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27 É como voltar para casa
Notas iniciais
— E por isso aceitei o intercâmbio para UCLA. Um pena que eu tenha que aturar o Bakagami.
Aomine contava, animado,sobre a proposta que recebera de um do principais times universitário do mundo.
— Então você também vai desbravar o mundo? — perguntou ela.
Não conseguia parar de olha-lo. Seu Dai-chan parecia mais tranquilo e milhões de vezes mais focado. E...infinitamente mais gostoso.
— Tu falou tanto sobre como é bom mudar de ares que eu fiquei interessado. — Jogou uma lata do chá preferido dela.
Ele lembrava-se do que ela disse há alguns meses!
Ah, Dai-chan, como passei tanto tempo longe de você? Suspirou, temendo não conseguir refrear a vontade de passar os baços naqueles ombros e beijá-lo com toda lascívia que guardava dentro de si.
Aomine sentou-se na borda da cama e com um sorriso maroto, questionou:
— Você arrumou um colchão pra mim, né? Estou com muitas saudades, mas aguentar teus roncos e chutes tá fora do limite.
— Dai-chan, fiquei ainda pior. Espero que suas costas estejam bem.
Ele gemeu teatralmente.
Satsuki abraçou-o, puxando-o para cama. Encarou-o com intensidade.
O quarto pareceu menos arrefecido, quase quente demais. Ela soltou um risinho constrangido e levantou-se para pegar um copo.
— Copo, Satsuki? — zombou-a.
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