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31 Finalmente, o nosso começo.
Notas iniciais
Satsuki havia derrubado o Hashi pela quarta vez e já estava envergonhada por saber que as brincadeiras de Aomine estavam certas: Não era mais Japonesa!
Escutou-o gargalhar ao seu lado.
Quando virou-se para ralha-lo — lamentado não ter uma habena— , percebeu que seus rostos estavam muito próximos e, obedecendo a vontade do seu âmago, beijou-o.
Foi a coisa mais natural do mundo, como se houvessem feito aquilo durante uma vida inteira, mas, concomitantemente, nunca sentiu nada sequer parecido. Era como estar no céu.
Aomine piscou, embasbacado, até que se deu conta que não estava sonhando novamente e puxou-a para aprofunda o beijo.
Poderia parecer piegas, como numa descrição de livro clichê, porém perceberam que foi sensato esperar 23 anos para dar aquele passo tão importante. Esperariam até mil, se pudessem sentir aquilo apenas uma única vez.
Já não eram mais adolescentes e sabiam o que queriam. Aomine tinha chamado-a para confessar seus sentimentos. Satsuki estava só esperando o momento certo; e ele foi no sofá da sala com um filme qualquer como plano de fundo.
Aomine depositou a chave do seu novo apartamento na mão dela.
Satsuki fitou-a, entendendo a magnitude do que aquilo significava e apertou as mãos dele em confirmação.
Sim, sempre.
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