Projeto Ômega

60 Isso é guerra - Parte II


Notas iniciais
Espero que gostem e tomaram que não chorem muito com os próximos capitulo ;) Nick

Isso é guerra – Parte II

Tártaro P.O.V.

Para eu iniciar meu plano perfeito, tinha que conseguir um ingrediente não muito difícil para se realizar, obviamente se Melinar não falhar e se ela falhar minhas desculpas Melinar queime no próprio Tártaro, como milhares de traidores, mais se ela conseguir completar sua tarefa, talvez eu consiga dar a garota uma vida boa.

Alguns segundos se passaram e pude sentir algo mudando nessa invasão do Acampamento Meio-Sangue, logo pude observar aqueles ômegas acabarem com os meus planos e o céu escurecendo mais rápido. Barulhos de passos escandalosos e rápidos atrapalharam meus pensamentos e eu soube que eram os meus súditos imbecis.

– Por que estão me atrapalhando, seus imbecis? — falei levantando minhas sobrancelhas, vendo os idiotas trazerem uma bela garota morena.

– Ela estava espiando a nossa base – um dos imbecis falou.

– A deixe aqui mesmo, eu cuido dela depois – falei enquanto apontava um canto de meu escritório que estava cheio de correntes, onde a mesma foi presa acorrentada.

– Tinha mais duas, mais elas sumiram em poeira negra, se juntando ao grupo de filhos de Hades e Nyx, meu senhor – meu fiel morcego falou para mim, comecei a sorrir porque aquela estupida garota não poderia fazer mais nada.

– Podem ir... – e assim eles foram embora correndo e meu companheiro morcego voando acabaram me deixando sozinho com aquela garota.

Aproximando-me mais dela e vendo em sua mente descobri que a mesma era filha de Melione e se chamava Alaine, sorrindo eu a reverenciei sarcasticamente e vi ela se contorcer de frustação.

– CHEFE! – ouvi aquela fracassa me chamar novamente no mesmo dia, pelo menos eu estava sendo tratado com um pouco de respeito.

– O que foi Melinar? – perguntei em tom de raiva.

– Consegui o fio de cabelo da Melissa – contou-me essa boa noticia para mim sorrindo.

– O que está esperando? Dê-me logo esse fio de cabelo – e assim como eu falei a garota me entregou o fio de cabelo da irmã gêmea de Mellina.

E assim como eu peguei o fio de cabelo joguei no fundo de um copo vazio e falando algumas palavras em grego antigo o copo começou a encher com um liquido estranho e entreguei para a Melinar.

– Tome logo...- falei entregando para a garota e ela tomou em um gole e rapidamente eu toquei no meio das costas da garota e mandei um pouco de energia espiritual, ela começou a estar com a mesma roupa e ferimentos de Melissa e com o mesmo tom de voz, elas estavam iguais e isso acabou assustando a filha de Melione que estava presa.

– Realmente, Tártaro... Esse plano de acabar com o ponto fraco de Arthur foi brilhante, o Marechal tem que tomar cuidado com demonstrar seus sentimentos pela minha ‘’irmã’’, a querida Ravena- falando tão rápido e convicta que nada poderia acontecer com a mesma e com o meu plano, a garota não havia percebi a presença do inimigo ao nosso redor.

– Sua idiota! Não percebeu que temos companhia? – falei irritado com a menina de voz irritante.

Por um momento, ela ficou calada olhando para a garota e em seguida sua voz e expressão facial foi tomada por terror e medo.

– Ela..ela..ela – não conseguindo terminar de falar, virei minha cabeça olhando para a garota vendo ela se transformar em um fantasma e ir embora daquela sala, sorrindo maliciosa e divertida.

– Obrigada! Pela bela informação, queridinhos – e assim como ela terminou de falar, foi embora.

– Milenar! Corre atrás dela agora – e como eu havia falada a garota foi embora seguindo aquela estranha garota.

E isso é um dos motivos que eu odeio os ômegas, mesmo se o plano não der certo dessa vez, meu sucessor não vai deixar barato, pelo menos eu espero que isso aconteça.

Amy P.O.V

Eu não estava com meu humor muito bom, talvez seja isso que eu gosto de batalhas eu posso colocar o meu ódio, em babacas que tem o desejo de me matar. Mesmo neste exato não podendo matar nenhum deus, eu tenho os monstros como diversão.

Por exemplo, estou matando um ciclope alegremente, que é tão feio como o próprio Ares e isso me deixa muito feliz. Observando o céu mais escuro e os filhos de Hades, Nyx e Hecate batalhando juntos. Eu era a única semideusa filha de Cronos existente naquele local e isso era um pouco triste, sem meio-irmãos e quase completamente sozinha me deixa muito triste.

Uma imagem estranha apareceu perto de minha frente, Melissa correndo atrás de Alaine em forma fantasmagórica. Ao meu lado o Marechal ômega pareceu extremamente confuso ao ver a imagem das duas.

– Amy precisamos chamar a Meliina, logo – ele falou assustado com a imagem que vimos.

– Certo! – confirmei com Arthur rapidamente e antes de qualquer coisa o Marechal me puxou para dentro de um portal, onde logo pude ver o campo de guerra dos Filhos de Hades e Nyx, acabei encontrei Mellina e a puxei para o portal junto de Arthur, onde mesmo eu não soubesse naquele momento que eu e Arthur não deveríamos ter nos intrometido naquela imagem confusa de Alaine e Melissa.

– O que foi? – Ravena perguntou curiosa.

E assim apontei meu dedo para a imagem das duas e ela também ficou confusa, mais antes disso ouvi uma voz nos chamando em tom de piedade.

–Mellina? Ajuda-me, Alaine quer me matar! – e assim como ela falou em tom tristonho, levantei uma sobrancelha, para aquela afirmação, Alaine não iria fazer isso nunca e eu a conhecia bem demais e seu caráter era tão bom, que ela nunca iria ser uma traidora.

– Arthur...- sussurrei para o garoto ao meu lado – ela está mentindo.

– Como você sabe? – ele perguntou não acreditando em mim.

– Você conhece a Alaine e sabe que ela não é capaz disso.

–Alaine! Conte-nos o que aconteceu, não quero que julguem os outros sem sabermos o que aconteceu – Mellina falou, quando ouviu a minha conversa e de Arthur.

– Eu...eu – a pobre Alaine não conseguia falar mais e logo ela conseguiu voltar a forma normal e com a mão na garganta ela não conseguia falar mais nenhuma palavra.

– Sua idiota! O que você fez! – gritei avançando em cima dela eu falei, colocando a mão em minha tatuagem e minha katana samurai se materializou em minha frente.

E assim eu avancei para cima da garota e pude ver Mellina atrás de mim com as mãos na sua cabeça e agachada completamente desprotegida.

–ARTHUR! AJUDE A MELLINA! – e assim como eu gritei e o garoto não me ouviu ele estava tentando ajudar Alaine a protegendo de um grupo de cães infernais.

– Droga! – sussurrei.

– O que foi Amy? Não consegue me matar direito? Quando eu terminar com você eu irei matar Arthur e o Lorde já terá matado sua amiguinha – Melissa falou sorrindo e sua imagem se transformava em uma garota parecida com aquela na mente de Mellina, arregalei meus olhos e percebi que era Melinar.

– Você vai morrer... – e assim como eu falei peguei o corpo dela e a joguei em uma arvore que acabou quebrando com o peso da garota.

– Paralize! – a garota falou e meu corpo paralisou como ela havia dito, e eu fiquei assustada e irritada e assim o meu corpo todo ficou quente e a garota a minha frente ficou assustada.

–Oh tempo! Receba o meu poder e minha força de vontade e acabe com o sangue da traidora e a faça desaparecer no meio de nossa crença – e assim como eu falei a pele de Milenar começou a ficar mole e enrugada e ela morreu como o tempo chegou à data de sua morte.

Meu corpo ainda continuava paralisado, mais eu perdi o meu mundo naquele instante com uma imagem aterrorizante.

Era Tártaro e o mesmo segurava uma adaga pingando com o sangue de uma gòrgona de e o mesmo atacou na direção de Mellina desprotegida, era o fim de uma guerreira e pela primeira vez, eu não poderia fazer desde que descobri os meus poderes e ela ia morrer na minha frente como a minha irmã foi morta, por um desgraçado traidor e eu paralisada sem conseguir mexer em meu corpo.

Mais um vulto preto parou na frente do corpo de Mellina, no exato momento que era para a Ravena estar morta e assim eu vi, não sei se eu fui a única a ver a cena inteira, mais eu vi o corpo da verdadeira Melissa cair no chão sem vida e Mellina sem uma família, como eu ficara um dia, Mellina ainda estava atordoada com o que tinha acontecido entre Alaine e Melissa, mais quando viu o corpo da sua irmã morto, lagrimas caíram de seus olhos e vi Arthur entrar em fúria.

E naquele momento eu não sei o que aconteceu mais o meu corpo ficou quente e cheio de raiva e flutuei no meio daquela trágica cena, matando todos os inimigos que ousavam ferir mais um companheiro meu.

Aquela fora a morte de uma heroína e eu não ia deixar barato e por isso, eu ia contar com a ajuda dos meus queridos e sanguinários corvos, que por mais que eu odiasse esses animais, eles eram fieis comigo e agora sanguinários com a minha raiva preenchendo o local.

A morte era dolorosa para aqueles que viam a morte de alguém, mais para mim agora a morte ia ser o meu desejo para acabar com os monstros idiotas.

Notas finais
Kisses de Nutella.