a gravidez pois sei que vou demorar meses para voltar ao meu peso normal depois disso.

- Olha, Damon, como eu disse antes, nós precisamos conversar – disse por fim encarando o prato vazio na minha frente.

- Sim, eu sei – concordou com a cabeça – Já estava esperando quando é que você ia voltar a esse assunto.

- Quando você me fez a proposta para termos um filho juntos e falou que iriamos passar um mês sozinhos em Nova York achei que nosso relacionamento não iria passar disso – falei calmamente – Mas em algum momento as coisas simplesmente mudaram.

Olhei para ele esperando que falasse alguma coisa, mas Damon estava em silêncio para que eu continuasse.

- Não posso dizer que o que eu estou sentindo seja amor, pois acho que esse é um sentimento diferente e envolve mais do que algo físico – prosseguia com o mesmo tom de tranquilidade – Mas eu gosto de você, em como a gente se beija, como você me abraça e faz com que eu esqueça todos os meus problemas.

- Eu me sinto da mesma maneira, Lena – sorriu enquanto segurava a minha mão por cima da mesa.

Senti um grande alivio ao ouvi-lo dizer isso. Por um momento pensei que ele fosse dizer que eu estava confundindo as coisas e que só me via mesmo como a mulher que estava carregando o seu filho.

- E o que é que vamos fazer sobre isso? — decidi perguntar logo de uma vez.

- Qual a solução você estava pensando em fazer para resolvermos isso? — respondeu a minha pergunta com outra pergunta – Afinal quando você assinou o contrato disse que não queria participar da vida do bebê depois que nascesse e basicamente também disse que nunca iriamos nos ver depois que você me entregasse a criança. Mudou de ideia sobre isso também.

- Não, quero focar na minha vida profissional, me formar e depois arranjar um bom emprego, ter um filho agora não está nos meus planos. Mas, ainda temos nove meses para aproveitarmos juntos – lembrei – Pensei que poderíamos nos conhecer melhor durante esse tempo e sairmos juntos, afinal vamos ter um filho juntos e precisamos saber mais um do outro.

- Então não seria um namoro, não é mesmo? — afirmei positivamente com a cabeça – Estaríamos tipo, “ficando”?

- “Ficando” – repeti sem conseguir deixar de sorrir – Você está me fazendo sentir como se tivesse 14 anos novamente.

- Bom, você não fazia tudo que a gente faz quando tinha 14 anos – passou a mão pelo meu rosto e eu já podia sentir as minhas bochechas esquentarem devido a vergonha.

Ele se levantou e se ajoelhou na minha frente antes de puxar o meu rosto e me beijar. Soltei um pequeno gemido enquanto entrelaçava a sua língua com a minha. Infelizmente fomos interrompidos pelo meu celular.

- Acabou de chegar uma mensagem – comentei quando nos afastamos por alguns centímetros – Acho melhor ir ver quem foi.

Ele me ajudou a levantar e fui pegar o meu celular dentro a bolsa, que estava no chão ao lado da cama.

Lena,

Aonde é que você está? Mamãe e papai já perguntaram se você passou a noite fora.

Jer.

- É o meu irmão – disse depois de ler a mensagem – Eu preciso ir embora agora mesmo, Damon.

- Mas já? — deu um longo suspiro de chateação – Pensei que fossemos passar o dia juntos hoje.

- Eu sei disso, Damon – passei a mão pelo seu cabelo – Mas o Jer disse que meus pais estão procurando por mim. E apesar de eu já ser maior de idade e morar sozinha, estou na casa deles e não posso ficar saindo desse jeito quando bem entendo.

- Tudo bem, acho que você tem razão – concordou – Mas quando é que vamos nos ver novamente.

- O que acha de irmos jantar juntos amanhã? — sugeri – Tem um restaurante aqui perto que eu adoro muito.

- Adorei a ideia – concordou.

- Perfeito, o te ligo mais tarde para combinarmos – dei um selinho nele antes de pegar as minhas roupas que ainda estavam no chão – Mas agora eu preciso ir mesmo.

Peguei o táxi na porta do hotel e fui direito para a casa dos meus pais. Durante o caminho não pude deixar de dar um sorriso bobo pensando que passaria muito mais tempo com o Damon, sinceramente não sei o que está acontecendo entre nós nem como vão ficar as coisas depois que esse bebê nascer, mas só sei que quero aproveitar bem esse tempo que teremos juntos.

É claro que tive alguns problemas com a minha mãe por ter passado a noite fora e a desculpada dela foi de que eu estava dando um péssimo exemplo para os meus irmãos. Meu pai já tinha saído para o trabalho, mas tenho certeza de que ele não iria falar nada sobre isso.

***

O restante da semana passou sem maiores problemas. Consegui arranjar um tempo para ver os meus amigos de Toronto mas passei a maior parte do tempo e ele até me convenceu a mudar a minha passagem e voltar para Atlanta no seu avião particular, relutei um pouco, mas acabei aceitando.

Domingo de manhã eu estava terminando de arrumar as malas quando a porta do meu quarto foi aberta. Era Jeremy.

- Não acredito que você já está indo embora – disse enquanto se sentava na ponta da cama – Acho que você não ficou tempo o suficiente.

- Eu sei, Jer – falei – Quem sabe você não vai até Atlanta fazer uma visitinha para mim.

- É bom ser sério, por que eu vou mesmo – avisou – Quem sabe eu não vou quando o seu bebê nascer. Vou adorar ver o meu sobrinho ou minha sobrinha nascendo.

- Se você acha que vai aguentar ver a sua irmãzinha em trabalho de parto, não vejo problema nenhum – ri dando de ombros.

Ele retribuiu o meu gesto e me abraçou logo em seguida. Sou muito feliz tendo o meu irmãozinho e podendo contar com o ele para qualquer coisa que eu precise, Jer e Kath são as pessoas mais importantes da minha vida.

- Jer, eu queria te contar uma coisa – continuei e ele ficou me olhando atentamente esperando que eu falasse – Não é nada não – por um momento quis contar a ele sobre meu acordo com Damon, mas mudei de ideia. Claro que ele vai precisar saber uma hora ou outra, mas esse ainda não é o momento.

- Tudo bem – ficou confuso, mas não disse mais nada sobre isso – Mas avise para o Damon que é bom ele cuidar muito bem de você ou vai ter que se ver comigo – fingiu-se de bravo por alguns segundos.

- Pode deixar que eu aviso – garanti.

Não demorou muito para Damon chegar para me buscar. Me despedi dos meus pais e dos meus irmãos antes de me juntar a ele no táxi, logo estávamos no aeroporto nos preparando para embarcar no seu avião.

- Sabe, eu estava me lembrando da última vez em que estivemos nesse avião – ele comentou quando já estávamos sentados nos nossos lugares – Aproveitamos bastante a viagem de Nova York até Atlanta.

Sorriu malicioso enquanto passava a mão pela minha perna, que estava exposta, já que estou usando um short.

- Realmente, aproveitamos mesmo – aproximei meus lábios perigosamente dos seus, podíamos sentir a respiração quente e acelerada um do outro – Quem sabe a gente não repete a dose.

- Vou adorar – completou antes de me beijar. Foi um beijo profundo, mas durou apenas alguns segundos.

Infelizmente acabamos não fazendo a nossa visitinha ao banheiro, pois assim que o avião decolou eu acabei dormindo, não tinha ideia de que estava tão cansada até esse momento. Acordei com Damon me chamando dizendo que já estávamos quase chegando.

- Não acredito que dormi a viagem toda – comentei enquanto coçava o olho – Você poderia ter me acordado em algum momento.

- Imaginei que você estivesse cansada – explicou – Meu irmão está sempre dizendo o quanto a namorada dele está sempre cansada e dormindo muito desde que engravidou e o Ric também sempre falava isso da esposa.

- E elas tem mesmo razão – concordei – Não sei o que acontece com os meus hormônios mas eles estão completamente alterados.

- Não posso te prometer que isso vá passar em algum momento da gravidez, pois eu acho que não vai passar – ele fez uma careta e eu repeti o seu gesto – Tudo que eu posso fazer é garantir que estarei ao seu lado em todos os momento em que você precisar de mim – não pude deixar de sorrir com o comentário dele, tem sido muito fofo comigo desde que começamos a “ficar” há quase uma semana.

Quando chegamos ao aeroporto e saímos de dentro do avião o motorista de Damon estava nos esperando, mas deferente de quando voltamos de Nova York não tinha um táxi lá para mim, o que significa que iriamos embora juntos.

- Boa tarde senhor Salvatore e senhorita Gilbert – ele nos cumprimentou assim que nos aproximamos – Vou colocar as malas de vocês dentro do carro e já podemos ir.

- Está certo, Matt, muito obrigado – Damon disse.

Já dentro do carro voltamos a nos beijar, ele ficou passando a mão pela minha perna e em alguns momentos mordia de leve o meu lábio inferior e também beijou o meu pescoço. Tinha plena consciência de que Matt estava no banco da frente e podia nos ver, mas ele parecia tão concentrado na estrada que nem se importou.

- Bem que você poderia ir para a minha casa agora – Damon sugeriu – Peço para a Jane preparar alguma coisa especial, podemos assistir um filme e depois vamos para o meu quarto aproveitar mais um pouquinho.

- Eu adoraria, mas não – respondi – Estou com saudades da minha cama. Espero que não fique muito chateado.

- Claro que não estou chateado, Lena – garantiu – Mas quem sabe em um outro dia, não é mesmo?

- Sim, quem sabe um outro dia – concordei.

Menos de meia hora depois estávamos parados na frente do meu prédio. Damon foi até a entrada da portaria comigo enquanto o seu motorista levava a minha mala.

- Já ia me esquecendo – falei de repente – Eu marquei uma consulta com a doutora Greene, minha obstetra. Como você disse que queria ir a médica comigo.

- Mas é claro que eu quero ir com você – afirmou – Mas que horas é? Vou precisar marcar uma reunião com Alaric para amanhã e ele vai querer me matar se eu desmarcar novamente.

- É as 11 horas da manhã – avisei – Eu te mando uma mensagem com o endereço certinho.

- Perfeito, te encontro lá – me deu um último selinho para nos despedirmos.

No momento em que entrei no apartamento vi Caroline sentada na mesa da sala cercada de desenhos. Ela se levantou e me abraçou com bastante força.

- Lena, que saudades! — ela disse – Agora me conta tudo, como foi lá em Toronto?

- Foi perfeito – afirmei depois que nos sentamos no sofá – É bom passar um tempo com a minha família, mas é muito bom estar em casa também.

- Digo o mesmo, aqui não é mesma coisa sem você – admitiu.

- Eu imagino que você já tenha falado com o Tyler depois que ele volto, não é mesmo? — afirmou com a cabeça – E já sabe que nós dois terminamos.

- Sim, Lena, eu já sei de tudo – respondeu – Confesso que no inicio fiquei com raiva, queria tanto que vocês tivessem dado certo. Mas o Ty me explicou a situação, sinceramente não sei o que está rolando entre você e o Damon, mas se você está feliz, fico feliz.

- Obrigada por isso, Car – sorri – Não sabe como é importante ter o seu apoio nesse momento.

- Mas você e o Damon estão juntos agora? — perguntou – Quero dizer, ele estava lá em Toronto com você, não é mesmo?

- Sim! E nós meio que estamos juntos, mas não estamos exatamente juntos – revirei os olhos – É meio complicado.

- Certo, não vou perguntar nada sobre isso – levantou as mãos em sinal de rendição – O que acha de pedirmos uma pizza, comprarmos sorvete e alugarmos um filme de comédia romântica? Noite das meninas, como não fazemos há muito tempo.

- Para mim parece perfeito! — concordei.

E foi isso que nós fizemos, confesso que fazia muito tempo que não me divertia assim com minha amiga há muito tempo, estava mesmo precisando de uma noite de descontração ao lado dela. Depois de vermos o filme, comermos toda a pizza e enchermos a cara de sorvete eu fui dormir.

***

Era um pouco mais dez e meia da manhã quando eu cheguei ao consultório da doutora Greene, passei meu nome para a secretária e ela disse para eu me sentar e esperar. Não demorou muito para a porta abrir novamente, dessa vez era Damon, como ele tinha que ir até a editora, combinamos de nos encontrar aqui.

- Oi, Lena – me deu um selinho antes de se sentar ao meu lado – Já faz muito tempo que está aqui?

- Na verdade não, eu acabei de chegar – afirmei – Só precisamos mesmo esperar a doutora Greene nos chamar.

Ele concordou com a cabeça e começou a folhear uma revista sobre gravidez que tinha ali. Confesso que foi engraçado ver a cara de espanto dele a cada página que ele passava.

Não demorou muito para a médica sair de dentro do consultório juntamente com um casal, a mulher também estava grávida, mas o barrigão mostrava que já devia estar bem no final da gestação.

- Vocês já estão com o telefone e podem me ligar a qualquer hora – a doutora Greene avisou – Agora não falta muito para esse garotão vir ao mundo.

Despediram-se e foram embora. Ela se virou para nós dois logo em seguida.

- Olá, Elena, querida, que bom ver você aqui – abriu um enorme sorriso enquanto falava – Vamos entrar?

- Claro! — concordei com a cabeça antes de me levantar – Ah, já ia me esquecendo, esse daqui é o Damon, o pai do meu bebê.

- Olá, Damon, é muito bom, finalmente, conhecê-lo – apertaram as mãos enquanto se cumprimentavam.

Fomos para dentro da sala e nos sentamos em volta da mesa.

- Bom, Elena – ela retirou o meu prontuário de dentro de um envelope pardo – Da última vez que você esteve aqui você estava tentando engravidar e imagino que você tenha conseguido, não é mesmo?

- Sim! — afirmei – Tem umas duas semanas que eu fiz um teste de farmácia, então não sei exatamente de quantas semanas eu estou.

- Quando fizermos a ultrassonografia poderemos ver quanto tempo tem o feto – avisou – Mas primeiro vamos fazer alguns exames ginecológicos e vamos medir para sua pressão arterial para saber se está tudo bem com você, também vou receitar algumas vitaminas e pedir um exame de sangue para você me trazer na próxima consulta.

Então eu fui trocar de roupa para começar os exames, estava tudo bem comigo e segundo a doutora Greene eu tinha tudo para levar uma gravidez bem tranquila. Logo depois ela começou a passar um gel na minha barriga e passou um aparelho e a imagem começou a se formar uma imagem na tela do computador.

- E aqui está o bebê de vocês – disse para mim e para Damon, que estava sentado ao meu lado, ela franziu a testa sem retirar os olhos da ultrassonografia – Ou devo dizer, bebês!

- Como assim, doutora Greene? — perguntei, será que eu tinha mesmo ouvido certo? Ela disse bebês?

- Exatamente isso que você ouviu – afirmou enquanto apontava para tela – Estão vendo esses dois pontinhos azuis, isso significa que são dois bebês. Parabéns, vocês vão ter gêmeos.

Eu não sabia exatamente o que pensar sobre isso. Dei uma rápida olhada para Damon e ele parecia ter a mesma reação que eu.

- Eles estão com exatamente, um mês – disse – Vocês querem ouvir os corações deles?

- Sim! — dissemos ao mesmo tempo.

No momento em que comecei a ouvir aquele som alto do coração dos meus bebês não consegui de deixar sentir algumas lágrimas se formando no canto dos meus olhos. Poderia culpar os hormônios, mas não posso deixar de admitir que esse momento era mesmo muito emocionante.

Tenho que dar os parabéns novamente – continuou – Seus filhos estão saudáveis e se desenvolvendo muito bem.

Depois de me passar a solicitação de exame e as vitaminas, ela também me passou uma lista de recomendações. Marquei uma consulta antes de irmos embora, eu e Damon decidimos comer sushi no shopping.

- Você está tão quieto desde que a doutora Greene falou que vamos ter gêmeos – comentei de repente – Você não gostou disso?

- É claro que eu gostei, Lena, quem não gostaria de ter gêmeos – afirmou – Só estou um pouco surpreso, é isso.

- Sei o que quer dizer – também tinha ficado bem surpresa com a notícia – Só não consigo deixar de pensar que tínhamos feito um acordo apenas para um bebê. Fiquei imaginando se você vai aceitar ficar criando sozinho os dois.

- Mas é claro que eu vou querer, já te pediria para ficar com um enquanto você fica com o outro, separar dois irmãos, seria muito triste – respondeu.

- Fico muito feliz em ouvir isso – completei.

Continuamos almoçando e falando sobre diversas coisas. Depois de terminamos Damon me deixou em casa, pois precisava voltar para a editora.

Notas finais
Várias pessoas já tinha me perguntando se a Lena teria gêmeos por causa da foto da capa, bom, ai está, ela realmente vai ter gêmeos!!!! O que vocês acharam da novidade? (OK, nem tão novidade assim, mas tudo bem kkkkkkk)
Como podem ver, fiz um big cap para compensar a demora no cap anterior (como hj eu não tive aula tive tempo para escrever durante a tarde, então pude postar mais cedo...)
E no próximo cap teremos o chá de bebê...
Bom, é isso
comentem e digam o que estão achando
Recomendações?