Promises

38 Epílogo


Notas iniciais
E aqui está o último capítulo de Promises, ele é curto mas é importante pois resume a vida dos nosso casal lindo com os seus adoráveis filhos, eu estava ansiosa por escrever o epílogo daí a ter postado tão rápido :)
Eu espero mesmo que gostem e pela última vez, vemo-nos lá em baixo :))
(RECOMENDO: http://fanfiction.com.br/historia/431293/Crossroad)

Eu tive um sonho, um sonho onde eu estava acompanhada por duas lindas crianças de olhos cor de mar que sorriam entusiasmadas de tanto amor que recebiam ao longo de seis longos anos, anos bons com dias maus mas no fim sempre seriam anos bons.

Sonhei que vivia com o homem dos meus sonhos, que beijava aquela boca esculpida todas as noites e massajava o seu cabelo cor de corvo.

Sonhei que ele me chamava pequena e que todos os dias relembrava-me que eu era o amor da vida dele.

Sonhei com esta vida perfeita e a melhor parte do sonho era o facto de ser tudo verdade.

***

Elena estava feliz, de uma forma que nunca imaginou que estaria após tantas adversidades, ela sorria constantemente e sentia-se leve como uma pena.

Amar e ser amado.

Ela sabia, de cada vez que olhava para os seus amados bebés, que agora já não eram mais bebés, que não havia crianças no mundo mais amadas que aquelas duas.

Sentada num banco de jardim com a sua mão a ser segurada pela mão quente de Damon, ela encarava os seus filhos brincar nas traseiras da casa.

Oliver, com os cabelos castanhos lisos e uns curiosos e enormes olhos azuis, procurava incessantemente a sua irmã gémea, Layla que se escondia sorrateiramente atrás da enorme árvore que eles haviam plantado quando fizeram um ano, como ela crescera, tal como os seus filhos.

Layla sorria pois sabia que o irmão não a estava a ver e que provavelmente ganharia o jogo. A menina de cabelos castanhos ondulados e olhos idênticos ao irmão era o que se podia corretamente denominar de uma verdadeira peste.

Quando Oliver a procurou na direção contrária ela correu, rindo alto e tocou na parede onde o irmão havia estado a contar até vinte, poucos minutos antes.

Amuado Oliver foi até à sua mãe pedindo colo.

- Não estás muito grande para colo? — Com um sorriso traquina o menino negou atirando-se para os braços da morena. Damon sorriu feliz ao encarar a sua pequena segurar cuidadosamente o seu pequeno. Era uma visão encantadora.

Ciumenta, Layla correu até os dois.

- Papá, papá! Posso ir para os teus ombros tocar no céu? — Ela pediu, os olhos brilhantes iguais ao do homem que a encarava divertido. Ele pegou a filha colocando-a facilmente nos ombros e começou a correr pelo jardim. A pequena esticava as mãos tentando alcançar as nuvens, ouvindo o incentivo do seu adorado pai.

O dia passou rápido, como todos os outros e rapidamente era hora de jantar. Os três, Oliver, Layla e a prima mais velha Gracie, comeram rápido para poderem ir os três brincar para o quarto da última, que tinha agora quase oito anos.

Os pais conversavam à mesa, discutindo qual dos filhos era o mais traquina, concluíram que era Layla, a peste.

Ao fim do dia, uma loira exuberante juntou-se a eles sendo acompanhada pelo seu príncipe encantado que sorria feliz ao acariciar a barriga enorme da sua mulher.

Caroline reclamava constantemente do aumento exponencial da sua barriga devido ao menino que crescia dentro dela, e que a estava a tornar um monstro. Por mais que se queixasse ela já estava derretida por Liam, que se juntaria à família dentro de dois meses.

Estavam todos feliz e acima de tudo unidos, seria assim para sempre, uma verdadeira família, daqueles que se mantêm juntas por milhares de gerações, transmitindo histórias dos antepassados, história de aventuras, de amor e paixões intensas. Histórias reais, só deles.

Histórias que durariam para sempre, no coração dos próximos.

O amor era algo eterno, impossível de destruir, seria essa a lição que todos eles transmitiriam aos seus filhos e depois os filhos aos seus netos, ensinando que amar não tem fim e dá sorrisos e risos.

Elena sabia que daria a vida por aqueles três seres que a faziam sorrir todos os dias, ela também sabia que essa era a derradeira prova de amor.

Notas finais
E pronto... Finito! :o
Bom, eu nem sei bem o que dizer, só espero mesmo que tenham gostado de acompanhar esta fic tanto quanto eu gostei de a escrever!
Foi uma longa jornada que por fim terminou!
Um grande obrigada a todos aqueles que me acompanharam desde sempre, que sempre me motivam e inspiram.
Eu prometo que vos agradeço em condições mais tarde nos agradecimentos e cito nomes e tudo! :)
Um GRANDE GRANDE beijinho e vemo-nos em Last Love :)