Promises

35 Capítulo 34 - Recomeço


Notas iniciais
Oláá, penso que nem demorei assim muito :))
Bom, é óbvio que as coisas estão no caminho certo para Delena, não é? ♥
Capítulo inteiramente dedicado a Gracie Mikaelson! Recomendação perfeita! Das melhores que eu já li, amei tudo mesmo mesmo tudo, fiquei até emocionada ♥ ♥ A sério, estava mesmo perfeita :D
Vemo-nos lá em baixo :)

Abri lentamente a porta, tentando fazer o menos barulho possível, e o que vi atrofiou o meu coração. Ele dormia encostado à parede do corredor, a cabeça tombada para a frente e o corpo num ângulo completamente inusual. Nem consegui começar a imaginar as malditas dores que aquela posição deveria provocar.

Suspirei derrotada e acabei por me agachar junto a ele.

- Damon – Chamei suavemente tocando-lhe no ombro. Parecia que naquele momento não havia mais ódio, mais rancor ou qualquer outra coisa. Só preocupação. Ele murmurou qualquer coisa impercetível e ajeitou-se melhor arrastando-se ainda mais para o chão.

Tornei a chamar por ele, ligeiramente mais alto e ele abriu aqueles olhos, aquelas intensas safiras.

- Elena? – Ele perguntou num estado entre consciência e inconsciência. A sua mão pousou delicadamente no meu rosto e permiti-me apreciar o seu toque, saudade corria veloz na minha corrente sanguínea e naquele momento apenas quis que os últimos quatro meses não tivessem existido, apenas a parte relacionada com os meus bebés. – Estou mesmo aqui? Estamos mesmo aqui?

Sorri perante aquele olhar apaixonado e levantei-me indicando que ele fizesse o mesmo. Como se tivesse acabado de acordar ele arregalou os olhos e sacudiu os cabelos asa de corvo.

- Podes dormir aqui – Sorri com simpatia apontando para o sofá.

- Eu fiz uma promessa! – Returquiu tornando a voltar-se para a saída. Segurei-lhe o braço e senti uma corrente elétrica manifestar-se no preciso local em que as nossas peles se encontravam. Inspirei fundo procurando acalmar todo o meu revolto interior. Malditas hormonas!

- Não faz mal, eu sei que a cumpririas se fosse necessário, mas não é, não esta. Dorme aqui por favor – Implorei com o olhar e senti-o ceder quando relaxou. Com suavidade pegou a minha mão e depositou um beijo nas costas da mesma. O meu rosto queimou e desviei o olhar.

Ele simplesmente riu indo deitar-se no sofá.

- Boa noite, pequena – O meu coração disparou no meu peito de tal forma que eu tinha a certeza que ele conseguiria ouvi-lo.

- Boa noite! – Balbuciei e fugi para o meu quarto.

Sonhei com intensas safiras durante toda a noite.

Fui acordada por pancadas secas na porta e um rosto loiro, ligeiramente abatido surgiu no meu espaço pessoal.

- Caroline, estás bem? – Perguntei, preocupada com o estado em que a minha amiga se encontrava.

- Podemos falar? – Pediu numa voz sumida. Com um gesto indiquei-lhe o lugar a meu lado na cama e ela sentou-se prontamente. Minutos passaram e eu cheguei a pensar que ela não diria nada mas por fim começou a falar.

- O Klaus, ele beijou-me… — Confessou. Naquele momento olhei cheia de pena para a minha melhor amiga e senti-me imensamente triste, como se eu pudesse aceder aos seus sentimentos. Nunca a tinha visto tão perdida como naquele momento, para mim era mais que claro que ela estava apaixonada mas entendia que ela não saberia lidar com aquilo, não depois de tudo.

- Care, não tens que ter medo dos teus sentimentos…

***

Ela não entendia, como podia entender? Ela sabia a história, mas não a tinha vivido.

Era incrível, único, perfeito e era apenas nosso. Aquele verdadeiro amor que te deixa sem fôlego a cada beijo, cada toque e até cada troca de olhares.

Felicidade imparável.

- Caroline – Chamou aquela voz doce que eu conhecia tão bem. Virei-me nos seus braços encarando-o aquele rosto lindo, de traços bem desenhados. Depositou um beijo na minha testa e o meu coração acelerou. Sorri de orelha a orelha e comecei a fazer um carinho no braço que me envolvia – Não era suposto guardarmo-nos para a lua-de-mel?

Ri e pisquei-lhe o olho.

- Guardamo-nos amanhã – Ele riu, um riso sempre lindo e mordisquei-lhe os lábios. Faltavam apenas seis dias, eu nem queria acreditar que estava quase na altura. Segurei a mão dele, o meu ponto de apoio porém senti toda aquela insegurança assolar-me de novo.

- Daniel? – Chamei evitando olhar aqueles olhos escuros. – Não achas que estamos a ser demasiado apressados? Temos apenas dezanove anos* e se nos arrepender-mos? E se não for o certo?

- Caroline, a única coisa que eu sei neste momento é que te amo e que quero passar todos os meus dias contigo, a amar-te a fazer-te feliz. Não achas que isso te parece mais que certo? – Corei ligeiramente e ganhei coragem para encarar aqueles olhos escuros.

- Parece sim! Amo-te tanto! – Atirei-me para cima de dele enchendo-o de beijos. Ele riu e retribuiu cada um deles.

- Eu amo-te, minha doce Caroline – Murmurou junto ao meu ouvido, repetindo as mesma palavras que todos os dias repetia. Se aquilo não era amor eu não sabia o que era então.

Era uma mentira, constatei apenas seis dias depois.

- Caroline, estás linda! – Sorri ao encarar o sorriso babado da minha melhor amiga e dama de honor.

- Eu sei, Elena, eu sei – Ela revirou os olhos e eu deitei-lhe a língua de fora. Estava nervosa, era verdade, mas também estava feliz, como nunca havia estado antes.

- Convencida, mas não deixa de ser verdade – Ouvi a voz da morena e segundos depois estava a abraça-la, ou melhor, a esmaga-la.

- Bonnie, vieste! – Abracei-a novamente, sentindo a minha felicidade aumentar ainda mais.

- Claro que vim. O teu casamento é mais importante que viajar pelo mundo.

- Oh! Abraço a três!

Abanei a cabeça, como se isso pudesse mandar embora aquelas lembranças. Como eu era ingénua.

- Tu não compreendes…

- Compreendo sim, Caroline! Tu tens medo, e é normal ter medo na vida mas temos que tentar superá-los. Só porque um idiota chapado te magoou uma vez não significa que outros façam o mesmo, não é? Eu adoro o Klaus como a um irmão e nota-se que ele te ama, mais do que qualquer outra pessoa. Ele ama-te, Caroline, de verdade! Consegues entender isso? Disseste-me que merecia ser feliz mas e tu? Não mereces? Corre atrás da tua felicidade, Care… Não o deixes ir embora, não deixes escapar esta oportunidade.

Fechei os olhos com força tentando segurar as malditas lágrimas. Ela tinha razão mas eu simplesmente não conseguia superar.

— Onde anda o teu futuro marido? – Um Matt raivoso invadiu o cómodo onde as três estavamos e encarou-nos à espera de uma resposta. – Então?

- Não sei – Dissemos ao mesmo tempo, franzi o sobrolho e encarei Matt preocupada. Como assim? Eles não sabiam de Daniel?

Ele suspirou frustrado e passou a mão nos cabelos loiros, nervoso.

- Já o procurei por todo o lado e nada. Ele disse que ia só fumar um cigarro mas já está desaparecido há quase vinte minutos e é necessário a presença dele no altar!

- Eu vou procurá-lo – Elena ofereceu-se ao ver que Matt estava prestes a desesperar. O loiro agradeceu e saiu provavelmente para beber um copo. Desconfiei que ela também se ofereceu para agradar o loiro.

- Onde é que ele pode estar? – A morena perguntou – Não te mandou nenhuma mensagem nem te ligou?

Procurei o meu telemóvel e vi que havia, de facto, uma mensagem porém de Marcus, o irmão de Daniel.

- Ele mandou-me uma mensagem do telemóvel do irmão, foi a casa buscar o telemóvel que se esqueceu.

Bonnie soltou um resmungo desagradado.

- Para que é que ele precisa do telemóvel agora?

- Eu vou lá buscá-lo!

- Eu vou contigo – Pedi encarando Elena que me olhava com má cara – Eu estou com um mau pressentimento, prometo que não saio do carro.

Ela finalmente acenou e sentei-me a seu lado no jipe de Damon. A viagem até nossa casa era rápida, uns dez minutos e estavamos parados em frente ao complexo de moradias. Elena saiu e, com as minhas chaves abriu a porta principal desaparecendo no corredor.

Aguardei apenas dois minutos até perder a paciência e seguir atrás dela.

Encontrei-a no corredor, pálida, parada em frente à porta fechada do nosso quarto.

- Elena?

- Caroline? O que é que estás aqui a fazer? Volta para o carro!

- O que se passa, Elena?

- Na-nada! – Ela gaguejou tapando a porta atrás dela. Apressei-me até à maldita porta fechada mas ela travou-me.

- Não queres entrar ali…

- sim, eu quero – Falei com determinação enquanto a afastava do meu caminho. Naqueles segundos em que esticava a mão para a maçaneta um milhão de terríveis cenários cruzou a minha mente. Morto, assassinado ou suicídio, desmaiado, drogado, alcoolizado. Mas nenhuma das possibilidades foi aquela que eu presenciei, afinal eu estava convicta que ele me amava e que ficariamos juntos para sempre.

Portanto eu nunca pensei na possibilidade de ele me estar a trair com a organizadora de eventos no dia do nosso casamento.

Não, eu não pensei nisso.

E nada me prepararia para aquilo, nada me prepararia para lidar com um coração despedaçado.

Segurei as lágrimas que certamente viriam com a lembrança apenas porque o sorriso de Klaus invadiu a minha mente.

Mas e se Klaus conseguisse consertar o meu coração? Num ímpeto que quase me derrubou percebi que ele já o começara a fazer.

Talvez, só talvez, eu me devesse atirar de cabeça para este sentimento estranho que abalava o meu peito.

- Eu mereço mesmo… Ser feliz, não é? – Ela apenas acenou não conseguindo esconder o sorriso enorme. – Tu também, Elena, tu também.

***

Damon estava sentando no sofá, numa pose descontraída porém percebi que estava preocupado.

- Podemos falar? – Pedi tocando-lhe no ombro. Ele olhou-me hesitante mas acabou por assentir. Sentei-me a seu lado e resisti à enorme vontade de me atirar para os braços dele. – Porque é que voltaste?

- Para cuidar de ti, de vocês! – Respondeu incisivo sem uma réstia de dúvida no olhar. Segurou a minha mão com cuidado e não relutei.

- E quem era a loira que estava contigo? — Ele revirou os olhos e respondeu prontamente.

- Apenas uma amiga, Elena. Mais nada — Não fiquei satisfeita mas prossegui o interrogatório.

- Então porque foste?

- Porque sou estúpido, Elena. E burro por ter deixado alguém como tu ir. Foram precisos inúmeros quilómetros de distância para por fim perceber que não sou ninguém sem ti e sem esses dois bebézinhos que crescem dentro de ti, os nossos bebézinhos. Eu quero, eu preciso de te amar! Como é que eu hei de existir sem ti? Não dá, não mais… Não aguento mais… Estar sem ti. Credo, é tão difícil! Não aguento… – Segurei as lágrimas ao sentir as dele caírem na minha mão. Ele chorava, Deus como chorava! Os olhos vermelhos transformados numa enorme cascata que não parava de verter água. Nunca havia visto Damon chorar, não desta forma. Tão perdido, tão só. O meu Damon.

Puxei a sua cabeça para repousá-la no meu peito e senti as suas lágrimas molhar o meu pijama, soluços atrofiados escapavam da sua garganta atrofiando a minha. Ele chorava alto. Uma cadência tão necessitada.

Abracei-o procurando confortá-lo, já haviamos sofrido demais. Esperei pacientemente que as suas lágrimas secassem e nem me importei com o seu abraço apertado, ele precisava daquilo.

Por fim pareceu recompor-se e encarou-me, ia começar a falar mas não permiti.

Beijei-o. Beijei-o como se as nossas vidas dependessem disso, como se não vivessemos tempo suficiente para desfrutar da companhia um do outro, vidas interligadas, unidas, criadas para se cruzarem. Felicidade. Amor. Paixão.

- Damon – Gemi quando a sua língua tocou sedutoramente a minha matando a saudade. Finalmente juntos.

As nossas línguas dançavam, provando e provocando. As suas mãos corriam livremente pelo meu corpo enorme e encontraram a barra do meu top de pijama, livrando-me dele. Seguiram-se os calções e as cuecas e eu estava nua diante aquele olhar faminto.

A consciência pareceu surgir de repente pois ele afastou-se escandalizado.

- Não podemos!

- O quê? – Berrei completamente inconformada e pior excitada.

- Podemos magoar os bebés, Elena! – Ele falou como se fosse bastante óbvio e eu fosse tapada. Revirei os olhos e tentei puxá-lo para mais perto. – Não! – Atirou-me as roupas e eu olhei-o irritada. A minha tesão era palpável.

- Ainda agora te perdoei e já estás a fazer merda? – Berrei completamente aborrecida com aquela situação. Eu sabia bem que não havia problema nenhum, porque é que o maldito não acreditava em mim? Deu-me vontade de agredi-lo até à morte.

- Eu estou a zelar pela segurança dos nossos filhinhos! — Retorquiu amuando. Ri-me ao constatar que eu ia ter que tomar conta de três crianças dentro de pouco menos de cinco meses.- qual é a piada? — Perguntou com um bico nos lábios.

- Tu! — E desatei a rir novamente ficando até com lágrimas nos olhos. Ele bufou mas acabou por rir comigo roubando-me até um beijo.

Tinha tantas saudades de sentir este tipo de felicidade, era incrível como o tempo não parecia sequer ter contribuído minimamente para que eu esquecesse aquela criança adulta. O nosso amor era indestrutível e finalmente estavamos juntos, desta vez para sempre.

***

- Já decidiram os nomes dos meus futuros sobrinhos? — Perguntou Caroline entusiasmada enquanto nos encarava do outro lado da mesa. Damon respondeu por mim dado que eu estava com tanta fome que não parava de meter comida na boca.

- Não. A Elena rejeita todas as minhas ideias! — Resmungou cruzando os braços sobre o peito.

- Provavelmente porque eram ideias péssimas! — A loira respondeu olhando Damon com superioridade. Ele ia retorquir mas parei de comer e fui mais rápida.

- Ele sugeriu o nome Patrícia** — Acusei apontando para o meu namorado.

- Credo, Damon! O que é isso?

- Eu gosto! — Rosnou fuzilando-me com o olhar.

- Claramente que eu vou ter que vos auxiliar nessa demanda... O que seriam vocês sem mim?

- Mais felizes! — Grunhiu Damon enquanto eu respondia:

- Nada!

- Até tenho uns nomes em mente — Caroline prosseguiu ignorando Damon. — Uns giros ao contrário dos que os Damon parece sugerir. Tanto para ele como para ela — Os olhos de Care brilharam de emoção e soube que ela seria uma excelente tia e ainda mais maravilhosa madrinha, sim, porque ela seria madrinha de um dos meus filhos, isso nem se discutia.

Atirei-me, exausta, para a minha cama em casa de Caroline com Damon a meu lado e estava prestes a seduzi-lo de maneira que ele se esquecesse da minha gravidez e me possuísse quando a maldita campainha tocou.

Caroline havia saído, provavelmente para nos deixar a sós. Revoltada fui abrir a porta. Estanquei quando um rosto loiro e bonito surgiu do outro lado, sorrindo nervosamente.

- Deves ser a Elena... — Ela comentou num tom simpático. Arqueei uma sobrancelha e encarei-a com superioridade.

- E tu és?

- Lexi, muito prazer — Ignorei a mão estendida entrando em casa para chamar Damon.

- A tua amiguinha está lá fora para falar contigo! — Resmunguei com ciúmes. Que grande lata vir até aqui e esfregar-me na cara que era importante para o meu Damon.

- Lexi? — O facto de pensar logo nela irritou-me ainda mais. — Vou ver o que ela quer.

- 'Tá — Respondi mal humorada sentando-me na cama. Ele depositou um beijo nos meus lábios e fui até à entrada. Sem que ele me notasse segui-o, escondendo-me atrás da porta para a sala.

- Lexi!

- Olá, Damon. Presumo que já tenham resolvido as coisas — Havia felicidade nas suas palavras como se ela realmente estivesse contente por nós, revirei os olhos para aquela falsidade toda.

- Sim, felizmente. Senti tanto a falta dela! — Sorri apaixonada ao ouvir as suas palavras.

- Eu sei. Bom era só para te dizer que vou regressar...

- Como assim?

- Damon, eu não vou ficar cá. Não conheço ninguém para além de ti e tens mais que fazer do que passear com a tua melhor amiga, tens uma família para cuidar. Tudo o que eu tenho está na Alemanha...

- Mas... Eu pensava que ias ficar comigo!

Ódio invadiu todo o meu sistema, porque é que ele queria assim tanto que ela ficasse? Era desnecessário. Ele tinha-me a mim, não precisava de uma loira plástica para nada.

- Desculpa, prometo que te venho visitar sempre que puder. Fica bem, Damon. Vou ter saudades.

- Eu eu tuas, loirinha, imensas. Obrigada por tudo.

Finalmente despediram-se e corri para a minha cama ficando exatamente na mesma posição que ele me havia visto na última vez.

- Ele vai embora... — Ele comentou abatido.

- E? — Não pude esconder o azedume nas minhas palavras.

- Estás com ciúmes da Lexi?

- Não!- Respondi rápido demais. Ele olhou-me espantando e começou-se a rir irritando-me — Qual é a piada?

- As tuas hormonas! — Acabei por rir com ele. Ele atirou-se para meu lado na cama e comecei a beijá-lo, esperando conseguir alguma coisa desta vez.

Infelizmente ele quebrou o beijo, afastando-se.

- Os bebés... — Bufei exasperada voltando-lhe as costas, completamente amuada e... cheia de tesão.

Leiam as notas finais (a parte do fim das notas finais... se isso faz sentido xD)

Notas finais
*Desculpem eu esqueci-me de referir, nos capítulos anteriores, que a Caroline era um ano mais velha que a Elena.

**Eu não tenho nada contra o nome, por isso espero que ninguém se sinta ofendido :)

E então? Finalmente descobrir a história de Caroline não é? :(

Elena perdoou Damon, YUPIIII ♥ E ele começou logo a fazer asneira, esse menino nunca muda, não é mesmo? ahahah!
Mas eles são uns fofinhos ♥

Elena com as hormonas aos saltos ahahah!

Cada vez mais próxima do fim a fic, não é mesmo? :((
Talvez tenha mais 5/6 capítulos ainda não sei bem... :(
Vou ter saudades!

LEIAM!!!!!!: Bom como alguns pediram Last Love já tem tumblr, ele ainda não está finalizado mas já tem lá os capítulos, fotos de alguns personagens e detalhes sobre o capítulo 6 :D Qq perguntam podem fazer por lá que eu respondo prontamente :) Em princípio atualizarei diariamente com detalhes dos capítulos postados e próximos capítulos, beijo ♥

Não se esqueçam de deixar review* Obg ♥