Proposta Indecente

13 Capítulo 12 - Passeio de Barco


Notas iniciais
Mais uma vez obrigada pelos comentários gente.
Aqui está o cap novinho para vocês, espero que gostem
Nos vemos lá embaixo nas notas finais.

Damon

Já estamos em Nova York há uma semana e posso dizer que as nossas noites tem sido bem atarefadas, cada vez eu descobria uma coisa diferença a respeito de Elena, não só na cama, mas também como pessoa e posso dizer o quão incrível ela é.

Eu estava na sala mudando os canais da televisão a esperando para fazermos uma passeio especial. Ela já está lá dentro trocando de roupa há mais de cinco minutos, pelo jeito todas as mulheres demoram para se vestir.

- Já estou pronta – me virei a ponto de vê-la sair de dentro do quarto.

Ela estava vestindo uma blusa baby look azul clara, um short jeans e um tênis estilo All Stars preto.

- E então, podemos ir? — quis saber.

- Claro! — me levantei e fui até lá – Se me permite dizer, você está maravilhosa, Lena – passei a mão pelos seus cabelos.

- Obrigada! — ficou olhando para baixo – Você também está ótimo!

Puxei o rosto dela e dei um selinho de leve em seus lábios, esse era outro hábito que tínhamos adquirido nessas últimas semanas.

- Bom, então vamos! — coloquei a mão em suas costas enquanto caminhávamos para o elevador – O passeio que eu estou planejando para nós só pode acontecer enquanto estiver sol.

- E você realmente não vai me contar aonde é que estamos indo? — perguntou, balancei a cabeça negativamente – Você gosta mesmo de surpresa, não é Damon?

- Acho que eu gosto de ver a sua cara de espanto quando eu digo que não vou dizer o que estou planejando – brinquei, rindo.

- Engraçadinho! — deu um tapinha de leve no meu braço e encostou na parede do elevador – Não sei se você já reparou, mas não gosto muito de surpresas.

- Eu percebi – avisei.

- Quando eu fiz 16 anos minhas amigas planejaram uma festa surpresa para mim – explicou – Em algum momento eu desconfiei que elas estavam aprontando alguma coisa e não parei de encher até elas confessarem o que iam fazer. E o pior é que na hora da festa eu tive que fingir cara de surpresa.

- Estragando a surpresa das suas amigas – balancei a cabeça negativamente – Que coisa feia, senhorita Gilbert.

- Tentei fazer a mesma coisa com você antes de virmos a Nova York, mas não consegui – deu um suspiro de frustração – E pelo visto não vou conseguir de novo.

- Você pensou certo – afirmei – Mas não se preocupe logo você vai saber para onde estamos indo.

Pegamos um táxi na porta do hotel. Elena ficou olhando a paisagem do lado de fora da janela vendo se reconhecia o caminho para onde estávamos indo e eu não pude deixar de sorrir com isso.

O celular dela começou a tocar dentro da bolsa, ela o pegou viu quem era pelo identificador de chamadas e rejeitou a ligação.

- É o Tyler! — explicou.

- E por que você não falou com ele? — quis saber, aquela não era a primeira vez que ela não o atendia – Ele é seu namorado e quer saber como é que você está.

- Não me sinto confortável falando com ele enquanto estou aqui com você – deu de ombros.

- Não quero ser responsável por estremecer o namoro de vocês – segurei a mão dela e fiquei acariciando com o polegar.

Desde que fiquei sabendo que Elena tinha um namorado pensei se era mesmo uma boa ideia fazer a proposta para ela. Tyler podia estar fingindo que estava muito bem, mas eu sei que é mentira e a prova foi a reação dele aquele dia no jantar. E eu não posso culpá-lo, que cara aceitaria que que a namorada tivesse um filho com outro.

- E isso não vai acontecer – deu um beijo nas costas da minha mão – Pode ter certeza disso, as coisas entre mim o Tyler estão bem.

- Então fala com ele – sugeri como se fosse óbvio.

- Eu vou falar, quando voltarmos para Atlanta – avisou e eu soltei um suspiro de frustração – Acredite em mim, eu sei o que estou fazendo, quando nós nos encontrarmos vai ser bem melhor.

- Se você diz – o táxi estava parando, estávamos bem em frente ao cais – Bom, pelo jeito nós já chegamos.

Paguei o motorista e abri a porta do carro ajudando Elena a sair também. Ela ficou olhando para o local totalmente surpresa.

- O cais – comentou – Não vai me dizer vamos andar de barco?

- Pois é exatamente isso – afirmei – Venha comigo, quero te apresentar a uma pessoa – segurei a mão dela e caminhamos em direção o deck de madeira..

Fomos em direção ao último barco que estava parado lá. Aonde um homem estava nos esperando.

- Damon Salvatore – ele apertou a minha mão – É muito bom vê-lo novamente.

- Digo o mesmo – retribuiu o gesto – James, quero te apresentar a Elena Gilbert. Lena, esse o James ele cuida da manutenção do meu barco quando não estou aqui em Nova York.

- Está me dizendo que esse barco aqui é seu? — olhou surpresa – Ou melhor dizendo, esse iate aqui é seu?

- É apenas um dos meus brinquedinhos – tentei parecer indiferente – O mar é uma das coisas que me relaxa.

- Incrível – completou.

- Já está tudo pronto, senhor Salvatore – avisou – O barco está abastecido e eu também preparei a comida que o senhor me pediu.

- Mais uma vez, muito obrigado, James – agradeci – Devemos voltar antes de começar a escurecer.

- Estarei aqui esperando – garanti.

Ele se afastou eu ajudei Elena a subir no iate e fomos até a área onde ficavam os instrumentos de navegação. Girei a ignição e saímos em direção ao oceano.

- Não sabia que você sabia pilotar barcos – ela comentou.

- Pelo jeito é mais uma coisa que você não sabe sobre mim – brinquei – Bom, tirei a habilitação de barco assim que fiz 18 anos, que é a idade mínima. É bem fácil, na verdade, se você quiser eu te ensino.

- Não precisa – garantiu – Prefiro que você faça isso, não quero ser responsável por afundar o seu iate.

- Se você diz – deu de ombros – Mas tenho certeza de que você não iria se dar muito bem nisso.

- Mesmo assim não, obrigada – fez uma careta.

Quando estávamos quase em alto mar, eu desliguei o motor e baixei a ancora. Fomos até a parte de baixo do barco, aonde tinha uma cama de solteiro e uma pequena cozinha com um fogão elétrico, uma pia e um frigobar.

- Pedi para o James providenciar um coquetel de camarão – mostrei para ela o refratário de vidro cheio de camarão – E uma garrafa de suco de uva, afinal eu estou pilotando o barco e não posso ingerir bebida alcoólica e acredito que você não queira beber sozinha.

- E você está certo – concordou com a cabeça.

- Podemos comer agora, você está com fome? — quis saber – Se você não estiver podemos esperar mais um pouquinho.

- Não, vamos comer agora – pediu – Para falar a verdade eu estou com pouco de fome sim.

Fizemos uma piquenique improvisado no sol, o dia estava lindo e queria aproveitá-lo ao máximo.

- Esse coquetel de camarão está uma delícia – Elena comentou – Sabe, essa é a primeira vez que eu ando de barco.

- Sério? — fiquei surpreso – Mas Toronto é uma cidade perto do mar, não é mesmo?

- Sim, temos portos em Toronto – afirmou – Mas não significa que eu já tenha andado de barco. Costumava ficar vendo os navios de cruzeiro passando pela costa junto com a April e a Bonnie e sempre dizia que um dia eu iria fazer uma viagem de navio.

- Fazer um cruzeiro, realmente, Lena, não você não pensa pequeno – comentei – Se eu soubesse teria feito um cruzeiro pela Europa Mediterrânea.

- Teria sido mesmo maravilhoso – admitiu – Mas eu não poderia concordar com uma viagem tão cara quanto essa, já estou achando que a nossa estadia em Nova York um pouco exagerada e olha que só estamos aqui há uma semana.

- Você merece isso e muito mais – coloquei uma mecha de cabelo dela para trás da orelha – E o nosso pequeno Chad ou a nossa pequena Gwen também merece.

Levei minha mão até a barriga dela, mesmo sabendo que existia uma pequena possibilidade de ainda não ter ninguém ali dentro. Mal posso esperar para começar a sentir o meu filho crescer.

- Tenho certeza de que você vai totalmente babão – comentou colocando a mão sob a minha e entrelaçando os nossos dedos – Engraçado que quando eu te conheci nunca te imaginei cuidando de uma criança.

- E por que isso? — a olhei confuso.

- Você parecia tão sério – sorriu – Parecia que seria aquele tipo de pai que criaria um filho com regras totalmente rígidas.

- Bom, pode ter certeza de que eu vou ter algumas regras – coloquei a mão no queixo fingindo pensativo – Por exemplo, se for uma menina, pode ter certeza de que ela só vai namorar quando tiver 30 anos, talvez 35.

- E se for menino? — perguntou em seguida.

- Nunca estipularia uma idade para ele começar a namorar – avisei – Afinal, ele não me obedeceria mesmo.

- Mas como você é machista, Damon Salvatore – deu um tapa no meu ombro, era para ter sido só de leve, mas acabou doendo.

- Eu já fui um adolescente, Lena, e sei como é que eles agem – lembrei – Jamais deixaria uma garoto qualquer ter os pensamentos impróprios que eu tinha com as meninas da minha escola com a minha garotinha.

- Sei! — ficou me olhando de cima a baixo.

- Mas isso é a mais pura verdade – garanti – Eu faço exatamente a mesma coisa com a minha irmã e eu ainda tenho o apoio do Stefan.

- Eu tenho uma pena da sua irmã – revirou os olhos – Dois irmãos mais velhos e ciumentos nos pés dela. Sei como é isso, o Jeremy era assim, mas eu nunca dei muita bola para ele, mas eu tenho pena da Kath, minha irmã caçula.

Continuamos a conversar enquanto comíamos o coquetel de camarão e bebendo o suco de uva. E meio aos risos começamos a nos beijar e eu deitei Elena no piso de madeira do iate enquanto passava a mão pela sua perna.

- Espera, Damon – ela me interrompeu colocando a mão sob o meu peito – Por mais que seja uma ideia tentadora, não quero fazer nada aqui, pode passar algum barco por perto e vai ser meio constrangedor.

Passei a mão pelos cabelos, ela tinha mesmo razão. Não queria correr o risco de imagens intimas nossas fossem parar na internet, o que minha família iria pensar? E a família dela? E o namorado dela?

- Você tem razão! — concordei por fim – Eu posso esperar mais um pouco, além disso, quando chegarmos ao hotel, vai ser muito melhor – sussurrei esse final no ouvido dela e a senti estremecer.

O restante do passeio de barco foi bem tranquilo, ficamos ali aproveitando o sol e a brisa marítima. Já estava quase anoitecendo quando chegamos ao cais e deixei o iate novamente sob os cuidados de James e depois seguimos de volta para “casa”.

Já começamos a nos beijar dentro do elevador. Nossos lábios se atracavam ferozmente e nossas mãos passeavam no pelo corpo do outro, nem estávamos ligando para as câmeras de segurança.

Fomos direto para o quarto e lá transamos lentamente, sem pressa nenhuma, apenas tentando saciar os desejos que estávamos sentindo. Menos de uma hora depois Elena estava dormindo com a cabeça no meu peito e acariciava os seus cabelos.

- Lena – dei um beijo no topo da sua cabeça – Espero mesmo que eu possa te fazer feliz durante esse mês em que estamos.

E mais uma vez estava me surpreendendo com algo em relação a Elena Gilbert. Nunca imaginei que pudéssemos ficar tão ligados em um curto espaço de tempo, essa viagem está mesmo fazendo muito bem para nós dois.

Notas finais
Bom gente, eu sei que esse capítulo não ficou muito grande, mas a ansiedade para o Season Finale de TVD é muito grande eu quase não tava conseguindo escrever.
Mesmo assim espero que vocês gostem do passeio de barco do Damon e da Lena.
E eu prometo que vou compensar vocês no próximo cap e vai ter muuuuuuuuuuita hot nele (só para vocês terem uma ideia o nome vai ser Despedida nas alturas, nome totalmente sugestivo né? kkkkkkkk)
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Ajudinha visual
Iate do Damon: http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9n/ay/7l/9nay7lzwxwpgp6gp92a3svgm2.jpg
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Voltando ao season finale de TVD eu queria dizer que só vou poder assistir amanhã quando sair a legenda oficial, então eu peço do fundo do meu coração que mesmo que vocês estejam lendo essa cap depois que assistiu o epi não colquem NENHUM tipo de Spoiler, eu quero assistir ao epi se estar sabendo de nada. No próximo cap eu prometo que comento sobre o final da temporada.
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Só mais um pedido, leiam a minha fic Klaroline, o nome é Positive, eu estou escrevendo em parceria com a Laah Felix e quase não tem comentário
http://fanfiction.com.br/historia/362543/Positive/
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Bom, é isso
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