- droga — praguejei- sabia que deveria vim mais cedo.

Mais pensando bem quatro horas da manha e cedo não e? o único problema que encontro no meu caminho e passar pela frente do quarto de papai. Tudo bem em silencio e nas pontinhas dos pés.

- America querida da próxima vez poderia tentar passar pelo fundo.

- Oi papai desculpa acorda o senhor.

- Não tudo bem esse velho aqui- disse apontando as mãos para si mesmo- não consegui quando sua linda menina e indefesa esta na rua.

- Sei muito bem lutar.

- Sabe é?

- Sei. Lembra quando viajei a Amsterdam e bati no guarda. Isso e bater, não é?

- Não querida, isso e bater em uma autoridade.

- Bom saber- murmurei.

- Ótimo. Venha sei que esta grande pro seu velho mais um bom colo não matara.

- O senhor não esta velho...

- O tempo que faz ficar.

- Isso!

Rimos juntos. Ah esqueci me apresentar. Meu nome e America Singer tenho 24 anos. Sim ainda mora no mesmo teto do meu pai. Meu pai se chama Shalom Singer ele e dono do glomerado Singer. Minha mãe morreu quando eu tinha cinco anos e desde dai sou só eu e meu velho. Meu maravilhoso velho.

Acordo com um som chato pra caramba. Acabo vendo que e meu celular. Mais quem e a criatura do século que me liga as dez da manha.

- America cadê você?- pergunta meu ‘’adorável’’ chefe Carte.

- Estou em...

- Não quero saber, quero você aqui na loja agora ou se não esta demitida. — e desligou na minha cara. Não disse que era adorável.

Me arrasto da cama e sigo para meu quarto. Tomo um banho rápido e visto uma calca jeans com meu all star e uma blusa branca e corro para loja. Meu lindo e maravilhoso poche branco.

[Descrição: Resultado de imagem para poche carro]

E sigo em direção à loja. Chegando lá vejo o bicho... Quero dizer meu chefe andando de um lado para o outro.

- Quantas vezes vou falar para você esta aqui na hora certa. Na próxima vez você será demitida ta me entendendo D-E-M-I-T-I-D-A. agora vou para minhas aulas de combate e vê se não dorme.

- Sempre um amor de pessoa- murmurei assim que saio.

Então assim se foi chatas quatro horas de trabalho sentado num cadeira de relíquia do século XVIII. Ate que meu telefone poderia ser o chato do Carte querendo saber se não dormi de novo no trabalho, mas era o celular do advogado do papai.

- Alo!?

- Senhorita America aqui e o advogado do seu pai Clovis.

- Sim. O que deseja?

- Bom senhorita America isso não e noticia que se dar no telefone...

- Da pra falar logo esta me deixando preocupada.

- Claro. Senhorita America seu pai teve um enfarto do coração esta tarde e acabou falecendo...

O advogado do papai continuou falando mais estava muito imensa as lagrimas que desciam sem dor. Meu pai morreu.

Continua?...

Notas finais
E ai o que acharam?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.