Procura-se Um Marido
3 Capítulo 2
Notas iniciais
O restaurante era realmente muito fino, coisa de classe. Não que eu estivesse achando ruim mas eu sou o tipo de celebridade que não faz questão desse tipo de coisa. Eu adoro restaurantes, eu janto neles a maioria dos dias e vou com meus amigos mas não esse tipo de restaurante. Eu também vou em restaurantes muito bons mas não como todas as noites em um restaurante que você nunca vai ver alguém usando calça jeans nele.
Elijah pediu um vinho importado, ele disse para eu escolher mas deixei que ele escolhe-se. Ele deveria conhecer o lugar melhor que eu. Nós pedimos os pratos e agora estávamos esperando bebendo o vinho. Estava um silêncio constrangedor até que ele finalmente falou.
― Eu fiquei surpreso com o seu convite.
― Você ficou? Porque? ― Disse envergonhada.
― Bom, você é Elena Gilbert. Qualquer homem no mundo se mataria para sair com você. Só não entendi porque eu.
― Você não gostou? Eu não sabia. ― Falei sem graça. ― Eu pensei que éramos amigos.
― Não! Não... não foi isso que eu quis dizer, perdão. É que nós nunca tívemes uma conversa maior do que: Você pode me passar a salada? Está ótima. ― Ele disse rindo, me fazendo rir também. ― É que você é você, Elena. Não achei que você sairia com um cara como eu.
― Um cara como você? Como assim?
― Bem, você sabe... Você sai com caras como Niklaus ou Kol. Não como eu. Careta. ― Ele disse tão envergonhado quanto eu. ― Caras que saem na capa de revista sem camiseta todo mês.
― Eu não sou tão superficial assim! ― Falei séria. Eu estava irritada por ele pensar isso de mim, mas eu nunca tinha parado para me tocar que eu era realmente assim. ― Eu não saio mais com esse tipo de cara, eles são só idiotas.
― Me desculpe, eu não quis te ofender.
― Não ofendeu. De qualquer forma, eu estou procurando um cara mais adulto. Não um menino. E ninguém melhor para isso do que você, de acordo com Caroline. ― Falei.
― Você está procurando um cara que você pode confiar de olhos fechados, é claro. ― Disse ele meio desapontado, como se eu estivesse com segundas intenções.
― Não Elijah, eu quero um cara que seja capaz de manter um relacionamento de mais de duas semanas. Eu acho que você consegue isso, não é? ― Falei sem pensar. ― Não que eu esteja te pedindo para ter um relacionamento sério comigo! É só um encontro.
― Claro que sim. É só um encontro. Mas eu posso ser um bad boy também. ― Ele disse bem humorado, tirando uma com a minha cara.
― Eu só acredito nisso o dia que te ver usando calça jeans e jaqueta de couro.
― Quem sabe um dia eu não lhe permita ver. ― Ele piscou para mim.
O resto do jantar tomou um rumo mais agradável. Não que estivesse ruim no começo era só que eu e Elijah nunca tivemos realmente uma conversa que tenha sentido. Mas nós finalmente tivemos uma e foi muito bom por sinal ele até que não era tão careta assim. Ele sabia até fazer piadas e dar risada de si mesmo, eu realmente gostei desse jantar. Talvez seja um cara como ele que eu precise mesmo.
Quando nós terminamos o jantar e estávamos já do lado de fora do restaurante esperando pelo carro eu me lembrei da festa e resolvi fazer o convite para Elijah.
― Então... você me trouxe no seu tipo de encontro. Deixe-me levar em um meu agora, se você estiver disposto, é claro. ― Falei para Elijah.
― E o que você tem em mente? Para onde você quer me levar? ― Disse ele, sorrindo de maneira charmosa.
― Deixe eu te surpreender. ― Dei risada e peguei a chave do carro da mão do manobrista.
O carro dele era um Aston Martin One-77 e era provavelmente umas mil vezes o valor do meu apartamento. Rebekah havia me mandado o endereço mais cedo por mensagem de texto e eu sabia onde era o lugar. Uma famosa boate da cidade, o lugar era ótimo e eu já havia ido lá várias vezes com o pessoal. Elijah foi o caminho todo me perguntando para onde íamos mas eu queria deixar surpresa, eu mal podia imaginar a cara que ele ia fazer ao saber que eu estava levando ele para uma boate.
O lugar era muito bom e muito bem organizado, eles tinham até manobrista. Mas uma coisa que eu odiava vir nesse lugar era porque ela lotado de paparazzi, eu já podia imaginar que Elijah não ia gostar muito disso. Ele não era um caro de revistas.
― Uma boate? Realmente me surpreendeu. ― Disse ele surpreso e não bravo.
― Tem alguns fotógrafos ali na entrada, nós podemos entrar pelos fundos se você preferir. ― Falei para ele, olhando o rosto dele.
― Não, tudo bem. Nós vamos entrar direto, não é?
― Sim.
― Então vamos pela frente mesmo. ― Ele sorriu.
Assim fomos para a entrada. Havia alguns paparazzi parados ali na porta só esperando pela próxima celebridade entrar, estacionei o carro. Eu e Elijah saímos juntos com os flash já vindo direto para nós, entreguei a chave rapidamente para o manobrista e fui para dentro com passos rápidos e Elijah bem atrás de mim. Nós dois ignorando o desespero dos paparazzi chamando nossos nomes tentando conseguir uma boa foto. Assim que passamos pela porta já ouvimos o som abafado do Hip-Hop bombando bem alto lá dentro. Eu olhei para a cara de Elijah e ele parecia se divertir com aquilo, como uma criança descobrindo um mundo novo.
O lugar era bem grande, assim que você entrava podia ver a enorme pista de dança lotada com toda aquela gente dançando super animada. No palco na frente da pista de dança havia um DJ animado o pessoal e na lateral havia o bar com algumas mesas, onde eu já sabia que o pessoal ia estar.
― Vem cá. ― Chamei Elijah e sai andando na frente, me infiltrando na multidão até chegar no bar.
De longe eu consegui enxergar o grupo mais animado da boate. Duas mesas altas e redondas juntadas de maneira desajeitada e em cima delas praticamente um open bar. Kol sentado em um dos bancos altos com Bonnie de pé entre suas pernas, Caroline e Klaus de pé ao lado e Rebekah enchendo copinhos com doses de tequila. Kol foi o primeiro a me ver e já apontou na minha direção dando um grito empolgado.
― Olhe para isso! Eu não acredito nisso! Qual é seu segredo, senhorita Gilbert? ― Disse Kol ao ver Elijah bem atrás de mim.
― Elijah! Eu nunca achei que fosse viver para ver uma cena como essa. ― Klaus correu na direção do irmão o segurando pelos ombros, super empolgado. ― Vem, vamos pegar uma bebida de homem para você.
Klaus disse o arrastando e o roubando de mim, deixando ele sem jeito de recusar o convite do irmão e ficando envergonhado de me deixar ali. Eu apenas sorri como tentando dizer: Vai lá, aproveite!
― Me desculpe, Bon. Mas não posso perder isso. ― Kol brincou e deu um beijo rápido na bochecha da namorada e correu para alcançar os irmãos.
― Eles agem como selvagens juntos. ― Disse Rebekah. ― Eu achei que você nunca ia chegar.
― Nós fizemos um bolão sobre sua noite. ― Disse Caroline. ― E então, como foi?
― Foi bom. Elijah é muito legal. ― Falei olhando para a cara de curiosidade delas ali.
― Legal? Tudo isso que você tem para falar? ― Caroline fez uma careta decepcionada, como se esperasse bem mais. ― Você está certa Rebekah, ainda bem que marcou outro encontro para ela.
― Você marcou outro encontro para mim? Sem nem me falar? Como assim? ― Olhei para Rebekah sem acreditar no que elas estavam falando.
― Ah relaxa, é com Stefan. ― Disse Bonnie.
― O outro Salvatore, Rebekah? Está mesmo me empurrando para os seus ex-namorados?
― O que? Eu não tenho ciúmes. ― Ela gargalhou. ― Bem, de qualquer forma, vamos beber. É para isso que estamos aqui mesmo, não posso ficar perto de Damon sóbria. Eu socaria a cabeça dele. ― Disse Rebekah.
― Eu sou obrigada a concordar. ― Disse Bonnie pegando um dos copos de dose.
Eu e Caroline também pegamos.
― Um brinde... ― Falei levantando meu copo. ― Para essa ótima noite!
― Saúde! ― Falamos juntas batendo os pequenos copos e os finalizando em um gole.
― E então, onde está o famoso Damon? ― Perguntei a elas.
― Provavelmente dando em cima de alguém de maneira descarada. ― Disse Caroline.
― Ou fazendo sexo no banheiro. ― Disse Rebekah.
― Ah Deus, porque eu não sou surda? ― Bonnie olhou para mim. ― Você não quer conhecê-lo.
― Claro que eu quero! Todo mundo fica falando desse maldito e eu não faço ideia de quem ele é.
― Calem a boca! Se continuarem falando de Damon vou quebrar uma garrafa e cortar minha garganta com um caco. Vamos beber, vadias! ― Disse Rebekah enchendo os copos novamente. ― E dançar...
E então se foram mais doses e doses de tequila. Um pouco da garrafa, meia garrafa, praticamente uma garrafa inteira... já estávamos todas um pouco alteradas. Os rapazes ainda não haviam voltado eles estavam juntos no bar fazendo coisas de homem. Tipo bebendo, se fingindo de solteiros e levando foras de garotas que tem idade para ser filhas deles. Eu realmente tinha gostado da minha noite com Elijah e estava feliz de ver ele com os irmãos se divertindo, bebendo e jogando conversa fora, nunca achei que fosse vê-lo em uma cena assim.
As garotas foram para a pista dançar e eu fui com elas, fiquei até um tempo lá dançando com elas mas eu queria falar com Elijah. Eu já podia imaginar a cara dele tentando fugir dos irmãos que provavelmente estavam o deixando constrangido com perguntas sobre nossa noite. Então eu disse a elas que já voltava e comecei caminhar em direção ao bar novamente para resgatar ele.
Mas no caminho algo mudou meus planos naquela noite, algo não, alguém... O cabelo preto e bagunçado. Os músculos que se espalhavam perfeita pelo corpo dele como se tivesse sido feito sob medida, aqueles ombros enormemente largos. As mãos, aquelas enormes mãos que poderiam me segurar facilmente. A barba que era por fazer e o sorriso, o sorriso no canto dos lábios meio debochado e sedutor. E aqueles olhos azuis? Aqueles olhos azuis que pareciam me devorar na cabeça dele. Bastava olhar para ele e você já sabia que de cara ele era irritantemente confiante e charmoso, a forma com que ele andava vindo na minha direção fez um calor subir por todo o meu corpo. A camiseta, os jeans escuros e as botas de combate. A única coisa que eu soube fazer foi ficar ali parada assistindo aquela beldade vir até mim.
― Você tem horas? ― Aquela voz incrivelmente sexy fez eu me arrepiar inteira. Era incrível como eu estava tendo pensamentos sobre ele. Talvez fosse porque eu estivesse bêbada ou porque ele era muito gato.
― Porque você precisa de horas? Tem alguém te esperando em casa? ― Falei dando um sorriso abusado para ele.
― Não, na verdade eu só estou tentando puxar assunto para saber se eu tenho chance com você. ― Ele disse.
― Então, vai me pagar uma bebida ou o que? ― Falei.
Naquele momento eu tinha me esquecido completamente de Elijah e não fazia mínima questão de me lembrar.
― Eu estava pensando em pular a parte da bebida e irmos para a cama tipo agora. ― Ele sorriu de novo, minha nossa.
― Achei que você nunca fosse falar!
Segurei ele pelo punho e sai o arrastando até os fundos da boate. Assim que saímos eu o empurrei para o primeiro táxi que havia ali e entramos nele. Dei meu endereço ao motorista e pedi para que ele fosse o mais rápido possível.
A viagem da boate até o meu apartamento seria de pelo menos uns quinze ou vinte minutos. Havia tempo de sobra.
― A propósito, eu sou Elena. ― Sussurei em seu ouvido de maneira sedutora.
Me ajoelhei no banco e subi em seu colo, ficando de frente para ele. Envolvi meus braços em torno do pescoço dele.
― Você pode me chamar de Ian. ― Ele disse.
Quando aquelas mãos me tocaram eu meio que pirei. Ele me segurou pela cintura em seu colo e aproximou seu rosto bem perto do meu, eu sentia o seu hálito quente bem próximo do meu rosto e o cheiro de whisky que ele estava na boca, era uma delicia. Então ele encostou seus lábios no meu, selando nossos lábios por um minuto antes de iniciar um beijo. Eu o beijava de maneira apressada e faminta, porque parecia tão bom. As mãos dele deslizaram da minha cintura para as minhas coxas, eu estava usando vestido então a passagem ficava livre para ele. Suas enormes mãos em contado com a minha pele me faziam ferver. Sentada em seu colo meu vestido se levantou um pouco dando mais espaço e liberdade para Damon, enquanto ele acariciava minhas coxas com as mãos eu apertava seu ombros e sua nuca enquanto o beijava. A lingua dele na minha era como uma explosão.
Abri mais as minhas pernas me sentando completamente em seu colo. Apesar dele estar usando jeans grossos eu podia já sentir o grande volume quente sobre sua calça. Quando o carro finalmente chegou eu já estava quase em ponto de arrancar as roupas de Damon ali mesmo. Paguei o motorista e sai na frente com ele vindo bem atrás de mim, entramos no elevador e assim que a porta se fechou nos agarramos novamente. Ele me prendeu entre a parede e seu corpo, beijando meu pescoço e dando chupões. Enquanto eu dava liberdade para ele beijar toda a extensão do meu pescoço minhas mãos já puxavam a camiseta dele para cima, eu estava terminando de tirar a camiseta dele quando ouvi o som do elevador e a porta se abrir. Nós dois nos soltamos rapidamente.
― Senhora Alesso! ― Forcei um sorriso simpático mas o que eu queria na verdade era dar um soco na cabeça dela.
A senhora Alesso era uma coroa ricaça que morava no meu prédio, ela tinha essa estranha mania de achar que ainda tinha vinte anos. Ela até aparecia nas minhas festas.
― Olá Elena querida, chegando da noitada, não é? E olá seu bonitão! ― Disse ela comendo Ian dos pés a cabeça.
― É. Esse é meu amigo... Ian. ― Falei sem jeito, ele não parecia nenhum pouco envergonhado com a senhora se jogando em cima dele. Ela tinha idade para ser mãe dele. Que descarado!
― Eu sei, eu sei. Também adoraria ter um amigo como esse, eu poderia passar horas com um desse para mim. Mas você sabe como é, as minhas costas, não dá mais para fazer aquele sexo de horas e horas. A gente tem que se ajeitar ao que dá. Mas olhe só, você arrumou um peixão ein! ― Ela falou alisando os braços e peitoral de Damon, enquanto ele dava aquele sorriso safado para ela.
― É! É! Com certeza senhora Alesso mas eu acho que está na hora da senhora dormir, já tomou o seu calmante hoje? ― Falei empurrando as mãos dela para longe dele.
― Calma Elena, olhe o tamanho desse homem, tem bastante para mim e para você. Que tal um sexo a três, hum? Posso ensinar coisas para vocês dois que vocês nem imaginam. ― Ela olhou para nós dois e piscou.
Ele gargalhou na nossa cara, eu estava completamente sem graça com aquilo e ele parecia se divertir cada vez mais. Por sorte a porta do elevador se abriu e chegamos ao meu andar.
― Por aqui. ― Agarrei o braço dele e sai o arrastando dali antes que ela o agarra-se de novo.
― Me passa seu número! ― Ele disse brincalhão para ela ao sair do elevador.
― Cala a boca! ― Falei para ele.
Nós dois estávamos parados no meio do corredor, olhei para ele e puxei sua blusa para cima a tirando ali mesmo.
― Olha para isso. ― Falei olhando para o peitoral definido dele.
Então me virei e sai andando rápido até a porta do meu apartamento e ele estava bem atrás de mim. Abri a porta e entrei primeiro, assim que ele passou por ela eu a fechei batendo a mesma. Tirei meus saltos e os deixei onde tirei enquanto Damon tirava as botas e as meias as deixando pelo caminho. Me virei de costas para ele e puxei meu cabelo para frente mostrando o zíper do meu vestido.
― Você pode abrir isso?
― Com todo prazer! ― Ele disse rindo e vindo até mim.
Ele segurou na minha cintura com uma mão e com a outra segurou o zíper, ele o soltou inteiro de uma vez só. As duas mãos dele foram até o meu vestido o puxando para baixo de uma vez, me deixando apenas lingerie. Meu vestido caiu até os meus pés e ele segurou em minha cintura com força, puxando meu quadril para atrás encostando minha bunda sobre o volume na sua calça enquanto beijava a minha nuca.
― Você é tão gostosa. ― Ele sussurou entre os beijos.
Levei minhas mãos para trás até encontrar o seu cinto que já estava aberto, puxei o mesmo até arrancá-lo. Ian me virou de frente para ele novamente e me puxou para o seu colo, envolvi minhas pernas em torno dele e me segurei em seus enormes ombros fortes.
― Onde é o seu quarto? ― Ele perguntou.
― Ali, a primeira porta no corredor. ― Falei enquanto dava alguns beijinhos de leve em sua boca.
Ele me levou em seu colo até o meu quarto, por sorte a porta do mesmo já estava aberta e ele me levou até a cama, me jogando na mesma. De pé na minha frente ele abriu a calça e tirou a mesma, enquanto eu estava deitada na cama soltei meu sutiã mas ainda o deixei sobre meus seios. Olhei para o volume em sua cueca box branca, era enorme. Então ele veio para cima de mim na cama, deitado entre minhas pernas e seus braços apoiados em volta de mim ele beijava meu pescoço e ia descendo pelo meu peitoral. Ian mordeu meu sutiã e foi o puxando com a boca até tirá-lo.
― Você não vai se importar se pularmos as preliminares? Porque eu te quero tanto! ― Falei segurando o rosto de Ian.
― Nenhum pouco. ― Assim que ele disse isso ele me beijou novamente, não me permitindo falar mais nada.
Uma das mãos dele que estava na minha coxa agora tentava puxar a minha calcinha fio dental para baixo mas ele parecia estar com dificuldade para tirá-la com uma mão só. Foi então que empurrei seus olhos o deitando na cama e tomei o controle da relação. Ele se apoiou nos cotovelos para me olhar.
― É assim que se tira uma calcinha com uma mão só. ― Falei.
Fiquei de pé na frente dele na cama e então puxei a minha calcinha para baixo de uma vez com uma mão só, tirei o meus dois pés da mesma e a joguei no chão do quarto. Ele se sentou na cama e me puxou pela cintura me fazendo cair sentada em seu colo. As nossas respirações estavam ofegantes e pesadas. Sentada sobre as pernas dele usei minhas duas mãos para puxar a cueca dele para baixo e dar espaço para o seu membro saltar para fora. Assim que abaixei a sua cueca o suficiente o empurrei, obrigando-o a se deitar na cama. Me levantei das suas pernas e fiquei de joelhos sobre ele, segurei seu membro com uma mão procurando a minha entrada. Ele soltou um gemido ofegante seguido por um suspiro ao sentir minha pele tocando na dele. Quando me encaixei nele soltei seu membro e apenas fiquei parada sobre ele por um segundo, então comecei a deslizar e deixar ele entrar dentro de mim. Centimetro por centimetro bem devagar, eu queria o sentir inteiro dentro de mim, aquilo em fazia tremer de tanto prazer. Quando senti que ele estava inteiro dentro de mim esperei alguns segundo até me acostumar com todo aquele tamanho, então Ian envolveu as mãos na minha cintura invertendo nossa posição. Eu estava deitada agora e ele estava deitado entre minhas pernas. Então ele começou a se movimentar, indo cada vez mais fundo e mais forte a cada estocada. Aquilo estava me deixando louca, cravei minhas unhas nas suas costas me contorci inteira de prazer dando um gemido alto.
Eu não tinha ideia de que poderia ser tão bom assim, eu não queria que ele parasse nunca mais. Minhas pernas envolvidas em torno da sua cintura davam mais liberdade a ele para me tomar.
― Vamos inverter, deixe-me cuidar de você um pouquinho. ― Gemi perto do seu ouvido e depois mordisquei o nodulo da sua orelha.
Suas mãos seguraram em minha cintura e então ele se sentou, comigo sentada sobre ele. As mãos dele me ajudavam a subir e a descer em seu colo, ele estava me deixando completamente selvagem. Minhas unhas arranhavam toda a extensão das suas costas largas enquanto ele me ajudava com os movimentos cada vez mais forte e com mais força, me fazendo arranhar ele cada vez mais forte capaz de deixar vergões por toda parte. Eu praticamente estava vendo estrelas, achava que ia desmaiar de tanto prazer. Meus olhos rolaram para trás e eu olhei a cabeça para trás, enquanto ele beijava meu pescoço e meu peitoral. Os meus seios contra o seu peitoral. A cada movimento eu estava mais perto de chegar a loucura.
― Ai meu Deus! ― Eu praticamente gritei.
Ele mantinha aquele ritmo por mais alguns minutos e eu não aguentava mais. Soltei um gemido e Ian também junto comigo. Foi tão bom, nunca achei que fosse capaz de sentir tanto prazer com um cara. Damon deixou seu corpo cair para trás junto com o meu caindo sobre o dele.
― Eu quero de novo. ― Murmurei baixinho quando ela com meu corpo caído sobre o dele. Ele me olhou com aquele sorriso cachorro e nem precisou responder, eu já sabia que sim.
Deitada sobre ele eu comecei a beijá-lo novamente e o sentir ficar duro dentro de mim novamente, comecei a mover o meu quadrinho em movimentos lentos e longos e então fomos mais uma vez. E depois mais duas. Nós fomos quantas vezes deram naquela noite, até o cansaço nos vencer e fomos vencidos por ele e caímos no sono.
Abri os olhos com o sol fraco da manhã batendo direto no meu rosto, esfreguei os olhos e me virei na cama. Ele não estava mais lá, provavelmente estava no banheiro ou na cozinha. Meu primeiro pensamento foi comida, eu estava faminta. Ele me deixou sem energia. Me levantei da cama e peguei minha calcinha que estava no chão, vesti ela e peguei a parte de cima de um pijama em uma das minhas gavetas. Fui até meu banheiro e escovei os dentes, ele não estava lá. Então fui até a cozinha.
― Ian? ― Chamei seu nome, mas não recebi resposta.
Eu tinha quase certeza que ele tinha ido embora, mas só confirmei isso quando vi o pequeno bilhete na geladeira. ''Tive que sair cedo, mas valeu pelo sexo!! Bj''. Que surpresa, não é? Capaz dele ser casado. É só mais um idiota como todos os outros caras que eu sai mas ele tinha um sexo ótimo. Mas o sexo não podia compensar que ele saiu antes de eu acordar. Então naquele momento me lembrei de Elijah, dei um tapa em minha testa castigando a mim mesma. Se eu tivesse vindo para a casa com Elijah eu tenho certeza que ele não teria saído antes de eu acordar e capaz que ele até teria feito o café da manhã. Corri pegar meu celular que estava dentro da minha bolsa ontem e olhei. Haviam várias chamadas perdidas e mensagem. A maioria delas eram de Caroline então liguei para ela.
― ONDE VOCÊ ESTÁ? ― Ela gritou no telefone e atendeu na primeira chamada. ― Se você foi sequestrada eu não vou pagar resgate nenhum!
― Fala baixo! Sua voz é irritante! ― Falei.
― Fala baixo? Eu acho que você me deve algumas explicações, mocinha! Eu quase liguei para a polícia, porque você não atende esse celular? Elijah achou que você tinha morrido!
― Ai, pobre Elijah. Eu sinto tanto. Aconteceu uma coisa ontem...
― Espero que tenha sido uma coisa importante, mas primeiro de tudo, vá tomar um banho porque posso sentir o seu cheiro daqui. Fique linda e em seguida venha para a casa do Nik, temos um almoço em família. Ele insiste que você conheça Damon. E esteja apresentável, Elijah vai estar aqui.
― Ok. ― Falei e desliguei.
Eu não sabia que desculpa eu iria inventar para Elijah, eu estava me sentindo péssima com o que eu fiz. Queria bater em mim mesma por ser tão idiota, eu sempre acho que eles vão ser diferentes mas é sempre a mesma coisa. Eu estava terminada a encontra uma forma de consertar as coisas com Elijah e ficar com ele porque ele o cara certo para mim. Fui para o banheiro e entrei no chuveiro, quando fui pegar o meu sabonete liquido eu vi que o pote estava vazio. Filho da puta! Além de ir embora sem eu acordar, toma banho e ainda acaba com o meu sabonete? Eu queria matá-lo. Se o ver na frente novamente eu vou quebrar o pescoço dele.
Terminei meu banho e me arrumei para o almoço. Como era verão e estava calor, vesti short jeans, botas, uma blusinha e um casaquinho por cima. Peguei os óculos de sol e as chave do meu carro e sai. A casa de Klaus era pelo menos uma meia de onde eu morava, era meia afastada da cidade e ficava em um bairro de casas nobres, uma baita mansão que ele dividia com os irmãos. O caminho todo eu fui pensando em qual desculpa eu iria dar para ele. Quando cheguei o carro de todo mundo já estava ali, incluindo o carro de Elijah.
Como eu já era de casa eu apenas cheguei e entrei. Fui até a cozinha onde eu sabia que todos estariam, então assim que cheguei todos deram gemidos de aleluia e que estavam famintos.
― Você foi tomar banho onde? Nas águas da China? ― Disse Caroline ao me ver.
― Ei, Elena que bom que você chegou. ― Klaus disse vindo na minha direção. ― Tem alguém que eu quero te apresentar.
Meu queixo caiu, ele passou pela porta da cozinha carregando duas garrafas de vinho. Já não vestia as mesmas roupas e nem parecia surpreso ao me ver ali.
― Elena, este é Damon Salvatore. O meu melhor amigo, ele vai com você no casamento. ― Disse Klaus apontando para ele.
Era Ian. Ou Damon, seja lá qual fosse o nome dele. Eu estava me segurando para não voar na garganta dele ali e agora como uma tigresa. Ele me leva para a cama, vai embora antes de eu acordar, acaba com meu shampoo e ainda mente para mim? Rebekah estava certa, ele era o maior idiota do planeta. Me encarando do outro lado da cozinha com aquele sorriso descarado.
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