Pra onde nos leva o destino...
10 Todo o meu amor
Notas iniciais
Povs Juliana
Eu e Julian ouvimos um ruido de vidros sendo estilhaçados vindo do quarto de Julia,corremos até lá,meu coração pareciar querrer abrir meu peito angustiado e zarpar pra lugares mais tranquilos,a porta estava trancada,e e a Julian fizemos tudo que podemos,inclusive atirrar na porta,mas foi Sam e Dean que a abriram,a expressão do Dean era de uma tremenda angustia,os olhos dele estavam cerrados e suava tanto que parecia estar tendo um avc,entramos e o que vimos foi um caõs,vidros quebrados por todo o lado,um pouco de sangue esparramado,a porta do banheiro arrebentada no chão e uma claridade estranha,pois o lugar estava todo trancado,e vi Julia,eu nunca tinha a visto daquele jeito,espremida na cama com medo,as mãos sangravam e ela não falava nada,as lagrimas saiam dos seus olhos que estavam fechados,estava fragil,quando nos viu olhou para mim e para Julian como se fosse a ultima vez que nos veriamos,alternou o olhar pra Sam,o olhando como uma velha amiga olha para um velho amigo e depois parou seu olhar em Dean,olhava pro seu rosto e sorria em meio as lagrimas,Dean foi até ela e a abraçou,Julia colocou a cabeça em seu ombro e deu um grande suspiro,suas mãos ensanguentadas agarraram se a ele como se fosse sua unica chance de sobreviver,como se ele fosse a chave para a sua paz,ele era sua paz,Julia adormeceu abraçada a ele em meio ao quarto destruido.
–Eu levo ela pro quarto de voces.-Falou Dean pegando Julia no colo.
–Eu vou comprar uma comida,e o Sam fica aqui,conserteza vai chegar um funcionario a qualquer momento.-Disse Julian,por mais que tenta-se esconder ela estava muito assustada.
–Otimo.-Respondi-Eu vou dar um banho nela.
Entrei no quarto massageando as temporas,eu estava muito cançada,como se carrega-se um fardo e esse fardo era caçar,confesso que quando voce salva uma vida tudo parece valer a pena,mas dai voce pensa,o que sobrou pra mim?Quem eu salvei vai voltar a rotina normal depois de um pouco de terapia e depois vai fingir que nada aconteceu,isso as vezes não parecia justo,sacreficar familias pelo bem maior,sacreficar a minha familia por esse maldito bem,as vezes sentia um prazer morbido em matar aquelas criaturas,eu nunca confessei a ninguem como me sentia a respeito disso,quando eu vejo um demonio voltando pro inferno da onde não devia ter saido ou decapitando um vampiro sádico,eu na verdade me sentia bem vendo-os gritar de dor até suas tripas sairam pra fora,não eram humanos pensava,as vezes me olhava no espelho e não me reconhecia,será que esse prazer em matar é uma especie de raiva contida?Ou o sufocamento de uma vida que eu nunca quiz?Mas uma coisa posso dizer,as vezes eu tenho medo de mim mesma.
Julia estava deitada na cama com a cabeça no colo de Dean que acariciava seu cabelo desgrenhado:
–Eu vou dar um banho nela.-
–Eu vou esperrar.-Falou Dean ainda acariciando-a.
Sentei-me na cama e pousei minha mão no ombro de Dean:
–Seja lá o que foi que aconteceu com ela,tenho certeza que Julia ficará bem e amanhã vai voltar a ser a mesma marrentinha de sempre.-
–Ela esconde alguma coisa não é Juliana?-Perguntou ele para mim me observando como se consegui-se olhar através de meus olhos mentirosos,eu que abomino a mentira,estou mentindo tanto,esses sonhos que são reais,esse demonio,essa minha raiva contida.
–Dean,se ela esconde algo de voce esconde de mim támbem,ela as vezes é muito fechada e a Julia não tem um `´cadeado``com uma tranca,é dificil arrancar as coisas dela-
–Todos temos segredos,não é Juliana?-Tirei a mão do ombro de Dean e dei um sorriso torto,será que Dean desconfiava que eu támbem escondia algo?-
–Sim,segredos todos temos....-Respondi passando meus braços em volta de Julia que mecheu-se e fez um ruido indilegivel,abriu os olhos e tentou levantar,fraca,suas pernas cederam e eu a peguei pelo braço conduzindo-a ao banheiro,liguei a banheira e coloquei alguns sais de banhos que eu carregava na mala,Julia lavou o rosto sozinha e despiu-se,olhei para ela e ela deu de ombros entrando na banheira.
–O que aconteceu la?-
–Não me lembro.-
–Julia não minta pra mim!-
–Até parece que voce nunca fez isso!-
–Fiz o que?-
–Mentir.-
–Então voce esta mentindo?-
–Talvez.-
–Talvez não é a resposta para o que vi naquele quarto.-
–Esqueça isso.-
–Esquecer?-ri nervosamente-Esquecer é,voce acha que depois do que todos nós vimos vamos esquecer?Não banque a lezada não combina com voce!-
–Eu não sou um livro aberto e não preciso de uma terapeuta,e desde de quando devo explicações da minha vida pra voces?-
–Desde quando?-Revirei os olhos e ri sarcasticamente-Bem,desde quando eu entrei no orfanato recem nascida e voce tornou-se minha mãe,minha mãe de tres anos,voce sempre cuida de mim e eu me sinto na obrigação de fazer o mesmo,Julia nós sempre contamos uma com a outra,eu,voce e Julian se lembra do juramento?-
–Pra todo o sempre.-
Flashback on
Me lembro como se fosse hoje,eu com 5 aninhos magricela e loirinha,uma grande curiosa,Julian com 3 aninhos pequenina e fragil,desde que ela foi trazida para o orfanato nós a adotamos como irmã,assim como Julia fez comigo,todas nós fomos largadas no lar recém nascidas,quando cheguei lá Julia já tinha 3 anos,mas tratava me como uma filha,sempre me protegendo da madre Ruth Van horne,digamos que ela culpava a todas as crianças do orfanato pela sua vida medilcre,nós na medida do possivel viviamos bem tendo uma a outra como apoio até que na manha de 4 de agosto,uma manha quente e ensolarada um casal chegou,uma mulher de uns 35 anos loira de olhos castanhos sorridente ao lado do marido um homen alto de uns 37 anos de cabelos negros e olhos azuis,eu e minhas irmãs estavamos saindo do refeitorio,Julian chacualhando os bracichos no colo da Julia e eu ao seu lado de mão dada com a ela,eles conversavam com a madre Clarence quando chegamos no saguão,a mulher olhou para Julian sorrindo como se visse um milagre diante de seus olhos,o marido ao seu lado acompanhou o olhar da mulher olhando para a criança de uma maneira diferente,ficaram uns minutos só a olhando,até que Julia deu de ombros e puxou-nos para a rua,quando já estava me afastando Julia puxou-me:
–Fica Juju.-
–Nós vamos espiar a conversa deles?-
–Não gostei nada do modo que olharam pra julian.-
Espie pelo canto da porta,a mulher sentou-se com o marido e pegou na mão do homen,eles se olharam e o marido assentiu calado com a cabeça como se respondese uma pergunta inaldivel:
–Quem era aquela criança de cabelinhos castanhos?-
–A pequenina que estava no colo da garotinha ruiva?-Perguntou madre Clarence.-
–Sim!-Respondeu a mulher com um sorriso de orelha a orelha.
–Julian,tres anos,foi deixada recém nascida na calada da noite,as outras duas que a encontrarão na porta,uma criança calma e alegre que adora rosa.-Respondeu Clarence sorrindo,ela sempre era simpatica conosco,era a que mais se interresava pelo bem estar das crianças do orfanato.-
O homen intrometendo-se:
–E aquelas duas não são irmas dela certo?-
–Não,não,mas são muito unidas,Juliana 5 anos esperta e estudiosa,já sabe até ler e Julia 9 anos,traquina e inteligente.-
–Coitada.-Falou a mulher sem sorrir.
–Desculpe do que a senhora esta falando?-Perguntou madre confusa.
–Madre a senhora sabe,ninguém quer adotar uma criança acima de 5 anos,a pequena nunca terá familia,as pessoas não querem uma criança maior que entende as coisas e faz perguntas e quando forem a apresentar aos amigos ficaria na cara que a criança não é sua.-
Olhei para Julia,ela pareceu não se abater mas sei que por dentro estava triste.
–Mas vamos ao que interresa,eu estou pensando em adotar Julian.
Julia puchou-me e nos sentamos no banco do parquinho:
–Eles querem adota-la e leva-la daqui.-
–Nós não podemos deichar!-
–Ela precisa ter direito a uma casa,uma mãe e um pai,quem sabe até um cachorrinho,ainda a tempo pra ela e pra voce,pra mim esta perdido,o meu tempo já passou.-Falou Julia contendo uma lagrima.
–Eu não vou sem voce,a Julian támbem não vai.-
A pequena Julian se chacualhou no banco e olhou para nós duas pondo a mãozinha nas nossas e dizendo:
–Pra sempre juntas!-
–Pra sempre.-Disse olhando para a Julia que estava chorando,em meio aos soluços disse:
–Pra sempre.-
Flashback off
Eu sabia que não tiraria nada da Julia,ela nos esconderia querendo sempre poupar os outros e acabar guardando tudo pra si,mas eu não me sentia bem querendo a todo o custo que ela contasse o que realmente aconteceu,pois eu mesma omito pra eles sobre meus sonhos estranhos.
Julia saiu do banho e deitou-se na cama com a cabeça no colo do Dean,eu nunca a vi tão fragilizada desde a morte dos nossos pais,Julian adentrou o quarto e com ela um cheiro bom de comida fresca,acho que pure de batata,frango e salada.
–Ela te disse alguma coisa?-Sussurou Julian para mim.-
–Disse qualquer mentira,mas é melhor não colocala contra a parede.-
–Demonios Juju?-
–Não sei,realmente não sei.-Respondi,desde que fomos adotadas e entramos para a vida das caçadas quando tem um demonio por perto eu pressinto,como se sentisse sua presença,estranho,eu sei,mas prefiro manter em segredo,nunca contei nada a ninguém,eu não me sinto confortavel,sentir a presença de um demonio não é nada comun,eu sempre tentei tapar o sol com a peneira mentindo pra mim própria que aquilo era apenas intuição feminina aguçada,mas agora com os sonhos,com Azazel eu não sei o que pensar e não pretendo colocar esse assunto em pauta.-
Troquei algumas palavras com a Julian e sai do quarto,sentei-me no corredor pensativa,o que anda acontencendo comigo?Com a Julia?Minha cabeça latejava um pouco e eu tinha lanpejos de um lugar,eu nunca fora lá,era um tipo de cemiterio com uma cripita no meio dos tumulos e em volta do cemiterio havia uma linha de trem,imagens desse lugar passavam voando pela minha cabeça,derrepente escutei um zunido e aquilo não era bom,minha cabeça ardia e latejava,até que no meio de lempejos daquele cemiterio uma voz sem rosto começou a sussurrar para mim:
–Esta chegando,esta chegando,esta chegando!-A voz não parava de zunir no meu ouvido.eu sentia minha cabeça sendo pressionada com força não aguentei e soltei um gritinho agudo de dor.
–Juliana!Juliana.-
Abri os olhos e a dor parou,Sam estava chacualhando-me.
–Tudo bem.-Disse.
Não,definitivamente não esta tudo bem!-Falou Sam puxando-me para o quarto dele.-O que voces Waynes tem afinal?-Perguntou ele sentando se na cama um tanto bravo.
Olhei pra Sam e sorri,sentando-se ao seu lado.
–Juliana,voce esta escondendo alguma coisa,e a sua irmã támbem,isso é um fato,pensei que confiava em mim!-Sam falou aprensivo com a sombrancelha arqueada,como ele é lindo,pensei,cheguei perto dele e coloquei minha mão em seus rosto acariciando a covinha de seu queixo e em seguida dei um selinho e fui descendo meus labios pelo seu pescoço sentindo Sam se arrepiar.
–Isso não vale!-Reclamou.-
–O que não vale Wincheter?-Sussurei no seu ouvido e em seguida mordi a lobulo da sua orelha o fazendo soltar um gemido de prazer.
–Voce tem certeza?-Perguntou Sam segurando minha cabeça com as suas mãos me fazendo viajar naqueles olhos verdes.-
–Não quebre o clima Sammy!-Falei e ele pegou-me com suas mãos fortes pondo-me no seu colo,abri as pernas e entrelaçei na sua cintura acariciando a sua nuca enquanto ele me puxava para si beijando-me,Sam estava exitado e pra mim não era diferente,paramos o beijo e nos entreolhamos,ambos com o coração a mil,duas almas gemeas esperando para se tornar uma só,joguei-me um pouco pra trás,ele foi descendo os labios em meu pescoço deichando marcas onde passava e descendo até o meio de meus seios,voltou a cabeça pra cima e começamos a nos beijar,com uma mão acariciava meu seio me fazendo sentir um prazer inigualavel,e com a outra mão puxou-me para si novamente tirando a minha camisa,com ajuda é claro,Sam parou e olhou para meu corpo por um instante,eu puxei seus cabelos o fazendo voltar com a cabeça para meus seios,Sam desceu suas mãos por minhas costas e tirou meu sutian vermelho rendado e abocanhou meu peito esquerdo,fazendo-se me gemer de prazer e me levando acima do paraiso,agarrei seus cabelos novamente e o puxei para minha boca sedenta de seus beijos,enquanto tirava sua blusa botão por botão e arranhando seu peitoral malhado,em seguida empurrei-o fazendo deitar-se na cama,desci meus labios sorrateiramente do seu pescoço,passando em seu abdomen e parando no feixo da calça jean,ergui minha cabeça para olhar o rosto de Sam,ele estava de olhos fechados mordendo o labio inferior,voltei minha atenão ao feicho da sua calça e o abri, com agilidade tirei sua calça e admirei o tamanho do seu membro,coloquei a mão por cima da cueca box preta e começei a acaricia-lo, tirei com meus dentes a sua cueca box,sub os labios roçando em sua perna,Sam gemeu novamente ainda mais exitado ,então sem demora abocanhei seu penis e começei um vai e vem frenetico e delicioso,estavamos em perfeita sincronia,um maestro dos mais experientes teria invenja da nossa harmonia,aumentei o ritmo conforme o exitamento,Sam pegou-me e me jogou na cama ficando em cima de mim,suas mãos grandes descerem pela minha cintura e tiraram minha calça,admirou meu corpo e começou a apertar minha coxa me deixando com vontade,tirou minha calcinha e me penetrou,primeiramente delicado,mas em poucos minutos nós nos moviamos numa dança ritmada,como um tango quente e sensual,alcançamos o apice juntos,o prazer era intensso,movi -me e deitei ele na cama e sentei no seu colo fazendo me penetrar novamente,os sons ocos daquela noite,os gemidos,a exitação,tudo num perfeito sincronismo de dois seres apaixonados e dois corpos se amando loucamente,deitamos satisfeitos,Sam aconchegou-se na cama e eu coloquei minha cabeça em seu peito,fechei os olhos,eu estava no paraiso,adormeci e sonhei de novo com aquela noite maravilhosa,a melhor transa da minha vida,o homen que eu amo,não havia nenhum problema,nenhuma pessoa no meio desse momento de total entrega,Azazel que fique no inferno,pensei e adormeci depois de Sam.
Povs Sam
Aquela noite foi uma das melhores da minha vida se não foi a melhor,abri os olhos tentando me adaptar a claridade do dia, e voltei-os para Juliana que estava aconchegada em meu peito,a observei dormir em um sono tranquilo e limpido,uma mecha de cabelo caiu em sua testa suada,retirei-a com cuidado mas não o suficiente,Juliana abriu os olhos e quando os fitei eles estavam amarelos,tomei um susto e pulei para trás na cama,coçei os meus olhos e olhei os dela de novo,estavam verdes e brilhantes,deve ser o reflexo pensei.
–Bom Dia.-Falou Juliana dando-me um selinho carinhoso.
–Bom dia.-Respondi sorrindo feito um bobo.
Ela veio em minha direção e eu lhe afaguei o cabelo e lhe abraçei,aspirando o cheiro de seu cabelo para deixa-lo guardado na minha memoria,o cheiro do meu amor.
Juliana voltou seu olhar pra mim e disse:
–Eu não devo me apaixonar?
Meu fogo na luz
Perseguir uma pena no vento
Dentro do brilho que tece o tecido do prazer
Lá se move uma linha que não tem fim
Pois muitas horas e dias que passam logo
As marés fizeram a chama escurecer
Finalmente o braço está reto, a mão para o tear
Isto vai terminar ou apenas começar?-Ficamos abraçados uns cinco minutos querendo que aquele tempo fosse eterno,mas não era,não eramos apenas nós no mundo,tinhamos os nossos irmãos,as caçadas e ainda por cima descobrir o que de fato houve com a Julia,Juliana ergueu a cabeça para fitar-me,seus olhos brilhavam,perto dela me sentia completo como a muito tempo não me sentia,Juliana fazendo-me um cafuné disse:
–Nós temos que ir.-
–Só mais um poquinho-Respondi a abraçando ainda mais e lhe dando beijos no pescoço fazendo-a ficar arrepiada!-
–Sammy,eu queria MUITO ficar aqui,mas levando em consideração tudo que aconteceu ontem nós temos muito o que fazer.-
–Eu sei Juju,mas...-Falei sussurando em seu ouvido.
Ela riu e me fitou por uns instantes e deu me outro selinho e saiu da cama vestida com a minha camisa de botons.
–Juliana.-Reclamei levantando da cama e dando de cara com a sua calcinha jogada no chão.
–Ei isso é meu.-Falou ela perto de mim.
–Então vem pegar!-Falei erguendo a calcinha.
Ela ficou muito proxima de mim nas pontas do pé a peguei pela cintura e juntei nossos corpos,olhava fixamente pra sua boca e ela pros meus olhos,se aproximou de mim e pude sentir seu halito doce e fresco,rapidamente em meu momento de distrasão Juliana arrancou a calcinha da minha mão e saiu do quarto rindo.
Povs Julia
Acordei cedo,com um pouco de inchaqueca,a primeira coisa que fiz foi olhar para as mihas mãos,estavam intactas,lembrei-me de ontem quando uma forte luz irrompeu das palmas da minha mão a olhei de novo e fechei-a rapidamente com medo do que mais sairia dali,Dean estava deitado na cama em um sono sereno,fiquei observando-o dormir e no meu coração um vazio parecia ter sido preenchido,o tipo de vazio que só um amor verdadeiro cura,o tipo de vazio que só um coração solitário tem,ele é um homen bonito,forte,olhos verdes,sorriso encantador,jeito de safado,claro que eu gostava disso mas não era apenas isso,era amor,daqueles de dentro da alma,eu o admirava não só pela beleza e sim pelo homen que era,o caçador que era,o modo que cuida do irmão mais novo,que venera a familia,e que dá a ela mais do que pode,sim eu estou perdidamente apaixonada por Dean Winchester,mais se tem uma coisa que eu aprendi é que quando se é perdidamente apaixonada por um homen a ultima coisa a se fazer é monstrar-se totalmente a disposição do cara,não me agrada pensar em uma mulher que coloca um homen no centro de seu mundo,se voce ama e quer ser amada tem de ir com calma,como uma corda,voce cede dois centimetros e puxa um.
–Ei bela adormecida,acorda-sussurei no ouvido de Dean,ele acordou simultaneamente e me jogou na cama e rapidamente se pos em cima de mim com nossos rostos quase colados,ela ria vitorioso eu revirei os olhos e começei a rir támbém e com força o empurrei pro chão fazendo um grande barulho:
–Droga Julia!-Falou Dean bravo levantando do chão.
–Isso é pra voce aprender a não bancar o engraçadinho.-
–Naõ teve graça.-Rebateu ele fazendo um biquinho de enlouquecer qualquer mulher.
Aproximei-me dele e toquei com a ponta do meu dedo seu labio bem desenhado,Dean entrelaçou minha cintura deixando-me muito proxima dele,completei o espaço entre nós e o beijei ardentemente puxando seu cabelo loiro escuro,Dean desceu a mão pelas minhas costas e apertou minha cintura,eu podia sentir o volume dele rebatendo na minha calça jeans,desci minhas mãos do seu cabelo pra sua nuca enquanto ele ia descendo a mão do meu bubum pras minhas pernas,o empurrei contra a parede nos deixando ainda mais proximo enquanto ele puxava minha perna e eu a esconstava na sua,Dean pegou minhas duas pernas e eu as entrelaçei na sua cintura e ele nos virou pondo-me contra a parede,minhas mãos desciam sorrateiras pela sua camisa de botons,eu começei a abri-la sem pressa enquanto nos beijavamos loucamente,ele parou o beijo e foi descendo os olabios no meu pescoço deichando marcas,estava na ultimo botão quando alguém abriu a porta:
–Estou atrapalhando alguma coisa.-Perguntou Juliana na porta.
–Dean já estava de saida.-
–Já!?-Perguntou ele descepicionado,eu pisquei pra ele e nos viramos pra ver a Juliana,Dean a olhou de cima a baixo e deu um asovio,eu revirei os olhos e lhe dei uma cotovelada no costela.
–Onde foram parrar suas roupas?-Perguntei,mas no fundo eu já sabia bem o que tinha acontecido,Juliana corou.
–E que...Sabe...-Respondeu ela guaguejando e Dean a interroupeu sorrindo maliciosamente:
–Essa camisa é do Sam!-Juliana ficou igual a um pimentão,nós rimos,Dean piscou pra ela e saiu do quarto falando alto:
–Tem gente que trabalhou muito ontem a noite.-
Juliana abriu a mala e pegou um vestido curto bege todo trançado,foi pra frente do espelho e ficou se olhando.
–Desde de quando voce se preocupa tanto com o que vai vestir?-
–Não enxe!-Respondeu ela jogando o vestido em mim,Julian adentro no quarto e sentou-se na cama ao meu lado pondo a cabeça no meu colo e eu começei a acariciar seus cabelos castanhos como sempre fazia.
–Onde voce se meteu ontem a noite?-Perguntou Julian,a intenrompi não contendo o riso:
–Ela ESTAVA com o Sam!-
–Serio?com foi?Especial,voces se aman?
–Julian foi normal,sabe,nada de fogos de artificios ou sinos tocando,foi apenas...
–Então ele deu no coro?-Perguntei de gozação.
–Julia voce é pessima!-
Descemos e fomos em direção ao carro do Dean,rapidamente me joguei no banco do passageiro e liguei o som no ultimo volume ao som de welcome to the jungle com o inconfundivel timbre do Axl,todos entraram no carro,como sempre Sam e Juliana reclamaram do volume,eu dei de ombros não dando importancia,duas horas depois chegamos a Maryland,passamos pela frente do parque,de fato ele estava abandonado,a fachada estragada,muito mato e garrafas de cervejas pra todo o lado,estacionamos o carro num lugar ermo e descemos:
–Dean pega a minha pistola.-
–Claro,meu docinho.-Falou ele debochado.
–Voce não se dá conta do perigo cowboy,olha que eu posso usar agora esse pistola se voc...-
–Ei-Intrometeceu Juliana-Parem de bancar os idiotas e vamos,ou voces querem ficar dando bandeira num beco escuro!-
–Claro que não senhora mal humorada!-Respondi fazendo careta e indo na frente.
No do parque não tivemos trabalho pra entrar,o portão de ferro estava caindo aos pedaços e todo inferruchado com uma placa de não ultrapasse jogada ao chão,o parque não era muito grande,os briquedos que resistiram a ação do tempo davam uma impressaõ assustadora ao local fazendo sombras disformes pelo chão com grama até a altura dos joelhos,no final lá estava a casa do medo,um casarão de pedra,grande de impor respeito,algumas pichaçoes,a porta estava entre aberta e lá dentro imperava um escuro de perder de vista,ligamos as lanternas e paramos no que parecia um hall daquele local ermo,me sobresaltei quando um morcego passou muito proximo de mim:
–Vamos nos separar,eu e minhas irmãs vamos pela porta do lado esquerdo e voces pegam o direito,nos encontramos daqui a dez minutos entendido?-
Todos assentiram e cada grupo se dirigiu pra sua devida porta,por mais incrivel que pareça aqule lugar era mais escuro que o anterrior e terrivelmente abafado,andamos um pouco até que
–Ha!-Gritou Julian que estava a nossa frente,corremos deichando as pistolas cairem e encontramos Julian agachada com o que parecia uma mão no seu ombro.
–O que é isso!-Perguntou ela assustada.
Juliana parou em frente ao treco que encostou na Julian e o analizou:
–Um boneco de cera?-Perguntei achando ilário.
–Sim-Respondeu Juliana ignorando meu riso-Naquela epoca não existia esses robos eletronicos,então ou pessoas fantasiavam-se ou eram feitos bonecos de cera,imitando os humanos ou mortos-vivos.-
–Obrigada pela aula da historia!-
Julian agora em pé se aproximou do boneco e tocou em seu rosto:
–Parece humano mesmo.-
–Apezar de toda essa cera.-Ri sarcasticamente-Eu podia jurrar que o Brad pitt aqui piscou pra mim.-
Andamos mais um pouco,hora tropeçando nos próprios pés,hora dando de cara com um boneco de cera,uns estavam tão deteriorados que partes estavam caidas e podia jurrar que vi um piscando os olhos,achei um dedo indicador e guardei no bolso,ele será otimo pra dar um susto nessas duas,pensei,ouvi um lamurio,pudia jurrar que era um choro fraco,andei até o lugar do barulho e lá estava um boneco,boneca por assim dizer,diferente dos outros parecia nova e ainda reluzia a cera fresca,tão real,uma adoslecente,loira,as bochechas coradas e de seus olhos saiam um liquido grosso e vermelho,toquei e senti,era sangue!.
Povs Julian
O escuro era tanto que nem percebi que havia me afastado delas,naquelas paredes de pedra eu encontrei uma porta escondida,forçei a basagem e um ruido estrondosso saiu dela,um pouco de poeira caiu sobre mim fazendo-me tussir constantemente,entrei,e naquela sala não estava tão escuro,era iluminada por dois candelabros,com toquinhos de vela acessas,naquele lugar tinha cera pra todo o lado e uma maca branca cheia de sangue,me assustei com aquele lugar sombrio,dei uns passos pra trás e bati em algo,virei-me para velo e era um tipo de cadeira cheia de amarras e com um tipo de capacete repleto de agulhas em pontos estrategicos como,olhos boca e muitos na cabeça,no capacete encontrei um fio de cabelo loiro,afastei-me assustada e senti um choro fraco,olhei para trás e lá havia um boneco de cera feito recentemente,o boneco chorava e mechia os olhos nas orbitas,não podia ser,pensei apavorada enquanto ele chorava:
–Calma,eu vou te ajudar!-
Começei a descascar a cera mas a garota envolta nela já estava sem pele e com o maxilar a monstra,em carne viva,o sangue escorria do rosto já sem pele,me assustei,fiquei apavorada,eu queria ajuda-la,mas quanto mais descascava a cera mais ficava exposto o rosto sem carne,até que o choro parou e a garota de cera pode descançar em paz depois de tamanha dor, derrepente senti alguém muito proximo de mim,virei-me devagar com a arma engatilhada a tempo de ver um vulto passar muito proximo de meus olhos fazendo me arrepiar e soltar um gritinho agudo,corri até a porta e senti uma fisgada no calcanhar,olhei para baixo e vi uma mão toda suja de cera cortar meu calcanhar com uma tesoura velha,cai e dei um tiro na mão que sumiu instantaneamente,senti o filete de sangue escorrendo pra dendro do meu all star e uma fisgada forte e insessante no mesmo,dei um grito,e alerta olhei pra todos os lados,tentei me levantar e o vi,um homen de uns 25 anos,com roupas antigas,cheias de cera e sangue,um sorriso torto nos lábios,um buraco de bala no peito de onde escorria um sangue grosso e um sinal enorme na buchecha,aproximou se de mim com uma faca nas mãos encrostadas de cera,me joguei pra trás desviando-me do tiro que Julia disparou no espirito,ela veio correndo até mim e me amparrou,levantando-me:
–Voce ta bem?-
–To,to,cade a Juliana,eu vi o espirito!-
–Ela tá lá no hall,com o Dean e o Sam vamos!-
Com a ajuda da Julia saimos daquela saleta,misteriosamente a porta fechou-se sozinha nos assustando.
–Voce esta branca,Julia o que houve?!-
–São humanos,todos são humanos julian!-
Sobresaltei-me assustada,tudo fazia sentido agora,o sangue,a cadeira,o fio de cabelo,os bonecos na verdade eram humanos cobertos por cera.
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