Notas iniciais
O finale, everyone! Tentei fechar a fanfiction da melhor maneira possível, manter-me coerente com o que escrevi até aqui, independente de qualquer coisa. Espero que gostem!

Setembro de 1983, alguns meses depois.

Charlene trocou o vestido de praia pela quarta vez, mas achou que ainda não era bom o suficiente.

— Chega Charlene! O primeiro estava perfeito, e o segundo também! — Pam resmungou. — Você está linda. Chega! Vai levar esse e pronto. — E saiu do provador com os outros três vestidos em mãos.

A garota retirou o vestido que estava provando e voltou a colocar suas roupas. Quando saiu, Pam já estava com as sacolas em mãos.

— Podemos ir agora?

Charlene sorriu e respondeu:

— Claro.

As duas seguiram de braços dados pelo Chopping Mall, o maior shopping center da cidade. Desde o incidente no zoológico, em que Pam viu-se forçada a matar Petit para salvar Adrian, as duas tornaram-se amigas próximas. A caipira trocava confidências com Charlene há tempos, e também ouvia as da amiga. Jamais chegara a mencionar seus sentimentos por Adrian, porém. Pam chegara a vasculhar dentro de si se ainda havia algo que ela sentisse por ele, mas não pôde ter certeza. É melhor deixarmos as coisas assim.

— Olha, aquele gatinho está te olhando. — Pam sussurrou para Charlene. A outra garota olhou discretamente na direção do rapaz que a caipira mencionara e sorriu delicadamente.

— Ele é gatinho mesmo. — Limitou-se a dizer.

Charlene queria gritar para Pam: “ele não é Tommy, nenhum deles é”, mas adiantaria? Nada que a garota pudesse fazer ou dizer o traria de volta. Charlene não conseguia sentir-se atraída por ninguém, e achava que ainda demoraria algum tempo para seu coração abrir espaço para um novo amor. Sabia que um dia talvez conseguisse gostar de alguém como gostara de Tommy, mas esse dia estava longe, num futuro distante e indefinido.

Por enquanto ela queria focar-se em si mesma, e em seu ingresso em uma bela universidade. Iria cursar psicologia. Especializar-se em casos de pessoas como ela, e, quem sabe, ajudar essas pessoas. Gente que cresceria como ela mesma, sabendo que era amada e perfeita, independente do que qualquer pessoa dissesse. A ciência ainda teria de evoluir muito para lidar com tudo aquilo, mas Charlene tinha fé que poderia ajudar isso a acontecer mais rápido.

— E você? Vai me dizer que não tem interesse em ninguém? — Charlene perguntou. — Eu vi como você olha pro meu irmão. E, segredo: ele também te olha de um jeito diferente.

Não importa, Pam pensou. Se Adrian sentir algo por mim, ele que expresse. A garota já não sentia mais a necessidade de tê-lo por perto. Seu coração não mais palpitava quando ele aparecia. Pelo menos não na mesma intensidade de outrora. Quem sabe o príncipe virou um chato...

— Eu acho que ele é alérgico às flores do meu cabelo. — Pam palpitou.

Charlene riu largamente.

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Wade fechou sua mala e arrancou o ticket de sua última viagem que estava preso ali. Uma maldita convenção cristã. Pff. Ele datava do ano anterior, e só então o rapaz se deu conta de quanto tempo fazia que ele não viajava. Mas agora ele iria, e, melhor, com os amigos. Pam, Adrian e Charlene. Os quatro iriam ficar hospedados numa choupana belíssima em Oahu, no Havaí. Seria a sua própria viagem de formatura, já que eles não tiveram uma no colégio. E ela também tinha um gostinho especial, porque eles estavam comemorando algo maior: o fato de terem vencido a lista da morte.

Pam matara Petit, o causador da lista deles. A lógica de Adrian fazia mais sentido do que nunca, e para Wade era claro que tudo estava acabado. Pam salvara Adrian de seu acidente, e em seguida matou Petit. A lista chegara ao fim duplamente, e os quatro estavam definitivamente salvos.

Então por que as borboletas não saíam do estômago de Wade? Não era uma sensação de ansiedade boa, mas de uma ansiedade nervosa. Tudo parecia irreal demais para acreditar, depois de tantas mortes brutais. Wade sentia-se mal em perceber quanto tempo levara para crer em Adrian. Se tivesse acreditado nele antes, talvez pudesse ter salvado Trish, Tiffany, Ricky ou Sissy.

Mas tudo agora era passado.

O rapaz suspirou, amassou o ticket e jogou-o no lixo. Viagem nova, vida nova.

A campainha tocou. Antes mesmo de atender, Wade sabia quem era. Desceu as escadas com rapidez e animação, e ao abrir a porta deparou-se com ele. Emmett.

O rapaz do lado de fora sorria de orelha a orelha. Os cabelos castanhos estavam erguidos num metódico topete, e seus olhos escuros pareciam sorrir.

— Vim me despedir. — Ele disse.

— São só alguns dias. — Wade garantiu.

— Mesmo que fossem vinte e quatro horas. — O rapaz dos olhos sorridentes falou, sorrindo também com a boca. — Vamos dar um passeio no parque antes de você ir?

— Claro. — O elfo respondeu.

E tocou a mão do outro rapaz por alguns segundos, sentindo o calor e o conforto daquele toque. É, as coisas estão melhorando.

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— Vamos, gente, nós não temos o tempo todo! — Adrian reclamou, jogando suas malas dentro do bote.

Pam já estava ali ao lado dele, usando um chapéu de palha e um biquíni listrado de branco e vermelho. Charlene vinha correndo atrás de Wade, em direção à embarcação, ambos com muitas bagagens em mãos. A garota usava um vestido amarelo fino, bem como óculos de sol e sandálias. Wade usava apenas uma regata e uma bermuda cinza. Adrian limitava-se à bermuda: azul celeste, da cor dos olhos dele. Fora um presente de Pam.

O vento soprava fraco. O sol do Havaí estava bastante forte, mas nenhum deles se incomodou. Quando todos estavam no bote, ele zarpou. Adrian fitou as águas ao seu redor abrindo caminho para o veículo, e sentiu-se grato por poder estar vivo, naquele momento, presenciando tal cena. O dia estava belíssimo. Ao fundo, a trilha sonora era o som das gaivotas cantando.

— Você está pensativo. — Pam disse, aproximando-se dele. Aquela era uma afirmação, não uma pergunta.

Adrian sorriu:

— Eu estou grato. E muito feliz.

Pam retribuiu o sorriso. Falou:

— Eu também. Nós conseguimos.

A garota não parecia abalada pela morte de Petit. Na verdade, ela reagira calmamente durante as horas que se seguiram ao assassinato. Parecia resignada, morbidamente reflexiva. Naquele momento, no bote, ela parecia mais alegre e verdadeiramente aliviada. Claro, Adrian pensou, mesmo que a minha teoria não fosse correta, ela estaria salva. Independente de qualquer coisa, a Pam recuperou a sua vida.

Adrian olhou para frente do barco e Charlene estava lá, apoiada na amurada, conversando com Wade. A irmã também estava, finalmente, lidando bem com as coisas. Ela sofrera muito com a morte de Tommy, e ainda existiam as cicatrizes. Sempre existiriam. Eu vou guardar as minhas dentro da minha alma para sempre. E Wade tem o joelho para provar que tudo foi real.

O joelho de Wade fora algo sério. Fora necessária uma cirurgia, mas os médicos conseguiram que as articulações não fossem permanentemente danificadas. O rapaz ainda mancava um pouco, mas a fisioterapia em poucos meses eliminaria todo o problema. Ele vai ficar bem. Ele sempre fica bem.

Pensando em como as pessoas e coisas tinham mudado, Adrian deu-se conta de que ele mesmo estava diferente. De alguma forma estava mais centrado e concentrado. Não se sentia mais tão burro como outrora. Ainda não sabia lidar com a álgebra, mas já não se sentia inferior por isso. Descobrira que podia compensar seu intelecto de outras maneiras, como Charlene sempre dissera, e isso acalmou sua autoestima. Ainda era bom com a bateria, com o piano, com os esportes.

Iria para uma universidade, era claro. Adrian iria cursar educação física, e isso era inesperado. Ele fora aceito por seu físico e suas habilidades em campo, então gostaria de desenvolvê-las. Sabia que poderia ter talento para uma vaga em um time de futebol americano importante dos Estados Unidos, mas não gostava de contar estritamente com isso. Iria para lá, estudaria, e se um olheiro descobrisse seu talento, melhor. Caso isso não ocorresse, porém, não fazia diferença: ele continuaria envolvido com os esportes, mas do lado de fora do campo.

— Chegamos! — Charlene anunciou.

— Nossa, isso foi rápido. — Wade replicou.

O barco parou e os quatro desceram. Adrian retirou suas malas do bote, e carregou as de Pam também. A garota agradeceu, e ajudou Charlene com seus pertences.

Pam sentiu um rubor cobrir seu rosto quando viu Adrian esforçando-se com as bagagens, embora não soubesse direito o motivo. O rapaz era atraente, e, por mais que seus sentimentos por ele não existissem mais, a atração física aparecia facilmente quando ele estava tão próximo e tão quente. Ele pode ser um príncipe chato, mas não deixa de ser um príncipe.

A caipira suspirou e continuou a caminhar.

A choupana era belíssima. Possuía dois andares, e era feita de concreto e madeira.

E então eles finalmente estavam no Havaí. Não apenas no lugar, mas em seu ápice de beleza e calmaria. A paisagem era estonteante e era impossível não ficar hipnotizado. Pam soltou um gritinho de alegria e entrou na casa.

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O que se sucedeu nos três dias seguintes foi corrido, rápido, intenso, maravilhoso. Em pouco tempo eles compartilharam um luau, jogaram vôlei na praia, tomaram drinks na piscina, fizeram passeios de barco...

Pam conseguia se sentir próxima de todos. Teve algumas oportunidades de conversar mais com Wade, e gostou do que descobriu sobre ele, sobre o que ia além do que o rapaz apresentava por fora. Era divertido passar o tempo com o elfo.

Na verdade com todos eles. Ela e Charlene cada vez mais compartilhavam experiências interessantes, paqueras, flertes. A caipira imaginou que, em um universo paralelo, nada daquilo aconteceria. Na verdade, no universo previsível: Wade, Adrian e até mesmo Charlene, eram de outro mundo. Estarem ali, com ela, compartilhando momentos tão solenes, parecia surreal demais para acreditar. De alguma forma tudo estava sendo perfeito.

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Adrian deixou seu relógio de pulso na cômoda, sem bateria. Ao levantar-se para pegar sua camiseta e descer, derrubou um porta-retratos que deixara ali, trincando o vidro bem no meio de seu rosto. Foi quando Wade abriu a porta:

— Desce Adrian, tá na hora do jantar.

O rapaz concordou e saiu porta a fora, tropeçando em seus chinelos. As garotas estavam no saguão, se divertindo E rindo. Foi quando o grupo ouviu um barulho irritante, como se um ventilador gigantesco estivesse se aproximando deles. E então Adrian viu.

Um pássaro de ferro invadiu o saguão com força, quebrando a parede. Sua hélice fez Wade em pedaços com rapidez, enquanto partes de toda a construção caíam para todos os lados. O lustre do saguão caiu com força no chão, estilhaçando-se perto de Pam e machucando-a.

Adrian estava assustado demais, tremendo. Começou a subir rapidamente os degraus de volta ao segundo andar, enquanto pedaços do teto continuavam a cair no primeiro andar. O rapaz viu Charlene puxando o corpo inerte de Wade, no exato momento em que ocorreu uma explosão do local onde o avião batera, fazendo a irmã se tornar uma bola incandescente em segundos. Não, ela não. Eu deveria tê-la salvado.

— Charlene! — O rapaz gritou em vão.

Agora era Pam quem tentava subir as escadas, mas ela estava seriamente machucada, arrastando suas pernas. Adrian então começou a puxar a garota com firmeza, tentando ajudá-la. Os gritos eram altos, e o rapaz percebeu que a caipira estava com ferimentos bastante sérios.

De repente outra explosão. O segundo andar começou a desmoronar e Adrian correu para a sacada, ainda apoiando Pam, enquanto destroços caíam atrás de si. Eles não tinham muito tempo, a estrutura inteira iria desmoronar em segundos. Ou pegar fogo. É mais provável. Eles então chegaram à varanda do quarto de Adrian. O rapaz olhou para baixo e apontou para a caipira. Eles teriam de pular se quisessem sobreviver ao desmoronamento da choupana.

— É muito alto! — Pam reclamou.

— Eu te ajudo! – Adrian segurou os braços esticados de Pam, tentando deixá-la mais próxima do chão. Antes que ele ouvisse o barulho de outra explosão, o chão tremeu e Pam escorregou de seus braços. Mas a garota caiu em segurança, dentro de uma piscina que ficava do lado de fora da choupana. Claro, ela está fora da lista.

O chão em baixo de seus pés começou a ruir, enquanto Adrian ainda tentava segurar-se nas barras de ferro da varanda. Ele tinha de cair na piscina. Tinha. Não teve tempo: uma telha da choupana caiu em sua cabeça, esmagando-a e silenciando-o para sempre.

...

O barulho do relógio sem bateria despertou Adrian. Assustado, o rapaz levantou-se. Seu porta-retratos caiu, quebrando o vidro exatamente em seu rosto. Adrian suava frio. Foi quando Wade abriu a porta:

— Desce Adrian, tá na hora do jantar.

Não! Adrian tentou chamar o amigo, mas tropeçou em seus chinelos ao tentar ir mais rápido. No saguão a mesma cena repetiu-se, as mesmas pessoas nos mesmos lugares. Tudo está acontecendo de novo. A visão. O acidente. Ele vai acontecer aqui, o helicóptero vai invadir a choupana.

E então o rapaz calou-se. Lágrimas escorreram por seu rosto, pela primeira vez na frente de Pam, e Charlene ficou preocupada. A caipira olhou para ele com consternação, e Wade pareceu nervoso. Adrian então se sentou no chão e abraçou as pernas. Ele sabia o que aconteceria a seguir, mas não tinha mais forças para lutar contra tudo aquilo. Não tinha mais forças para enfrentar a lista de novo. Nada jamais estivera acabado. Petit jamais fora a solução para qualquer coisa que fosse. Eu tirei conclusões cedo demais. Por isso eu sou tão burro. As coisas não poderiam ser assim tão simples... Ah, não.

E então o helicóptero foi ouvido, e fez Wade em pedaços, e queimou Charlene com sua bola de fogo. E Pam caiu em segurança, e Adrian estava segurando nas barras de ferro da varanda.

Suspirou uma última vez, e então sentiu quando a telha chocou-se contra seu rosto, silenciando-o para sempre.

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Carta à Violet

Eu não sei quanto tempo eu ainda tenho. Adrian, Wade, Charlene... Eles se foram. Os três estão agora junto de Jesse, Trish, Tiffany, Ricky, Sissy, Tommy. Todos eles. Eu fui a única que sobrou, no fim das contas. A lista não perdoou ninguém, e por que deveria? Nós tiramos o que era dela por direito, nós ficamos com a vida que devíamos a morte. Isso foi trapaça, e o que tivemos foi somente a justiça.

Mas eu ainda estou viva. Eu tenho a vida de Petit, a vida de Dwight. Dwight teria uma longa vida, senhora? Seu neto sempre me pareceu bastante vigoroso e saudável, e tinha apenas quinze anos. Ele viveria muito, se não fosse o assassinato de Petit?

Prefiro acreditar que sim. Do contrário, estou condenada.

Mas temo viver. Temo cada dia. Vivo como se fosse morrer amanhã. Mas não deveria ser assim com todo mundo? Afinal, todos nós estamos na lista da morte, no fim das contas. E o seu último dia pode ser amanhã, e o meu não. As coisas são muito relativas.

Vivo tentando viver. Com força, com garra. É só o que me resta. Jamais esquecerei as coisas que vi e vivi. Mas espero poder utilizá-las de alguma forma benéfica. Parece difícil, mas eu acho que consigo.

O que me aterroriza é a certeza de que não acabou para mim. E não estará acabado até o dia em que eu morrer.

Com muito carinho,

Pamela K. Price.

Notas finais
Não leiam essas notas finais se não tiverem lido o capítulo, porque elas contém SPOILERS! Bom, é isso gente. Esse capítulo não é um daqueles que agrade a "gregos e troianos", eu sei. O final foi trágico, mas necessário. Muitos personagens nas minhas fanfics já mostraram que pode-se SIM sobreviver a lista (Lily, Alice, Matt, Beth, Damien, Kelsey, Melissa, Angel...), mas das maneiras corretas. Pam salvou-se porque fez o necessário, Adrian, Wade e Charlene, não. Senti pena em matar os três, de verdade, mas tinha de ser feito. Não me odeiem por isso, por favor... E espero de verdade que a leitura da fanfic tenha valido a pena, porque eu adorei escrever e ler seus comentários! :D Obrigado, de verdade, por tudo! ♥ E vai haver uma quinta fanfiction, sim! E muuuuito em breve! Já criei os personagens, eles estão aqui: http://premonicaofanficsource.blogspot.com.br/2012/09/cast-premonicao-5-titulo-oficial-ser.html (sim, falta um, mas ele vai permanecer um mistério até a fic estrear!). A visionária da vez será uma garota chamada Emily, e o acidente inicial será num navio. Tenho muitos³ planos e ideias novas e originais pra ela (pra fanfic e pra Emily, estou com saudade de uma visionáriA). Entenderei os leitores que já estiverem "cansados" da minha saga, ninguém é de ferro e tem que realmente ser FÃ da série pra gostar de ver a história, porque alguns elementos necessariamente repetem-se. Mas eu sempre tento dar uma "twist" e modificar algumas coisas. Essa quinta fanfic terá vários elementos diferentes, não tão novos na série em si, mas novos nas minhas fics, elementos que nunca usei antes. E, claro, mortes bem criativas! Ela se passará em 2012, ou seja, é a mais atual, e, apesar de se passar 29 anos depois de "Noites De Terror", será uma continuação! Sim, uma nova trilogia sairá! ^^ Outro detalhe é que ela terá algumas relações com a primeira trilogia (Sem Saída, A Morte Lhe Cai Bem e Redenção), embora eu não possa dizer exatamente quais. Resta esperar, e conto com vocês para lerem! ^^ Abração!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!