Notas iniciais
Vou voltando devagar

Após almoçarem e perderem quase meia hora, discutindo para decidir quais seriam as formações dos times. As seis estavam a caminho da quadra de areia. Como adoravam confusão, resolveram apostar, o time que perdesse ficaria responsável pela preparação das refeições.

Clara: ainda não acho seguro me deixarem jogar contra a Marina.

Marina: eu também não, ainda sinto a dor no meu supercilio. A branca dizia abraçada na namorada.

Vanessa: parem de reclamar. Fizemos um time justo. Marina, Luiza e Flavia. Eu, Clara e Gisele.

Flavia: amor, depois que meu time acabar com vocês, não adianta ficar irritada comigo.

Clara: Flavinha eu não perco. Então são vocês que estarão mals.

Luiza: palavras e palavras! Vamos a isso!

Depois do par ou ímpar, o time de Clara ganhou e ira sacar primeiro. A morena já sabendo o que a namorada não tinha boa recepção, sacou forte e alto, fazendo com isso 3x0.

Clara: força ai amor!

Flavia: Mah, fica aqui do meu lado, quando ela sacar, você sai que eu vou receber.

Novamente Clara se preparou para sacar na namorada, mas Flavia entrou na frente, deixando para Marina a função de levantar para Luiza, que cortou por cima do bloqueio de Vanessa.

Marina: posso não receber bem amor, mas levanto muito!!! Piscou para a namorada.

O jogo seguiu acirrado e provocado, ninguém queria perder. Em alguns momentos o jogo pareceu a final de algum campeonato sério. No final o time de Marina venceu por 2x1.

Flavia: quem ia vencer tudo mesmo Clara?

Marina: fala para mim, que são as melhores?

Luiza: quem vai ter que cozinhar todos esses dias mesmo? As três comemoravam e provocavam as outras.

Clara: vou dar um mergulho, porque cansei de ouvir vocês!

Marina: amor me espera, quero nadar com você.

Clara: fica ai com suas amiguinhas! A branca pulou no colo da namorada, abraçando-a forte com pernas e braços.

Marina: prefiro fazer um amor gostoso com você e seu corpo, que fica delicioso todo suado, e com os músculos marcados. Minha calcinha já está inútil de tão molhada. A branca sussurrava e mordiscava o pescoço da morena. Clara não conseguia respirar tranquila, quando levou a namorada para o mar.

Vanessa: eu prefiro a piscina fechada, vamos amor.

Gisele: já eu vou para a hidro, vem morena.

O final de tarde, foi passado em meios a gemidos e juras de amor. O clima leve e descontraído, invadiu o jantar, e ao fim da noite, todas estavam reunidas na sala de cinema, assistindo a várias comedias românticas.

Clara: vamos para a cama amor. Meu corpo precisa de descanso.

Marina: nós duas vamos subir, beijo! No final, todas resolveram subir e ir dormir.

Clara: boa noite amor. A morena deu um beijo na testa da namorada e deitou de bruços, já quase sonolenta. Ambas vestiam apenas um short largo, afinal a temperatura ainda estava elevada.

Mas o corpo de Marina, ainda estava queimando de tesão pela morena. Então ela tirou o próprio short e deitou em cima das costas de Clara, começando um rebolar lento e ritmado sobre a bunda da morena.

Clara: amor...

Marina: shiiii! Eu ainda preciso desse corpo gostoso e quente. Estou literalmente piscando por você! Foi distribuindo beijos lentos por todo o pescoço de Clara, que só conseguia rebolar e gemer.

O quarto estava quente, a essa altura os shorts já haviam sido jogados no chão, pele com pele. Marina posicionou Clara de quatro e penetrou dois dedos em seu sexo de forma dura, a morena soltou gemido mais forte.

Marina: tão quente, apertada e macia. Começou a distribuir beijos por todo bunda e costas morenas. A força e rapidez das estocadas só aumentava, Clara quase já não conseguia respirar, seu corpo convulsionou nos primeiros sinais do orgasmo quando a branca adicionou mais um dedo. Tudo na morena se partiu em pequenos pedaços quando o prazer atingiu seu ápice. Marina retirou os dedos devagar e levou até a boca.

—Sempre uma delícia amor. Ainda mantendo Clara de quatro, Marina se posicionou atrás da namorada, encaixando seu sexo extremamente úmido na bunda da namorada.

—Rebola bem gostoso para mim amor. Mas Clara não se mexeu, seu corpo ainda estava em êxtase. Marina desferiu dos tapas fortes na bunda da namorada.

—Eu mandei você rebolar! Vamos minha vadia, rebola para mim.

A morena despertou do seu transe, e começou a rebolar lenta e ritmicamente, o contato com o sexo da namorada era delicioso. Marina apertava e dava alguns tapas na bunda de Clara, enquanto gemia. Os movimentos começaram a se tornar rápidos sem direção, Marina delirava com a visão de Clara rebolando em seu sexo, levou um dedo até o clitóris da namorada quando sentiu seu prazer se aproximando. As duas entraram no frenesi do orgasmo juntas e desabaram na cama respirando forte e suadas. Ainda sem forças levantaram e foram juntas para um banho refrescante.

Clara: amor você está ficando muito mandona, não gosto de ser dominada. A morena prendeu o corpo da namorada na parede.

—Eu que domino!

Marina: amor...você acha que domina, mas na verdade, eu sempre te controlei.

Clara: isso é você que está dizendo..., mas eu não vou discutir com você... eu vou te mostrar! Clara separou as pernas de Marina e a penetrou. O ritmo já começou forte e Marina gemeu alto.

—Geme para mim amor. Mostra para sua dona quem manda. Mesmo Marina mordendo os lábios para prender os gemidos, a forma com a namorada estava a levando a loucura, não permitia ficar calada por muito tempo.

Marina: is...... o corpo dela se reseteou e se entregou ao prazer. Clara beijou o rosto da namorada e a olhava com adoração.

Clara: você fica maravilhosa quando está gozando, eu rosto vermelho e cabelo bagunçados. A respiração forte e rápida. Tudo fica lindo. Eu amo você!

Marina: também te amo! Elas terminaram de tomar banho e foram se deitar sorrindo. Era bom estar junto de quem se ama.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.