Promises

1 Prólogo - Promessa


Notas iniciais
Bem gente, esta é a minha segunda fic e ainda estou um bocadinho verde (:
Eu queria muito fazer uma fic com eles vampiros mas acho que ainda tenho que ter mais experiência por isso ainda não é desta kkkk
Esta pequeno mas é apenas o prológo prometo que o capítulo seguinte será maior! (:
Espero que gostem e vemo-nos lá em baixo :D

Olhei pela janela para a manhã chuvosa de outono. Pingas cristalinas de água batiam ao de leve no vidro envelhecido provocando um som agradável. Levei a mão ao peito tocando no metal frio do medalhão e senti lágrimas aflorarem ao meus olhos. Com os meus dedinhos pequeninos abri o coração e fitei o rosto da senhora que a Irmã Jenna dizia ser a minha mãe. Era muito bonita. Eu nunca a conhecera mas senti que a sua ausência formava um vazio enorme no meu peito.

Alguém bateu à porta e automaticamente saltei do parapeito e sentei-me na minha cama, situada no meio de muitas outras.

Irmã Jenna entrou e veio sentar-se junto a mim.

- Olá pequena. Estás pronta para conhecer a tua nova família? – A sua voz era doce e conseguia sempre acalmar-me. Como não conseguia falar limitei-me a abanar negativamente a cabeça. – Estás com medo? Não tens que te preocupar meu anjo, ele vão adorar-te.

- E se não adorarem? – Murmurei. Eu era tão só. Não tinha ninguém.

- É impossível não te adorar pequena – Garantiu, mas as minhas dúvidas não se queriam dissipar.

- Também disseste que iam adorar a Margareth mas não adoraram – Comentei referindo-me à menina que tinha sido adotada e depois devolvida como um cachorro mal comportado. Eu tinha tanto medo de ser rejeitada. Margareth, sete anos mais velha do que eu, dizia que era a pior sensação do mundo: sentir que não pertencemos a lado nenhum. Não era difícil acreditar nas palavras dela.

- Tu não és a Margareth, Elena. Tu és uma menina muito especial.

- Sou? – Sorri.

Dei a mão à Irmã Jenna e fui com ela até uma sala de tamanho reduzido. Brinquei com os dedos enquanto esperava que a minha nova família me viesse buscar.

Parecia que o tempo não queria passar, cada minutos era como uma hora e quando eu pensei que tinham desistido de mim, chegaram.

- Bem vindos – Cumprimentou educadamente a Irmã. Os senhores retribuíram e quatro pares de olhos voltaram-se para mim.

- Olá querida.

Por favor, faz com que eles me aceitem.

- O-Olá – disse a medo, falando para a senhora baixinha de olhos azuis claros. Atrás das pernas dela estava um rapazinho que devia ter seis anos, como eu. A senhora deu a mão ao menino.

- Elena, este é o Stefan. Ele vai ser teu irmão. E aquele também – Disse apontando para um rapazinho um pouco mais velho que se mantinha afastado de nós – É o Damon.

Sorri-lhe mas ele desviou o olhar ignorando-me. Ele não gostava de mim, eu sabia que não iam gostar. Eu sabia! Estava prestes a chorar quando Stefan me abraçou.

- Olá Elena, sempre quis ter uma irmã.

***

A minha casa nova era enorme e eu até tinha direito a um quarto só meu com uma cama grande. A maior cama que eu alguma vez vira.

Estava a brincar no jardim, às caçadinhas, quando o Stefan caíu e se aleijou. Eu e Damon corremos até ele.

- Estás bem, Ste? – Perguntei preocupada. Eu gostava muito do meu irmão, ele fazia sentir bem vinda.

- Não, doí! – Choramingou.

Damon, que era três anos mais velho, encolheu os ombros.

- Isso passa. Deixa de ser bebé.

Stefan levantou-se, com o joelho a sangrar, e saiu da beira do irmão.

Damon afastou-se de mim enconstando-se a uma árvore.

- Porque é que foges de mim? – Perguntei, sentindo-me triste – Eu não fiz nada de mal…

O rapazinho dos olhos azuis não respondeu limitou-se a olhar para mim com desdém.

- Não gostas de mim? – Insisti.

- Não é isso… — Respondeu sem grande interesse.

- Então?

Ele correu até mim, ficando bem perto. Senti o meu coração acelerar, com medo.

- Não vale a pena ser teu amigo porque tu vais-te embora – Gritou quase a chorar.

- Não vou nada! – Choraminguei. Eu queria estar com a minha nova família, não queria que eles se fartassem de mim – Não digas essas coisas Damon, eu não quero estar sozinha!

- Vais sim. A outra menina que esteve connosco batia no meu irmão e teve que ir, eu não quero ser teu amigo para depois tu fazeres asneiras e me abandonares! – Damon pousou a cabeça entre os joelhos e começou a chorar.

Sentei-me a seu lado e segurei na sua mãozinha pequenina. Uns olhos enormes e azuis voltaram-se para mim, assustados.

- Eu nunca te vou abandonar, Damon.

Dizem que as promessas de uma criança são as mais verdadeiras e este caso, não era a exceção.

Notas finais
E então? está muito mau? x:
Reviews?