Pra onde nos leva o destino...

5 Por isso que eu odeio medicos!


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Povs Julia

Eu acordei com a luz que vinha da janela entre-aberta,dormi nos braços de Dean a noite inteira,adormeci ali me sentindo segura e feliz,não tive nenhum daqueles estranhos pesadelos e a dor dos golpes do tal leviatã não eram tão fortes quanto a paz que sentia naqueles braços fortes e quentes,eu sabia que tinha de ser durona,um relacionamento a essa altura do campeonato não daria certo,eu e ele somos caçadores,vivendo perigosamente,dormindo não mais que duas vezes na mesma cama.

–Oi-Falou ele coçando os olhos.

–Oi.-Respondi meia sem jeito tirando meus braços da cintura do Dean.

Ele coçou novamente os olhos e olhou para mim fixamente por uns cinco minutos,logo após deu um sorriso aberto e brilhante,naquele momento tive medo de ceder e não conter a vontade do meu corpo de entrar em contato com o dele.

–Sabe.-Falou ele levantando-se e sentando ao meu lado

–Foi a primeira vez que eu apenas dormi com uma mulher.-

Eu começei a rir,mais esse momento não durou muito,as ataduras dos cortes dos dois pes e da barriga estavam sangrando muito e molhado toda a coberta.

–Precisamos ver isso ai,mais primeiro quero ter certeza que não tem nenhuma arma embaixo do travesseiro Julia.-

–Esta bem,pode ver eu não vou te dar um tiro na testa,voce ganhou um ponto por salvar a minha vida.-

Ele desenrolou as ataduras dos pés com delicadeza,pegou uma bacia com agua e lavou meus pes,não podia mentir estava me divertindo com aquela cena,Dean Winchester lavando meus pés!

A porta se abriu,lá estava o Sam e a Juliana na porta,muito felizes pro meu gosto,achei um milagre eles não entrarem de mãos dadas no quarto.

–Julia,voce dormiu bem?-Perguntou a Juliana vindo ajudar Dean.

–Ah sim.-Repondi meia sem jeito,não queria que penssasem que eu tranzei com ele.

–Espero que o Dean não a tenha cançado.-Falou Sam sorrindo para mim e o Dean.

–Nós so dormimos diferente de voce e da Juju!.-Respondi fazendo uma careta,rapidamente a Juliana levantou-se e disse:

–Epa,eu e o Sam não fizemos nada.-

Eu e Dean falamos em coro gargalhando:

–Ainda!-

–Esta bem,quando nós vamos acabar com aquele leviatã?-

–Nós não inclui voce Julia.-Repondeu Juliana apertando ainda mais a atadura dos pés.

–Ata que eu vou ficar fora dessa,aquele monstro teve sorte de me pegar desprevinida.-

Povs Julian

Eu estava beijando o Castiel,eu não queria solta-lo,queria ele pra sempre grudado em mim,eu o empurrei contra a parede e começei a dar leves mordidas no pescoço do Cass,com habilidade puxei seu sobre-tudo e arranquei do seu corpo jogando em um canto do quarto,ele envolvia minha cintura nos seus braços e eu apertava seu corpo contra o meu,nós paramos para respirrar e Castiel colocou-me na parede dando selinhos nos meus labios e no meu queixo,eu começei a abrir os botoes da camisa dele mas o Cass deu um pulo pra trás,levando um susto com a minha ousadia.

–Julian,voce ia tirrar a minha roupa?!-Perguntou ele voltando a fechar os botoes da camisa.

–Sim,eu ia tirrar sua roupa depois voce ia tirrar a minha e...-

Eu me aproximei novamente dele sorrindo maliciosamente quando ele sumiu no ar me dando um susto.

Resolvi tomar uma banho frio e ir ver a Julia.

Povs Castiel

Eu estava gostando da Julian e a amando tanto carnalmente quanto sentimentalmente,eu estava confuso com esse turbilhoes de emoçoes,tinha medo de não corresponder os desejos da Julian e ao mesmo tempo de fazer o que ela queria,essa forma carnal que os humanos se aman,eu não sei se estou preparado para esses tipos de coisas,afinal eu sou virgem ou seja lá com é que falam isso na terra.

Povs Juliana

A Julian entrou no quarto sorridente e sentou-se na beirada da cama,eu sabia que ela estava com o Castiel,pois os olhos dela brilhavam de alegria e ela irradiava de felicidade por onde passava,a vendo assim faz eu me lembrar do meu primeiro amor,eu tinha dezzessete e ele dezoito,eu e o Jorge ficamos juntos por dois anos,mais depois da morte dos meus pais eu nunca mais o vi.

–Voce tá melhor maninha?-Perguntou Julian sorrindo para a Julia.

–Não mais do que voce palhaço bozo.-Repondeu a Julia debochando dela.

–Não se pode ficar mais feliz,senhorita Julia Wayne?-Perguntou julian fazendo beincinho.

–Voce sabe que adoro te ver sorrir senhorita Julian Wayne.-

–Espera ae!-Falou Dean com os olhos brilhando-O sobrenome de voces é Wayne que nem o do Batman.

Todos começaram a gargalhar no quarto,batman isso nunca tinha me passado pela cabeça.

–Ah claro ele é nosso avó,seu demente.-Ironizou Julia dando um peteleco na cabeça de Dean.

Eu sentei na beirada do sofá onde Sam estava sentando e começei a falar:

–Voce precisa ver uma medico Ju.-

Ela fez uma careta e falou bravamente:

–Eu não preciso de nenhum medico para dizer que estou bem,isso eu já sei.-

Julian interveio:

–Nada disso,voce me faz ir ao medico a cada arranhão que eu levo,agora é sua vez.-

–Esta bem,mais eu não vou em nenhum consultorio!-Falou ela arqueando a sombrancelha direita,desde que tinha sete anos Julia tinha pavor de hospital,isso aconteceu quando ela tinha sete anos,ela tinha caido de uma arvore e torcido o tornozelo,a madre Clarence a levou no hospital,o medico que estava de plantão a deichou na sala,mais misteriosamente quando ele voltou,a sala se encontrava trancada com ela lá,Julia ficou lá por tres horas,a madre conta que ela gritava socorro e que berrava para que o homen mal não machucasse a moça ruiva,quando conseguiram abrir a tal porta o consultorio estava destruido,era impossivel uma criança de sete anos ter feito aquilo sozinha,as paredes brancas estavam chamuscadas,as luminarias quebradas,parecia um ringue de luta,quando ela voltou ainda com o tornozelo torcido e com varios cortes,deitou-se na cama e se debulhou em lagrimas,era dificil vela chorrar,por mais que estivesse triste Julia aguentava firme,parecia que nada a abatia,eu tinha apenas quatro anos,mas me lembro como se fosse hoje ela contando-me o que de fato aconteceu,Julia disse que a porta trancou-se sozinha e as luzes começaram a piscar,uma homen negro mediano por volta dos vinte oito anos se materializou na frente dela,ela falou que ele a pegou pelo braço e jogou na parede,disse que corria pela sala,mais parecia envão o homen sempre estava a sua frente,ele a empurrou no chao e derrepente em suas mãos apareceu fogo,ele ia atear fogo nela quando uma mulher de cabelos ruivos encaracolados e olhos estremamente azuis chegou e a salvou.

–Então um medico pode vela aqui mesmo,enquanto isso nós vamos atrás do leviatã.-

–Esta bem,mais quero que quando forem decaptar a cabeça do desgraçado falem que foi um presente de Julia Wayne.

Todos riram e as poucos o quarto foi ficando vazio,só restava eu,a Julia e a Julian,eu vasculhava a lista telefonica e a Julian a internet,a procura de um medico que pudesse ver a Julia ainda esta tarde,depois de muitas tentativas achamos um que viria daqui a uma hora,tempo suficiente para arrumarmos as armas para a caçada,o nome do medico era Damon Salvatore.

Povs Julia

O Dean,o Sam e as garotas já tinham ido,o medico estava um tanto atrasado,minha vontade era de me arrastar até meu carro e ir caçar aquele leviatã,bateram na porta do quarto e eu mandei entrar minha vontade era de dizer Entre idiota ou quer que eu vá me arrastando até a porta para abrila?

Parecia paranoia minha mais eu conhecia aquele olhar debochado de algum lugar.

–A senhorita esta sozinha?-

–Sim,mais as minhas irmãs estão a caminho.-

–Otimo,tenho um tempo só para nós.-

–O que disse,senhor Damon?-

–O que voce ouviu lanchinho.-

Eu estremeci com aquelas palavras,então o tal leviatã trocou de corpo,analizei rapidamente as minhas chances,tinha uma faca de prata embaicho do travesseiro,a minha pistola estava na pia do banheiro,eu não ia conseguir chegar até lá andando então isso queria dizer que estava realmente encrencada.

–Assim imovel,esperando para a hora do abate,voce parece tão patética minha cara.-

Ele montrou sua verdadeira face e veio para cima de mim,seu bafo agourento de morte atingia a minha narina,rapidamente peguei a faca embaixo do travesseiro e cravei bem na garganta do monstrengo que caiu para trás,eu me arrastei da cama e cai de quatro no chaõ fazendo os pontos da minha barriga se abrirem,o leviatã já estava de pé,do seu pescoço escorria um liquido grosso e preto,ele puxou meus cabelos fazendo-me bater com a cabeça na cama,eu com uma mão enfiei a faca na sua perna e puxei meu cabelo com tudo da sua mão deixando para trás um chumaço de cabelo na mão do monstro,me arrastei pelo tapete e quando estava com a mão na maçaneta da porta do banheiro,os pontos dos meus dois pés enroscarrão num fiapo do tapete,eu puxei meus pes com tudo e senti a dor imensa dos pontos saindo com força por cima da carne machucada,o bicho ficou na minha frente sorrindo feito um psicopata,pegou-me pelo pescoço e levantou no alto,sangue começou a sair do meu nariz enquanto ficava rocha e sem ar,dei um chute nele e ouviu um barulho de ossos quebrando,infelizmente eram os meus ossos dos dedos dos pés,ele jogou-me no chão e eu novamente chutei sua perna,me arrastei para dentro do banheiro e vi uma garrafa de produto de limpeza escrito Limpol,naquele momento rezei para que funcionasse,peguei e esguichei no leviatã que começou a queimar,peguei minha arma com silenciador e dei dois tiros em cada perna do bicho em seguida borrifei mais do Limpol,ele gemia e gritava enquanto um liquido preto e grosso saia borbulhando de dentro dele,tentei levantar-me mais torci o pé e cai de bunda no chão,eu pedi mentalmente que meu facão saisse de dentro da mochila e viesse levitando em minhas mãos,parecia idiota e eu sabia que não funcionaria,mas tambem sabia que o leviatã já estava se recuperando,foi quando senti algo pousar na minha mão ergui os olhos e vi o facão em minhas mãos,levantei-me tirando forças não sei da onde e dei um golpe certeiro na cabeça do bicho a decapitando,naquele momento me senti a própria Kill Bill.