Pra onde nos leva o destino...
17 Porta rosa
Povs Julia
Derrepente eu estava de volta aquele grande salão branco,Emilly permanecia sentada em uma cadeira de madeira,no rosto um sorriso simples que me tocou de uma forma irreconhecivel,como se mantivessemos uma ligação,como se ela fosse mais que uma estranha para mim.
-Então o que descobriu?-Perguntou ela levantando-se da cadeira e se aproximando de mim.
-Que eu já te conhecia e que você não é uma simples humana.-
-Só isso?-
-E aquele cara,e tudo que fez com você,ou aquela luz que nos salvou?Isso não te intriga?-
-Claro mais....-
-Então escolha outra porta,a rosa ou a preta.-
-Não era mais facil me contar de uma vez?-
-Você não iria acreditar,e eu preciso que veja com seus próprios olhos.-
Parei no meio das duas portas,e pensei nos prós e contras,e não tinha como adiar,se eu tinha que descobrir por mais que essa descoberta fosse inquietante era preciso,eu presisava saber o que esta havendo comigo,quem era Emilly,e parecia que a morte dos meus pais estava interligada com todos os fatos que até agora presenciei,eu nunca estive tão perto da verdade.
Me aproximei da porta rosa e girei a maçaneta,quando a abri por completo um forte vento me empurrou para dentro da porta,cai em uma estrada,abri os olhos e observei o local,era a entrada para uma cidade chamada Betwin bells,tipica cidade pequena,começei a andar pela estrada e como na outra porta as pessoas não podiam me ver,estava na cara de que aquilo eram apenas lembranças,após andar uns cinco minutos cheguei no que parecia o centro da cidade,uma pequena e bela praça se encontrava no centro do local ladeada por várias lojinhas pequenas,sentei no banco da praça e fiquei observando as pessoas até que algo prendeu a minha atenção,numa cafeteria Emilly estava servindo café e parecia feliz,uma pessoa normal,me aproximei e adentrei o café,como não podia ser vista fiquei ao lado de Emilly no balcão,um senhor de uns sessenta anos sentou-se.
-Oi senhor George.-Disse Emilly sorrindo.
-Como vai querida?-
-Muito bem,deixa eu adivinhar o senhor quer um café preto e aquelas bolachinhas de baunilha?-
-Como sempre acertou.-
Emilly virou-se para um armario atrás de si,como eu estava do seu lado pude ver o que ela estava fazendo,derrepente o café se materializou em sua mão e misteriosamente os biscoitos apareceram em cima do armario,ela deu um sorriso e os pegou.
-Pronto,George.
O senhor deu uma bebericada no café.
-Eu soube que o Jake vai voltar essa semana.-
Emilly sorriu alegremente e seus olhos pareceram brilhar ao ouvir o nome desse homen,espera eu sei quem é esse Jake,foi o homen que eu vi morrer em um de meus sonhos.
-Sim,eu não vejo a hora.-Respondeu ela.
As horas passaram rápidas e um tempo depois Emilly foi dispensada do serviça,ela caminhou até chegar a uma ruazinha,no fim dela havia uma casa branca com um belo jardim na frente Emilly entrou e colocou o casaco no balcão,ela foi até a sala e derrepente parou,o mesmo homen que nos atacou estava ali sentado na poltrona,Emily revirou os olhos ao ve-lo e ficou de frente para ele.
-O que veio fazer aqui Rafael?-
-Ver como esta lidando com a sua missão.-
-Falou bem,minha missão e eu sei o que estou fazendo.-
-Sabe?-Perguntou ele levantando-se e derrepente uma cadeira veio ao lado de Emilly,ela sentou-se meio relutante.
-O que você esta fazendo é muito perigoso,não devemos nos afeissoar aos macacos sem pelôs que são os humanos.-
-Do que esta falando?-
-O nome Jake te diz alguma coisa?-
-Fique longe dele.-Gritou ela levantando-se da cadeira e jogando Rafael contra a parede.
-Como ousa?!-Perguntou ele bravo.
-Vá embora,se o papai saber que esta o desobedecendo você vai ver o que é bom pra tosse.
O homen sumiu no ar e Emilly respirou aliviada sentando-se na poltrona.
Povs Julian
Senti uma fisgada no estômago e quando já dei por mim estava debruçada no vaso vomitando tudo que comi em um mês,levantei a cabeça e lavei o rosto,senti uma tontura repentina e denovo a fisgada no estômago,algo estava acontecendo comigo e eu tinha medo que fosse o que eu estava pensando.
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