Porque eu amo te odiar!

8 Os medos aproximam... os desejos consomem...


Notas iniciais
Capitulo gigante! ainda falta uma parte.

O silêncio ainda era presente no carro. A chuva caia forte. E o transito parecia que não iria andar nunca. As duas sentiam frio, suas peles arrepiavam. Foram despertadas pelo toque do telefone de Clara.

Clara: Fala Flah.

Vanessa: não e a Flavinha não, sou eu Van.

Clara: oi ruivinha, cadê a Flavinha?

Vanessa: ta no quarto dela tomando banho. Erhh onde você esta? Ainda está com a Marina?

Clara: presa num engarrafamento horrível, e sim infelizmente sim, ela ainda está aqui. Dizia com a voz fria. Marina suspirou, revirando os olhos.

Vanessa: então aproveita isso e vem pro Leblon, tem uma surpresinha esperando.

Marina: que surpresa Van? E importante assim? Eu quero ir pra casa.

Clara: Ruivinha diz logo.

Vanessa: venham pra cá, e vocês verão.

Clara: está bem Vanessa, estamos indo. Assim Clara pegou o retorno, no qual estavam paradas a quase duas horas, e se encaminhavam para o Leblon. A viagem não demorou mais que 40 minutos. Quando Clara chegou ia em direção a sua vaga que era ocupada por uma Suv enorme.

Clara: mais que droga... quem foi o desgraçado? Ainda por cima toma conta das suas vagas. Clara dizia irritada, socando o volante.

– eu deveria ir arranhar toda a lateral pra essa puto aprender.

Marina: ei não deveria nada.

Clara: não se mete Meirelles. Eu deveria sim.

Marina: você não vai arranhar meu carro garota idiota.

Clara: mas só podia... até aqui você me faz perder a paciência.

Marina: o vadia fui eu que estacionei a porra do carro aqui? Que eu saiba quem estacionou o carro aqui foi a Vanessa.

Clara: mas a puta que comprou essa merda desse carro desse tamanho foi você. Clara falava enquanto dava ré, para estacionar em outra vaga.

Marina: ta bom Fernandes, eu não vou ficar aqui discutindo com você. A branca já tinha desafivelado o cinto.

– me diz qual e o andar que eu vou subir, não quero te aguentar mais. Quando ela acabou de dizer tudo apagou, só havia luz dos faróis do carro.

–droga, droga, droga!!

Clara: CARALHOOO, MAS QUE MERDA! Espera ai o praga. Não adianta querer correr agora sem luz. Clara acendeu a lanterna do celular, desligou o carro, e se encaminhou até Marina.

–pega suas coisas e vamos subir logo. Marina recolheu tudo e seguiu Clara pelas escadas. Quando já estavam no último lance a luz voltou. Clara se encaminhou até a porta e abriu, dando de cara com Vanessa e Flavinha deitadas no sofá.

Clara: era essa a surpresa?

Vanessa: não ne Clara! Cadê a Marina? Clara olhou para trás e nem sinal da branca, voltou até o corredor, e ela estava parada encostada na parede com os braços cruzados.

Clara: porque você não entrou?

Marina: não recebi convite para entrar, e não sou intrometida de ir entrando. Clara abaixou a cabeça respirou fundo, e balançou a cabeça negativamente, entrou sem dizer mais nada.

Vanessa: cadê ela Clara?

Clara: esta lá fora, dizendo que não vai entrar porque não foi convidada. Disse indo para cozinha. Flavia revirou os olhos e se levantou indo chamar Marina.

Flavia: Marina vem entra, eu te convido para entrar em minha residência. Estendeu a mão para a branca que sorriu e pegou.

Marina: então meninas, que surpresa e essa?

Vanessa: ah e verdade, venham aqui com a gente. E se encaminharam para o quarto que era de Luiza.

Clara: por que estamos indo para o quarto da Lu?

Flavia: você vai ver. Flavia sussurrava, e se posicionaram na porta.

– só não grita. Quando abriu, a cara de Clara e Marina era hilária.

Clara/ Marina: QUE ISSO?! A cena era engraçada, Luiza e Gisele deram um pulo da cama, ambas estavam de calcinha e blusa somente, seus cabelos estavam loucamente bagunçados, seus rostos amassados.

Luiza: me explica porque tem 4 mulheres no meu quarto? E duas estão gritando. Dizia esfregando os olhos.

Gisele: Marina? Vanessa? porque a gritaria?

Clara: espero vocês na sala em cinco minutos, e por favor ponham uma roupa. Ela saiu batendo o pé, e socando a parede. Marina a seguiu também com cara de poucos amigos. Flavinha e Vanessa riam baixinho.

Flavia: se for o que estou pensando, essas duas vão enlouquecer junto.

Vanessa: imagina se for. Mesmo elas correndo o universo conspira a favor dessa proximidade. E se encaminharam para a sala rindo. Quando chegaram lá, as duas estavam sentadas, uma em cada ponta do sofá, seus rostos demostravam raiva, confusão e até um pouco de alegria.

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P.O.V.s Clara

Agora essa, não basta a Flavinha, agora a Luiza também. Não sei quem é aquela menina direito, mas pela ação da Meirelles ela conhece e bem aquela menina. Deus porque você está fazendo isso? Mas elas estavam tão lindinhas deitadas juntas.

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P.O.V.s Marina

Porque meu Deus? porque? E piada isso ne?! Elas estavam lindas juntas, isso e verdade. Mas precisa ser assim, tudo que está acontecendo da maneira errada, eu tenho que me afastar da Clara, mas tudo me aproxima dela.

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Os seus pensamentos foram interrompidas pela entrada de Gisele e Luiza de mãos dadas.

Luiza: quero saber se havia a necessidade de entrarem no meu quarto gritando daquele jeito? Ela terminou de dizer sentando em uma poltrona, puxando Gisele para seu colo.

Clara: não havia necessidade, mas não fuja do ponto. 1° porque você não falou que ia chegar mais cedo? 2° quem e essa menina? 3° porque ela está sentada no seu colo?

Marina: as perguntas valem também pra você Gisele.

Luiza: nossa quantas pergunta, mas tudo bem. Eu respondo sem problemas. 1° nós fomos liberadas uns dias antes das aulas, então mudamos a passagem pra hoje, e queríamos fazer um surpresa. Desculpa não avisar. 2° essa daqui, pra quem não conhece e Gisele Meirelles de Medeiros, e 3° mas não menos importante, ela está no meu colo porquê e minha namorada. Terminou de dizer, dando um selinho em Gisele.

Gisele: eu ainda tenho que responder?

Clara: não. Mas eu quero um abraço agora. Vem! Ela se levantou e Luiza se levantou correndo e pulou no colo da prima mais velha. Enquanto Gisele pulava em Marina.

Clara: me apresenta a sua namorada.

Luiza: claro amore. Gi deixa eu te apresentar a minha prima mais amada. Essa aqui e Clara Fernandes, a chefe do cla Fernandes. Gisele se aproximou delas, segurando a mão de Marina.

Gisele: oi Clara, prazer! E desculpa o susto. Se deram um abraço.

Clara: o prazer e meu, e desculpa o grito.

Gisele: não e nada, relaxa. Agora amor deixa eu te apresentar, essa daqui e Marina Meirelles, a principal do cla Meirelles.

Marina: e ai morena, beleza?

Luiza: tudo bem sim branquinha. Me dá cá um abraço. Elas se abraçavam e comemoravam a volta das duas.

–que lindo agora que percebi temos os dois clãs aqui juntos. Marina e Clara de olharam com faíscas nos olhos.

Marina: juntas em parte, porque eu não me junto com essa praga de jeito nenhum.

Clara: a mais disso você pode ter certeza o peste.

Luiza: calma gente, vamos manter a calma. E vamos comer porque estou morta de fome.

Vanessa: também chegando de viagem e ainda devem ter estreado o quarto e a cama nova ne?!

Clara/Marina/Luiza/Gisele/Flavia: VANESSA!

Vanessa: que isso?! Todas contra mim. Mas vamos comer. Elas se levantaram Vanessa e Flavinha juntas, Luiza e Gisele de mãos dadas e Clara e Marina logo atrás se encarando. Quando a luz se apagou e um estrondo forte fez portas e janelas vibrarem.

Luiza: que isso gente? Dizia grudada em Gisele.

Vanessa: um trovão e falta de luz. Ela estava no colo de Flavia tremendo.

Clara: que isso Meirelles? Ta com medo? Clara sussurrava para Marina que estava agarrada em suas costas. Lhe causando pequenos arrepios

Marina: não! quer dizer um pouco, quer dizer muito. Eu odeio trovoes, até mais do que odeio você. Marina sussurrava de volta, se agarrando ainda mais em Clara, enquanto outro estrondo ecoou.

Clara: gente cadê os celulares? Disse sem tirar o aperto forte de Marina de sua cintura. Ela achava estranho que aquilo não que incomodasse, muito pelo contrário, ela estava adorando a sensação de estar presa nos braços de Marina.

Luiza: os nosso estão lá em cima.

Flavia: os nosso também.

Clara: o meu também, deixei na bolsa que caiu no corredor devido a certa cena.

Marina: a minha também caiu lá.

Clara: então ta, ficamos assim até que a luz volte.

Luiza: eu estou super confortável aqui no colo da minha lindinha.

Vanessa: eu também, minha morena com os braços forte me seguram.

Clara: pois eu vou me sentar no sofá, e esperar. Já que não sou obrigada a ficar a ouvindo gemidos de vocês. Clara tirou os braços de Marina de sua cintura, e a segurou pelo ombros empurrando-a até que chegassem no sofá. Ela não pensava em nada, só agia. Ela se sentou e trouxe Marina para ficar sentada em seu lado.

Marina: eu também vou me sentar na sala. E não tirem a roupa vai que a luz volta. Elas não ouviram resposta, apenas estalos dos beijos que as namoradas trocavam. Outro estrondo ainda mais forte. E Marina pulou no colo de Clara agarrando seu pescoço e escondendo-se em seus cabelos.

Clara: Meirelles, assim você vai arrancar meu pescoço. Sussurrou e deu um longo suspiro. Marina não falou nada apenas, respirava aceleradamente, primeiro pelo medo, e segunda porque estava sentindo o perfume de Clara.

A morena esfregava as costas da branca, tentando acalma-la, mas também a apertava um pouco mais contra si. E mais um relâmpago clareou os céus carioca. Marina cravou as unhas no pescoço de Clara. Seu coração disparava novamente. Clara suspirou pesadamente, tentado conter o gemido que queria escapar de sua boca.

Clara: não faz isso por favor. Tenta ficar calma já vai passar.

Marina: eu sei que vai mas eu tenho medo. Falava com a boca grudada nos ombros de Clara, a morena arrepiou inteira com aquele toque, a apertou sem perceber a cintura de Meirelles.

Marina apesar de certo medo, sabia o que estava acontecendo, seu corpo já começa a esquentar. E percebia que o de Clara também.

Marina: não me segura assim.

Clara: não fala grudada na minha pele então...

Marina: tem medo de não se segurar? Falou sussurrando melosamente no pé do ouvindo da morena.

Clara: você está testando meu auto controle Meirelles... essa situação já e estranha o bastante. Não piora mais... mas suas mãos continuavam apertar a cintura da branca.

Marina: eu paro se você parar de apertar minha cintura, e parar de respirar forte assim.... Marina desceu as mãos para costas de Clara, mas um trovão fez novamente ela cravar as unhas ali, e morder o ombro da outra tentando evitar um grito.

Clara estava ficando louca com aquilo, mesmo sua cabeça dizendo que ela deveria empurrar Marina e sair daquela situação, seu corpo reagia sozinho. Ela respirava curto tentando controlar a vontade de jogar Marina contra o sofá.

Clara: assim eu não consigo controlar nada...sua boca era arrastada no pescoço de Marina

Marina arfava apressadamente, seu corpo pedia por mais, ansiava pelo contato com a morena.

Marina: e melhor pararmos, não quero ter que me matar quando a chuva passar. Ela agarrava os cabelos de Clara

Clara: nem eu mas, isso já está fora de controle. As mãos de Clara já subiam a camisa de Marina. Quando o toque do telefone assustou as duas, e Clara praticamente jogou Marina no chão ao levantar.

Marina: ai minha cabeça vagabunda! Clara ignorou as reclamações da outra e procurava o telefone.

Clara: alo! Oi Mãezinha! Não mãe, está chovendo horrores lá fora, e não tem luz. Calma vou chamar.

– LUIZA FERNANDES! DONA CHICA QUER FALAR COM VOCÊ!

Luiza: Clarinha como você pretende que eu ache você e o telefone no escuro? sua voz era entrecortada, ela parecia tentar respirar. Clara tampou o telefone, e disse mais baixo.

Clara: a boca da Gisele você consegue achar ne?! Isso se não tiver achando mais coisa ai.

– mãe seguinte, depois eu peço pra ela ligar, nós estamos meio perdidas pela falta de luz. Ta bom, também te amo, Beijos. Clara terminou de falar e voltou pro sofá, reparou que Marina não estava mais ali.

Clara: Meirelles? Ela chamou baixo.

Marina: vá pro inferno Fernandes!

Clara: enlouqueceu?

Marina: você me jogou no chão, e machucou minha cabeça, por favor não fala comigo. Clara ouvia a voz de Marina, mas não conseguia ver onde ela estava. Decidiu deixar como estava, era melhor assim.

A luz voltou, mais ou menos uma hora depois, mas a chuva ainda continuava forte. As namoradas voltaram para a sala, e viram Clara deitada no sofá, com os olhos fechados e Marina em uma poltrona encolhida, e com uma pequena poça de sangue perto da cabeça, parecia dormir.

Vanessa: ai meu Deus! Marina acorda! Marina por favor abre os olhos.

Marina: que...foi...Van?

Vanessa: que foi digo eu, você está gelada e com a cabeça sangrando. Amor pega um cobertor rápido. Flavia subiu correndo, enquanto Gisele e Luiza foram correndo ver a situação. Clara continuava deitada de olhos fechados.

Vanessa: o que houve Marina?

Marina: eu bati a cabeça quando cai. Mas fica calma eu já to bem.

Vanessa: como está bem Marina? Você e esta gelada e sangrando.

Flavia: aqui amor. Mas você não acha melhor ela tomar um banho quente, vai esquentar mais rápido.

Luiza: e realmente melhor gente.

Vanessa: então vem Mah, levanta pra tomar um banho. Quando Marina tentou levantar, ficou tonta e caiu sentada de novo.

Marina: acho que não consigo ficar em pé, sozinha não. Ta tudo girando.

Vanessa: damos um jeito então calma. Respira fundo. Amor você consegue levar ela lá pra cima sozinha.

Flavia: não amor, mas a Clara vai me ajudar.

Clara: você que está dizendo. E se virou para o outro lado.

Luiza: Clara Fernandes levanta desse sofá agora! Deixa de ser infantil. Clara fuzilou Luiza com os olhos, odiava ser chamada de infantil.

Clara: vocês são muito chatas. Mas se levantou e foi ajudar Flavinha, cada uma segurou Marina de um lado e a levaram escada acima.

Flavia: vamos leva-la pro seu quarto, o meu chuveiro está quebrado.

Clara: ainda tenho que deixar essa peste tomar banho no meu banheiro. Eu odeio todas vocês.

Luiza: cala a boca Clara! Você reclama de tudo, credo! Entraram com Marina no box, e Vanessa começou a tentar tirar a roupa dela.

Marina: Van eu não quero tomar banho, deixa eu dormir. Eu to com frio e com sono.

Vanessa: nem pensar, você vai tomar banho, comer alguma coisa e depois sim dormir. Vanessa tirou a blusa de Marina, e nesse instante Clara quis sair do banheiro, mas Flavia não deixou.

Flavia: você segura ela aqui junto com a Van, e eu vou preparar algo pra nos todas comermos.

Clara: deixa que eu vou e você segura.

Flavia: Clara pode favor, seja razoável. Você e mais forte que eu, e ela está precisando de cuidados, dá pra deixar essa birra um minuto de lado por favor!

Clara: eu odeio todas vocês!!

Vanessa: odeia mais segura ela. Vanessa tirou terminou de tirar as roupas de Marina, deixando ela somente de calcinha. Clara que a estava segurando por trás, quase sufocou ao sentir o corpo de Meirelles seminu sendo escorado no seu.

– Clara você vai ser molhar, mas e por uma boa causa. Dito isso abriu o chuveiro, e a agua quente, começou a escorrer pelos corpos das duas.

Marina ainda reclamava, mas estava lenta de mais para reagir. Ela sentia a agua quente, mas sentia um corpo ainda mais quente segurando-a.

Vanessa: Mah abaixa um pouco a cabeça, pra eu poder lavar essa machucado. E Marina abaixou o corpo, escorregando um pouco, e seu seios ficaram nas mãos de Clara que não sabia o que fazer.

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P.O.V.s Clara

Oh God! Só pode ser brincadeira. Vamos Clara pensa em outra coisa! Vamos pensar em jogos de guerra, jogos de futebol, em luta, pensa em sangue! Pensar em qualquer coisa, que não seja os seios macios e aparentemente deliciosos de Meirelles em suas mãos. Que isso eu estou tremendo?! Respira! Você precisa respirar! Você odeia ela lembra? Você odeia Marina Meirelles. Não Clara, não acaricia os seios dela.

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Mas já era tarde Clara, acariciava lentamente os seios de Marina, que por sua vez arrepiava fervorosamente. Vanessa que estava alheia a isso tentando tirar todo o sangue dos cabelos de Marina. Viu os arrepios como sinal de que o banho já estava fazendo mal a Marina.

Vanessa: Clara vamos levar ela pra cama. Disse fechando o registro do chuveiro. Clara saiu do transe em que estava e tirou as mãos dos seios de Marina e apontou as tolhas para Vanessa.

A ruiva secou Marina, a enrolou nas tolhas de Clara e retirou sua calcinha. Clara a pegou no colo e deitou em sua cama. Não queria que ela ficasse ali, mas se reclamasse iria ouvir uma torrente de reclamações das outra. Nesse instante Luiza entrava com Gisele no quarto.

Luiza: olha eu tenho um shortinhos que cabem nela, mas acho difícil de minha blusas caberem. Mas vou ver aqui nas roupas da Clara. E se encaminhava para o guarda roupa da morena. Clara até quis dizer que não mais foi interrompida pelos olhares raivosos de Luiza e Vanessa.

– aqui esse blusão deve resolver, vou lá buscar os shorts. E saiu com Gisele.

Vanessa: Clara segura ela, enquanto eu visto essa blusa nela.

Clara: eu mato todas vocês depois disso! Ela se posicionou atrás de Marina e segurou as costas dela. As marcas de mais cedo ainda estavam lá, e a morena tinha gostado disso. Vanessa terminou de vestir a camisa, quando Luiza chegou com os shorts, Vanessa retirou as tolhas, já que o blusão cobria até quase a metade das coxas de Marina. Terminou de vesti-la e a sentou na cama debaixo de um cobertor, e uma colcha de Clara.

Clara: vai ficar tudo com cheiro de Meirelles, vou ter que lavar tudo. Que droga!

Flavia: ainda está reclamando Clara? Flavinha chegava com alguns pedaços de pizza.

–desculpa mas era a única coisa, mais calórica que tínhamos em casa. Lu vai buscar o que ainda está lá na cozinha por favor. Luiza saiu com Gisele, e Flavia colocou a bandeja no colo de Marina.

Clara: enquanto vocês ficam ai paparicando essa idiota eu vou tomar meu banho. E por favor não sujem minha cama.

E assim Clara foi para o banheiro, trancou a porta, tirou a roupa molhada e entrou debaixo da agua quente. Pegou o sabonete e começou a passar pelo corpo, quando chegou ao seu centro soltou um gemido baixo. Foi realmente quando percebeu que estava molhada, e não era de agua. Sua cabeça foi direto para a lembrança dos seios macios de Marina. Sem perceber começou a se tocar mais fervorosamente. Quando voltou a si tinha gozado pensando em Marina. Se repreendeu por isso, socou a parede forte, e se xingava.

Clara: droga Clara! Você se tocou por causa da Meirelles, sua retardada! Enlouqueceu de vez foi? Resolveu que era hora de sair do banho. Se secou, enrolou- se na toalha e saiu para o quarto.

Flavia: você vai comer algo Clara?

Clara: não estou sem fome. Sua resposta foi seca. As meninas recolheram as coisa e saíram dando boa noite. Clara respondeu ainda seca, e se virou olhando para Marina que parecia dormir.

– ainda vou ter que dormir no sofá, mas que droga. Deixou a tolha cair e começou a procurar um pijama.

Marina: que putaria e essa Fernandes? A voz de Marina era contida, Clara não se deu ao trabalho de virar, e continuou procurando seu pijama.

Clara: estou no meu quarto, e costumo sair assim do banho. Os incomodados que se mudem! Clara colocou um micro short de seda, que não tapava metade de sua bunda, e uma camiseta larga, que cobria o short.

Marina: você e muito vadia mesmo. Mas não me incomoda a visão daqui não... sorriu torto e levantou uma sobrancelha. Clara a olhou com e a mandou pro inferno mostrando o dedo do meio. Saiu do quarto batendo a porta. Deitou no sofá, cobriu a cabeça e rapidamente adormeceu.

Já Marina rolava e rolava na cama de Clara, não sabia porque, mas desejava que a morena estivesse ali junto com ela.

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P.O.V.s Marina

Ela tinha que estar aqui junto comigo, com aquele corpo quente, as mãos fortes acariciando meu corpo e me apertando contra ela. E esse cheiro que esse quarto tem. Essas cobertas...

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Marina acariciava os próprios seios, lembrando dos toques de Clara. Enquanto uma de suas mãos permaneceu nos seus seios, a outra foi descendo acariciando seu abdômen, até chegar em seu sexo, que já estava encharcado. Se tocou enfiando a cara no travesseiro para não deixar seus gemidos serem ouvidos. Seu ao orgasmo e logo adormeceu sentindo o cheiro de Clara.

Notas finais
Acho que ainda hoje sai o proximo. Comentem, diga se estao gostando, e se algo precisa ser mudado. Beijos Chris