Notas iniciais
últimas palavras.

Saem quentes, ardem meu rosto.

Cada vez parece mais dificil respirar.

Mais uma tentativa.

Perco novamente e volto a chorar.

A garganta doí

Pede socorro sem palavras

Emite sons de desesperos

É ás vezes, até se calam

De tamanha que é a dor.

Só de ouvir a tal palavra

Me corroí

Por dentro

O pulmão pede abrigo

Já nao aguenta mais

Expulsar o ar

Antes, velho amigo.

Vou morrendo

Asfixiada

Pelo meu próprio ar

Dentro de mim mesma

A arfar e gritar.

Mas não há ninguém a olhar

Ou não notam

Ou não querem se importar.

Porque a vida é mais fácil

Quando a gente

Desliga o botão

De acordar.