Polígono amoroso
12 Amor Fraternal
Alguns dias antes
#Amanda
Eu estava na expectativa, esperando a chegada do meu Mark. Cada turma tinha seu próprio ônibus, portanto eu não o vi subir. Durante toda a viagem eu só conseguia pensar nele, em seu corpo, seu rosto e em como tinha saudades. Cheguei ao acampamento muito excitada já e toda molhada. Desci do ônibus e fui ao encontro do que trouxera sua turma. Esperei pacientemente os alunos descerem, esperando logo encontrar o rosto de Mark sorrindo para mim.
–Pro meu dormitório, agora. – disse meu irmão quando desceu do ônibus – Estou cansado e não te pego há dois dias. Anda logo.
Não quis dizer para ele que estava esperando por Mark. Eu gostava de ficar com Rodrigo, ele era gentil nas nossas fodas, mas sempre achei meio errado fazermos isso... Segui meu irmão para o seu dormitório. Ele andava rápido, com pressa, e ninguém questionou por que eu estava indo para lá, pois todos sabiam que ele era meu irmão.
–Tira a roupa e me espera na cama. – ele disse quando entramos no quarto – Tenho que falar com um cara primeiro.
Atravessei o quarto enquanto Rodrigo saía e me deixava lá, esperando. Tirei minha roupa rapidamente, aquilo era normal para mim. Desde os dez anos eu e Rodrigo costumávamos fazer isso. Naquela época eram só uns beijinhos e uns carinhos. Mas foi com Mark que perdi minha virgindade. E foi maravilhoso. De repente me pego toda molhada pensando no meu Mark.
#Rodrigo
Deixei minha irmã no meu dormitório tirando a roupa e fui falar com um amigo, há dois quartos dali. Ele e sua namorada estavam no mesmo barco que Amanda e eu, fodendo escondido.
–Entra cara. – falou ele sorridente – Vamos combinar direitinho aquela ideia sua.
Ele me indicou uma cadeira onde podia sentar. Atravessei o quarto e cumprimentei sua namorada Sabrina nua na cama. Para nós isso era normal. Geralmente eu passava algumas noites na casa dele e Sabrina ia para lá também, aí ficávamos alternando as fodas com ela. Ele não se importava, nunca pediu nada em troca nem reclamou.
–Esse acampamento é complicado. – comecei – Ouvi falar que ficam vigiando o corredor à noite.
–Tomara que seja uma vigia bem gostosa. – ele riu – Mas me fala, e você e a Amanda?
–Na mesma. – digo – E você Sabrina, espero que continue não se importando de foder comigo?
A garota abriu as pernas.
–Agora mesmo, se quiser. – ela disse, passando a língua pelos lábios.
Sabrina era uma garota linda. Pele um pouco bronzeada, cabelos negros passando dos ombros, olhos verdes. Foder com ela era sempre delicioso. Era do tipo que abre as pernas para qualquer cachorro de rua, mas isso antes de conhecer Marcos. Quando começaram a namorar ele me contou que Sabrina só fodia com ele, mas quando deu sinal verde para a garota abrir as pernas para mim... Nem parecia a mesma moça fiel. Pediu, implorou, suplicou para que eu fodesse ela violentamente. Eu fiquei apreensivo, pois Marcos estava presente, mas ele riu e perguntou se eu daria conta do recado.
–Nossa cara. – falei, na ocasião, admirando o corpão da garota nua – Marcos, eu vou acabar com a sua namorada.
Ele riu e eu logo tratei de agarrar a cintura de Sabrina e puxá-la para mim. Ela ria e dava gritinhos, e isso me excitou ainda mais. Abracei a garota e fiquei sentindo seus seios comprimidos contra o meu peito. Sabrina começou a beijar suavemente minha testa e seu corpo foi deslizando para baixo até seus beijos atingirem minha cintura nua. Abri o zíper da calça jeans e ela tomou a frente. Puxou calça para baixo e deu alguns beijos em meu pau por cima da cueca.
–Nossa. – exclamei – Estou doido para ver o que vem a seguir.
Ela sorriu e mordeu a extremidade da cueca, puxando-a para baixo até meu pau duro bater em sua bochecha esquerda. Sabrina deslizou o rosto suavemente por meu pau e então puxou lentamente um pouco mais a cueca, deixando-a no meio de minhas coxas. Em seguida deu rápidas e leves lambidas na lateral do meu pau e alguns breves chupões na região, até que por fim enfiou-o totalmente na boca. Ela fazia movimentos suaves, passando a língua por cada centímetro do meu pau, me deixando loucamente excitado.
A sensação me tirou os sentidos. Tanto que quase não percebi que estava prestes a gozar, e não a avisei a tempo. Sabrina abriu a boca um segundo depois do líquido viscoso jorrar em sua língua e bochechas. Pensei que ela fosse se zangar, mas a garota continuou chupando meu pau.
–A próxima é na cara. – ela disse rindo em uma breve pausa.
Sorri e resolvi apimentar a coisas. Uni as mãos e coloquei-as sobre sua cabeça, empurrando com força para baixo, fazendo com que meu pau entrasse totalmente em sua boca. Agarrei seus cabelos e repeti o movimento várias vezes, até que, quando estava prestes a gozar, puxei sua cabeça para cima e levei o pau até um ponto em sua bochecha. O gozo espalhou-se pela cara de Sabrina e escorreu até seus lábios.
–Boceta ou cu? – perguntou-me Marcos.
Eu entendi de cara a pergunta.
–Boceta. – respondi me levantando – Pra enfiar a cara nesses peitos.
Sabrina riu e saiu da cama, ficando posicionada para o próximo ato. Abracei sua cintura e enfiei o pau em sua boceta molhada. Marcos a abraçou por trás, um pouco mais abaixo das minhas mãos, e a penetrou no cu. A garota soltou um gritinho excitado.
–Prazer em dobro! – disse ela rindo.
Marcos e eu seguimos um ritmo de forma a enfiar o pau em Sabrina ao mesmo tempo juntos. O corpo da garota ia de um lado a outro, como um boneco de pano. Enquanto Marcos mordia sua orelha e beijava sua nuca, eu aplicava leves mordidas nos mamilos de Sabrina e dava-lhe beijos no pescoço, o único lugar com pouco gozo. Ela gemia e pedia mais. Marcos e eu gozamos praticamente ao mesmo tempo dentro dela, e a garota soltou um gritinho excitado e animado. Quando meu amigo se virou para pegar sua roupa, Sabrina me deu um discreto selinho, o que me deixou muito confuso.
Sempre senti que ela gostava mais de mim, mas não conseguia ver por quê. Eu era apenas um cara magro, pálido, com musculatura levemente definida e cabelos loiros desgrenhados, enquanto Marcos tinha um físico muito atraente, cabelos negros que lhe davam um aspecto maduro e um tom de pele moreno que atraía qualquer garota. Pelo menos era o que ouvíamos falar na escola.
Estávamos combinando uma noite e tanto no acampamento. Ele levaria Sabrina para o meu quarto e a foderia lá, enquanto eu o faria com Amanda. Só precisávamos passar pelo vigia e nós quatro poderíamos foder a noite toda sem ninguém saber. Não haviam atividades obrigatórias no dia seguinte, portanto não precisávamos sair dos dormitórios.
–Eu tenho uma ideia. – disse Marcos, depois de muito tempo de discussão sobre como iríamos passar pelo vigia – Assim, o guarda passa de quarto em quarto conferindo se os alunos está lá, certo?
Confirmei com a cabeça.
–É fácil. Eles não pensaram em uma coisa: Enquanto estiverem conferindo os quartos, não haverá ninguém no corredor, portanto só precisamos esperar que passem pelo nosso e então vamos todos para o seu. Amanda pode fazer o mesmo, esperar que o vigia dos dormitórios femininos passe pelo quarto dela e então sair sorrateiramente.
–Você é muito inteligente! – digo, rindo – Ainda bem. Do contrário teríamos de passar a noite dormindo em nossos quartos.
Sabrina riu e saiu da cama, ainda nua. Ela abraçou Marcos pelo pescoço e os dois trocaram um quente beijo de língua.
–Vai ganhar uns presentinhos essa noite pela sua inteligência! – ela disse para ele.
Continuaram ali trocando beijos, até isso virar uma troca de masturbações e então resolvi sair do quarto.
Quando cheguei em meu dormitório vislumbrei algo que preferia não ter visto. Amanda estava deitada na cama, enquanto um ruivo encorpado a fodia por cima.
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