Prometida - EM REVISÃO
19 Revelação
Notas iniciais
Estava com saudades de postar, mas estou meio que atolada de provas, trabalhos etc. Sei que todos que leem a fic entendem, pois também estudam! rs. Logo essa maré chata irá passar e creio eu que poderei me dedicar novamente a fic 100%.
Antes de vocês começarem a ler este capitulo gostaria de me expressar um pouco.
Bom o que acontece é que ultimamente aqui no NYAH vem caindo muito o conteúdo das fic e a cada dia veem postando coisas repetitivas. Acho que todos são bem criativos e capazes de criar algo inovador, que prenda a atenção dos leitores. Quando o conteúdo da fic não é ruim, as que são boas quase nunca são postadas, isso é muito ruim, acho que se fizemos uma base, o site está cada vez menos visitado. São fics repetitivas, escritores que quase não postam, sei da dificuldade que de repente tenham, mas posta de mês em mês já é demais, alguns abandonam, etc. Isso é muito ruim, pois apesar de escritora também sou leitora e não gosto de ver isso acontecer com as fics que eu gosto. Então peço a todos que conscientize seus leitores favoritos sobre isso, e de dicas para aqueles que estão fazendo o casal SASUSAKU perder o brilho nas fics óbvias. Obrigada pela atenção.
Sasuke abriu a porta do quarto de Sakura, precisava falar com ela a sós e não teve oportunidade quando os olhos de seus pais estavam sobre si. Sabia que aquilo era errado e muito arriscado, a adrenalina corria desesperada pelas suas veias ao imaginar somente a possibilidade de seu pai o pegar em flagrante.
Viu o rosto espantado de Sakura e pediu que ela ficasse em silencio, fechou a porta atrás de si e a trancou.
– O-o que está fazendo aqui? – sussurrou, puxou o lençol até seu pescoço para cobrir seu corpo dos olhos de Sasuke, tudo aquilo era muito intimo para a mesma e somente em estar naquele cômodo comprometedor, sozinha com ele a fazia corar violentamente.
– É...não precisa ficar nervosa, só quero...conversar – apresou-se em dizer.
– Está louco? Se nos pegam aqui estamos perdidos.
– E não vale o risco? – Sasuke sorriu malicioso, andou lentamente até a Sakura e sentou a seu lado na cama. O coração de Sakura parecia que iria sair pela boca a qualquer momento.
– Na-não podemos...
– Shiii...- Sasuke a interrompeu colocando seu dedo na boca de Sakura, não a permitindo continuar. – Eu quero conversar com você. Primeiro escuta tudo que eu tenho pra dizer, depois você fala está bem? – Sakura sem desviar os olhos dos do moreno assentiu. – Depois de amanhã eu irei com o Takahashi para o mundo dos dragões para meu treinamento, vou me esforça bastante pra ficar o mais forte possível e sempre proteger você. Sei que está triste por eu ir e acredite, eu também estou, mas estou tentando ver à coisa por um lado bom.
– O que ha de bom em ficarmos longe um do outro? – perguntou triste
– Talvez você não tenha notado, mas as coisas mudaram bastante entre a gente. – Sakura abaixou a cabeça – Você mudou, eu mudei.
– Mas não para ruim.
– Eu sei, mas nesse momento é ruim. Há certas coisas que são meio...difíceis de controlar – suspirou – não acho bom conversamos sobre isso agora.
– Por quê? Eu quero saber de tudo que você pensa.
– Porque eu não sei se poderia. – serrou os punhos
– Por favor. – pediu ela suplicante. Sasuke fechou os olhos ao ouvir a voz manhosa, seu coração batia rápido. Quando caia em sua consciência de que estava naquele quarto sozinho com ela, sem ninguém para atrapalhar, com os corpos tão perto...
– Você me deixa louco. Eu quero estar com você de outra maneira entende? – Sakura arqueou as sobrancelhas diante daquela revelação, baixou a cabeça envergonhada. – só de estar aqui, me deixa agoniado, por isso precisamos ficar longe um do outro, porque eu sei que não vou agüentar por muito tempo e não quero decepcionar meu clã e nem desrespeitar você e sua família.
Sasuke sentiu como se um peso tivesse saído de suas costas ao contar tudo para Sakura, já a rosada se sentia culpada por todo sofrimento que o moreno estava passando e pelo sacrifício que ele escolhera fazer para o bem de todos. Isso a deixou envergonhada, pois não havia pensado que ele estava sofrendo com tudo aquilo e do quanto ele estava disposto a fazer para se tornar melhor e orgulhar a todos, sempre pensando em todos, enquanto ela pensava apenas em si mesma.
– Entendo – sussurrou. Sasuke levou a mão até o rosto corado da menina e o levantou delicadamente, fazendo com que ela olhasse em seus olhos.
– Apesar do tempo, nada que eu sinto por você irá mudar. Eu te amo e sempre vou te amar, não importa a distancia ou o tempo que levar pra nós ficarmos juntos realmente, eu sempre vou amar você a mais ninguém. – Sakura sorriu minimamente e o abraçou forte. Afundou seu rosto no peito do moreno e permitiu que mais uma lágrima caísse, mas essa era de felicidade.
Sasuke puxou o rosto de Sakura para cima, e a beijou sem demora. Aquele beijo foi diferente te todos, foi agressivo e forte, Sasuke a beijava como se quisesse se fundir a ela, suas línguas dançavam uma com a outra, Sakura tentava acompanhar o ritmo lento, mas constante e firme do moreno, estava a deixando sem ar e a cada segundo era como se uma chama estivesse ganhando vida dentro de seu corpo, ia da ponta dos dedos de seu pé e subindo, concentrando no centro de seu corpo.
Sentiu uma sensação maravilhosa, aquele beijo era maravilhoso pra ambos. Sasuke se surpreendeu quando Sakura entrelaçou os dedos em seus cabelos, o puxando para ela, querendo que ele desse mais, exigia mais. O moreno estava quase à beira da loucura, a boca quente, e doce de Sakura o enlouquecia, forçou seu corpo para cima do da rosada, assim ficando por cima dela. Colocou a mão na cintura fina e delicada de sua noiva e a apertou com luxuria, sedento para arrancar aquele lençol, as roupas que lhes cobriam o corpo e finalmente se tornarem um só. Pararam de se beijar, finalizando com uma mordida leve que Sasuke deu no lábio inferior da menina, mas logo depois passou sua atenção ao pescoço, puxou levemente o lençol para baixo, assim podendo ver aquela parte do corpo da rosada, roçou o nariz ali, apreciando o cheiro doce, e hipnotizante que ela tinha.
– Não para — pediu ela. Sakura estava embriagada com as sensações que Sasuke estava lhe proporcionando. Desejava que ele continuasse, mas ao mesmo tempo em que ele parece com aquela tortura. Aos sentir a língua quente do moreno em seu pescoço, não hesitou em gemer, seu gemido fez com que ele prensasse o corpo ainda mais contra o dela, seus cabelos a cada segundo ficando úmidos e grudavam em sua testa e pescoço, o calor cada vez mais infernal, suas pernas bambas e fracas a deixavam furiosa de certa forma, por não ter controle de seu corpo, que desejava algo desconhecido por ela.
– Eu preciso de você – disse ele, sua voz estava mais rouca que o normal, fez Sakura se arrepiar da cabeça aos pés – seu corpo me deixa louco, sua voz me faz perder a sanidade, meu corpo parece que está prestes a pular de um abismo.
– E-eu quero você – disse nervosa. Isso fez com que Sasuke caísse em si e levantou alarmado de cima da garota, que ficou confusa e corada, na cama.
– Me-me desculpe, não podemos – disse entre dentes. Passou a mão nervosamente pelos cabelos agora mais rebeldes, se amaldiçoando por ter quase perdido o controle, se é que não havia perdido – acho melhor nós...eu preciso ir. – apressou-se em sair daquele quarto antes que o fogo dominasse seu corpo novamente e sabia que não poderia resistir se continuasse ali.
Sakura continuou ali, olhando a porta se fechar. Quando finalmente se sentiu sozinha ali, mesmo com o cheiro de Sasuke impreguinado em seu quarto, sua respiração ofegante era o único som ali, mas ela podia jurar que seu coração poderia ser ouvido caso alguém estivesse ali. Libertou-se do lençol e puxou seus cabelos para fazer um coque, levantou-se cambaleante da cama e foi até a janela, pode ver o lago e a lua ser refletida ali, mas o que lhe chamou atenção foi Sasuke caminhando até lá e se sentar no píer que havia ali, parecia que ele sabia que ela estava ali na janela o olhando, o moreno olhou na direção da janela do quarto da rosada e seus olhos se encontraram, Sakura contornou os dedos nos lábios inchados sem tirar os olhos do moreno que também a encarava com a mesma intensidade, logo depois, pois a mão na janela, uma forma de querer o tocar. Ele por sua vez abaixou a cabeça ao ver aquele ato, triste, pois ambos estavam sofrendo por algo que era o melhor para ambos, isso era o que pensavam, mas será que estavam realmente certos?!
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