Promises
18 Capítulo 17 - Mais do que a minha própria vida
Notas iniciais
Por favor, espero que não me tenham abandonado! :c
Para vos compensar o capítulo é bem grandinho e tem hot :DDD uhuh^^ ~sou uma perva, eu sei kkk~
Queria também agradecer a maravilhosa escritora, EmilyPierce, por ter recomendado a fic, eu fiquei super maravilhada ao ler a sua recomendação, senti-me mesmo lisonjeada! muito obrigada fofa, ganhei o meu dia ♥
Este capítulo é dedicado a si :D
Passaram-se meses desde o incidente com Katherine, as gravações iam de vento em popa, assim como a minha relação meio clandestina com Damon. Tentavamos a todo o custo não ser vistos juntos em público, procurando magoar o menos possível Katherine mas começava a suspeitar que ela não estava a tentar esquecer o meu moreno uma vez que passava a vida a tentar aproximar-se dele. Não que isso me incomodasse propriamente, eu não tinha ciúmes, estou bem ciente do amor de Damon por mim e nunca duvidaria dele. As relações duradouras são baseadas em confiança, tal como a nossa. Mas ficava sempre triste por Katherine, pois ela corria atrás do impossível e isso apenas a iria magoar ainda mais.
Ele odiava-me, era um facto que eu tivera que aprender a aceitar, eu não a odiava mais, com toda a felicidade que me corria livre pelas veias não havia lugar para tais sentimentos vis. Resumindo, eu estava muito feliz.
As noites de paixão, procurando preencher o vazio deixando pelo afastamento propositado durante o dia, faziam a minha alma levantar voo e conhecer cada contorno do paraíso, decora-lo com a ponta da minha língua e provoca-lo com as minhas unhas como garras.
Mas enquanto eu procurava acalmar esta minha ansia de possuir Damon até ao amago todas as noites acabara por me esquecer de dar atenção a quem mais precisava, havia uma certa loira que sofria, neste preciso momento, à custa de um outro loiro e era por isso mesmo que eu iria agora mesmo encontrá-la, para tentar fazer por ela o mesmo que ela havia feito por mim quando eu pensara em desistir de Damon.
- Então? – Perguntei complacente assim que encontrei o seu olhar perdido e mortiço. Ela enrolava uma data de cabelos loiros numa mão procurando manter-se distraída através daquele gesto tão vulgar. – Como estás? – A minha amiga encolheu os ombros, sem saber bem o que dizer ou até mesmo o que fazer perante aquela situação desgastante em que ela se encontrava.
Abracei-a fortemente tentando transmitir-lhe um pouco da minha paz interior, era agoniante ver a minha melhor amiga naquele estado meio catatónico.
- Ele disse que me amava, Elena, com todas as letras – Admitiu olhando para um ponto vago qualquer. Parecia extremamente desorientada com aquela revelação, como se não estivesse minimamente à espera. Eu sempre achara o amor de Klaus bastante óbvio, aparentemente era a única – Eu-eu não soube o que dizer, deixei-o ir embora… Ele foi-se embora – Uma lágrima cristalina e solitária tentou verter delicadamente pelo olho azul de Caroline mas ela limpou-a furiosamente como que tentanto rejeitar os seus verdadeiros sentimentos por Klaus. Aquela lágrima representava saudade e consequentemente um sentimento mais forte também mas eu sabia que a minha amiga não estava pronto para lidar com algo dessa magnitude, Caroline ainda precisava de amadurecer muito no que toca a esse assunto.
- Caroline… — Comecei mas parei sem saber bem o que lhe dizer. Só queria que ela fosse esperta o suficiente para seguir os conselhos que me deu, mas creio que é sempre mais fácil dizer do que fazer. Independentemente da minha falta de destreza para consertar corações partidos tentei, ao máximo, ajudar aquela mulher que tanto fizera por mim. – Ouve atentamente está bem? Segue em frente. Tens que parar de viver agarrada ao passado com medo que cada imbecil te vá magoar como ele fez. O Klaus ama-te, como nunca ninguém te amou. És tola ao ponto de desperdiçar isso por medo? Quem vive constantemente com medo não chega a viver de todo. Tu mereces ser feliz, mais do que eu. Porquê não arriscas? Porque não tentas ir devagar e ver como corre?
XxX
- O que é isto? – Perguntei quando vi uma data de papeis a indicar uma miríade de locais encantadores, ideias para viagens turísticas espalhados na mesa de jantar. O meu herói olhava atentamente para dois folhetos que segurava nas mãos, alternando o seu olhar entre um e outro, formando uma carranca adorável no rosto.
- Estou a decidir onde vamos fazer férias – Suspirou derrotado pousando os folhetos na mesa e acentuando ainda mais aquela carranca. – Mas está a ser difícil — Sentei-me no seu colo, sorrindo docemente, e passei os braços em redor do seu pescoço, beijando com imensa ternura aqueles lábios lindos e carnudos. Aquela viagem que Damon falara iria se realizar mesmo, apenas tiveramos que adiá-la por causa das gravações mas agora que estavamos de férias era uma necessidade enorme sair do buraco onde viviamos, para que nos pudessemos entregar profundamente um ao outro, sem a preocupação de ferir os sentimentos alheios.
Passei a língua pelo contorno daqueles lábios pecaminhosos provando o seu sabor afrodisíaco, deliciando-me com aquela textura de seda que todas as noites me levava aos extremos. Ele sorriu contra os meus lábios em aprovação e, com as suas mãos másculas, percorreu a lateral do meu tronco esguio, descendo até pousá-las nas minhas coxas, apertando suavemente. Soltei um suspiro apaixonado e em resposta senti o meu lábio ser deliciosamente capturado por aqueles dentes brancos do meu anjo. O meu lábio foi sugado libidinosamente enquanto as suas mãos apertavam com mais força as minhas coxas e se deslocavam em direção ao interior das mesmas fazendo a minha temperatura corporal aumentar loucamente, só Damon me conseguia deixar naquele estado, completamente desamparada. Rapidamente as nossas línguas iniciaram um duelo sedutor e calmo, provocar e ser provocado. Porém não aguentamos aquela cadência muito tempo e passamos a devorar-nos mutuamente. A minha língua explorava cada canto daquela boca deliciosa e roçava-se com volúpia na sua língua rosada e molhada, experimentando aquele gosto sensacional.
Com uma mão, Damon deitou todos os papéis que se encontravam na mesa ao chão, não se importando com a confusão que criara. Haviam coisas mais importantes a decorrer.
Uma corrente elétrica passou por todo o meu corpo quando ele segurou fortemente as minhas nádegas e me sentou com uma certa urgência em cima da mesa. A mesa fria contra a minha pele escaldante serviu para me provocar ainda mais, fazendo-me soltar sucessivos gemidos de prazer. As suas mãos repousaram uma em cada lado das minhas coxas, em cima da madeira escura, e os seus lábios continuaram a provar-me descendo agora pelo meu pescoço, chupando delicadamente. As suas carícias faziam todo o meu corpo vibrar em resposta, aquecendo-me, levando-me ao limiar da loucura. Quando aquela boca sedutora chegou ao vão dos meus seios não consegui evitar um gemido rouco de anticipação. Damon livrou-se da minha camisa e sutiã sem grandes problemas e rapidamente tratou de cuidar dos meus mamilos enrijecidos que ululavam pela sua atenção desesperadamente. A sua língua contornou o esquerdo, enquanto uma das suas mãos se ocupava do direito, fazendo-me gemer desesperadamente o seu nome. Sabia que ele gostava do som do seu nome a escorrer de prazer pelos meus lábios inchados. A sua mão livre desceu lentamente a minha saia e as minhas cuequinhas de fio dental e antes que eu pudesse piscar os olhos eu estava completamente nua em frente a ele que ainda mantinha todas as peças de roupa a cobrir aquele corpo escultural, e isso era incrivelmente excitante. Ofegei roucamente ao ver o seu olhar cair com luxúria sobre o meu corpo, decorando cada detalhe da minha pele exposta. Mordi o lábio, sentindo-me subitamente envergonhada por estar a ser examinada com tanto detalhe.
- És linda, Elena – Murmurou ao meu ouvido, fazendo com que o meu corpo fosse percorrido por uma nova corrente elétrica. Agarrei-me fortemente ao seu pescoço beijando-o ardentemente, sendo consumida por uma ânsia incontrolável de senti-lo a deslizar contra mim.
- Damon – Gemi em protesto ao vê-lo afastar os lábios dos meus. Ele apenas sorriu de canto, como um menino travesso, e começou a beijar-me a zona do esterno, trilhando um caminho libertino até à minha virilha. Tornei a morder o lábio, impedindo-me de gritar quando a sua língua quente entrou em contacto com a minha intimidande latejante. Ele gemeu em aprovação ao ver o quão pronta eu estava para recebe-lo.
Agarrei naqueles cabelos negros como carvão, procurando não desfalecer sob o seu toque. A sua língua descrevia movimentos circulares em torno no meu clitóris e dois dos seus dedos grossos exploravam-me avidamente, deixando-me completamente à deriva naquele mar gigante de prazer no qual eu me encontrava.
- Damon – Gritei quando atingi o orgasmo ao sentir a minha zona de maior prazer ser encurralada entre os seus dentes.
Quando ele se aproximou de mim, com um olhar de predador estampado no seu rosto angelical, soube que ainda mal tinhamos começado. Segurei na barra da sua camisa e tirei-a rapidamente, seguindo-se as suas calças de ganga e os boxer escuros, deixando-o completamente exposto. Era a minha vez de aprecia-lo.
Saltei da mesa e passei as pontas dos dedos por toda a extensão daquele tronco musculoso, até chegar às coxas torneadas que me excitavam só de olhar. Ignorei propositadamente o seu membro pulsante, provocando-o ainda mais. Passei a língua em torno dos seus abdominais sentindo a sua dureza. Ele era um Homem com H grande, sem dúvida alguma. Damon gemia e contorcia-se sob o meu toque explorador, olhei-o e deliciei-me com a expressão de puro prazer no seu rosto.
O meu amor tinha os olhos fechados com uma certa violência e mordia o lábio inferior tentando não gemer. Mas isso não chegava, eu queria vê-lo gritar o meu nome.
Ajoelhando-me, mordiquei lascivamente aquelas coxas que me levavam à loucura e aproximei-me da sua virilha e estava prestes a dar atenção àquele enorme membro quando Damon me parou.
- Elena – sussurrou com esforço devido à rouquidão da sua voz – Não precisas de fazer isso… Eu sei que não te sentes confortável – O seu olhar encontrou o meu e vi a sinceridade presente naquele azul profundo. Levantei-me passando os braços pelos seus ombros e beijando-o carinhosamente no maxilar. Estava pronto para dizer-lhe que por ele eu faria tudo e mais alguma coisa quando ele me fez perder a linha de raciocínio ao unir com vontade os nossos lábios.
Numa questão de segundos eu estava novamente em cima da mesa e Damon posicionava-se à minha entrada, pronto para nos levar ao Paraíso.
- Eu amo-te, Elena, mais do que à minha própria vida – Murmurou ternamente junto ao meu ouvido. Sorri sentindo-me a mulher mais feliz do mundo por tê-lo a meu lado.
Beijei-o com paixão, demonstrando a extensão dos meus sentimentos através daquele ato.
A meio do beijo senti-o deslizar vagarosamente para o meu interior, fazendo-me gritar bem alto. Contraí-me em torno na sua intimidade ao senti-lo começar a mover-se. Damon provocava-me, entrando e saindo por completo, num cadência de ritmo que me fazia perder a noção do que era real.
Senti-lo preencher-me era a melhor sensação do mundo. Eu fora feita à medida do meu anjo, nós encaixavamos qual Romeu e Julieta, nascidos para que os nossos corações pudessem bater juntos, criando uma melodia única e nossa, a qual mais ninguém poderia escutar. Uni as nossas mãos e Damon inclinou-me ainda mais sobre a mesa, praticamente deitando-me.
Envolvi a sua cintura com as minhas pernas para que as suas estocadas pudessem ser mais profundas. Ele mantinha o mesmo ritmo lento, querendo prolongar o momento ao máximo.
Cada terminação nervosa do meu ser bradava ao senti-lo pele contra pele sem nenhum látex a incomodar. Agradeci mentalmente pela invenção da pílula.
Damon foi aumentando o ritmo dos seus movimentos. O atrito dos nossos corpos era o suficiente para me levar ao expoente da insanidade. O barulho do seu corpo a chocar violentamente contra o meu era uma sensação completamente de outro mundo. Toda a volúpia que sentiamos fazia-nos apressar ainda mais os movimentos dos nossos corpos, sincronizados, tal como as batidas dos nossos coraçãos jovens.
Capturei os seus lábios mas rapidamente os libertei quando se tornou difícil beija-lo e gritar o seu nome ao mesmo tempo ao atingir o máximo prazer possível.
- Damon – Clamei ao explodir em torno do seu membro hercúleo que me preenchia por completo. Com mais umas estocadas profundas, Damon derramou-se no meu interior e abateu-se sobre mim, não aguentando a prazer de sentir todo o meu centro contraír-se violentamente apertando a sua intimidade, completamene ofegante.
Beijei os seus cabelos suados e passei os dedos por aqueles fios lindos e suaves.
- Eu também te amo, mais do que a minha própria vida – Murmurei lembrando-me que não lhe havia respondido quando ele me dissera aquelas mesmas palavras, que aqueceram o meu coração.
XxX
- Vamos tomar banho? Juntos? – Perguntou Damon com um sorriso matreiro no rosto depois da sessão erótica que haviamos tido por toda a casa. Eu estava exausta, a feder a sexo e sim, precisava desesperadamente de um banho relaxante. Abracei-o pela cintura, por trás do seu tronco enorme, e inspirei o seu aroma delicioso misturado com o forte cheiro a suor, esperma e toda essa combinação carnal.
Ainda abraçada a ele, fomos até ao chuveiro enorme da sua casa-de-banho e senti toda a tensão simplesmente evaporar-se dos meus músculos ao sentir aquele jato de água derramar-se sobre a minha pele quente.
Damon agarrou na sua esponja, deitou-lhe gel de banho, e começou a esfregar-me as costas carinhosamente. Suspirei ao senti-lo beijar ternamente a parte de trás do meu pescoço, após desviar o meu cabelo.
O meu amor trocou a esponja pela própria mão, encharcando-a de gel, e deslizando-a até aos meus glúteos, apertou-os suavemente, enviando sinais prazerosos que percorreram todo o meu corpo. A sua mão descia agora pelo meu umbigo, em direção à minha intimidade e eu encostei-me às suas costas. Percebi que tinha um volume enorme entre as minhas nádegas e olhei-o chocada.
- Como é que, depois de tudo o que fizemos, ainda consegues levantar essa coisa gigante? – Perguntei com assombro. Ele riu e deu-me um beijo estalado na boca.
- A culpa é tua. Deixas-me fora de mim – Ronronou fazendo beicinho. Era a minha vez de rir.
Mas o clima descontraído rapidamente ficou tenso, a nossa excitação era palpável e o meu olhar caíu sobre o seu enorme membro, que pulsava com desespero.
Damon estava prestes a levar a sua mão à minha intimidade mas impedi-o, era a minha vez de o fazer sentir prazer. Por ele eu faria tudo e mais alguma coisa.
Ele percebeu a minha intenção e olhou-me com um aviso estampado no rosto.
Beijei-o ternamente e segurei o seu rosto olhando-o nos olhos.
- Eu quero faze-lo, Damon, por favor – Ele acentiu brevemente e encostou-se à parede do box, fechando os olhos, antecipando libidinosamente o que aí viria.
Ajoelhei-me colocando-me em frente ao seu órgão sem saber bem por onde começar, mas decidi seguir os meus instintos.
Agarrei a base do seu pénis e comecei a fazer movimentos lentos de vai vem, Damon gemeu em resposta incentivando-me a continuar. Aumentei a velocidade das minhas carícias e quando achei que ele estava prestes a gozar parei abrutamente fazendo-o olhar com desespero. Sorri-lhe travessa e passei a língua por toda a extensão do seu membro hercúleo.
Damon ofegou como um cavalo cansado e agarrou, com pouca força, nos meus cabelos, guiando-me até onde ele queria.
Envolvi a sua glande com os lábios, sugando avidamente, fazendo-o estremecer e gemer delirante o meu nome. Era simplesmente o momento mais erótico e excitante que eu jamais vivera.
A expressão de prazer no seu rosto enquanto eu lhe dava prazer, os pequenos tremores do seu corpo, as palavras sem nexo balbuciadas por todo o seu desconcerto, as mordidelas lascivas nos seus lábios, a maneira como os músculos do baixo-ventre se contraiam perante o meu toque, os gemidos impudicos meio contidos. Tudo isso era por demais sedutor, a personificação da tentação.
Continuei a suga-lo, desta vez num movimento nada cadente, que o fazia gemer o meu nome como se não houvesse amanhã.
- Elena – Ele gemia completamente desamparado – Eu vou… ah! – Exclamou, derramando-se na minha boca. Engoli o máximo que pude mas algum daquele líquido saboroso escorreu pelo canto da minha boca, caindo nos meus seios desnudos e empinados. Lambi os lábios, olhando-o com luxúria, provocando-o e antes que tivesse noção do que estava a acontecer eu já estava deitada na banheira e Damon levava-me novamente ao paraíso com a sua boca talentosa.
XxX
Abri os olhos sendo completamente cega pela claridade que invadia o quarto. Ergui o tronco na cama, sentindo cada músculo protestar. Eu ainda estava exausta depois do dia anterior, não que me importasse muito com isso.
Levantei-me a custo e dirigi-me até à cozinha onde Damon cozinhava algo que, pelo cheiro, deveria ser delicioso. Nu da cinta para cima aquele anjo fazia panquecas com mirtilos para me mimar.
- Bom dia – disse alegre beijando as suas costas. Ele voltou-se encurralando-me nos seus braços.
- Bom dia, princesa – Murmurou capturando os meus lábios com gentileza. – Espero que gostes de panquecas.
- Amo – Sorri e aproximei-me do balcão, pronta a roubar uma das panquecas mas fui impedida pela mão gigante de Damon.
- Nem pensar, menina. Tenha paciência e espere educadamente como uma senhora – Ele brincou. Cruzei os braços sobre o peito fazendo biquinho. Ele riu e deu-me um estalo no rabo, indicando que eu me fosse sentar na mesa.
Rapidamente as panquecas estavam prontas e nos comiamos calmamente.
- Espero que saibas que já decidi onde vamos, amor – Damon anunciou olhando-me de esguelha. A curiosidade invadiu-me por completo e olhei-o extasiada.
- Onde? – Perguntei sorrindo de orelha a orelha.
- Surpresa – Semicerrei os olhos, fuzilando-o. – E não faças essa cara que não te vou dizer, Eleninha. Partimos em dois dias.
Arqueei as sobrancelhas insatisfeita com a sua resposta, a curiosidade corroía-me e eu parecia uma criança na vespera de Natal.
- Mas Damon… — Fiz beicinho e olhei-o fingindo-me muito triste, ele apenas riu e beijou-me ternamente antes de se levantar para arrumar a cozinha.
- Nem mas nem meio mas! Ah, e leva roupas frescas e muitos fatos de banho – Anunciou já da cozinha enquanto eu corria para o quarto para preparar a minha mala. Já imaginando mil e uma ilha paradísiacas.
Mal podia esperar para realizar a viagem.
Notas finais
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Beijão e até ao próximo capítulo*
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