Promessas Inquebráveis - HIATUS
5 Primeiro Namorado
Notas iniciais
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Mas a coisa chata do negócio é que a cada outtake eu sinto o número de comentários diminuírem... Saibam que o comentário de vocês é o que me dá gás para escrever - mesmo com o pulso doendo e com uma o/s para terminar até o dia 8.
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Enfim, espero que vocês gostem desse quarto outtake, o que acontecerá de agora em diante é uma surpresa até para mim. Surgiram nas reviews alguns pedidos para que eles fiquem um pouco mais velhos e isso, talvez, aconteça no próximo outtake. Vocês concordam?
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Boa leitura! :)
Outtake IV — Primeiro Namorado
[...]
— Eu não acredito! — berrou Alice.
Olhei feio para ela porque com seu ato inconsequente ela havia atraído à atenção de todos os alunos — inclusive a educadora — para nós duas. E, se havia uma coisa que eu detestava mais do que brócolis era ser o centro das atenções. Mas é claro que Alice não entendia isso.
— As senhoritas querem continuar essa conversa interessantíssima lá no pátio? — a professora de cálculos nos perguntou.
— Não, senhora — murmurei antes de dirigir um olhar maligno para a minha companheira de dupla.
— Mais tarde você não me escapa Isabella! — Alice cochicha antes de voltar a sua atenção para o caderno.
O intervalo seria longo demais, eu conseguia pressentir. Eu sabia que não deveria ter contado para Alice que eu havia beijado um garoto. Ela iria vir com um bombardeio de perguntas e meu cérebro não iria conseguir assimilar — muito menos responder às suas questões. Alice pode ser muito curiosa quando emprega seu tempo nisso.
Eu estava em estado de "mute" na sala de aula, porque a educadora falava, gesticulava, mas tudo o que povoava a minha memória era Edward. Suas mãos entre as minhas, seus lábios sobre o meu, ele dizendo que gostava de mim e eu derretendo em seus braços.
Nós não nos encontramos no dia seguinte; ele precisava voltar para Port Angeles porque descobriu que tinha um trabalho pendente para entregar logo na segunda-feira pela manhã. Fiquei triste, é claro, mas eu o entendia já que Edward parecia ser focado em seus estudos e eu não queria ser o motivo de sua distração. Mesmo ele sendo o motivo da minha.
[...]
— Quer dizer que você beijou um garoto? — Alice me pergunta.
Estávamos sentadas em uma mesa mais afastada de todo o refeitório. Ainda nem havíamos ido buscar o nosso lanche. Alice só me liberaria da inquisição quando eu respondesse tudo o que ela queria.
Suspirei.
— Sim — respondi.
— Detalhes! — ela mexe suas mãos descontroladamente. — Eu preciso de detalhes!
— Não tem nada o que detalhar. Ele simplesmente me beijou.
— E eu o conheço? Ele é daqui da escola? Bella, não me diga que seu primeiro beijo foi Mike Newton! — seu olhar é desesperado.
Mike Newton tem me cercado desde o começo das aulas, mas ele jamais teve qualquer chance comigo. Principalmente agora que eu conhecia Edward e estava com quase absoluta certeza de que eu estava apaixonada por ele. Quase não; eu tinha certeza absoluta assim como tenho que 1 + 1 é igual a 2.
— Lógico que não! — neguei rapidamente. — Ele não é da escola.
— Um vizinho, talvez? Deixe-me pensar...
— Ele não é de Forks — esclareci antes que Alice tentasse encaixar todos os garotos que moravam em Forks como o dono do meu primeiro beijo.
— Não? — insiste.
— Não. — confirmo. — Ele é de Port Angeles.
— E como você o conheceu? — Alice é persistente demais. Algumas vezes isso era bom; outras eram horríveis. Como agora.
— Naquele mesmo dia que eu fui para Port Angeles com Renée. Se você não fosse tão preguiçosa e estivesse comigo você iria conhecê-lo — acusei.
— Para ficar entre vocês dois? Não mesmo! — ela fez um bico.
— Tudo bem, Alice. Como foi a sua aula de Literatura? — perguntei.
— Não tente mudar de assunto, Bella! — ela aponta o seu dedo indicador para mim. — Eu ainda não estou conformada em você ter beijado primeiro que eu! Eu sou mais velha que você!
— Por seis meses — lembro.
— Tanto faz — ela recolhe seu dedo, colocando os braços em torno do peito. — Continuo sendo a mais velha.
— Alice... — eu começo um novo assunto, insegura. — Eu queria te perguntar algo.
— Que não seja sobre Tyler e seu bilhete estúpido, você pode me perguntar qualquer coisa.
— Tudo mesmo? — insito. Ela confirma. — Você nunca me contou sobre o seu irmão.
Alice enrijece. Ela fica muda por uns instantes e eu começo a acreditar que ela vai ignorar a minha questão. Mas depois do seu silêncio, ela começa a falar.
— Nós nunca falamos sobre isso. É quase um tabu falar sobre a mamãe e o garoto que é o meu irmão.
— Você nunca teve contato com eles? — pergunto novamente. Espero não estar sendo indiscreta demais, mas eu preciso saber se Edward e Alice são irmãos, como eu piamente desconfiava. O mundo era realmente pequeno. Na verdade, os limites entre Forks e Port Angeles que eram pequenos demais.
— Não sei — ela lamenta. — Talvez quando éramos pequenos, mas eu realmente não sei ou talvez não lembre.
— Eu não entendo porque vocês não mantém contato. Digo, há muitas famílias divorciadas, mas nem assim os pais proíbem os filhos de se relacionarem. Veja, por exemplo, Seth e Leah. São criados por pais divorciados, como você, moram com pais separados, mas mantém contato; tanto com os pais quanto com o outro irmão.
— Mas é diferente, Bella — Alice diz com um semblante triste. — Sue não fugiu com outro homem ainda por cima levando embora um filho do atual casamento.
— Oh! — é o que eu consigo dizer. Minha boca está escancarada e eu nunca, jamais conseguiria imaginar que o motivo da ruptura entre o casal Cullen fosse esse.
— Tudo o que eu sei é que esse meu irmão é mais velho, por dois anos. Talvez minha mãe não goste de mim, eu não sei. Isso aconteceu logo após o meu nascimento, sabe?
— Sinto muito Alice — murmuro.
Sinto-me imediatamente culpada por ser a causadora daqueles olhos tristes, azuis e opacos de Alice.
— Ao menos eu tenho um pai que me ama e uma melhor amiga — ela sorri, mas sei que ela não está vibrante de felicidade.
Depois de tanto tempo sendo amigas, consigo reconhecer quando o sorriso que brota nos lábios de Alice é de pura felicidade ou apenas uma obrigação. E naquele momento estava sendo a segunda opção.
[...]
Quando cheguei da escola, encontrei a casa silenciosa. Charlie deveria estar na delegacia e Renée provavelmente na casa de suas amigas, tricotando. Ou seja, falando sobre a vida alheia. Subo as escadas em direção ao meu quarto, jogo a minha mochila em cima de uma cadeira de balanço e me jogo na cama. Abro o meu travesseiro, pescando o meu diário e nele eu conto às descobertas que eu fiz naquele dia.
Eu estava me sentido uma poderosa investigadora e se eu não fosse menor de idade, poderia até enviar o meu currículo para alguma indústria cinematográfica. Melhor ainda, ao invés de trabalhar na ficção eu poderia trabalhar numa empresa real. A CIA por exemplo. Balanço a minha cabeça, tentando jogar para fora aqueles pensamentos insanos. Logo após terminar de escrever o meu relato, pus-me a pensar no que eu faria a seguir.
E se Edward e Alice fossem realmente irmãos? Será que Alice permaneceria sendo a minha amiga se descobrisse que eu estava apaixonada por ele? Será que ela ficaria chateada comigo? Talvez não. Além de não conhecer a sua história, eu não sabia que existia alguma chance maior que zero de eu ocasionalmente encontrar o irmão da minha melhor amiga, em Port Angeles.
Distraída, eu nem percebo o momento que adormeci.
[...]
Eu tenho ficado ansiosa pelos finais de semana depois da visita de Edward. Contudo, pelo segundo final de semana que eu espero por uma visita sua e não recebo. Começo a me preocupar com a sua ausência. Eu tenho sentido a sua falta, muito.
Quando eu comecei a me atentar realmente com a súbita demora de Edward em ir até Forks, o destino parece colaborar comigo, pois surge uma oportunidade de eu ir até a cidade vizinha.
— Se comporte Isabella — foram as últimas recomendações de Renée.
— Divirta-se — disse o meu pai.
Ele não se preocupava se eu fosse me comportar mal, me sujar ou até mesmo me machucar; o que importava para Charlie era que eu me divertisse.
— O ônibus sairá em trinta minutos, Bella, se apresse! — Alice batia seus pés cobertos por uma bota incansavelmente no piso de madeira.
— Já estou quase pronta — terminei de colocar alguns mantimentos dentro da mochila.
A escola havia promovido um passeio até a cidade vizinha para fazer alguma coisa que eu não prestei atenção, porque eu estava alucinada demais com o preparativo para, quem sabe, reencontrar o meu amor.
Duas horas depois nós estávamos chegando à Port Angeles. Eu tinha que arrumar uma forma de fugir do monitor para ir procurar Edward na quadra esportiva do parque. Não estava sendo uma tarefa fácil, contudo.
Havíamos recebido um cartão de identificação com um número e estávamos alinhados de acordo com essa sequência. Eu estava distante demais de Alice, e talvez por uma vingança do azar, quem estava ao meu lado era ninguém menos que Mike Newton.
Ele poderia até ser bonito, com aquela face angelical, cabelos loiros e olhos azuis. Mas o meu coração não havia espaço para uma segunda pessoa. Edward ocupava todo o espaço, e não aceitava nenhum concorrente.
— Ei, Mike — murmuro para ele. Acho que ele não conseguiu me ouvir. O monitor estava fitando os alunos, explicando o propósito da ida até Port Angeles e o que nós aprenderíamos de diferente naquela aula extra.
Nervosa com a demora, eu dou um beliscão no Newton.
Ele se assusta. Olha mal-humorado para o garoto que está ao seu lado.
— Mike! — pronuncio mais alto dessa vez.
— Ah, é você Bella — ele imediatamente sorri.
Eu quero vomitar.
Ele acha que estou o cortejando.
— Eu preciso da sua ajuda — informo.
— Para quê? — pergunta desconfiado.
— Preciso ir até o parque, mas o monitor não pode nem desconfiar.
— E por que eu faria isso? — ele cruza os braços.
— Por favor... — faço a melhor expressão triste que consigo.
Dá certo.
— Tudo bem — ele cede. — Você está me devendo uma.
[...]
— Bella, o que você vai aprontar? — Mike pergunta.
Ofereço-lhe o meu olhar mais inocente.
— Nada! — nego forjando ultraje. — Está vendo aquela barraca alí? — aponto sorridente para a mesma barraca que comprei um sorvete da última vez. Todavia, o motivo da minha alegria não é o homem bruto que me atendeu, mas porque eu já havia conseguido localizar Edward. Ele não estava jogando naquele dia, estava no banco de reserva apenas observando o jogo. Notei algo diferente nele, mas não soube identificar o que era. Ele ainda não havia me visto, eu acho. — Aquele sorvete é ótimo, eu não poderia vir para Port Angeles e não comprá-lo!
— Então vamos comprar logo e voltarmos rapidamente para o ônibus — ele orienta dando os primeiros passos em direção à barraca.
— Não! — seguro sua camisa. Mike regressa. — Não tão rápido, ainda preciso... preciso... preciso comprar uma coisa no supermercado.
— Eu vou com você — oferece novamente.
— Você ficaria envergonhado, Mike. E coisa de menina.
— Deixe de ser boba, Bella! — ele gargalha.
— Então siga em frente, vamos ao mercado comprar pacotes de absorventes. Seria até melhor, já que você os carregaria para mim! — sinto o gosto da vitória em minha língua. Mike arregala os seus olhos.
— Tudo bem, eu volto para o ônibus, mas não demore. Estaremos partindo às onze da manhã, esteja lá até dez e meia.
Espero Mike sumir do meu campo de visão para ir até Edward. Ele está de costas para mim, mas seu cabelo era irreconhecível. Quando o loiro sumiu da minha visão, caminhei com o coração quase saindo pela garganta de tanta ansiedade. Edward não percebeu a minha aproximação. Para a minha sorte não havia ninguém ao seu lado, caso contrário eu ficaria tímida demais.
Cheguei por trás dele e coloquei minhas duas mãos sobre os seus olhos, impedindo a sua visão. Consigo perceber que ele tenciona os músculos. Será que ele sabe que sou eu? Será que ele reconhece o meu toque? Perguntas como essas me invadem a mente, mas tudo evapora como a mais fina camada de fumaça quando ele ergue as mãos para afastar as minhas.
Ele então seus lábios se abrem e eu derreto em seus braços — mais uma vez.
— Bella? — ele pergunta.
Meu coração é um carro de corrida. Estou oferecendo uma Fórmula 1 dentro do meu peito e não sabia. Ele me reconheceu. Um sorriso invade os meus lábios.
Será possível que eu posso estar mais apaixonada agora do que há cinco minutos?
Retiro as mãos que cobrem a sua visão. Sento-me ao seu lado.
— Oi. — murmuro sorridente.
— Bella? — ele pergunta novamente. Será que ele está como eu? Será que ele pensa que eu sou uma visão, uma utopia? — O que faz aqui?
— Eu poderia mentir dizendo que vir até aqui apenas para te ver, apesar de eu estar aqui para vê-lo, mas eu estou em um passeio da escola.
Ele olha aos arredores.
— Eu fugi — confesso.
— Você não podia fazer isso — ele está me repreendendo claramente, mas há um sorriso em seus lábios. Ele está feliz com a minha visita.
— Eu estava com saudades — confesso.
— Desculpe não ter ido para Forks nos últimos finais de semana, mas é que haverá um torneio em Seattle, em duas semanas. O treinador está pegando pesado com o time.
— Tudo bem, eu entendo — deito minha cabeça em seu ombro.
Edward coloca suas mãos em torno da minha cintura. Estou satisfeita com a sua atenção.
Reparo que de repente o campo fica silencioso. Quando eu cheguei estava uma gritaria por parte dos jogadores e da torcida, mas naquele momento até o som de passarinhos poderiam ser ouvidos.
Edward parece perceber o que mesmo que eu.
— Idiotas — consigo ouvir Edward murmurar.
— O que aconteceu? — pergunto para Edward.
Quando encaro o campo estão todos — absolutamente todos — nos encarando. Sinto as minhas bochechas pegarem fogo. Será que fiz algo errado?
Há um garoto — ele parece ter a idade de Edward — correndo esbaforido em nossa direção. Edward me aperta um pouco mais forte e eu imediatamente escondo o meu rosto em seu pescoço.
— Eu... eu... eu... eu... — ele tenta formar uma frase, mas a sua respiração está acelerada. Provavelmente por conta da corrida. — Eu não consigo acreditar no que eu estou vendo! — grita o rapaz entre arquejos.
Jamais revelo o meu rosto. Estou um pimentão.
— Saia daqui, Emmett — Edward comanda.
— E perder a oportunidade de conhecê-la? Jamais! — o garoto diz entre sorrisos.
Conhecer? Conhecer quem? Que garota?
— Emmett... — começa Edward.
— Você esteve falando sobre essa garota há mais de três meses! — ele acusa.
Edward tem comentado com seus amigos sobre uma garota? Sinto-me mal de repente. Quero fugir de Edward. Quero ir para a minha casa e chorar o oceano que está preso dentro de mim.
— Emmett... — Edward tenta outra vez. Acho que ele está avisando para Emmett interromper o assunto, porque eu não posso ouvir sobre a outra garota.
— Pare de esconder a Bella! — fico assustada porque ele sabe o meu nome. Como ele sabe o meu nome? São perguntas jamais verbalizadas.
— Não estou a escondendo... — justifica.
— Hey! — sinto um cutucão em meu ombro.
Viro o pescoço para encará-lo, mas ele está próximo demais e eu volto a me esconder.
Eles acham graça do meu ato porque começam a rir.
De mim.
— Está tudo bem, Bella — Edward me conforta.
— Não vou mordê-la baby.
Quando finalmente criei coragem para fitar o garoto, que descobri se chamar Emmett, por fim descobri que a garota que ele se referia era eu o tempo inteiro. Foi confortador para eu saber que Edward também comentava sobre mim para os seus amigos.
Fez-me parecer especial.
E eu era especial. Para ele.
Emmett não pôde ficar conosco por muito tempo, mas o máximo que estive em sua presença eu até descobri que ele era legal. Ele e Edward eram amigos. E talvez nós também pudéssemos ser amigos.
— Desculpe por isso — Edward pede enquanto nós andávamos de mãos dadas pelos arredores do parque. — Emmett pode ser um idiota quando quer.
— Ele pareceu legal — contraponho.
Edward sorri.
Gosto do seu sorriso.
— Acho que já está na hora de você ir embora — ele avisa triste.
E realmente estava.
Os ponteiros do relógio marcavam dez e vinte e eu tinha que chegar ao ônibus no máximo dez e trinta.
Edward me abraça. Aperto o seu corpo ao redor do meu, sem vontade alguma de soltá-lo.
Edward também beija os meus cabelos, e eu me sinto a pessoa mais amada do mundo. Sei que ele gosta de mim, mas gostar e amar eram coisas distintas. Talvez.
Logo em seguida, me pegando de surpresa, ele beija os meus lábios. Não foi como da outra vez. Nós nos movemos e apesar de possuir pouca experiência com ósculos, eu consegui aproveitar o momento.
Beijar não causava nenhuma dor. Talvez eu perguntasse à Renée porque ela não o faz com Charlie. Ela simplesmente não sabe a maravilha que está perdendo.
Edward era muito mais alto que eu, dessa forma eu tive que ficar na ponta dos pés para conseguir ficar mais ou menos da sua altura. Quando o beijo findou, ele beijou-me na testa e eu acho que morri logo em seguida. Porque apenas estando morta eu conseguira justificar o que eu ouvi logo a seguir.
— Quer ser a minha namorada? — ele perguntou.
Não sei se tenho voz ainda.
Nem sei se possuo uma vida.
Quem sou eu?
— Sim — eu respondo. Não tenho certeza se ele me ouviu.
O que eu conseguia pensar era que eu tinha um namorado.
Sim, Edward também gostava de mim.
E eu não poderia ficar mais feliz do que isso. Não, eu poderia sim. Porque ele me beijou novamente e eu mais uma vez me perdi. Se eu queria me encontrar novamente? Acho que não. Estou muito bem onde eu estou.
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