Polígono amoroso

10 Más notícias


Notas iniciais
Novamente peço perdão pela demora, mas a falta de comentários está sendo MUITO desestimulante para mim. Realmente, eu até dei uma modificada para encurtar a história. Não adiante escrever se não se tem público. Eu pretendo terminá-la pelo simples fato de que não quero mais uma história deixada pela metade, mas no plano original essa seria uma fanfic bem longa. Infelizmente, acho que eu dois ou três capítulos ela estará finalizada...

#Mark

–Mãe... – falei – Você tem certeza?

Verônica estava inexpressiva. Eu não sabia o que estava pensando, mas podia apostar que estava feliz. Não por minha mãe descansar. Mas sim porque teríamos muito tempo livre para nossas “atividades”...

–Sim. – disse minha mãe – Eu tenho certeza. Preciso mesmo descansar minha mente. Agora, o que eu quero saber é se vocês dois vão ficar bem sozinhos.

Ela nos olhou, estudando nossas faces. Minha mãe era boa com isso...

–Vamos sim mãe. – falei, antes que ela deduzisse algo de nossa expressão – Será bom também, teremos mais tempo para passar juntos. – de repente percebo o que acabei de dizer – Como primos, digo.

Verônica está com os olhos arregalados para mim. Minha mãe surpreende a todos quando começa a gargalhar.

–Vocês dois são mesmo tontos. – ela diz brincando – Acham que eu não percebi?

Estou surpreso por A, ver minha mãe brincando e B, ela saber sobre nossa relação.

–Mãe... – comecei, nervoso – Como você?

Ela faz um gesto com a mão, dispensando meu comentário.

–Por deus, Mark, acha que eu sou idiota? – diz ela – Eu te pus ao mundo, te criei, te conheço melhor do que ninguém. Aliás, vocês dois formam um lindo casal.

Verônica parece emocionada. Ela abraça minha mãe e agradece pela aprovação, enquanto eu fico ali, imóvel, confuso. Quando Verônica se afasta, posso ver os olhos de minha mãe a encherem-se de lágrimas.

–Quisera eu ainda ter Carlos aqui, comigo... – ela funga, controlando um choro.

Eu pego sua mão.

–Seja forte, mãe. – digo – Tudo vai passar. Você verá. Se o amava, não chore por ele. Mostre para Carlos, onde quer que ele esteja, que você é uma mulher forte e que nunca vai deixar de amá-lo.

Minha mãe parece surpresa com meu comentário.

–Acho que não te conheço tão bem quanto pensava... – ela diz, secando as lágrimas – Nessa semana você mudou mais do que nos últimos dezesseis anos.

Penso um pouco.

–Mas mãe, eu era um recém-nascido dezesseis anos atrás. – digo, confuso.

–Exato. – minha mãe me olha com um ar de riso.

Verônica ri e logo todos aderimos à brincadeira. Por fim, faço a pergunta que não tive coragem de fazer ainda.

–Quando você vai, mãe?

–Hoje à tarde. – ela responde, pondo uma mão em meu ombro.

–Entendo. – concordo.

Verônica a abraça forte.

–Não vou esquecer tudo que está fazendo por nós, tia. – ela diz, e é estranho ouvi-la chamando minha mãe assim.

–Não me agradeça Verônica. – minha mãe diz suavemente – Eu quero apenas o bem dos dois. Não sou como essas mães frescas por aí. Vocês não são primos de verdade e, se nutrem um amor um pelo outro, por que negar isso?

De repente me pego abraçando as duas.

–A senhora é a melhor mãe do mundo. – digo, e sinto as lágrimas em meu rosto.

–Para um filho perfeito é preciso uma mãe perfeita. – ela diz.

Quando terminamos a seção abraços, minha mãe pede algo que eu não esperava.

–Antes de eu ir, quero ver uma coisa. – percebo o sorriso em seu rosto – Vamos, se beijem. Não tenham vergonha.

Eu rio. Aproximo-me e abraço Verônica. Nosso abraço logo evolui para um beijo e então percebo com um susto que estou com a mão na coxa dela.

–Esperem. – brinca minha mãe – Deixem-me pegar o táxi antes de começarem!

Afasto-me envergonhado de Verônica e todos rimos juntos. Damos um último abraço em minha mãe e ela nos explica que vai se despedir de outras pessoas ainda, por isso está partindo mais cedo de casa.

Despedimos-nos novamente no portão e ela entra em seu táxi. Minha mãe me deu um último presente antes de partir: Os pertences de Carlos. Do carro à casa, tudo é meu a partir de agora.

–Está tudo bem? – pergunta Verônica enquanto entramos em casa novamente.

–Sim. – respondo, sorrindo – Vai ser bom para minha mãe, e para nós também.

Ela me abraça ao passarmos pela porta e trocamos um beijo lento e apaixonado.

–Então vamos aproveitar cada segundo. – ela diz – Vamos começar agora.

Levo Verônica no colo para o meu quarto e a deixo sobre a cama enquanto tiro minha calça jeans. Ela se levanta e começa a se despir também. Sua saia xadrez, a blusa lilás, o sutiã e a calcinha pretos. Por fim ela está completamente nua. Seu cabelo está solto, ele fica bem mais lindo assim. Abraço ela pela cintura e começamos a nossa troca de prazeres. Enquanto ela passa a mão por meu peito e vai descendo, eu enfio os dedos em sua boceta lentamente. Deito-a na cama e ponho meu pau dentro dela. Seus gemidos vão se intensificando conforme aumento a força da penetração. Quando gozo ela solto um gemido excessivamente manhoso.

–Vamos fazer algo diferente. – digo tirando o pau de sua boceta.

Subo na cama e me aproximo dela, até estar praticamente montado em sua barriga.

–O que você vai fazer? – ela pergunta ainda gemendo.

Sorrio. Ponho meu pau entre seus peitos e começo a repetir o movimento de vai e vem. Verônica levanta a cabeça quando aviso que estou prestes a gozar e em um segundo seu rosto está todo sujo.

–Gostei disso. – ela brinca – Vamos fazer mais vezes.

Levanto-me e a viro de quatro para variar um pouco as posições. Verônica prontamente abre as pernas. Passo meus braços por baixo dos seus e a seguro de um jeito que a imobiliza enquanto penetro seu cu. Meu rosto está diretamente no meio de seus cabelos ruivos. O cheiro doce deles é muito excitante. Começo a distribuir beijos por sua nuca.

–Ah... –Verônica geme.

Decido mudar um pouco, ousar mais, e começo e passar a língua suavemente por sua bochecha. Após alguns minutos estamos cansados e simplesmente nos deixamos cair um sobre o outro na cama. Rolo para o lado, parando junto aos travesseiros, e Verônica começa a chupar meu pau. A sensação é deliciosa. Acaricio seus cabelos e de vez em quando dou um leve empurrão em sua cabeça, fazendo-a chupar mais fundo.

–Isso, perfeito. – digo, aproveitando o momento.

Por fim, quando acabamos, nos deitamos juntos. Verônica encosta a cabeça em meu peito nu e eu ligo a TV ao pé da cama. Com a mão esquerda acaricio seus cabelos e com a direita seguro o controle remoto, passeando pelos canais de televisão. Paro subitamente num noticiário local. Um rosto conhecido estampa a tela. Estremeço. Deixo o controle cair sobre o colchão e Verônica levanta a cabeça, percebendo meu espanto.

–Essa na tela... – ela pergunta, apontando a TV – Não é...?

Assinto com a cabeça, os olhos arregalados para a garota na tela. A notícia é tão chocante que não consigo associá-la à pessoa. Um assassinato. A vítima fora torturada e morta. Em seguida a assassina se matou.

A assassina era... era...

Notas finais
Se é que alguém leu esse capítulo eu peço, imploro, suplico, mais uma vez, que deixem um comentário. Isso é muito importante para mim. É a única coisa que me faria retomar o plano original da história...