Notas iniciais
Aqui está, chegamos a mais um capitulo! Eu demorei mais do que eu pensei que demoraria e escrevi mais também, então temos mais um capitulo longo, mas revelador. E também tem estreia de personagem novo! E não só um, como dois! Um aliado e um vilão. Espero que gostem!

Decidi ir para o Sul, pois acho que a cidade de Vermillion seria um desafio interessante. A Rota 6 tem alguns pokémons leais até, mas nenhum que tenha me chamado a atenção. Na verdade o que mais chamou ela foi a entrada para a Passarela Subterrânea, que estava fechada.

– A Passarela está fechada por causa das atividades criminosas que ocorriam muito dentro dela. A Equipe Rocket roubava pokémons lá dentro, então a fecharam. — disse um garoto contra quem eu lutei.

– Equipe Rocket? Aqueles caras que eu encontrei em Lavender?

– Já houve muitos relatos de que eles estejam voltando a ativa. Alguns treinadores tiveram seus pokémons roubados. Principalmente aqueles que os Professores Pokémon dão para treinadores iniciantes.

– Não posso deixar isso continuar acontecendo.

– O que? Você vai fazer alguma coisa? Acha que um treinador iniciante que só tem um Nidorino pode fazer algo?

– Alguém tem que fazer isso. Bem, obrigado pela luta e pelas informações. Até mais.

Eu continuei meu caminho, e Arthur tinha lutado bastante, e embora tivesse vencido todas as batalhas, estava um pouco machucado, e decidi que seria melhor passar num Centro Pokémon logo. No caminho eu passo por um pedaço cheio de grama alta e ouço algo se mexendo no meio dela. Eu ignoro, pois deve ser apenas um Pokémon selvagem qualquer, quando ouço vozes. Eu me escondo entre a grama e vejo que na verdade são os mesmos dois homens que vi em Lavender, discutindo.

– Acho que o chefe vai gostar de ver esse Pokémon novo que pegamos. Quem sabe ele nos perdoe por termos sido derrotados por aquele garoto. – disse o menor.

– Vamos logo idiota, estamos atrasados. – disse o maior.

– Olha só quem temos aqui Arthur. São aqueles dois de novo. Arthur?

Eu olhei pra trás e Arthur não estava mais ali. Tive que olhar a minha volta pra perceber que ele estava um pouco mais pra trás de mim, entregando uma flor pra uma Spearow.

– Ai Arthur, isso não é hora pra namorar, vamos sair daqui.

A Spearow ignorou a flor e voou, logo depois veio outro Spearow desceu que começou a bicar a cabeça do Arthur, eu tive que jogar uma pedra pra ele ir embora. Acho que era o namorado da primeira. Quando meu Pokémon voltou nós fomos atrás dos homens que vi, e eu consegui vê-los entrando na Passarela Subterrânea que deveria estar fechada. Antes de conseguir entrar pela passagem também, um Spearow bloqueou meu caminho. Eu e Arthur ficamos olhando pra ele até que ele gritou e começou a bicar a minha cabeça, então outro veio bicar o Arthur, e quando percebi havia um bando enorme de Spearows vindo em nossa direção e nós tivemos que correr, mas os passarinhos eram bem rápidos e ainda assim conseguiam nos bicar em pleno voo. Depois de um tempo correndo eu achei um tronco de arvore seco onde eu e Arthur podíamos nos esconder até eles desistirem, mas quando entrei nele, eu fui sugado por um cano, escorregando e caindo no chão, num local estranho, com Arthur caindo encima de mim.

– Nessas horas eu penso que preferia você como um Nidoran. Tomara que isso não aconteça de novo quando você evoluir de novo. Ai.

Quando levantei, olhei em volta. Parecia um corredor com paredes de concreto liso, sem pintura, mas bem iluminado, com algumas plantas espalhadas pelo corredor. Eu ouço as vozes daqueles homens de novo e consigo me esconder entre as plantas. Passei a segui-los por um tempo, eles pareciam burros demais pra perceber que estava atrás deles. Entre um corredor e outro eu vi um cara pendurado numa rede no teto, e ainda me pergunto como os dois não conseguiram ver o garoto também.

– Ei, você precisa de ajuda? – eu perguntei.

O garoto usava um terno azul escuro, gravata vermelha e um chapéu azul e vermelho. Tinha cabelos vermelhos longos amarrados e olhos azuis.

– Se quiser ajudar eu agradeço.

– Ok, mas se prepare pra queda.

Eu tirei minha katanna da mochila e com um salto eu cortei a corda que segurava a rede, com o garoto caindo no chão com um baque seco.

– Você está bem? – perguntei.

– Estou sim, obrigado. Sua katanna é bem afiada, porque eu não consegui me livrar dali nem com meu Charmander.

– Obrigado. Me chamo Kamui, esse Nidorino é o Arthur. E você?

– Meu nome é Norris. Prazer.

– Como você veio parar aqui?

– Eu estava na Passagem Subterrânea em Cerulean, achando que era uma boa ideia treinar lá e achei a entrada daqui. Me perdi e acabei acionando uma armadilha. E você?

– Fui perseguido por um bando de Spearows e acabei caindo aqui dentro. Alguma ideia de como vamos sair daqui?

–Eu tenho, que tal amarrados? – disse uma voz atrás de mim, o mesmo homem grande de Lavender. – Olha só quem temos aqui, o garoto que de Lavender.

– Olha só, o chefe vai gostar de ver ele. Espera ai. Você de chapéu. Eu conheço você! Foi você quem roubou o nosso Charmander. Foram muitas tentativas de breedagem até aquele nascer, e então você o roubou! – disse o menor.

– Ei, eu não o roubei! Eu salvei a vida dele e ele decidiu me acompanhar na minha jornada.

– Chega de papo, nós vamos vencer vocês dois e levar sues pokémons!

Os dois lançaram uma Beedril e um Bellsprout.

– Charlie, vai! – Norris joga seu Charmander, que tem uma coloração dourada que eu acho estranho de início.

– Arthur, on stage!

Droga, Arthur está um pouco machucado ainda, não sei quanto tempo vamos durar, sob o comando de Norris Charlie lança o ataque Ember na Beedril e meu Arthur usa Poison Sting no Bellsprout, que revidam, mas não por muito tempo.

– Termine isso com o Horn Attack! Eu acho que to dizendo isso demais.

– Charlie, use Ember e acabe com isso!

O Horn Attack de Arthur juntou os dois pokémons que foram atingidos pelo golpe do Charmander e ficaram fora de combate.

– Olha você até que é bom garoto do chapéu.

– E você também tem seu talento garoto da katanna.

– Essa não, segunda vez que esse garoto e um amigo acabam com a gente. – disse o menor.

– Mas não vão se safar dessa vez, esse aqui é o nosso esconderijo. – rebateu o maior acionando algo na parede, que fez cair uma rede encima de Norris e de mim e depois fomos nocauteados. Quando eu acordei estava amarrado no chão num tipo de laboratório com uma claraboia no teto, e um Spearow estava bicando o vidro, mas a claridade repentina não me permitia enxergar direito.

– Ora, nosso convidado acordou.

– Quem é você? E onde eu estou?

– Ora, acalme-se garoto. Não lhe farei mal. — a voz era de um homem, forte, porém calma e de certa forma amigável.

Eu olhei para o homem que falava, ele estava de pé ao lado de uma máquina com um ovo de Pokémon, preto. Trajava um jaleco branco, com calças pretas e botas compridas brancas, tinha o cabelo loiro e um pouco comprido, sua franja tapava metade do rosto, com apenas um olho verde a mostra. Ao fundo estavam os dois homens que me capturaram junto do Norris, ainda adormecido, mas eles estavam com roupas diferentes da anterior, não usavam o moletom preto com o R vermelho estampado, agora estavam usando algo que pareciam armadura branca sobre uma roupa toda preta.

– Se não vai me fazer mal, por que eu estou amarrado? Onde está o Arthur?

– Está falando do sue Nidorino? Ele está aqui. – ele mostra a Moon Ball do Arthur numa mesa, ao lado de uma Poké Ball normal – Este aqui é o Charmander do seu amigo, que como nosso caro amigo Skin deve ter comentado, pertencia a nós. Mas se meu experimento der certo ele não será mais de serventia para nós. Ora, onde estão meus modos. Bem, você já deve conhecer Brute e Skin, meus fiéis ajudantes. Eles me falaram de você e de sua amiga de cabelo vermelho em Lavender. Meu nome é Kain Irvine. E o seu?

– Como se eu fosse dizer meu nome pra pessoas como você.

– Ora, é falta de educação deixar as pessoas assim. Eu creio que você é um rapaz que foi criado com uma boa educação.

– Kamui. Meu nome é Kamui, o jovem Charizard do clã Ryujin. — falo sem vontade nenhuma.

– Ora, agora estamos progredindo aqui. Espere, Ryujin? Então presumo que conheça Cypher Ryujin.

– Infelizmente. Ele é o meu pai.

– O filho de Cypher Ryujin, no meu laboratório. Rapazes, o quês estão fazendo que não libertam o garoto? Vamos!

– Não entendi. — eu disse depois que fui desamarrado.

– Ora meu caro Ryujin, é simples. Podemos dizer que eu sou um grande admirador do trabalho do seu pai. O grande Mago Negro Pokémon. Sua fama é tremenda no continente de Johto. Sabe, eu não sou daqui de Kanto. Assim como você e seu pai, eu sou originário de Johto, mas fui forçado a me instalar aqui por causa da guerra entre os clãs. O trabalho de sue pai com Pokémons Shadow inspirou minha vida, mas eu nunca tive os poderes mágicos dele. Mas se teve algo que eu sempre tive, foi um intelecto aprimorado, e resolvi estudar esses pokémons desde sua essência. Mas os pokémons transformados em Shadow, mesmo tendo seu poder aumentado exponencialmente, congelam no tempo. Eles não podem se desenvolver mais, ganhar experiência, nem mesmo evoluir. O meu objetivo de vida se tornou estudar e aprimorar esse poder oculto dentro dos Pokémon. Mas sabemos que existem clãs que não gostam nada de algo novo e diferente, e eu paguei o preço. – ele coloca a mão no olho escondido pela franja, e eu pude observar cicatrizes de queimadura em seu rosto. – Mas isso não tirou minha motivação. Eu vim para Kanto continuar minha pesquisa a qualquer custo, e devo dizer que a demanda aqui é grande, muitas pessoas vem para cá e ainda posso ocultar minhas atividades sob a sombra da Equipe Rocket tão temida antigamente. Aqui eu pude dar vida ao meu desejo, mas para isso precisei de muita ajuda, e assim criei essa nova equipe. A Equipe Cipher. Com o objetivo de criar pokémons Shadow puros, que nasçam dessa forma, assim eles podem se desenvolver normalmente, aprender novas técnicas, batalhar, evoluir. Eu consegui uma forma de transformar pokémons em Shadow sem o uso da magia, e com eles eu estou criando um sistema de breed em vários pokémons diferentes, principalmente os assim chamados Iniciais, por causa de sua raridade e poder. Foram muitos ovos perdidos até chegar neste aqui. O que você vê na sua frente é um legitimo ovo de Charmander envolto em poder Shadow, que foi criado com o uso das Pedras da Lua. E esse ovo chocará em breve.

– Você é louco?

– Ora jovem Ryujin, pensei que você entre todas as pessoas entenderia o que eu quero fazer aqui. Pensei que se tornaria um de nós, continuar o trabalho de seu pai.

– NÃO ME CONFUNDA COM MEU PAI! Ele nunca teve interesse pela família, somente seus experimentos. Ele via pokémons como instrumentos, como armas. Ele dizia que poderia vencer a guerra conta o Hikinasa com sua pesquisa e só pensava nela. Por isso estou aqui. Eu vou provar que não sou como ele. E vou acabar com a sua pesquisa também!

O ovo do Charmander então começou a rachar. Um brilho começou a tomar conta do local onde ele estava guardado e quando cessou, lá estava um belo Charmander recém-nascido, Ele parecia normal, se não fossem seus olhos vermelhos e a chama em sua cauda ser negra. Ele olhou para todos na sala, e logo depois olhou para mim, fixando seu olhar. Nossos olhos se intercalaram, e assim ficaram por um tempo.

– Quem que está gritando tanto? — Disse Norris ao acordar lentamente.

– Deu certo! Anos de trabalho e eu finalmente consegui! — bradou o doutor Irvine.

– Norris! Que bom que acordou.

– Kamui. O que aconteceu? Quem é esse cara?

– Um doido. Eu te conto depois, só preciso que me ajude a sair daqui. Eu Doutor, já que sua experiência deu certo, creio que meu amigo pode ficar com o Charmander dele não é?

– Sim, ele pode. Esse ai não me serve mais. Brute, Skin, terminem com eles. Kamui, é uma pena que não esteja do meu lado. Sinto que vocês dois não sairão mais daqui.

– Eu aposto que não. — eu corri e peguei a Moon Ball e arremessei no chão, e joguei a bola normal para Norris. — A partir de agora, esse palco é nosso! Arthur, on stage!

– Vai Charlie!

Os dois jogaram uma Beedrill e um Nincada contra nós.

– Espera, é o Alternis! O meu Nincada! — disse Norris.

– Ele era o seu Nincada, agora ele é meu. Use Dig! — sob o comando de Skin, o Nincada fez um buraco na terra e entrou nele.

– Charlie, use Ember na Beedrill!

– Arthur, o ajude com o Double Kick!

A abelha caiu antes mesmo de conseguir nos atacar, mas Arthur recebeu o Dig, que foi Super Efetivo.

– Kamui, ambos nossos pokémons são fracos contra o Dig do Alternis, mas seu Nidorino é bem rápido pelo que vi. Acha que consegue jogar o Nincada na direção do Charlie?

– Acho que sim. Arthur, prepare um Horn Attack!

– String Shot!

Ele correu em direção ao Nincada, mas antes de atingi-lo pulou pra trás do inseto.

– Double Kick!

Arthur deu dois chutes potentes no Nincada que ele voou em direção ao Charmander de Norris.

– Charlie, Ember!

A pequena salamandra usou sua cauda pra lançar as brasas, atingindo o Nincada em cheio, que caiu no chão já fora de batalha.

– Quem é o próximo? – eu disse.

– Que tal vocês? — Brute se lançou em nossa direção, mas consegui desviar da carga dele e derruba-lo no chão.

– Kamui, olha o que eu achei! – Norris jogou minha mochila perto de mim, de onde eu tirei minha katanna.

– Doutor Kain, sinto desaponta-lo, mas estamos saindo daqui. — Eu olhei pra cima e o Spearow continuava na claraboia, mas dessa vez estava acompanhado de mais dois.

– Você pode ter vencido uma luta, mas isso não significa que você está livre, meu jovem.

– Eu sei disso. Mas você não contou com uma coisa. Você não sabe como eu vim parar aqui. Norris, proteja-se.

Uma Katanna não é um projétil muito bom, mas por sorte a claraboia não era muito alta, então minha espada a atingiu sem dificuldades quando eu a lancei e os Spearows entraram, e logo foram vindo cada vez mais. Eu peguei a minha katanna do chão e chamei Arthur de volta na pokébola. Norris e eu começamos a escalar um armário pra chegarmos ao teto enquanto eles estavam ocupados com a invasão dos pássaros, mas eu parei e resolvi descer de novo.

– Onde você está indo?

– Eu tenho que fazer algo.

Eu voltei até onde estava o pequeno Charmander recém-nascido que ainda olhava pra mim. Coloquei minha mão no vidro da maquina onde ele estava e ele colocou a dele do outro lado.

– Não, você não vai fazer isso. Brute, impeça-o! — gritou Kain.

– Eu vou sim! — com a bainha da minha katanna eu quebrei o vidro, e consegui tirar ele lá de dentro, e quando Brute se aproximava- ele o Charmander lançou uma rajada de fogo negro nos pés do grandalhão, fazendo a barra da sua calça pegar fogo. E colocando o pequeno em minhas costas, eu fiz o caminho de volta, com Norris me ajudando a terminar de subir.

– Devo admitir, você foi corajoso.

– Obrigado, e você foi muito bom também. Eu não teria aquela ideia contra o Nincada. Mas como vamos fazer pra descer daqui?

– Com isso. – ele tirou uma corda da mochila – Você pode comprar uma dessas em qualquer Poké Mart.

– Vou passar num deles quando sairmos daqui.

Conseguimos descer pela parede, mas acorda arrebentou quando chegamos ao chão. Estávamos na floresta, não muito longe do tronco que eu caí.

– Eu sei onde estamos. Vamos por aqui. Não andamos muito até chegarmos à Rota 6 novamente e assim conseguimos chegar a Vermillion.

– Phew. Que belo jeito de começar o dia. Ser perseguido por Spearows, cair em um esconderijo de um cientista maluco, salvar um cara de uma rede, fugir por uma claraboia e trazer um Charmander junto. E o pior de tudo, tudo isso antes de conseguir almoçar.

– Haha. Ok, vamos passar num Centro Pokémon então.

– Espera, antes eu tenho q fazer algumas coisas. Antes de tudo, tome. Eu consegui pegar isso antes de sair. — eu entreguei pra ele a pokébola que Skin derrubou.

– Espera, esse é o...

– O seu Nincada. Não é a primeira vez que eu recupero pokémons deles, mas a Beedrill ficou.

– Mas você trouxe o Charmander.

– Falando nisso. — Eu o coloco no chão e coloco um joelho no chão, pra ficar na altura dele – Então pequeno dragão, quer seguir viagem comigo? Será um caminho um pouco difícil, mas eu tenho certeza que faremos uma boa dupla.

Ele olhou pra mim, com aqueles pequenos olhos brilhantes e concordou, soltando um Char que pareceu bem feliz.

– Deixa eu ver se eu tenho uma pokébola. Bem, eu só tenho essa que eu achei no caminho daqui.

Eu tirei a Great Ball da mochila e mostrei a ele, que assim que a viu bateu a mão no botão dela, entrando em seu interior. O botão nem mesmo piscou e o a captura estava terminada. Depois que as estrelas saíram da bola, ela começou a escurecer, passando a ser azul escuro e depois preta, com os detalhes vermelhos.

– Que estranho, nunca vi isso acontecer antes. Mas agora eu tenho um Charmander!

– Parabéns. E pra comemorar essa conquista, aqui está m presente, em forma de agradecimento por ter me ajudado e salvo o Alternis. — ele estendeu a mão, me entregando uma pedra que só depois eu percebi que era uma Pedra da Lua. – Isso pode ser útil pra você futuramente.

– Uma das Pedras da Lua que energizava a máquina do Kain. Muito obrigado. Agora me veio algo na cabeça. Se o seu Charlie fugiu deles, e eles estavam fazendo breeds de vários de pokémons, quer dizer que nossos Charmanders são irmãos?

– Não tinha pensado nisso. É verdade, eles são irmãos. Então isso nos torna... Irmãos de Fogo?

– Gostei disso. Irmãos de Fogo.

– Já sabe que nome dar pra ele?

– Bem, ele se tornará um poderoso Charizard, então acho que o chamarei de Ryuga. O Dragão de Fogo.

– Um bom nome. Pra quem gosta de Dragões. Então melhor irmos logo tratar os nossos pokémons.

– Hein Norris. Por que não seguimos nossa jornada juntos? Tenho certeza que faríamos uma boa dupla e que vai ser mais divertido viajar com alguém.

– É uma boa ideia. Eu topo.

Norris estendeu a mão pra mim, e eu a apertei, segurando pelo antebraço. E esse é o começo de uma nova amizade e mais um passo na minha jornada. A habilidade de Norris com a minha coragem de Dragão e dois Charmanders pra completar o time. Eu tenho pena dos treinadores que entrarão na nossa frente no futuro, pois enfrentará dois jovens unidos pela batalha. Dois Irmãos de Fogo.

Notas finais
Norris (o sobrenome será postado depois pra não dar spoiler) foi criado por Dirceu Neto para nosso RPG, e como disse antes ele será muito importante pra história, tanto que farei alguns capitulos futuros pelo ponto de vista dele, como eu fiz com a Nathy, mas não serão repetidos, podem ficar tranquilos. Já tenho tudo pensado pro próximo capitulo, tomara que eu consiga escrever mais rápido daqui pra frente. Até a próxima, de gozaru!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.