Pokémon Dark Trials

1 Prólogo - Das chamas, a morte


Notas iniciais
Yo, minna, essa é a minha primeira fanfic, vai falar sobre pokémon (obvio),
esse é o prólogo, só introduzindo algumas coisas da fic (como exemplo: a fic vai ter morte), ok? espero que gostem.

Ao entrar pela porta de aço localizado na parte de trás do convés, encontrei uma sala completamente escura e silenciosa, procurei o interruptor pela parede a minha direita, com a mão, ao achar-lo imediatamente o liguei.

A sala se iluminou-se com uma luz amarelada, que fazia minha cabeça girar, a sal era composta por vários armários juntos um do lado do outro na parede esquerda, a direita havia um mapa enorme da região de Morin pendurado na parede, junto de uma enorme mesa de madeira, lembrando aquelas durante reuniões.

A frente haveria apenas mais uma porta, como a qual acabei de passar, apenas com uma leve diferença, ele possuía uma roda, ao invés de uma maçaneta fui em sua direção, afinal precisaria cumprir minha missão, ao chegar perto dela, girei a sua roda, causando um som desagradável, que informava que ela tinha sido aperta.

Na minha frente se encontrava apenas uma escuridão profunda que não penetrava nem mesmo os ruídos da festa ou a luz amarelada que fazia minha cabeça girar. Atrevi-me a entrar na completa escuridão, que engolia todos os resquícios da sala que eu deixara.

Saquei um isqueiro do bolso do meu terno, e o liguei, revelando nada além do suficiente para eu não tropeçar nas escada, as paredes eram finas e estreitas, além de estar cheio de poeira e ferrugem quase me impedindo de descer mais a fundo.

O silencio seria perturbador, se não fosse os sons do meus passos na longa escadaria de metal, depois de um tempo enxerguei um outra porta, também semelhante as anteriores, porém aparentava ser mais antiga e suja.

Tentei abrir a porta, porém a maçaneta estava emperrada, tentei forçar, sem sucesso, a porta, passei uns minutos tentando abri-la, porém ela não se mexia nem um centímetro, quando comecei a ouvir passos vindos do começo da escadaria, sabia que eles iriam me encontra mais cedo ou mais tarde, mas não podia estragar a missão.

Apaguei o isqueiro, me posicionei e comecei a investir contra porta, a porta se mexeu ligeiramente, investir uma outra vez, dessa vez com mais força ainda, fazendo a porta se abriu completamente, mas a unica coisa que eu vi foi uma máquina completamente sinistra, ocupando sessenta porcento da sala de tamanho médio, e ela emanava uma luz púrpura do vidro no seu centro.

Um calafrio subiu pela minha espinha, de repente cada canto do meu corpo foi dominado por um medo desconhecido, com se vinhe-se de outra dimensão, minha mente estava nublada, então uma voz sombria começou a falar na minha cabeça:

"Abra o portal, estabeleça a ligação e me liberte! Se você o fizer, será recompensado no meu reino de terro e morte!"

Quase que por vontade própria, eu comecei a andar em direção a máquina, chegando perto levantei a mão por impulso indo em direção ao vidro, quando eu sentir uma dor aguda na minha cabeça, depois tudo ficou escuro.

Abri lentamente meus olhos, ainda tonto pelo impacto que levei na cabeça, quem quer que tenha sido o maldito que fez isso, ia pagar!

Ao recobrar a minha visão total, eu me vi acorrentado em uma cadeira, não reconheci a sala, mas eu acho que o local onde se guarda as cargas do navio, a minha frente havia quatro pessoas: todas vestidas com um uniforme preto e uma máscara estranhas, mas não podia ver muito bem os detalhes, já que elas estavam um pouco longe de mim, junto a um Hypno e um Magmar.

— Ora, ora — falou uma das pessoas — parece que temos um bisbilhoteiro, não acham pessoal?

— O que deveríamos fazer com ele? — perguntou outro — não podemos deixar ele sair, ele já viu muito.

— Ele pode ter se esquecido, não acham? — falou um deles, porém com uma voz familiar — Vamos apenas o nocautear, e jogar ele no mar

Enquanto eles discutiam, eu quebrava a cabeça, e eu tentando descobrir por que essa voz era tão familiar para mim, uma quarta voz falou:

— Não podemos simplesmente o libertar, sem testemunhas se lembram? — Falou com uma voz feminina — além disso ele pode ser um ranger disfarçado.

— Se for verdade, podemos usar o Hypno para descobrir!

Mesmo não aparentando, ele estava nervoso, podia está ate mesmo suando de verdade! O que seria da organização ranger se seus planos fossem descobertos?

— Não podemos desperdiçar tempo — a voz familiar falou — vamos o queimar logo!

Ai está a voz de novo, porém possuía um tom nervoso dessa vez, eu fico me perguntando o por que, por que ele não quer saber o que tem na minha cabeça, como os outros querem?

— E se ele for um ranger? — dessa vez foi a voz feminina — ele poderia nós dar informações muito úteis!

Ela já ia ordenar o ser amarelado me hipnotizar quando, um deles foi pra frente dela, a impossibilitando de terminar a ação.

— E se não for? — sabia que era o cara da voz familiar — nós jogaríamos tempo fora, e isso iria causar a fúria do mestre!

Os outros três recuaram um pouco, não sei o porque do disso, será que o mestre deles era tão cruel a ponto de só o seu nome assustar seus subordinados? Não importava, se eu não saísse daqui agora, eu iria ser queimado vivo!

Tentei me balançar para se livrar das correntes, mas elas estão muito apertadas, pensei no meu parceiro e onde será que ele estaria, será que ele foi pego e morto? ou será... Não, não pode ser!

— Magmar use Flamethrower! — ordenou a pessoa, com a voz receosa — até só sobrar as cinzas!

Me desesperei, tentei me levantar e fugir, mas o pokémon avermelhado já havia soprado um fogo ardente contra mim, senti o fogo queimar cada celular do meu corpo, soltei um grito inumano enquanto sentia o fogo dentro de mim, tentei chorar, mas o fogo já queimou meus olhos, a corrente já havia derretido e a cadeira estava sendo usada apenas para aumentar as chamas, enquanto gritava com as minhas últimas forças, eu perdia lentamente a consciência... Queria apenas ver minha esposa e filhas uma última vez.

Notas finais
Espero que tenham gostado, o primeiro capítulo deve demorar um pouco para sair devido algumas coisas do colégio e talz.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.