Proposta Indecente
9 Capítulo 8 - Contrato
Notas iniciais
Também quero agradecer pelos lindos comentários.
Aqui está o cap e espero que gostem.
Suerpresinha sobre a fic nova nas notas finais, leiam lá...
Damon
Eu estava encarando aquela pilha de manuscritos que Anna tinha colado em cima da minha mesa. Todo mês era a mesma coisa, recebíamos mais de cem histórias novas, a maioria de escritores iniciantes, infelizmente não podíamos publicar todos.
- São só esses os manuscritos, Anna? — tenho certeza de que ela percebeu o tom de ironia na minha voz, pelo menos é o que eu espero.
- Sim, senhor Salvatore! — afirmou com a cabeça – Esses são os manuscritos que recebemos esse mês.
- Certo! — coloquei as duas mãos, uma de cada lado da cabeça, enquanto eu pensava no que fazer – Coloque todos os nossos editores para ler esses manuscritos, pelo menos dois para cada. Quero uma analise detalhada de todos os livros que eles julgam que podem ser publicados pela editora.
- Está bem, senhor Salvatore – concordou com a cabeça antes de pegar todos os manuscritos de cima da mesa novamente, confesso que estou começando a ficar com pena dela, todos os papéis devem ter o dobro do peso dela – O senhor precisa de mais alguma coisa?
- No momento não, Anna, obrigado – avisei – Apenas, quando Alaric Saltzman chegar peça para ele entrar imediatamente na minha sala.
Anna concordou com a cabeça antes de sair de dentro do minha sala. Não tinha mais nada para fazer até que Ric chegasse e isso era um pouco entediante.
Fazia exatamente três dias desde que Elena tinha dito sim a minha proposta e agora só precisávamos assinar a proposta para tornar tudo oficial. Alaric estava redigindo o contrato definitivo e iria trazê-lo para mim. Agora tudo que eu precisava fazer era esperar.
Por sorte não demorou muito para o telefone da minha mesa tocar e Anna falar que ele já estava lá. Meu amigo entrou no local trazendo um envelope pardo.
- E aqui está o contrato – foi a primeira coisa que falou, já me entregando uma das copias – Espero que esteja do seu agrado.
Peguei o papel e li tudo atentamente. Ele não tinha mudado muita coisa, já que Elena não tinha nenhuma exigência e eu também não quis mudar nada.
- Por mim parece tudo bem – concordei quando terminei de ler – Mas o que é essa clausula aqui dizendo que, quando a criança nascer, se a Elena quiser, poderá conviver com a criança e participar ativamente da vida dele ou dela?
- Achei que seria uma boa clausula para o caso dela mudar de ideia durante a gravidez – deu de ombros – Já que você mesmo disse que vai enviar a ela foto do filho de vocês periodicamente, pensei que não teria problema.
- Bom, para mim não tem problema, mas será que é mesmo necessário – quis saber – Quero dizer, ela parece bem convicta e não quer conviver com o bebê.
- Ela está dizendo isso agora, mas pode mudar de ideia daqui a nove meses – explicou – A maternidade muda totalmente uma mulher, acredite, eu sei disso.
- E falou a voz da experiência – brinquei revirando os olhos.
- Eu estou falando sério, Damon – cruzou os braços e ficou me encarando seriamente – Quando a Meredith engravidou ela não ficou tão animada, afinal, tínhamos acabado de nos casar e tudo mais. Mas quando a Scarlete nasceu prematura e precisou ficar quase um mês na encubadora as coisas mudaram e ela se apegou muito mais a nossa filha.
Não tinha mais nada para argumentar a respeito disso. Meredith era mesmo uma mãe maravilhosa e dedicada, talvez grande parte disso se deva ao fato do medo de seu bebê não sobreviver a primeira semana de vida.
- Tudo bem, acho que você tem razão – concordei por fim.
- Você combinou com a Elena de ir assinar o contrato hoje, não é? — balancei a cabeça afirmativamente em resposta – Que horas você marcou com ela?
- Daqui a meia hora – dei uma rápida olhada no meu relógio de pulso – Acho melhor irmos logo, marquei com ela no meu apartamento.
- Sim, é melhor irmos mesmo – concordou se levantando – Vamos no meu carro, assim chegamos ao mesmo tempo.
Sai da sala e encontrei Anna sentada em sua mesa digitando alguma coisa no computador. Assim que me viu, parou imediatamente tudo que estava fazendo.
- Anna, preciso resolver umas questões pessoais e não volto mais hoje – avisei para a minha secretária – Ligue para o celular do Matt e diga que vou pegar uma carona com o Ric e que ele pode tirar o resto do dia de folga, qualquer coisa que eu precise posso pegar um táxi.
- Está bem, ligarei para ele imediatamente – afirmou.
- Só mais uma coisa – já tinha me virado em direção ao elevador quando voltei a olhá-la – Ligue para o aeroporto e confirme o horário que está marcado a decolagem do meu avião e também faça as reservas no hotel de sempre.
- Está bem! — já estava retirando o telefone do gancho, não sei qual das ordens ela iria cumprir primeiro.
Era inicio de tarde, por isso o transito em Nova York estava bem tranquilo e chegamos ao meu apartamento rapidamente e ainda tinha 10 minutos antes da hora combinada com Elena.
- Olá, senhor Salvatore – Jane chegou a sala no momento em que entramos – Não estava esperando que o senhor chegasse em casa tão cedo.
- Estou esperando por uma visita muito importante – avisei – Por favor, interfone para a portaria e diga que quando a senhorita Elena Gilbert chegar ela poderá subir imediatamente.
- Avisarei agora mesmo – concordou a cabeça – Os senhores querem alguma coisa para beber.
- Eu quero um Wisky com muito gelo – afirmei antes de me virar para meu amigo – Quer beber alguma coisa, Ric.
- Só um suco de laranja – respondeu – Não se esqueça de que tecnicamente eu estou trabalhando.
- Profissionalismo acima de tudo – me sentei no sofá e fiz sinal para que Alaric fizesse o mesmo – Não deve demorar muito para ela chegar agora.
- Você parece bem empolgado com essa história toda – Ric observou – Acho que todos esses anos que eu te conheço nunca te imaginei feliz com a ideia de ter um filho.
- Ter netos é o grande sonho da minha mãe – lembrei – Quero ajudá-la a realizar isso, não vou deixar tudo para o Stefan e a Gaby.
- Então quer dizer que é só para realizar o sonho da sua mãe de ter netos que você esta empolgado? — me observava atentamente – Não tem absolutamente nada a ver com a futura mãe do seu filho?
- É claro que não! — apressei-me em dizer – Elena e eu temos um contrato e nosso relacionamento não vai passar disso.
Claro que eu não sou cega, Elena é simplesmente linda, não tem como negar isso e qualquer ficaria feliz em formar uma família com ela. Mas é impossível que tenhamos alguma coisa depois que esse bebê nascer, ela está namorando e não deve estar disposta a terminar com ele por minha causa.
Quando Jane retornou trazendo a bandeja com os dois copos não pude deixar de me sentir aliviado, não estava com vontade de continuar aquela conversa totalmente constrangedora.
- Aqui está o seu Wisky, senhor Salvatore; e o seu suco, senhor Saltzman – ela nos entregou as bebidas – Quando eu liguei lá para baixo a senhorita Gilbert estava chegando e já estava subindo.
Nesse mesmo momento ouvi o barulho que indicava que o elevador tinha acabado de chegar no meu andar e imediatamente me levantei para recebê-la. Pelo seu rosto quando entrou no apartamento percebi que estava totalmente maravilhada com o local.
- Olá, Elena – segurei sua mão e beijei a ponta dos seus dedos, sinceramente não sei exatamente por que fiz isso – Como você tem passado nesses três dias desde que nos vimos?
- Muito bem! — parecia atordoada pelo meu comportamento.
- E como estão as coisas com o Tyler? — perguntei – Ele não me parecia muito feliz no dia do jantar.
- Não mentir, tivemos uma pequena discussão quando você foi embora – admitiu – Mas depois conversamos e nos acertamos.
- Que bom! — sorri, mas não tinha certeza se estava mesmo feliz por isso – Bom, essa daqui é a Jane, foi ela quem fez a torta de caramelo.
- É um prazer conhecer a senhora – Elena a cumprimentou – Quero que saiba que a torta de caramelo estava simplesmente maravilhosa.
- Fico feliz que tenha gostado – Jane sorriu retribuindo o cumprimento – A senhorita quer beber alguma coisa?
- Somente uma água com gás – afirmou e ela voltou para a cozinha mais uma vez.
- Acho que você se lembra do Alaric, certo? — me virei para meu amigo que estava sentado no sofá – Ric, entregue o contrato para ela ler.
E foi o que ele fez. Enquanto Elena lia tudo, Jane veio trazer a água com gás dela e também avisou que prepararia alguns sanduíches para nós.
- Para mim parece tudo perfeito! — avisou depois de pousar o contrato no seu colo – Aonde é que eu assino?
- Nessa primeira linha pontilhada na última página – mostrou para ela antes de lhe entregar a caneta – E também faça uma rubrica nas outras páginas, por favor.
Foi o que ela fez e depois repetiu o processo nas outras duas cópias do contrato. Quando foi a minha vez a caneta começou a tremer na minha mão e isso não passou despercebido por Ric.
- Bom, agora está tudo certo – concluiu – Cada um de vocês fica com uma das vias do contrato e eu fico com uma também.
Foi nesse momento que o celular de Alaric tocou, sinal de que tinha chegado uma mensagem. Ele pegou o aparelho no bolso interno do paletó para poder lê-la.
- É da Meredith, ela está presa no trabalho e está pedindo para eu buscar a Scay na escola – avisou – Eu preciso ir, espero que não tenha nenhum problema, Damon.
- Claro que não tem problema, Ric – garanti, ele já tinha feito a sua parte trazendo o contrato para que assinássemos – Não vai deixar a Scay esperando por muito tempo.
- Certo! — concordou – Foi um prazer revê-la, senhorita Gilbert, espero nos vermos novamente em breve.
- Digo o mesmo! — ela sorriu o cumprimentando.
Logo ele foi embora e não demorou muito para Jane aparecer trazendo um prato cheio de mini sanduíches.
- Aonde está o Alaric? — ela quis saber – Fic o sanduíche de pepino, que é o favorito dele.
- Ele precisou ir buscar a filha na escola – expliquei – Mas eu e Elena estamos aqui e ficaremos felizes em comer o seu sanduíche de pepino.
- Espero que esteja do agrado dos dois – falou por fim.
- Mini sanduíches de pepino são outra especialidade da Jane – avisei – São tão maravilhosos quando a torta de caramelo.
- Então tenho certeza de que vou adorar – ela afirmou.
Jane saiu e começamos a comer. Acho que Elena gostou, pois comeu uns cinco sanduíches rapidamente.
- A senhora Jones é mesmo uma cozinheira maravilhosa – continuou depois de algum tempo em silêncio – Você tem mesmo uma grande sorte em tê-la.
- Temos muita sorte – afirmei – Na época em que eu me mudei para esse apartamento, minha mãe fez questão de entrevistar todas as candidatas a cozinheira.
- Ela parece uma mãe bem super protetora! — riu – Lembra um pouco a minha mãe, acho que se algum dia eu voltar para Toronto, ela fará a mesma coisa comigo.
- Minha mãe e super protetora não só comigo, mas também com os meus irmãos – fiquei encarando as minhas próprias mãos por alguns segundos – Eu tenho muita sorte por ela e meu pai terem me adotado.
- Espera ai, você adotado? — ela pareceu totalmente surpresa e tinha motivos, nunca tinha comentado isso antes desde que nos conhecemos.
- Sim! — afirmei com a cabeça – Eu tinha três anos quando meus pais foram até o orfanato em que eu morava em Seatle e ficaram totalmente encantados por mim, um mês depois estava me arrumando para vir morar em Atlanta. Mas os meus irmãos são filhos biológicos deles.
- Uau, sinceramente, eu nunca esperaria por isso – sua voz saiu quase como um sussurro – E você não tem curiosidade de conhecer os seus pais biológicos?
- Para falar a verdade, não – não precisei pensar nada para responder – Na minha certidão de nascimento o nome do meu pai biológico aparece como desconhecido, só tem o nome da minha mãe lá. E eu não tenho a menor curiosidade de conhecer uma mulher que teve coragem de abandonar o filho.
Foi então que eu percebi o que tinha acabado de falar. Embora a situação fosse completamente diferente Elena estava prestes a fazer a mesma coisa o nosso bebê.
- Será que nós podemos falar de outra coisa? — pedi.
- Claro! — concordou com a cabeça – Vamos falar sobre o Alaric. Ele parece ser um bom amigo para você.
- Sim, ele é! — concordei com a cabeça – Nos conhecemos desde que tínhamos sete anos na escola, ficamos amigos logo de cara e os nossos pais também ficaram amigos, fomos da mesma turma até o terceiro ano do Ensino Médio e nossa amizade só foi aumentando. Fui um dos padrinhos do casamento dele e também sou padrinho da filha dele, Scarlete.
- Que legal! — observou – Também tenho uma amiga assim de anos, April Youg, estudamos juntas desde a pré-escola e, se algum dia, eu me casar e tiver filhos ela vai ser a madrinha. Na época de colégio éramos um trio: eu, ela e Bonnie, mas minha amizade com a Bon anda meio abalada.
- O que foi que aconteceu? — me apressei em perguntar – Isso se você quiser me contar, é claro. Se for um assunto pessoal eu entendo.
- Não, eu posso falar – afirmou – Acontece que um dia ela e meu irmão, Jeremy, começaram a namorar.
Não disse nada, apenas fiquei em silêncio esperando que ela continuasse a contar sua história.
- Não pense que foi apenas ciúme de irmã mais velha – explicou – Mas sabia que a Bonnie ainda era apaixonada pelo ex-namorado e quando ele pediu para voltarem ela não pensou duas vezes antes de dizer sim e o Jer saiu como o magoado da história.
- Acho que eu te entendo, faria a mesma coisa se isso acontecesse com qualquer um dos meus irmãos – comentei – E você tem outros irmãos ou é somente você e Jeremy?
Eu sabia a resposta, mas precisava puxar assunto. Além do mais ela não pode saber que andei espionando a sua vida.
- Tenho uma outra irmã, também mais nova que eu – respondeu – O nome dela é Katherine e tem 11 anos.
- Sua família parece incrível – segurei a mão dela, foi quando percebi que nossos rostos estavam bem próximos e nenhum dos dois fez a menor menção de se mover.
- Posso dizer o mesmo da sua família – enquanto falava ela começou a se mover para mais perto de mim, já podia sentir a sua respiração quente e pesada contra o meu rosto.
Foi nesse momento que os nosso lábios se selaram. O beijo começou calmo, mas logo coloquei a mão embaixo do seu cabelo e ela começou a acariciar os meus braços, aprofundando o contato. Nos separamos pouco minutos depois porque precisávamos de ar e comecei a descer em direção ao seu pescoço, fazendo com que ela soltasse um pequeno gemido, não precisava de mais nada para começar a deitá-la no sofá.
Infelizmente o som do elevador chegando ao meu andar fez com que nos separássemos no mesmo instante. Fiquei alguns segundo a encarando, ambos com a respiração ofegante, os lábios de Elena estava inchados e tinha certeza de que os meus estavam da mesma maneira.
- Com licença – me virei a tempo e encontrar Stefan parado bem na nossa frente – A Sutton saiu com a Gaby para resolver alguma coisa relacionada ao chá de bebê e eu decidi vir fazer uma visita.
- Certo! — passei a mão nervosamente pelo cabelo – Lena, esse e o Stefan, meu irmão mais novo. Stefan, essa é Elena Gilbert.
- Prazer em conhecê-la, Elena Gilbert – estendeu a mão para ela que retribuiu o gesto, apesar de estar levemente sem graça com toda a situação – Esses são os sanduíches de pepino especiais da Jane?
Afirmei com a cabeça e ele pegou um do prato e comeu.
- Bom, eu já estou indo! — Lena se levantou e tentou passar a mão na roupa tentando desamassá-la – Depois nos falamos, Damon!
- Certo! — afirmei – Amanhã te ligo para acertamos os detalhes para a viagem de sexta-feira.
Dei um beijo no rosto dela, fazendo com que seu rosto ficasse vermelho de vergonha. Depois a levei até o elevador e depois voltei para onde meu irmão estava.
- Você se deu bem irmãozinho! — deu um tapinha de leve no meu ombro – Ela é simplesmente linda.
- Eu e Elena não temos nada – tentei explicar – Somos apenas amigos.
- Sei! — me olhou de cima a baixo – A julgar pelo lábios inchados e a cara de vergonha dela eu não diria uma coisa dessas.
- Certo, talvez tenha alguma coisa entre a gente – revirei os olhos – Mas, por favor, não comenta com ninguém, nem mesmo com a Sutton. Quero que fique mais sério antes de apresentá-la para a nossa família.
- Tudo bem! — concordou com a cabeça – Mas eu quero saber de tudo, aonde foi que você conheceu ela?
- Eu a conheci na Universidade da Georgia quando fui fazer aquela palestra – expliquei, não tinha por que eu mentir para ele a respeito disso – Ela estuda literatura lá, está no segundo ano de curso.
- E vocês encontraram algo em comum, começaram a conversar e uma coisa levou a outra... — completou a minha frase, embora não fosse o que eu fosse dizer – Nunca pensei que você fosse desse jeito, Damon, deveria ter aprendido algumas coisas com você.
- Engraçadinho! — revirei os olhos.
- Bom, vou ver se a Jane fez mais desses sanduíches – o prato em cima da mesa de centro agora estava vazio – Li em algum lugar que os homens quando vão ser pais podem acabar tendo gravidez psicológica, mas nunca imaginei que fosse mesmo verdade.
Não pude deixar de rir enquanto meu irmão ia em direção a cozinha.
Assim que eu estava sozinho na sala levei minha mão aos lábios, exatamente no local em que tinha beijado Elena há poucos minutos. Aquilo tinha me pegado totalmente de surpresa, mas uma coisa eu tenho que admitir, foi incrível, o que só me deixou com mais vontade ainda de repetir e o mais maravilhoso é que isso irá sim acontecer.
Em três dias estaremos viajando e seremos apenas nós dois durante um mês. E eu iria aproveitar cada segundo desse tempo.
Notas finais
No próximo cap começará a viagem e os dois vão estar completamente sozinhos...
***
Sobre a fic Klaroline, o nome vai Positive e a história será escrita por mim em parceria com a Laah Felix (para quem não conhece a fic dela "Coming And Going Of Love" leiam, é incrível, eu super recomendo) e eu estou totalmente empolgada com essa nova parceria e espero que vocês também curtam.
Devemos começar a postar o mais rápido possível.
***
E hoje tem episódio novinho de TVD, quem ai tá empolgado para ver a Elena sendo torturada?
Será que a humanidade dela vai voltar nesse epi? Não tenho certeza, mas sem dúvida no season finale a humanidade dela já vai estar de volta (pelo menos é o que parece nas stils que saíram)
***
Bom gente, é isso
Comentem e digam o que estão achando.
Recomendações?
Fale com o autor