Power Angels

3 Os temíveis Pássaros Negros


Notas iniciais
Legenda: Quando aparecer esses sinais durante o texto significa que: * (Asterisco) Indica ação e narração da história. —( Nome do personagem) Travessão mais nome de um personagem entre parêntese, indica a fala do personagem correspondente. “(Nome) Aspas e nome entre parênteses indica o pensamento do personagem correspondente. #( Nome) Jogo da velha e nome entre parênteses indica comunicação em telepatia do personagem correspondente. ( ) Entre parêntese, em qualquer momento da história, indica detalhes ou explicação do personagem, narração ou ação.

(Musica iniciando o episodio)

A luz reflete as sombras.

Que passam em meu caminho.

A luz reflete as sombras

Que fazem o meu destino.

Mesmo que não venha comigo, eu luto por esse céu azul.

Vivendo distante observando a multidão.

Não estando do seu lado ou do inimigo.

Mas há uma coisa que sempre compartilharemos.

Que é o contrario da vida, um dia iremos vivenciar.

E mesmo sem mostrar, e mesmo que não diga eu sempre vou buscar.

Quero te amar.

A luz reflete as sombras.

Que passam em meu caminho.

A luz reflete as sombras

Que fazem o meu destino.

Mesmo que não venha comigo, eu luto por esse céu azul.

As coisas que você me disse jamais vão passar.

Vindas de um sentimento tão profundo e bonito.

É mais que uma chance, sempre penso em voltar.

Vindas dessa luz que eu ainda preciso.

Diga-me que não é necessário que eu insista.

Que o tempo já fez pensar que eu não exista.

Diga-me que não é necessário mais pensar.

Por que agora estou aqui e quero te amar.

A luz reflete as sombras.

Que passam em meu caminho.

A luz reflete as sombras

Que fazem o meu destino.

Mesmo que não venha comigo, eu luto por esse céu azul.

Mesmo que pelas sombras

Eu penso em um mundo melhor.

Levado pela luz

Que limpam o meu caminho.

Mesmo que não venha comigo, eu luto por esse lindo céu azul.

Mesmo que não venha comigo, eu luto por esse céu azul.

Mesmo que...

Mesmo que não venha comigo, eu sei haverá amanha outro céu azul.

Mesmo que...

Mesmo que esse dia terminar.

Haverá outro...

* Finalmente o grupo de cientista anuncia sua grande partida para o seu povo e governantes, a maioria dos planetas do universo extremo ainda apoiavam suas pesquisas. Ao voltarem ao passado, (período medieval do planeta Terra) decidiram voltar no século XII no ano de 1160, onde julgaram ser um período que os humanos facilmente poderiam ser controlados. Nesta época todas os reinos e civilizações expandiam suas conquistas. Era um período perfeito para controlar as mentes humanas onde o homem não era tão primitivo e nem tão avançado tecnologicamente e cerebralmente. Assim seus objetivos firmavam em conquistar todos os reinos, abduzindo os melhores guerreiros de todas as partes do mundo e implantado o chip na parte mais oculta de seus cérebros.

O chip implantado nesses soldados fazia acelerar a evolução humana o igualando aos poderes dos anjos do céu, no qual eram conhecidos no futuro, onde desciam livremente em seu planeta. Após abduzirem vários guerreiros de todas as partes do mundo, Começaram a destruir reinos existentes na Terra e construírem bases futuristas. O destino e a história da Terra começava a mudar nesse dia, o medo e o caos começava se alastrar sobre todas as partes do mundo, pois nenhum reino conseguiam derrotar os pássaros negros ( este nome foi dado aos guerreiros que os alienígenas usavam para devastar os reinos, como desciam de discos voadores e suas armaduras totalmente negras as pessoas o avistavam e espalhavam este nome sobre medo e terror). Chegado fim de tarde, no castelo de Caen situado na França, dois guardas que vigiavam a entrada são surpreendidos por uma forte luz verde brilhando no céu. *

—(Guarda 01) Veja o que é aquilo? Será que são os...( fica assustado)

—(Guarda 02) Não pode ser! Então o que dizem por aí era verdade. Vindo do céu só podem ser os pássaros negros.

* Um dos guardas da ponte grita alerta para os arqueiros da torre e depois diz para recolher a ponte do castelo. Um disco voador de proporções de uma nave mãe, dispara ao solo uma luz vermelha revelando dois guerreiros com armaduras negras. Os guerreiros não eram identificáveis, pois suas armaduras cobriam toda parte de seus corpos. Os arqueiros das torres de vigia disparam suas flechas contra a nave mãe e os guerreiros negros, mas ambos estavam protegidos por uma espécie de campo de força que repelia as flechas em outras direções. Os guerreiros pássaros negros permaneciam imóveis, pareciam estar ainda se comunicando com a nave mãe. Enquanto isso mais soldados da torre aparecem e desta vez aparecem com canhões. De um lado da torre disparam contra a nave mãe e do outro disparam contra os guerreiros. Ao verem cortina de fumaça ao redor da nave e dos guerreiros pensaram por segundos que haviam ganho, mas dissipado a fumaça perceberam que nada havia os afetado. Depois dos disparos a nave mãe some em um piscar de olhos e os dois guerreiros partem lentamente para a entrada do castelo de Caen. Neste instante o general do exercito de Caen, chamado Herstal, aparece e lidera os ataques da torre. *

—( Herstal) Não se desesperem com o inimigo, são apenas dois na nossa frente continuem mirando suas flechas neles! E vocês carreguem esta pólvora mais depressa. (grita com todos eufórico)

—( Guardas) Sim senhor! (Gritam os guardas que ajeitavam o canhão para o próximo tiro)

* Poucas das flechas disparadas atravessavam suas armaduras, mas pareciam não importar com nada como se fossem mortos-vivos. Eles continuam andando lentamente até a chegada da ponta de entrada, um dos guerreiros do exército dos pássaros negros, chamado Fler exclama. *

—( Fler ) Abaixem a ponte logo! Não queremos matar ninguém além do seu rei.

* O outro guerreiro negro chamado Maxi completa sua frase *

—( Maxi) Deixe-nos passar em nome da honra dos pássaros negros prometemos matar somente o seu rei.

—( Herstal ) Tolos são vocês em pensar que acreditarei em suas honras e palavras vazias! Percebo que algumas flechas perfuraram suas armaduras, quero ver agora outros disparos de canhões...

* Antes que Herstal desse a ordem de disparo de canhões , Fler já furioso, corre em velocidade surpreendente com sua armadura pesada e espada, dá um salto atravessando o pequeno rio em volta do castelo e segurando a sua espada com as duas mãos destrói em mil pedaços a ponte erguida, que impedia a entrada do castelo. Em um piscar de olhos Maxi também já estava dentro do castelo.

Todos os arqueiros e soldados ficam assustados por tamanha velocidade e força, pois aquilo era impossível para um guerreiro comum. O General Herstal pede aos arqueiros e atiradores para cessar fogo pois a maioria dos soldados já os cercavam antes da entrada das pequenas casas dos morados do castelo. Maxi toma frente de Fler, ergue um pouco a sua cabeça, visualiza o grande castelo e se dirige lentamente a sua entrada, atravessando as casas dos moradores sem atacar ninguém, apesar de ouvir os gritos de desespero das pessoas que evacuavam suas casas. Mas, Maxi seguia em frente apenas com o seu objetivo de matar o rei. *

—( Herstal ) Soldados não o deixem dar mais um passo destrua o guerreiro negro!

* Os soldados gritam confiantes partindo em direção a Maxi. Maxi não parecia importar com nada, apesar de usar um bastão, apenas nocauteava seus adversários com chutes e socos, usando seus golpes de artes marciais aprendidas com os monges do Tibete. Apesar de vários soldados com espadas, a cada golpe Maxi seguia em frente lentamente e tranquilo, como se ali não houvesse ninguém para incomoda-lo. Fler ainda enfurecido e ainda parado na entrada da torre do castelo, insatisfeito e com sede de sangue, tira seu escudo das costas e o energiza ficando com uma luz vermelha brilhante. Ele corre em direção ao muro da torre e o choca com seu escudo, como se fosse um soco. Na mesma hora um forte estrondo faz com que os soldados que atacavam Maxi se virem e se assustam ao verem o muro juntamente com a da torre direita da entrada da ponte desmoronando. O general que estava na torre do lado esquerdo, assustado, pula em direção ao rio, quando percebe que Fler, faria o mesmo ataque com a segunda torre.

Maxi derrota todos os soldados que tentava o impedir de entrar. Chegado em um outro portão, ela aplica somente um soco e faz a porta de entrada em mil pedaços. No salão principal do castelo, Maxi percebe o medo dos sacerdotes, condes e outros políticos que tentavam se esconder em outras salas e quartos, mas ele seguia em frente sem se importar com nada. Fler ainda continuava do lado de fora, depois de destruir quase todos os muros e torres ao redor do castelo, ele agora destruía as pequenas casas dos moradores. Maxi só escutava os gritos de crianças mulheres e soldados bramindo suas espadas. Maxi sobe as escadas e encontra mais soldados, na qual enfrenta facilmente. Chegando ao segundo andar do castelo, Maxi avista um grande corredor, cheio de entradas com outros quartos, mas no fim do corredor via uma porta enfeitada com pedras preciosas. *

—(Maxi) Finalmente! Esta deve ser a sala do rei.

* Quando ia destruir a porta, aparecem dois guardas, um pelo corredor da esquerda outro pela direita, que imediatamente bloqueiam a passagem com suas lanças. Os guardas eram fortemente cobertos por armaduras e lanças e suas armaduras era revestidas de ouro. *

—(Maxi) Saim da minha frente! eu já lhes avisem quero matar somente o rei.

—( Soldado com armadura dourada ) Admiro sua coragem, mas morrerá por sua hipocrisia! (expressa sua última palavra com tom mais agressivo)

* Maxi rapidamente lhe acerta vários chutes e socos em várias direções na armadura dos soldados dourados, mas as armaduras levemente ficaram amassadas. Os soldados dourados não sentindo nenhum efeito do ataque contra-atacam com suas enormes lanças. Maxi desvia da primeira lança, mas a segunda o surpreende e acaba atingindo fortemente o seu rosto. Maxi é jogado fortemente na parede e outro golpe de lança é aplicado contra o seu peito destruindo toda sua armadura. O elmo e o peitoral da armadura negra de Maxi é totalmente destruído, revelando o seu rosto. Ele tinha cabelos negros, medianos e espetados para cima, seu rosto e pele tinha traços do povo asiático. Quando um dos soldados dourados iam lhe aplicar o golpe final, ele segura a lança com a palma de suas mãos, depois rapidamente inclina um pouco o seu corpo e chuta a lança que finca na parede do teto do castelo. Percebendo que teria dificuldades com a armadura dos soldados, ele tira o seu bastão de suas costas o energiza ficando com uma cor verde brilhante. Maxi atingi o primeiro soldado dourado que havia perdido sua lança com o seu bastão, com o grande impacto ele é jogado contra a parede a destruindo, fazendo cair do segundo andar para fora do castelo. Com outro giro do bastão ele atingi o segundo soldado que faz toda sua armadura quebrar, o jogando contra a porta da sala do rei que a faz quebrar em mil pedaços. Maxi entra lentamente na sala e ao seu fundo avista o rei em seu trono. *

(musica de encerramento)

Para o sol, é o brilho do seu olhar.

Para o sol é o amanha.

Para o luar a estrela surgirá.

Viva sonhos persista sem pensar.

Escute de quem, lhe quer tão bem.

Sem você, noite que cai, sem ter,

Uma esperança, solução.

Noite que cai, em vão,

Sinto às vezes me chamando outra vez...

Sonhar com um mundo que possa ser livre.

Não tendo barreiras para te encontrar.

Sem medo para dizer quero te amar.

Ver as estrelas a nos guiar.

Sempre ao seu lado...

Ao mundo descobrir,

Tirando as sombras desse grande amor.

Se me disser que é verdadeiro eu lhe direi que é eterno.

Só me fale que é amor e eu tirarei sua dor.

Basta acreditar, esse mundo surgirá.

Voando do seu lado estarei...