Predestinados pelas sombras
11 Sonho
Notas iniciais
Pov Liv :
Depois de um longo e cansativo dia, finalmente me deitei para dormir, demorei alguns minutos para pegar no sono, quando finalmente adormeci, começaram a aparecer algumas cenas em minha mente derrepente, como se alguém as tivesse as colocando ali
– Para Tom, está me machucando — gritou uma mulher de cabelos longos e claros, tão claros como o raio do Sol
– Você só da atenção a essa garota agora, porque não a manda pra um orfanato e vamos viver, viajar pelo mundo, qualquer coisa, mas deixe essa aberração bem longe
– Ela é minha filha ! E não irei abandona — la, não importa o que aconteça, farei de tudo por minha filha
– Ela é um monstro, como você consegue chamar uma Obscura Luce de filha ? — disse um cara alto que parecia fora de controle
– Ela não é um monstro, ela é um anjo
– Você vai ver o que eu farei com seu "anjo" — quando disse isso o cara alta puxou uma menina pequena, de mais ou menos cinco anos pelo braço, e levantou a mão como se fosse dar um tapa na criança, e a mulher o empurrou e gritou :
– Não encosta na minha filha !
– Está certo, vamos cuidar da mamãe primeiro — o cara empurrou a mulher fazendo-a quase cair, quando a menina entra no meio dos dois e atira algo que sai da sua mão quando a mulher a puxa e vira contra si
As imagens foram se esvaindo aos poucos da minha mente, enquanto eu lutava contra meus próprios batimentos cardiacos, acordei, gritando e chorando muito, foi quando acordei Lena e Ridley
– São horas de acordar gritando Olivia? — Disse Ridley ironicamente
– Liv? o que houve — Disse Lena, no mesmo momento Ridley se virou pro lado e voltou a dormir
– Eu... tive um... sonho, eu acho, esquisito
– Esquisito?
– É... parecia mais uma lembrança, mas eu nunca tinha vivido aquilo, como se uma lembrança de outra pessoa tivesse penetrado na mente
– Mas... se não é uma lembrança sua, porque está chorando?
– É que... parecia muito real
– Do que lembra?
– De... um homen... violento, uma menininha... e uma mulher, lembro alguma coisa sobre "obscura", e a menina não era mortal
– Ela era conjuradora?
– Não sei... acho que sim
– Conseguiu ver o rosto dela?
– Não, estava muito embaçado, mas... poderia ser você Lena — pude perceber que Lena ficou mais curiosa quando eu disse isso — a criança, tinha por volta dos quatro, cinco anos...
– Não era eu — Lena me interrompeu
– Como você sabe ?
– Minha... Sarafine tentou me matar, quando eu era um bebê, aos quatro anos já estava morando com Dia Dell
– Tem certeza?
– É claro que tenho certeza ! não acha que eu me lembraria de ter passado cindo nos da minha vida com minha... com Sarafine!?
– Bem... eu não me lembro...
– Como assim?
– Não me lembro de nada até os meus seis anos de idade
– Bem, então poderia ser você
– Não era eu, já disse, a criança não era mortal
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