Notas iniciais
Legenda: Quando aparecer esses sinais durante o texto significa que: * (Asterisco) * Indica ação e narração da história. —( Nome do personagem) Travessão mais nome de um personagem entre parêntese, indica a fala do personagem correspondente. “(Nome) Aspas e nome entre parênteses indica o pensamento do personagem correspondente. #( Nome) Jogo da velha e nome entre parênteses indica comunicação em telepatia do personagem correspondente. ( ) Entre parêntese, em qualquer momento da história, indica detalhes ou explicação do personagem, narração ou ação.

(musica iniciando o episodio)

Vento que me traz... Lembranças de alguém.

Vento que me faz... Sentir o além.

Onde esta a paz, tento encontrar, mas não há o que achar?

Tento me encontrar.

Por um raio de sol ou uma noite a só.

Caminhei para encontrar, lembranças de um amor.

Andei por todo lugar, mas o que só encontrei... Nem seu nome eu sei.

Quem é mesmo você? Que me faz sonhar todas as noites.

Quem é mesmo você? Que me faz perder o medo até, de morrer.

Voe alto, a certeza contra o mal, Anjo do amor cure meu coração.

A verdadeira paz astral, sem maldade e dor.

Só você pode me mostrar. Quem lutará pelo bem, irá sempre vencer.

Um dom, sem coração que surgira?

Sem razão, se tornará dor e sofrimento.

Estava sempre ao teu lado.

Nunca estava só.

Junte-se agora a nós.

É só fechar os teus olhos.

Ouça o seu coração.

Como a força que o sol se criou.

Sinto o poder, que você me enviou.

Mas, nem seu nome eu sei.

Quem é mesmo você? Que me faz sonhar todas as noites.

Quem é mesmo você? Que me faz perder o medo até, de morrer.

Mas, nem seu nome eu sei.

Quem é mesmo você? Que me faz perder o medo até, de morrer.

Sem medo de morrer...

* Mesmo sem o seu corpo, teu espirito ainda guardava as sensações corpóreas, na qual ambos se afundavam. Maxi se assusta quando vê o seu corpo ainda na superfície da água, se afundando lentamente, e ele próprio, seu espirito, afundava como uma bola de ferro. Depois de alguns segundos já não via mais nada, pois já se encontrava nos abismos marítimos. A sensação de afogamento ainda continuava, mas menos forte do que alguns minutos atrás. As sensações voltam a piorar quando animais marinhos começam a devorar o seu corpo. Tubarões começam a aniquilar o seu corpo na superfície e os pequenos pedaços que sobravam, caiam na areia no fundo do mar onde pequenos peixes e crustáceos os devoravam. Mesmo não tendo mais ligações com seu corpo físico ele podia sentir, através do seu perispírito, as dores e as sensações das pequenas e grandes mordidas que trituravam seu corpo. Ele apenas gritava enquanto afundava ainda mais, sem saber o que estava acontecendo, pois tudo estava escuro. O que sobrara do seu corpo no fundo do mar, fora apenas o chip implantado em seu cérebro que agora repousava ao fundo do oceano. *

—(“Maxi”) Então essa é a morte? Se for, para mim realmente fora um pesadelo... Não consigo enxergar nada, devo estar nos limites da profundeza desse oceano... Não posso me render tenho que tentar voltar para a superfície!

* O guerreiro mesmo fazendo forças para se movimentar ainda sente seu corpo como um chumbo. Por meio a sua decadência pensa ate mesmo a possibilidade de estar sendo paralisado por Annom, pois não havia forças para mover um músculo. *

—(“Maxi”) Ahrr! É como se meu corpo estivesse dormente... Tenho certeza que não estou sendo paralisado por Annom, a sensação é totalmente diferente, o que sinto é realmente fraqueza... O que pode estar acontecendo comigo?

* Ele começa a se desesperar, aquela vasta escuridão, sente a água, mas estranhamente não sente que esta molhado. Começa a sentir as baixas temperaturas das águas profundas e mesmo assim ainda não parava de descer. Por tamanho medo sua única solução era fechar os seus olhos e orar a Deus para que terminasse de cair e chegasse pelo menos em solo firme. Após a reza em sua mente ele abre os olhos e percebe que ele atravessou o solo das profundezas do oceano e agora caia a uma altura de cem metros rumo às rochas de um penhasco. Terrível sensação de cair e não ter forças nem para gritar, apenas para pensar. Ele agora atingi um solo seco e duro, ainda em vasta escuridão. *

—(“Maxi”) Ahhrr! (Sentindo enormes dores) Não sabia que mesmo depois de morto ainda é possível sentir a dor... Pelo menos agora atingi uma superfície... Mas espere! Como é possível? Não sinto mais a água no ambiente e ainda sinto o vento, posso respirar, posso ver um pouco de luz ao meu arredor! Então é isso que existe depois dos limites dos oceanos?

* O guerreiro ainda não tinha forças nem para virar o seu pescoço, apenas revira seus olhos e começa a se lembrar perfeitamente daquele lugar. *

—(“Maxi”) Não pode ser... Eu conheço este lugar. Então na minha busca por Íbis, fui realmente para o inferno! (seus olhos emitem sensação de preocupação)

* Ele realmente estava no inferno ou também chamado de umbral como sua amada Miriam havia o alertado, mas naquele momento ele não havia lembrado de suas palavras. Por mais força e vontade que tinha para si levantar, sua mente e corpo espiritual não o respondiam.*

—(“Maxi”) Não entendo como eu posso estar no inferno? Mesmo lutando pela justiça de Deus, mesmo lutando por uma causa nobre impedindo que o planeta seja dominado por um tirano? Por mais esforço que eu faça não consigo me mexer... Às vezes percebo vultos no ar, será que são demônios de lúcifer? Ahh Deus, por favor, me ajude!

* Segundos, minutos, horas passam ou quem sabe alguns dias, era difícil medir o tempo onde tudo era escuro e silencioso, às vezes vagamente iluminado. Mesmo depois de refletir bastante, a agonia da inercia tentava paralisar a sua mente onde ficava como uma estatua ao chão. Ainda sem forças a poeira do rochedo e o vento úmido castigavam o seu corpo. O tempo passa, talvez já estaria ali alguns meses ou quem sabe alguns anos, e sua agonia aumentava a cada segundo. Seu corpo já estava todo soterrado por causa da poeira que o fundia com as rochas do penhasco, já havia ate mesmo desistido de pensar em Deus das poucas vezes que pedira, pois o silencio, a agonia da inercia e sensação de não haver tempo naquele lugar, seu coração e pensamentos começavam a ficar duros como pedras e odiosos gradativamente. Mais alguns meses passam e seu rosto já estava quase todo soterrado, fundindo com as rochas que repousava. Em todos os seus anos de inercia, ele apenas podia observar de onde havia caído. Seus olhos já não podiam olhar para os lados, apenas para cima, onde parecia ser um enorme teto, onde circulavam estranhamente em sua superfície rochas que flutuavam ao ar, juntamente com uma grossa camada de poeira na qual lembrava os anéis de poeira do planeta Saturno. Entre a camada de poeira flutuante, às vezes, ondas de energias de um vermelho forte, circulavam em todo teto, dando um pouco de claridade aquela vasta escuridão. Naquela vasta escuridão nada acontecia e parecia que seu espirito também morreria ali mesmo. *

—(“Maxi”) Não aguento mais! Fui abandonado... Minha mente e coração só restam ódio, faria de tudo pra me vingar de todos! Qualquer coisa...

—(Espirito trevoso) Qualquer coisa verme? Hahaha.

—(Maxi) Por favor, me ajude... (fala baixo com grande dificuldade, por anos que não falava uma palavra.)

—(Espirito trevoso) Hahahaha! Se quiseres que eu te liberte dessas rochas, vai ter que jurar servir ao meu mestre e ser um escravo dele para sempre!

—(Maxi) Qualquer coisa... Ahh! (Com grandes dificuldades para falar. Quando esforçava para falar saia grande quantidade de pó dos rochedos)

—(Espirito trevoso) O meu senhor não é qualquer coisa verme infeliz! Jure dignamente!

* O espirito assombroso se enfurece e lhe acerta a face esquerda com sua cauda de réptil. Nessa hora o pescoço do guerreiro e jogado para a direita e Maxi enxerga a criatura na qual o confrontara. Ele fica extremamente aterrorizado, era uma espécie de réptil humanoide, parecido com aqueles feitos em experimentos de Annom, nas quais usava como cobaias de treinamento do seu exercito. Mas essa criatura ainda era mais apavorante, olhos opacos, seus traços eram de natureza primitiva, suas expressões duras não revelavam suas intenções, filmes de terror perto daquela criatura parecia um simples conto de fadas. *

—(Maxi) Tu és uma criatura de Annom? (fala espantado, com um pouco menos de dificuldade agora, já que havia saído grande quantidade de pó da sua boca)

—(Espirito trevoso) Quem é este? Tu es uma criatura desrespeitosa, o senhor Dragão me deu essa forma majestosa, o poder! Nada se compara a ele, falaste outro nome em seus domínios merece a dor e sofrimento ahhhrrr!

* O espirito réptil se enfurece nesse momento se agacha e morde a cabeça de Maxi como um cão, e a chocalha como se sua cabeça fosse um simples brinquedo. Maxi grita a horrores e uma espécie de fluido de uma cor branca meio transparente, escorre de sua cabeça como se fosse um liquido em pequenas proporções. Depois de alguns segundos o réptil se satisfaz e o solta. *

—(Espirito trevoso) Esse é o destino para quem recusa a seguir ou servir nosso senhor do abismo! Não irei gastar de meus esforços para tira-lo dessas rochas duras. (se afasta do monge e segue para outra direção)

—(Maxi) Espere!

* A réptil se vira com um jeito desconfiado. *

—(Maxi) Eu juro a servir seu mestre o Dragão! (O encara enfurecido sentindo ainda a dor das suas mandíbulas)

* A mordida do réptil humanoide parecia ter tirado ainda mais seu raciocínio. Maxi só sentia cólera e tudo que ele queria era poder andar novamente e recuperar suas energias, para concretizar sua vingança em todos aqueles que julgar ser merecedora.*

—(Maxi) Servirei ao seu senhor porque quero poder para minha vingança! Aqueles que me fizeram cair nesse abismo! (sua voz fica restabelecida)

—(Espirito trevoso) Hahaha! Agora estás aprovado para ser um dos escravos do mestre! O tirarei dessas rochas.

* Sem ao menos saber por quem jurava servir, não imaginaria nas suas consequências, pois ainda estava dominado pelo ódio causado pela inercia e pelo silencio, na qual havia ficado 10 anos nos tempos terrestres. Na superfície da Terra já era o de 2000. O réptil maligno tira uma espécie de picareta e começa a minar as rochas. A cada batida na rocha, Maxi sente seu corpo mais aliviado e a ânsia para sair daquele lugar e começar um novo caminho para seus objetivos. Depois de algum tempo finalmente o espirito trevoso consegui retira-lo. *

—(Espirito trevoso) Vejo que não serves nem para andar sobre o abismo, pelo menos nos servirá como comida.

—(Maxi) O que? (faz cara de assustado) Não quero ser devorado, quero servir ao teu exercito!

—(Espirito trevoso) Os que possuem força e consciência nesses abismos é que são respeitados e eleitos guardiões, comandantes, generais ou soldados do mestre Dragão. Percebes que só tem serventia como alimento? Hahahaha.

—(Maxi) Tenha piedade, me de tempo e eu recuperarei minhas energias!

—(Espirito trevoso) Hahahaha... Não se preocupe escravo terás tempo. Há muitos, assim como você, que ainda esperam serem devorados por nós servos leais do Dragão. Até lá se mostrar digno de poder, nós o encaminharemos para os serviços do nosso exercito.

* Maxi fica calado diante da resposta, se sente um pouco preocupado e ao mesmo tempo aliviado. Mesmo aquele reptiliano estar o arrastando por aquele rochedo e o levando para outro lugar, sente a sensação do movimento e fica sorrindo abobado em plena viagem tortuosa. Ele apenas descia, mas o arrastava impiedosamente pelo chão, passando por pedras pontiagudas e espinhos secos em desaparecidos arbustos. Ele o arrasta ate chegar em uma caverna dentro de uma fenda em um penhasco próximo. Chegando lá ele é jogado ao chão e acorrentado por outro reptiliano com cara de homem, porem de classe inferior ao que entrega o guerreiro. O réptil humanoide acorrenta o monge em suas mãos e pés na parede da caverna escura. Em certo momento, o réptil inferior, ascende uma tocha para seguir em frente, nesse momento Maxi recebe um grande susto. Ao seu lado e em todos os cantos das paredes da caverna, havia espíritos humanos acorrentados em estado deploráveis, mas que ainda guardavam suas fisionomias humanas, porem devastadas de grande sofrimento. Alguns deles estavam acorrentados ate nas paredes de cima da caverna, outros estavam pendurados no teto. Haviam centenas de espíritos acorrentados e humilhados. A maioria dos espíritos humanos estavam mutilados, deformados, outros perderam alguns dos seus membros e também haviam aqueles que tinham a forma apenas de caveiras, mas que mexiam e falavam em um cenário horripilante. Quando o réptil trevoso inferior havia ascendido àquela pequena luz, aqueles espíritos sofredores gritavam e pediam ajuda desesperadamente. Gritavam de fome, outros de dor e outros clamavam a Deus. Tudo aquilo era realmente perturbador aos ouvidos do guerreiro monge que lhe criava uma ânsia e profunda tristeza naquele momento, desejava fortemente que aquela gritaria acabasse. Finalmente os espíritos reptilianos humanoides vão embora, apagando a tocha e tudo volta ao silencio novamente. Maxi permanecia calado, parecia que o sofrimento de todas aquelas criaturas havia o abalado, mas passado alguns minutos algo o incomoda bruscamente. *

—(“Maxi”) Não... A escuridão novamente, a inercia, o silencio... Eu não quero que isso volte a dominar o meu ser e meu espirito volte a fundir com as paredes dessa rocha.

—(Maxi) Tenho que sair daqui! (grita com todas as suas forças)

* Maxi começa a se agitar, começa a balançar as correntes que o prendia, faz forças para quebra-las, mas ainda a fraca corrente enferrujada era forte para ele.*

—(Maxi) Não posso desistir! Vingança!

* Maxi consegue ascender pequena quantidade de sua aura. Um fraco tom esverdeado com traços avermelhados, mas para aquela escuridão qualquer luz realçava o ambiente. Nessa hora os outros espíritos acorrentados começavam a gritar e agitarem novamente. O barulho desperta a atenção de um guarda dos dragões que estava vigiando a entrada da caverna. Era outro espirito de aparência de réptil que também era subordinado do primeiro que encontrara Maxi, porem esse tinha o corpo e a cabeça mais parecidos com os gecos entrelaçados com a fisionomia humana. Esse espirito asqueroso entra para a caverna e vê Maxi em seu pequeno e fraco ponto luminoso, porem logo entende que era ele o causador do grande tumulto. O espirito lagarto aproxima-se do guerreiro e tira um chicote preso a sua cintura e começa a castiga-lo. *

—(Espirito lagarto) Quieto ou sentira a irá do meu chicote!

—(Maxi) Não irei silenciar-me! Vingança! (brada)

* Nessa hora os espíritos humanos dilacerados gritam ainda mais forte, como se estivessem apoiando a manifestação do guerreiro.*

—(Espirito lagarto) Ahhrr! ( se enfurece e começa a chicoteá-lo com mais força) Quieto! Não agite os outros, se eu for castigado por isso pelo meus superiores, eu juro que te mato!

—(Maxi) Não! Ahhrrr! ( se enfurece ainda mais e aumenta um pouco mais a sua aura)

* O espirito trevoso continua a tortura-lo. Do lado de fora, um ser todo encapuzado e de roupas negras, acha estranho os barulhos e com grande agilidade camuflado nas sombras do ambiente entra na caverna. O espirito reptiliano escuta o barulho de passos rápidos, mas quando se vira já era tarde demais, sua cabeça e cortada com extrema facilidade com aquelas laminas sombrias na qual gerava um brilho de fogo espalhados pelo ar. Logo em seguida, usando uma espécie de ciclo de magia de fogo, incendeia todo o corpo do réptil o carbonizando. Nesse momento o corpo espiritual do réptil se desintegra e uma energia mais limpa se espalha ao ar em todo o ambiente. Essa energia chega ate mesmo emitir pequenas quantidades de luzes e depois desaparece, parecia ate mesmo ser uma energia purificadora. O homem misterioso corta as correntes de centenas de espíritos em poucos segundos, onde ele se movia podia-se ver um rastro de luz alaranjada, misturada em pequenas ondas em chama. Mas o espirito não liberta a todos, ele corta as correntes apenas de espíritos de aparência menos deplorável inclusive de Maxi, na qual havia percebido em sua entrada que ele produzia uma pequena quantidade de luz. Depois de libertar aos escolhidos ele envia telepaticamente um aviso assombroso pedindo o silencio absoluto, pois em meio a sua ação os espíritos ainda continuavam gritando. Perante aquele aviso sinistro que atingiam os seus pensamentos de forma mais brusca, os fazem calar no mesmo instante. Maxi contemplava aquele espirito, fascinado com sua aura brilhante em um tom branco misturado em chamas. Em meio ao silencio o espirito encapuzado, escondido dos pés a cabeça com roupas escuras, somente os seus olhos eram revelados, assim ele levanta a sua voz e diz com seriedade que agora todos serviriam ao grande exu da ordem do fogo. *

(musica de encerramento)

O que pensar? Já não sei negar o que vem.

Nunca pensei, não quis, não acreditei.

É tão doce o seu olhar.

Vejo o céu e as estrelas, em seu ser.

Por mais que eu luto, por mais que conduto é sempre normal, finge que não vê.

Por mais que eu luto, por mais que conduto é sempre normal, sonhar um mundo perfeito eu e você.

Olhando para o céu, sentindo uma esperança no ar.

Entanto o que sinto, será que, posso me expressar?

É tão doce o seu olhar.

Vejo um pássaro, no céu a viver.

Por mais que eu luto, por mais que conduto é sempre normal, finge que não vê.

Por mais que eu luto, por mais que conduto é sempre normal, sonhar um mundo perfeito eu e...

Um mundo perfeito eu e você.

Eu e você.

Eu e você.

Limpe as lagrimas não pense que acabou.

Ainda temos muito que aprender.

Não diga que sua esperança se esgotou.

O mundo ainda gira por esta repleta magia, o amor jamais cessou, apenas começou a luta por um mundo justo.

Por mais que eu luto, por mais que conduto é sempre normal, finge que não vê.

Por mais que eu luto, por mais que conduto é sempre normal, sonhar um mundo perfeito eu e você.

Eu e você.

Eu e você...