Pontos de vista, e teorias sobre tudo
4 O trabalho dos Profetas
Notas iniciais
Os Ba’hais acham que a cada mil anos nascem uns Profetas na Terra para nos ensinar uma nova filosofia. Eles creem que Sidarta, Zaratustra, Jesus, e vários outros homens Santos são Profetas nascidos em tempos regulares e com o mesmo propósito. E acreditam que cada um deles complementa e enriquece a filosofia do mestre anterior. Afirmam que Bahau’lá (o penúltimo) anunciou que nestes dias de início do século XXI nasceria o último Profeta.
Mas, será essa a única missão? Ensinar-nos a sermos bonzinhos?
Acredito que a missão dos profetas seja MAIOR, algo assim como a de fazer um balanço mundial das virtudes humanas existentes no seu tempo. Ou seja, contar matematicamente quantos homens bons e quantos criminosos perambula pelas ruas. Também eles devem analisar quem é que está governando o mundo, se são reis, ou Cônsules, ou regentes, ou Senados, enfim. E principalmente o que é que eles fazem. Se governarem com justiça, ou são invasores de vizinhos desprotegidos.
Bahau’lá (o penúltimo) ficou na cadeia até a morte! Mas, de alguma forma fez seu trabalho e deixou seu legado.
Jesus ficou cara a cara com o Império Romano! Foi crucificado, morto e sepultado! Nem teve tempo de contar quantos homens justos havia na Terra. E ficamos na deriva, pois depois dele só houve homens medíocres. A Idade Média não é por acaso que se chama também a Idade das Trevas. Da ignorância! Matar Jesus na idade de 33 anos, lá no jardim das oliveiras, foi péssimo, pois ele deve ter falado para as almas que o escutavam: — Vamos promover os BONS para outras Dimensões mais avançadas, pois estes caras vão acabar comigo já, já.
E lá se foram os maravilhosos filósofos gregos, os médicos egípcios, os engenheiros da Ilha de Creta, os agricultores de Matchu Pitchu, os astrônomos da Babilônia, os construtores da Grande muralha da China, os samurais do Japão, os filósofos da Índia, e ficaram aqui, para perpetuar a espécie humana, os exércitos de Júlio Cesar, os escravocratas do Egito, o exercito do Império Persa, os sacerdotes Maias, os canibais da África e da América, para dar início a uma época conturbada.
A grande pergunta dos místicos é quem é que estará de partida neste início da Era de Aquário?
E, será que os Ba’hais já encontraram esse grande Profeta contemporâneo? Qual será o resultado dessa contabilidade do nosso Profeta anônimo?
Será que neste início de século, há mais justos do que imbecis nesta sociedade moderna?
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