Possessão

1 Capítulo 1


Notas iniciais
Desculpe qualquer erro de português... ^-^'

Boa leitura!

"Era uma vez, uma pequena cidade que estava constantemente sob ataque de monstros que viviam na floresta ao redor. Fed vivia com o medo constante, um homem estava diante do terror e criou máquinas para protegê-lo e ao seu povo. Ele foi visto, por eles, como um herói, mas mal sabiam eles da sua verdadeira natureza...
"Ele era um cientista, um criador, com uma sede de conhecimento que parecia insaciável. Ele criou máquinas enormes para proteger as fronteiras da pequena cidade. Ele construiu para-raios de altura que forneceu a cidade eletricidade. Conforme o tempo passava, a cidade estava sob a tirania do mal que lhes havia atormentado. Pouco depois, chegou a dizer mal desapareceu. Mas, ainda assim, isso não impediu que o cientista de continuar seu trabalho.
"De vez em quando, uma pessoa da cidade iria desaparecer sem deixar vestígios. Ninguém achou estranho. Talvez eles estavam perdidos ao explorar a floresta? ,Talvez fugiram? Ou, eles estavam muito felizes de se preocupar com os desaparecidos. Eles não queria correr o risco de ter suas vidas agora perfeitas destruídas pelo medo. Talvez se eles tentaram investigar, os horrores que aconteceram logo não teria ocorrido.
"O cientista estava jogando perigosamente perto da chama. Iniciando seus experimentos com animais de pequeno porte para um ser humano vivo. Ele queria saber mais e mais sobre como uma funções. Quem foi que deu a alguém para ter o potencial de aprender magia? Ele queria respostas mais do que qualquer coisa . Usando os resultados de suas experiências anteriores, ele criou um novo tipo de máquina,..? uma com características humanas. Ele nunca estava tão animado, uma vez que foi concluída. imaginou ensinar tudo o conhecimento que ele poderia, até mesmo ir tão longe,como ensiná-lo magia como algumas das pessoas na cidade foram capazes de usar.
"O cientista estava muito decepcionado. O robô realizada mas sem vida, sem sentimento, e não tinha capacidade de aprender magia. Tudo o que era capaz de fazer estava seguindo ordens simples, sem um pensamento próprio. O cientista estava perturbado. Que estava faltando ? Ele tinha a anatomia correta, o cientista olhou para fora da janela, olhando para o campo aberto e notou um grupo de crianças brincando. A expressão feliz deram. eles estavam tão cheios de emoção. E então que o cientista percebeu que a resposta às suas perguntas o corpo tinha tudo o que precisava, exceto um componente crucial....

Uma alma ".

Levy acordou com um suspiro quando ela endireitou-se na cadeira. Ela não tinha certeza de sua volta à principio até que ela ouviu a voz de um de seus companheiros de equipe gritar o nome dela.
-Levy? Você está bem?- perguntou Jet. Levy olhou para cima e viu o olhar dele em questão. Foi quando ele voltou para ela. Ela ainda estava no salão de aliança.
-Ugh, o que aconteceu?- Ela perguntou enquanto distraidamente esfregou o rosto.
-Você caiu no sono no meio de uma leitura novamente- riu Droy quando ele sentou-se com um prato de comida. Jet lhe deu um olhar de reprovação.
-Esse é o seu quarto prato, Droy!.
-Você me chamando de gordo ?! -argumentou.
-Só estou dizendo para você reduzir na comida, cara!- ele retrucou. E assim os seus argumentos de rotina começou.
Levy ignorou o seus amigos e voltou sua atenção para o livro aberto que ela estava apenas usando como travesseiro. Era um pequeno livro, nem mesmo chegava a cem paginas, mas o seu interesse, no entanto. Ela sorriu quando percebeu que ela só tinha mais duas páginas que ainda pode ler e ela percebeu que tinha caído no sono quando foi ficando bom. Se acomodou em seu assento, ela procurou a página onde parou. Antes de ela começar a ler, outra voz, um pouco mais irritante do que seus companheiros de equipe, foi ouvido nas proximidades.
-Lendo novamente, camarão?- Gajeel riu quando ele se inclinou sobre ela para olhar para o livro.
-Dá para parar de me chamar assim?-ela respondeu com um olhar. Isso só trouxe sua risada assinatura.

"Gihii, nunca ouvi você reclamar sobre isso antes, camarão." Ele sorriu. Levy apenas suspirou e olhou para o seu livro. "Então, este fala sobre o que?-Ele perguntou quando se sentou no lugar ao lado dela o que lhe valeu um par de olhares de seus companheiros de equipe. Ela olhou para ele, em estado de choque. Ele nunca se interessou em seus livros antes. Então ela percebeu o quão perto ele tinha chegado a ela. Ela podia sentir um leve rubor e antes que ele pudesse perceber, ela olhou para o livro e o sentimento embaraçoso rapidamente foi embora. Ela limpou a garganta e começou a explicar.
-Parece-me que este médico não bate bem dá cabeça!- afirmou, enquanto apontava o dedo para a cabeça. -Meio assustador se você me perguntar -acrescentou. Ela, por algum motivo, esperava que a história teve um final feliz, mas pelo que ela leu, ela não gostava de onde ele estava indo.
-Heh, o que quer dizer, camarão?.- Com um último olhar lançado o seu caminho, os dois olharam para as duas páginas finais.

"A alma era o que faltava para fazer a sua criação completa. Com um sorriso torto, se arrastou para fora de seu laboratório. Que ele fez em seguida é algo imperdoável. O cientista estava cruzando uma linha de nenhum ser humano deveria. Ele estava brincando de Deus...
"Ele seqüestrou os três filhos do campo e os levou para seu laboratório. O cientista então passou a criar uma máquina que faria a coisa mais desumana que você poderia fazer a uma pessoa. Extrair suas alma a força.
"Nem uma vez que seu sorriso vacilar durante o procedimento. Os gritos de agonia não fez ele parar, mas encorajá-lo. Os dois primeiros não sobreviveu ao procedimento, mas o terceiro foi uma história diferente. A alma apareceu através do tubo longo que se conectava em, tanque circular com uma substância desconhecida. A alma ainda manteve forma do seu corpo, mas ele estava brilhando uma luz branco que logo que se perdia com o passar dos dias. Ele tentou adicionar a alma ao seu robô, mas foi rapidamente rejeitada. Ainda assim, ele não parou. Outro pensamento veio a ele. Uma alma artificial.
"Usando um antigo livro ele tinha alguns anos, um livro de magia negra, ele começou com sua nova experiência. Tempo passou e o cientista conseguiu abrir um portal para outro mundo. Partir daí, ele conseguiu uma só alma, um pequeno parcela insignificante do que uma vez estava vivo e ele colocou dentro do robô. Mas o outro mundo queria algo em troca da parte. Sem pensar duas vezes, o cientista enviou a alma das outras duas crianças para o outro mundo.
"Ele fechou a porta e olhou para o robô. Ele devolveu o olhar e quase sorriu. Tinha emoções reais. Sentindo-se realizado, ele decidiu mostrar sua nova criação encontrada para os habitantes da cidade. Suas reações eram tudo menos positivo. Eles questionaram onde estava as crianças desaparecidas e por que havia tantas pessoas desaparecida??s. Ele ignorou a pergunta e apenas focado em seu robô.Com Ira, o povo da cidade explusou o cientista e sua abominação fora da cidade, para nunca mais ser visto novamente.
"Ninguém sabe realmente o que aconteceu com o homem ou seu robô, mas eles tinham certeza de uma coisa, sua sede de conhecimento continuou a crescer. O cientista continuou a se esconder nas sombras, não querendo ser incomodado por ninguém."
fim.

-Esta historia foi foda — comentou Gajeel com um sorriso . -Não sabia que você tinha um livro como este, baixinha.
-Bem, eu não tenho.Eu nem sabia que eu tinha esse livro até ontem, quando eu estava limpando meu quarto.- Levy fechou o pequeno livro com capa de couro com um suspiro. Ela estava decepcionada com o final. O tempo todo, parecia que ia cabar com um final feliz, mas ele simplesmente acaba com o cientista desaparecido. Nada foi resolvido.
-Como assim você não sabia que tinha este livro?- ele perguntou.
-Ela tem um montão de livros, Gajeel- respondeu Jet.
-Provavelmente mais do que a própria biblioteca da guilde -acrescentou Droy dando outra mordida da comida. O Dragon Slayer de ferro olhou para Levy em estado de choque. Ele sabia que ela era um grande leitora, mas nunca soube exatamente quantos livros que possuía.
Levy ignorando os outros por um momento, enquanto pensava sobre o livro. Ela sentiu que algo estava errado, mas o que mais a incomodava era o fato de que ela não tinha memória de de como adquiriu este livro. Ela decidiu organizar seu quarto naquela noite. Começando pela estande , com vários livros tombados. Foi quando ela percebeu um, coberto de poeira o pequeno livro intitulado "Scientist". (traduzindo: Cientista.)
-O que é este livro?- ela murmurou em voz alta. Sua súbita comentário chamou a atenção de seus três companheiros de guilda.
-Algo de errado, Levy?- perguntou a jato.
-Uh, está ficando meio tarde, eu acho que eu vou voltar para casa. Eu vejo vocês amanhã- ela sorriu quando pegou o pequeno livro e colocou em sua bolsa. Levy ajeitou a bolsa no ombro e olhou para os três com um sorriso: "Boa noite Garotos."
-Quer que eu te leve para casa?- questionou Jet com pulou de seu assento com antecipação.
-Ei, é eu que vou leva-la para casa! -argumentou Droy ainda comendo.
-Você está ocupado!- Jet gritou.
-Meninos realmente, eu posso ir para casa sozinha. É só subir a colina- respondeu ela, enquanto tentava acalmá-los. Não ajudou em nada, que continuaram a discutir. Foi só quando Gajeel se levantou abruptamente que eles pararam um momento para olhar para ele.
-Eu vou leva-la, -afirmou, em seguida, com um olhar acrescentou, -as meninas não tem um problema com isso, certo?.
Com um grito abalada em resposta a partir dos dois, Gajeel sorriu então começou a andar em direção à porta.
-Camarão ,você vem ou não'?- ele a chamou quando percebeu que ela ainda estava colada ao seu lugar na mesa. Ela sorriu em seguida, com um leve aceno de cabeça, o seguiu.
-Você realmente não tem que me levar para casa, Gajeel.Não precisa se preocupar — disse ela.
-Eu não estou fazendo isso porque eu estou preocupado- ele respondeu. Levy foi um pouco surpresa com sua resposta. “-Mas porque então ele me levaria para casa ?” Pensamentos de Levy correram desesperada atraz de um resposta . Então que Gajeel percebeu o que tinha dito.
-Quer dizer, eu só estou fazendo isso porque aqueles dois idiotas não iam para . Pensei que se eu disser alguma coisa, eles calavam a Boca.- Gajeel falou com naturalidade. Mal sabia ele que esta palavras tinha magoado bem lá no fundo da pequena maga. Com um suspiro, Levy acrescentou:

-Como eu disse, Gajeel. Você realmente não tem que me levar para casa- ela retrucou. Ao som de seu tom de voz irritado, Gajeel olhou para baixo e percebeu a raiva, em seu rosto.
-Oi, o que foi?.
-Chegamos.-Levy parou na porta de frente para o dormitório da moça: -Agora, vá para casa. Sem outro olhar para o Dragon Slayer, ela entrou no dormitório e bateu a porta. Gajeel estava ali, completamente confuso com o que ele fez ou disse para irritá-la. Com um suspiro pesado, ele caminhou de volta para a aliança, irritado com sua súbita mudança de humor.
-O que diabos eu fiz?.
Levy entrou em seu quarto, em silêncio, amaldiçoando a si mesma quando ela tropeçou em uma pilha de livros que ela tinha deixado perto da porta. Ela estava deitada no chão, não querendo de levantar.
-Estúpido Gajeel- ela murmurou baixinho.
Levy não tinha certeza de quando começou seus sentimentos para o Dragon Slayer. Foi em algum momento durante o exame S-Class ou talvez antes? Ela não tinha certeza, mas quando ela viu Gajeel e Natsu lutar contra Sabertooth durante o torneio, ela sabia que o amava . Ela corou com a lembrança. Lucy era o único que sabia e, muitas vezes brincava com ela sobre isso.
Com um suspiro, ela se levantou e caminhou até sua cama. Levy sabia que a única razão pela qual ela ficou irritada com Gajeel era por que ele era cabeça dura. Ela não tinha certeza de que era mais duro , ele ou Natsu!

Ela caiu de volta para os cobertores macios e olhou para o teto. Ela não queria pensar em nada disso agora ela só queria dormir. Ela olhou para o teto branco, à espera do sono. Levy ouviu um som de relógio distante, provavelmente enterrado em algum lugar sob as pilhas de livros. Ela focou esse minúsculo som e antes que ela percebesse, ela estava esta sonhando.
Em uma pequena aldeia perto do mar, um miasma malévolo se reunia no centro da floresta escura. Pequenos animais que corriam muito de perto morreram em questão de segundos. A aldeia era nada mais, mas uma cidade fantasma. Mais acima, além da pequena aldeia era um edifício. Manchas de queimaduras cobriam sua superfície. As janelas de vidro eram nada mais, mas que pedaços quebrados no chão. À primeira vista, o edifício parecia abandonado.
Uma figura solitária coberto por um manto marrom esfarrapada aproximou-se do prédio, olhando para ela com os olhos sem emoções. A figura rapidamente balançou a cabeça, voltando a seus sentidos e entrou pela porta de entrada. Ambas as portas de ferro estavam cobertas por uma espessa camada de poeira. A figura agarrou a maçaneta e abriu a porta em seguida, procedeu-se a longa escadaria. Ao chegar ao fundo, a figura podia ver uma luz brilhante vindo de outra porta e, sem parar, abriu-a e encontrou uma sala cheia de máquinas, todas com um propósito diferente.
— Vejo que você voltou. Conseguiu o que eu pedi para você?-A silhueta escura se afastou de uma pequena mesa de madeira e se levantou.
-Sim, Pai, eu encontrei três corpos perfeitos para mim e minhas duas irmãs- uma voz suave, feminina respondeu.
-Perfeito!- ele sorriu, batendo palmas de alegria. Ele se levantou e olhou para os dois tanques atrás dele que carregavam duas almas. -Em breve, você e suas irmãs terão seus próprios corpos vivos!-A figura sorriu solenemente para alegria de seu pai. O homem então parou seu breve momento de comemoração e virou-se para ela: -Quem são elas?- A figura se aproximou, mais perto para a luz e puxou para trás o capuz que cobria seu rosto. Um crânio cinzento, metálico com olhos azuis escuros olhou para o homem que ela chamou Pai. Um leve rangido pode ser ouvido como sua mandíbula mudou-se para as palavras.
-Elas são parte de uma aliança em Magnolia -Ela fez uma pausa para olhar para suas irmãs e depois de volta para seu pai. "Fairy Tail".

Notas finais
HUMM!!! Mistério! *-*

comente se gostou ou se odiou...

Por favor!!!!