Praia Demoníaca
1 Capítulo 1 - A praia
Notas iniciais
Praia Família Mary
– Família Mary? que nome mais estranho!
– Ah, Magá, cada um tem seu jeito estranho de dar nomes... -Disse Mônica dando uns tapinhas nas costas da Magali.-
*Priiim*
– Uia, que maneiro, como é que o seu celular faz isso?
– *Suspiro* É o Cebola de novo, DC... -Falou mônica quase deixando seu celular no silencioso.- E é o toque de chamada, seu bobo!
– Não sei por quê o careca não quis vir junto, ia ser as férias da turma clássica, véi! -Disse Cascão.-
*Tap*
– Aiii... -Sussurrou Cascão. -
– Cascão! O Cebola quis vir, mas a Mônica não quer olhar para a cara dele! -Disse Magali bem baixinho.-
– Tá tá, que seja, vamos parar de falar do dono da Lua e vamos logo pra praia! -Disse Mônica cruzando os braços.-
– Beleza, Mô!
Magali ligou seu carro Fiesta vermelho, que ganhou de presente de 18 anos, e levou Dc, Mônica e Cascão até a "Praia Família Mary"
Mônica e Magali foram até o vestiário feminino, e colocaram seus biquínis, Dc e Cascão colocaram sungas, e todos foram até a casa da praia que alugaram. Magali correu pra lá e pra cá, comprando no total uns 12 picóles, 3 pra cada um.
– Sobrou 6, tome Cascão! 3 pra você, de abacaxi.
– Opa, de abacaxi, meu favorito! -Disse Cascão com a boca congelada de tanto chupar picolé.-
Mônica e Dc sentaram á beira do mar, e ficaram conversando, e no final, Do Contra roubou um beijo de Mônica.
– MÔNIC... opa, cheguei em má hora? -Cascão não parou de rir de Magali.-
Mônica se virou rapidamente. Magali fingiu que seu biquíni estava fora de moda, e disse:
– Ai, Mô, esse biquíni está MUITO fora de moda, você podia me dar uma dicas, ja que o seu é muita mais bonito que o meu, né...
Cascão e Do Contra correram até a casa da praia.
– Ahhhhhh, papo de menina!!!
– Não vejo nada demais...
– He,he, sabia que eles iam correr... Mô, o assunto é sério, estão falando que a praia é assombrada!
– Bléh, isso é só papo furado que o povo diz, não se preocupe, Magá, não tem fantasmas aqui não.
– O problema não é os fantasmas, milhares de pessoas morreram de terremotos ou afogamentos aqui!
– He, he, pode até ser, mas, se fosse assim, já teríamos morrido, pois ficamos um tempão ali naquela vila. E o povo morre afogado por quê não sabe nadar, mesmo.
– Pode ser... mas continuo com muito medo de ser verdade...
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