Porque eu amo te odiar!

14 Se é só sexo, porque o ciúme?


Notas iniciais
Esta aqui a segunda parte do cap.

As duas voltaram para as mesas, seus semblantes eram um misto de raiva e dor. Era estranho para as duas estar naquela situação. Se era so desejo porque estavam assim, suas mentes estavam aéreas.

Flavia: gente vamos! Porque o treino já vai começar. Todos se levantaram, pegaram a conta e saíram. Vanessa estava segurando a mão de Clara e era abraçada por Flavinha. Quando estavam saindo Laura fez questão de esbarrar em Clara.

Laura: ai desculpa, foi sem querer. Seu sorriso era cínico. Clara somente balançou a cabeça negativamente e saiu sem dizer nada. Marina ficou olhando a cena sem ação. Geralmente Laura teria sido posta pra fora debaixo de porrada.

–que menina grosseira. Marina o que voce vai fazer agora?

Marina: tenho que voltar para a escola, tenho uma aula para preparar.

Laura: eu pensei que poderíamos sair para nos divertir. Lembrar os velhos tempos. Falava maliciosamente olhando fixamente para Marina.

Marina: desculpa Lau não vai dar. Elas já estavam no portão da escola.

Laura: tudo bem mas mais tarde voce não me escapa. Laura puxou Marina pela cintura e deu um beijo em seu pescoço. O corpo de Marina não reagiu.

Marina: vamos ver, agora deixa eu ir, beijo. Ela se afastou rápido, precisava ficar sozinha. Marina chegou em sua sala e trancou a porta.

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P.O.V.s Marina

Isso está fora de controle. Eu não consigo deixar de pensar nela. Se e so sexo porque ela não sai de mim? Se e so sexo porque eu estou feliz com o ciúme dela? Porque não dei nem trela pra Lau? Ela sempre me atraiu. E a proximidade dela so pode, nós estamos muito perto, por isso esses sentimentos estão loucos.

Será mesmo Marina? ou será que voce está se apaixonando por ela? Mas eu não posso me apaixonar por ela. Nós sempre nos odiamos.

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Enquanto Marina estava em sua sala discutindo com sua cabeça. Clara estava no treino, que essa semana era com bola no campo.

Treinador: muito bem senhorita Fernandes! Controle a bola, pense as jogadas. Veja as melhores posicionadas. Tavares gritava com Clara. Ela se esforçava o máximo que podia, queria ficar cansada a ponto de não conseguir nem pensar. Flavia se aproximou da prima.

Flavia: está a toda hoje hein?! Quanta energia.

Clara: bastante! Preciso extravasar. E continuou correndo. Seu corpo já pedia descanso mas ela continuava. Depois de 1h Tavares deu o treino por terminado. E chamou Clara.

Treinador: Senhorita Fernandes hoje peça a senhorita Meirelles que termine a aula as 16h, e vocês se encaminhem para a piscina coberta.

Clara: tudo bem senhor. Até mais. A morena saiu tomou um banho rápido e foi para a aula. Quando chegou na sala, viu que a porta estava trancada, deu duas batidas. Marina abriu, e Clara percebeu seu rosto cansado, parecia que tinha chorado.

Marina deixou Clara passar, fechou a porta e foi sentar em sua cadeira.

Marina: voce tem alguma dúvida especial? Seu olhar permanecia em seu livro.

Clara: não, e o Tavares pediu para terminarmos as 16h hoje, e depois subirmos para a piscina.

Marina: ok! Então tenta resolver os binômios das páginas 57 a 59. Clara começou a fazer as tarefas, mas percebia que Marina não estava bem.

O silencio era ensurdecedor, elas estavam ambas longe. A hora passou lenta, mas quando o relógio marcava 16h, ambas se levantaram e foram em direção da piscina. Subiram de escadas.

Treinador: senhoritas vão por suas roupas. Hoje vocês vão dar umas braçadas. As duas foram se trocar. Os corpos marcados estão expostos, somente cobertos pelo short, e o top. A visão para ambas era maravilhosa.

Clara: voce e deliciosa! Clara disse baixinho.

Marina: e so sexo Fernandes, normal voce gostar dessa visão. Seu sorriso era triste, mas irônico. Clara avançou em Marina, os corpos se chocaram.

Clara: eu não gosto dessa visão, eu adoro!! O beijo aconteceu sempre com muito desejo. Marina saiu do beijo e se afastou de Clara saindo do vestiário. Clara a seguiu.

Treinador: vocês podem entrar. Duas voltas rápidas para aquecer. Vai! Elas nadavam forte.

–muito bem senhoritas! Agora vamos brincar um pouco. Eu tenho aqui algumas perguntas de temas diversos. Cada vez que vocês acertarem vão diminuir 10 min de castigo, toda vez que errarem vão dar uma volta na piscina, além de adicionar 5 min de castigo. Estamos entendidos? A e vocês podem conversar entre si para responder.

–bom a primeira pergunta. Se no hemisfério norte a ursa polar e quem guia os marinheiros, quem e o ponto de guia no hemisfério sul?

Marina: o cruzeiro do sul.

Treinador: que jogador fez um gol de mão em plena copa do mundo?

Clara: Maradona. As respostas iam saindo rapidamente, elas não conversavam entre si. Já tinham retirado quase dois dias de castigo, nenhuma volta na piscina.

Treinador: senhorita Clara, essa e exclusiva para a senhorita. Qual a cor preferida da senhorita Marina?

Clara: como eu vou saber?

Treinador: volta na piscina e 5 minutos a mais. Elas deram e Clara se irritou.

– senhorita Marina qual a cor preferida da senhorita Clara?

Marina: azul! Os olhos de Clara arregalaram.

Treinador: senhorita Clara qual instrumento musical a senhorita Marina toca?

Clara: não sei... mais uma volta e mais cinco minutos.

Treinador: senhorita Marina?

Marina: contrabaixo. As perguntas pessoais iam sendo respondidas por Marina, e Clara já estava de saco cheio. Como Marina poderia saber tanto sobre ela? Tavares deu o castigo por encerrado. Elas trocaram de roupa, e foram em direção a moto de Clara. Quando Clara parou diante da moto, se virou para Marina a encarando com dúvida no olhar.

Clara: como voce sabe tanta coisa de mim?

Marina: quando se odeia alguém, se aprende muito dela. Afinal voce quer evitar essa pessoa o máximo possível, so isso. Clara não respondeu, subiu em sua moto, estava sem jaqueta. Marina colocou o capacete e sentou atrás da morena.

Clara: segura que vou correr, quero chegar em casa rápido. Marina se agarrou na cintura morena, os corpos arrepiaram por inteiro. Clara deu a partida e pouco tempo já tinham chego em casa. Tomaram banho, lancharam conversaram com as meninas e foram dormir, os corpos não estavam tão cansados quanto suas mentes, mas precisavam dormir.

O dia novamente amanheceu escuro, quando um sonoro trovão cortou o céu no horizonte, quem ainda dormia despertou. Clara que estava descendo viu Marina se encolher no sofá assustada. Se aproximou sem fazer barulho, deu um beijo em sua nuca a fazendo estremecer.

Clara: foi so um trovão, fica calma. E saiu indo para cozinha.

Vanessa: vamos tomar café? Quando Marina ia responder outro trovão se fez presente, os braços de Marina agarraram o corpo de Vanessa, fazendo a ruiva soltar um gemido de dor.

Flavia: bom dia! Clara você já olhou seus e-mails? Flavinha entrou dando um beijo em cada uma.

Clara: bom dia amor! Ainda não por que?

Flavia: porque recebi um dizendo que hoje algumas turmas não vão ter aula. Eu infelizmente tenho as 3 primeiras depois estou livre. A Van vai ter as duas primeiras.

Clara: não vi, mas deixa eu olhar. Clara pegou seu celular e verificou os seus e-mails quando abriu o da escola viu que ela não teria nenhuma aula hoje, nem treinos, portanto também não teria castigo.

– eu não vou ter nada. E sorriu feliz.

Vanessa: então você também não vai ter Mah. O sorriso de Clara sumiu de seu rosto.

Marina: eu não quero ficar sozinha em casa.

Vanessa: e você não vai ficar, a Gi e a Lu vão ficar em casa, e também tem a Clarinha.

Clara: Vanessa vai a merda!

Marina: ela e nada e a mesma coisa!

Luiza: nos acordamos e já vemos tanto carinho assim, como eu amo essa família. Luiza dizia irônica.

Vanessa: enfim eu vou tomar banho, pois tenho aula. E saiu com Flavia. Luiza e Clara estavam na cozinha. O sorriso de Clara era grande.

Luiza: que foi prima? Viu passarinho verde?

Clara: não porquê?

Luiza: por causa desse sorriso enorme no seu rosto! Clara deu língua para a prima, dizendo que ia subir para tomar banho.

Gisele: sabe o que eu pensei?

Luiza: não amor o que?

Gisele: já que vamos ficar em casa, poderíamos pegar uns filmes para assistir. E depois que a Van e a Flavinha voltarem nós podemos pensar em outra coisas. Que vocês acham?

Luiza: acho legal. Junta todo mundo no quarto da Clara que tem tv e a maior cama.

Marina: ela não vai me querer no quarto dela. Marina ainda estava encolhida no sofá.

Luiza: eu me entendo com ela, vamos ver o que tem no fliix. As três subiram e entraram no quarto de Clara, que estava no banheiro.

Clara: quem está invadindo meu quarto?

Luiza: não tim!

Clara: Luiza você anda muito abusada pro meu gosto! Que vocês querem aqui?

Luiza: vamos juntar aqui e ver filme, todas juntinhas na sua cama.

Clara: ou não!

Luiza: ou sim! Marina vai vendo s filmes, Gi desce e faz pipoca, eu vou tomar banho e já volto. Gisele e Luiza saíram e Marina pegou os controles para ver o que passava.

Clara: larga meu controle e sai do meu quarto agora! Marina a olhou e nada disse, estava hipnotizada com a visão de Clara, a morena vestia um shortinho jeans bem curto e um top, deixando seu corpo marcado e delicioso, praticamente nu. Clara quando percebeu o olhar de Marina engolindo-a, sorriu maliciosamente.

– ficou surda Meirelles?

Marina: não Fernandes! Agora me dá licença que eu vou tomar banho. Jogou o controle na cama, e foi em direção ao banheiro. Clara a deixou passar, mas a segurou pelas costas grudando seus corpos.

Clara: limpa a baba, que está escorrendo aqui. Clara levou uma das mãos até a boca de Marina. Os corpos esquentaram juntos. Marina saiu do aperto, pegou uma roupa e entrou no banheiro, escorregando pela porta.

Marina: essa mulher vai me enlouquecer de desejo. Tomou um banho rápido. Ela não queria ficar ali sozinha, aqueles trovoes a deixavam apavorada.

Clara sentou-se em sua cama e mexia em seu celular, estava no mundo da lua. Gisele entrou sorrindo deixou quatro baldes enormes de pipoca em cima da mesa e saiu. Marina voltou para o quarto e Clara quase teve um troco quando a viu, Marina vestia o vestido cor de palha, que ia até a metade se suas coxa, ele era soltinho.

Clara: assim eu não aguento. Clara falou para si própria. Luiza chegou se jogando na cama.

Luiza: e ai o que vamos ver? Minha mulher e eficiente hein?! Já até trouxe as pipocas.

Clara: eu queria ver vocês saindo do meu quarto.

Luiza: mas isso não e possível, desculpa! Deu língua para Clara.

–Marina senta aqui querida, eu domo essa fera aqui fácil. Marina largou o celular e se sentou na cabeceira ao lado de Luiza, Clara estava do outro fazendo cara feia.

Luiza: vocês por favor não briguem, eu vou lá apressar a Gisele. E saiu deixando as duas sozinhas. Clara se ajeitou, ficou olhando para a porta e levou sua mão até o sexo de Marina, que gemeu baixo.

Clara: so de me olhar já fica assim Meirelles?! Marina olhou no fundo dos olhos de Clara. Clara ao perceber que Luiza voltava com Gisele se afastou rápido.

Luiza: vamos ao filmes! Clara e Marina ficaram sentadas encostadas na cabeceira separadas pelos seus baldes de pipoca, Luiza e Gisele deitaram um pouco mais para baixo juntinhas.

Decidiram assistir uma animação primeiro, riam bastante. O ambiente era tranquilo, mas Clara e Marina de vez em quando ficavam se encarando, os olhos faiscavam de desejo.

Quando a animação terminou decidiram ver uma comedia romântica. Com meia hora de filme, Luiza e Gisele dormiam agarradas.

Marina estava concentrada no filme, quando sentiu a mão de Clara subir seu vestido, e ficar arranhando sua coxa, indo da lateral para o meio, mas Clara não a olhava estava virada para a televisão.

Marina: esse jogo duas podem jogar! Sussurrou baixinho. Marina levou sua mão até o top de Clara e pois a mão por dentro tocando em seus seios. Quando Clara a olhou, Marina fez sinal de silencio e permaneceu olhando para frente. Clara então colocou a mão no sexo de Marina por cima da calcinha e começou a fazer movimentos e várias direções. As duas ficaram nesse joguinho até que Luiza se mexeu.

Luiza: nossa nos dormimos muito. Amor acorda! Chamava Gisele.

Clara: me obrigam a ver essas drogas de filmes, me deixam aqui com essa peste e dormem.

Marina: cala boca praga. Disse se levantando.

Luiza: Clara você e muito chata! Credo deixa de ser assim.... Todas levantaram e foram para sala. A chuva cai forte do lado de fora.

Vanessa: oie! Voltamos! E olha o mundo está desabando lá fora.

Flavia: achei que íamos ter quer largar o carro e comprar um barco. Mas oh trouxemos pizza para o almoço. Disse colocando as cinco caixas em cima do balcão da cozinha.

Gisele: vamos voltar pra Espanha rolando amor.

Marina: isso e impossível magrela.

Clara: vou virar a bola na hora do treino.

Vanessa: como são dramáticas! Agora vamos comer... que depois quero jogar uno. Todas sorriram e foram comer, mesmo tendo reclamado as cinco caixas de pizza foram devoradas.

Vanessa: todas sentadas agora, vamos jogar! E pra animar um pouquinho vamos contar pontos! Flavia trazia duas garrafas de tequila.

Marina: tequila Van?

Vanessa: claro, aproveitamos para esquentar.

Luiza: mas nem está frio Van.

Vanessa: fiquem quietas e venham. Todas foram e se sentaram ao redor da mesa. Estavam sentadas assim, Vanessa, Flavia, Clara, Luiza, Gisele e Marina.

Vanessa: a regra e a seguinte: quem ganha não bebe, depois contamos o valor das cartas que sobrarem, a segunda bebe uma, a terceira duas e assim até a quinta que bebe quatro doses.

Flavia: posso nem pensar em perder! O jogo começou e era acirrado. Todas usavam suas melhores estratégias para tentar ganhar.

Marina: UNO! E jogou sua penúltima carta. Rodada foi toda tentando evitar que Marina batesse, mas sua carta era coringa e portanto ela bateu.

Marina: sou o máximo! Agora contem quero ver a última beber. Elas contaram e Gisele ficou em último.

Gisele: amor se eu começar a ficar alegre, não me deixa tirar a roupa por favor.

Vanessa: que isso, deixa sim. E tomou um tapa de Flavia.

Flavia: além de ela ser sua prima, você tem namorada ta dona Vanessa!

Marina: nem encheram a cara ainda e já está assim. O jogo corria elétrico, mas os movimentos já eram um pouco mais lentos mais por conta da bebida.

Clara: UNO! E essa e última porque eu estou tonta demais já. A rodada terminou Clara venceu e Vanessa ficou em último.

Vanessa: gente.... Da próxima que vez que eu tiver essas ideias, me ignorem. Disse tomando sua última dose.

–eu preciso de cama! Vem amor vamos dormir um pouco.

Luiza: ótima ideia! vem Gi. As quatro saíram dançando de tão bêbadas. Marina levantou rindo por não conseguir controlar suas pernas. Clara babava na suas coxas.

Clara: se vomitar na sala vai limpar.

Marina: Fernandes não enche! Eu estou melhor que voce.

Clara: e o que vamos ver Meirelles. E se levantou indo rápido em direção a Marina que estava parada escorada no balcão. A segurou pela cintura e juntou seus corpos.

Marina: se afasta Fernandes, eu não quero brigar hoje.

Clara: eu também não. Eu quero comer você gostoso agora. O sexo de Marina se contraiu e ela gemeu.

Marina: as meninas estão em casa.

Clara: bêbadas, elas vão transar e depois vão dormir... vem comigo pro meu quarto eu sei que você também quer. Esse desejo e grande.

Marina: nós nos odiamos!

Clara: esquece esse ódio, vamos lá. E beijou Marina, invadindo sua boca ardentemente com a língua.

–Vem comigo! Suas mãos já estavam por baixo do vestido de Marina, apertando sua bunda. Marina pois a mão em seus ombros e puxou a morena contra si.

Marina: vamos então... mas você vai ter que me comer gostoso sua vadia. Elas subiram tropeçando um pouco nas pernas.

Clara entrou no quarto jogou Marina na cama e trancou a porta. Arrancou sua roupa e subiu na cama. Marina já estava nua de pernas abertas. Seu sexo brilhava.

Clara: nem me esperou... sua bucetinha está meladinha hein... sente só! Clara pegou a mão de Marina e levou ao seu próprio sexo. Marina gemeu e Clara, continuou a usar a mão de Marina para estimula-la.

–isso se toca gostoso... Clara começou a chupar o clitóris inchado dela.

Marina: que delicia vadia... isso chupa gostoso...eu sei que você está adorando me comer... isso Clara... as mãos de Marina prendiam a cabeça de Clara naquela posição

– quero você dentro de mim... Clara não esperou outro convite e pôs dois dedos dentro de Marina. Que gemeu longamente, mas baixo. Clara subiu pelo corpo branco, mordeu seus seios e subiu beijando sua boca. O beijo tinha o ritmo das estocadas, o corpo de Marina começou a vibrar, ela chegou ao seu clímax mordendo o lábio de Clara.

Marina: cara...lho que gostoso! Você realmente me comeu bem demais...

Clara: mas ainda não comi o bastante... o beijo foi lascivo.

Marina: deixa eu sentir seus gosto... senta aqui no meu rosto... Clara sorriu ordinariamente se posicionou em cima da cabeça de Marina, que não perdeu e pressionou a cintura morena para baixo. A penetrava com a língua.

Clara: isso gostosa! Me come gostoso... eu vou gozar...ahhhhh Marinaaaaaa...... o corpo de Clara cai de lado suado, ela sorria e tentava controlar sua respiração.

– assim você deixa sem forças... puxou corpo de Marina pra cima do seu, seus olhares se chocaram.

Marina: você uma delícia...

Clara: eu sei... mas você não fica trás não...

Os corpos já estavam sem forças, nenhuma das duas se mexia mais. Clara estava deitada de barriga para cima, e Marina estava deitada em seus braços, dormiram.

Quando Clara acordou sentiu um peso em seu tórax, quando reparou bem Marina estava deitada em seu peito, tinha um sorriso lindo. As mãos de Clara retiravam os cabelos que estavam na frente do rosto branco.

Clara: voce e tão linda! Sussurrou bem baixinho. Marina se agarrou firme em sua cintura.

Notas finais
Beijos, ate amanha! Chris.