Pokémon Masta

1 Bem vindo a Masta!


Notas iniciais
Caso quando lerem você perceberem algum erro ortográfico, então por favor avisem; digo o mesmo se houver algo que parece ter faltado de importante.

(dia: 12 de janeiro /hora: 17:15)

No sudeste de Masta chegava o avião cheio de tripulantes, que saiam de Sinnoh, que mau aguentava de tanto ter que esperar a vinda para este “novo” país. Seu encaminhamento era para a cidade de Transcon, a cidade dos transportes, ela é conhecida pelo os seus meios de transportes e por suas arenas-de-batalhas-moveis, o que é maior atração para os que desejam visita-la; trens, aviões, barcos, bondes, de tantos transportes 0as pessoas dessa cidade não tem os costumes de andar para ir onde deseja. E enquanto o avião pousava, a aeromoça junto com sua Lilligant, decidiu passar pela ultima vez os procedimentos padrões de saída para os tripulantes, e entre tantos tripulantes está o garoto protagonista de nossa longa historia.

-Nunca fiquei tanto tempo sentado (bocejou e despreguiçou),também nunca viajei para outro pais, se eu for leva em consideração.

Korn Koosa é um menino de cabelos brancos e ondulados, ele deixa cair em sua testa uma franja que muitas vezes invade seu olho, na parte frontal de sua cabeça seus cabelos ondulados mais parece ficar de pé; seus olhos grandes são de cor azul piscina, e sua estatura é pouco baixa para um garoto de treze anos.

Ele já estava em posição de “ataque” quando a aeromoça começou a dizer os procedimentos de desembarque, e no momento que o avião pousou, ele não perdeu tempo, quase como um Pokémon selvagem, automaticamente arrancou de seu corpo o sinto de segurança, e quase pulando, saio do avião mantendo um enorme sorriso em seu rosto.

“Finalmente!”, gritou mentalmente enquanto atropelava os outros passageiros para sair,.Korn sempre desejou fugir de casa para pode ver o mundo onde os monstros vivem, poder lutar ao seu lado, e se torna forte junto a eles, entretanto seus pais não aprovavam a ideia dele ter um Pokémon, achavam perigoso e que ser treinador era uma carreira sem futuro, e por essa razão ele procurou um meio de fugir deles sem parecer que fugiu, ele lembrou de seu tio que morava em outro país, longe do olhos de seus pais, e os convenceu que ele gostaria de passar as férias visitando-o.

Dirigindo para área de embarque e desembarque junto a outros passageiros, o garoto não parava de pensar em como será sua visita a este paraíso tão grande e longe de casa. Próxima a área das malas tem presa a chumbo na parede um mapa do país, sua curiosidade o puxou para o mapa quase de modo hipnótico, no mapa o país parecia tão grande e largo quanto pensava, “vou passar meses só para ir de uma ponta a outra!”.

-Koooorn!- grito de longe.

Virando-se rapidamente viu seu tio Hiroshi acenando para ele animado, logo se animou também, seu tio tinha cabelos grisalhos e bem arrumados, era alto, e devia ter uns trinta anos, já que ele é o irmão mais novo de seu pai.

-Ooi tio!-Ele corria em direção do tio.

Hiroshi sorria, mas começou a olhar de modo confuso para o seu sobrinho, então falou calmamente coçando a própria cabeça. -Você não trouxe malas, nem nada?... Sabe, eu não sei se lá...

-Meu Arceus, minhas malas!-Korn se desesperou e voltou para a área das malas.

Mais tarde os dois encaminharam mais rápido possível para pegar o trem, e apos em direção a casa do Sr. Hiroshi, ainda no interior do trem o Korn não deixou de notar que quase lá estavam acompa-nhados de, pelo menos, um Pokémon. “Nossa!”, pensou, “nunca tinha visto tantos Pokémons juntos! La em casa eu não consigo ver tantos Pokémons perambulando pela cidade.”, ele olhava para os la-dos, até uma questão vir em sua cabeça.

-Tio você também tem um Pokémon?-Ele estava animado.

-... -Ele não conseguiu manter o sorriso.- Faz um tempo que ele partiu...

O garoto perdeu o sorriso, e decidiu fechar o bico e seguir a viagem para a casa de seu tio quieto, pela face do velho o garoto deduziu que o Pokémon não tinha partido muito tempo, talvez mau tenha feito uma semana. Pegando outro ângulo sobre o ocorrido, talvez os pais dele só tenham aprovado a sua ida para Masta por causa da ida do Pokémon do tio para o céu.

Finalmente chegado eles puderam descer do trem, mas o garoto logo parou diante a casa do tio, que era um prédio de três andares, sendo o primeiro só dele, Korn admirava a bela estrutura do prédio que Hiroshi morava, paredes aboboras claras com paradeiros de madeiras, e uma e outra leve rachadura que dar ar de antigo, na janela próxima da porta do prédio, presa no todo da grade de ferro, um pequeno sino de vento, que mau se mexia mesmo com as fortes e constantes correntes de vento trazidas pelos trens, no segundo andar nas três janela da larga estrutura, há um arranjo de flor com cada uma com cor diferente, a primeira é de flores vermelhas como sangue, a segunda com flores douradas como ouro, e a terceira com flores brancas como um vazio, o terceiro andar não há grades, e em seu lugar, sobe as janelas até chegar ao território do segundo andar, há raízes prateadas pintadas e em algumas pontas há a pintura de flores de ouro e bronze. As casas mais ao norte de Transcon tem estes estilos de livros de contos de fadas para a construção dos seus edifícios.

-Nossa...-O menino ficou sem palavras.- Estamos em outra cidade?

-Não.- Falou rindo.- Aqui preferimos um estilo mais...feliz na decoração das casas.

-Haa... é que no centro só tinha arranha céu, acho que eles tinham uns dez andares, eu acho.

O homem ria com as palavras do garoto tem para falar, sem demora o homem se dirigiu para a porta que esperava na parte direita do prédio, andou pelo longo quintal começando com seu pé direito e subiu sobre os três degraus rapidamente para a pequena varanda onde estava o porta (detalhei cada ponto só para irritar, não vou fazer de novo), mas antes que ele pudesse segurar na maçaneta a porta abriu, e de seu interior uma bela mulher emergiu, o sobrinho ficou boquiaberto ao ver tanta beleza.

-Ho! Desculpa Sr. Koosa.- Falou a loira provida de beleza.

-Muuuito prazer em conhece-la!- Korn invadiu a frente de seu tio com uma posse de galanteador.

A moça sorriu gentilmente, mas uma energia ruim penetrou na visão do garoto, um homem grande vinha logo atrás dela o olhava com ódio, o que o fez suar frio. Os olhos do menino tentaram mudar de direção para não sentir o olhar penetrante do homem, virando para o lado ele viu um Flabébé pousada no ombro direito do grande homem, agarrando uma flor branca que deve pertencer ao floral do segundo andar.

-Be-belo Pokémon v-vocês tem.- Ele se encolhia.

-Obrigada! – Respondeu a moça.- Venha Seiji senão vamos nos atrasar.- Ela segurava a mão do homem, que deixou de olhar para o Korn.

-Foi por pouco....- Disse baixo.

Entrando o Tio virou para o seu sobrinho.- Oque quer dizer?.- Ele ouviu o baixo comentário, só não o entendia.

-A-aquele armário, cara! Eles estava prestes a me matar!

Pós a porta um pequenino corredor, que era quase um quadrado, há um elevador e uma porta, o elevador era para demais casas e a porta era a casa do velho. O tio ria muito, chegou a quase ficar sem folego, com dificuldade de se mexer ele se jogou sobre a sua porta e abriu, o menino não ente-ndia o porque de todo o riso escandaloso.

-Isso foi engraçado.- O tio disse limpando as lagrimas de risos.

-Tô vendo, quase morreu ai...- direto e rápido.

Enfim eles entraram na casa; o piso era de madeira, com vários enfeites sobre alguns moveis, há também uma grande sala de entrada. Já estava começando a entardecer, e aquilo que o Korn menos quer é ficar enfurnado dentro de uma casa pequena, que na realidade é bem grande.

-Eu pensei em pedir pizza, topa?- O tio tentava conquista-lo pelo estomago.

Dando de ombros, o garoto olhava de modo depressivo para fora da janela atrás do sofá, o tio já não entendia mais nada, “ele querer me ver já foi estranho, mas agora isso?” pensava o homem.

-me conte então o “porque” de querer vir me ver.- cansou de ser paciente e foi logo ao ponto.

-Porque você é meu tio querido.- sorriso me falso estampado na cara o confessava do contrario.

-Korn... eu só te via em seus aniversários, mau chegava a conversa.

-...- Ele percebeu que foi descoberto.-Tá, ok, eu conto...- “pensa em uma desculpa rápido!” – eu queria passar uns tempos longe do meus pais, eles estão um saco ultimamente.

Korn lutava para permanecer em uma postura seria para convencer seu tio sobre o que ele tentava impor como verdade. Respondendo com um suspiro, o tio se dirigiu para cozinha dizendo que ira ligar para a pizzaria.

Passado o tempo, quando o clima de desanimo abaixou, a comida tinha chegado e o menino tentou tirar proveito para tentar conhecer seu tio. Enquanto o Hiroshi paga o Bisharp (o entregado de pizza) o Korn decidiu por a mesa da cozinha, essa seria sua primeira vez a por a mesa.

-Korn a pizza chegou.- Ficou mudo ao entrar na cozinha e ver a mesa posta de modo tão errado, “ele conseguiu o impossível”, pensou.

Com um sorriso, o Korn recebeu a mesa seu tio, horas passaram em suas conversas, Korn sentiu pela perda do Breloom que seu tio resgatou quando jovem, e é por causa deste Pokémon que seu pai não o deixa ter um, já que eles não conseguiam se simpatizar. Korn teve que dormi no antigo quarto do Pokémon, que era como um quarto normal, sem arrumar as suas coisas na gaveta, cansado e de estomago cheio foi a combinação perfeita para faze-lo cair como morto sobre a cama, que mais pareceu um desmaio, o garoto esta disposto em levantar e aproveita o melhor de seu próximo dia.

Seis da manha o despertado toca, mas não um despertadozinho qualquer, ele dormia tranqui-lamente até ouvir um grito em pânico de um Fearrow que parecia estar sendo ferido, tombando no chão seu coração disparava, seria um ataque cardíaco?

-Oque! Oque houve?- Surto pós-ataque cardíaco.

-(bocejo) bom dia Korn...- O tio mantinha a cara de sono enquanto abria a porta do garoto.

-Que porra é essa!- E se levantou para dar bronca no tio.

-Despertador.- direto.

-Por que você tem um despertado desses?- ele tampava os ouvidos já que o som continuava.

-É do vizinho de cima.

-O armário?

-Mais em cima...-Ele apontava pro teto.

Dava para sentir o ódio fluindo no coração do menino, driblando o tio ele correu para fora da casa, entrou no elevador e subiu os andares furioso, o som agonizante estava cada vez mais alto, saindo do elevador o mesmo corredor quadrado apareceu, e logo diante a porta há um tapete artesanal escrito “Bom dia”, o que deu mais ódio nele.

-Ôôô da casa! Abra já essa merda!.- ele batia na porta freneticamente.

Uma pequena fenda se abriu, ele tentava olhar além da porta, mas não havia alguém. “Gle?” foi dito atrás da porta, olhando para baixo percebeu um Smeargl que segurava a porta com uma de suas mãos, enquanto a outra segurava sua cauda de pincel.

-Pokémon?- Ele estranhou, “Essa casa é de um Pokémon? Não, para de pensar besteira”.

-Quem é Toy?- Disse uma voz velha e feminina de dentro da casa. — Deixe-o entrar.

O Pokémon gentilmente abriu mais a porta e com um gesto pediu para que entrasse, do lado de dentro as paredes, que seriam brancas, estavam tingidas com varias pinturas de pessoas, Pokémons e paisagens, na sala de estar um casal de velhos estavam sentados do lado de uma janela enquanto acariciavam outro Smeargle com a ponta da cauda azul, o que o atendeu tinha a ponta da cauda roxa. Da porta há um pequeno corredor que leva a sala de estar, mas há uma porta estre eles, que por acaso estava aberta, dentro havia pinturas de cenas de batalhas de Smeargles versus outros Pokémons, na rápida olhada foi oque ele conseguiu ver.

-O que gostaria?- falava a velha.

-É que o despertador...-Ele percebeu que os dois não tinham reparado no som.

-, as vezes eu esqueço que ele toca a essa hora, Terra você poderia desligar para mim? -Ela elevou um pouco de sua voz fraca.

O som se foi, do outro corredor, que liga os quartos com a sala, surgiu mais um do mesmo Pokémon, mas desta vez com a ponta da cauda amarela, este estava fantasiado de Leonardo Da Vince.

-Cara quantos deles vocês tem!?-Ele sorria.

Ele olhou para os velhos, a velha estava com o olhar de desentendida, e o homem ainda estava com os olhos fechados, ele devia esta dormindo ainda. O “Da Vince” começou a usar as linguagens de sinais diante o alcance de visão da velha.

-16...- Ela sorriu.

-Nossa!- Surpreendeu-se.- Você meio que coleciona Smeagles né?

-...Sim, eu e meu marido treinávamos eles desde de muito tempo atrás.

-Porque você demora para me responder?...-Ele ainda não tinha notado.

Com um gesto com a mão a velha chamou o Toy, que estava atrás do Korn, enquanto o outro Pokémon abria espaço para ele subir no colo da velha.

-Meus bebezinhos foram treinados dês do meus primeiro a aprender linguagem de sinais, a língua do mudo ... e do surdo — Ela sorriu.

A doce senhora tem um curto cabelo que deixa preso com um COC, os seus olhos são tão fechados que mau da para distinguir a cor, com um pouco de esforço você pode vê que é um castanho escuro, Seu marido é careca com queixo quadrado, a baba do homem escorria pelo canto da boca.

-F-foi mau.- se sentiu constrangido por não ter reparado antes.

A Sra. apenas sorriu para ele, chamando todos os Smeagles ela os fez fazer um semicírculo ao redor dela, e convidando o garoto convidado a participar coso ele quisesse.

-Eu só preciso avisar ao meu tio antes ok, ele deve achar que eu esbarrei com o armário do segundo andar.

-Você sabe se cuidar?-A velha perguntou, e o Korn confirmou. -Ele sabe que você sabe se cuidar?-Korn confirmou novamente. -Então ele sabe que você esta bem, e enfin só queria te contar uma historia.- Sorriso gentil.

-Não sou fan de...

-a historia de um dos primeiros mestres de Masta.

-Eu aamo historia.- O seu interesse foi fisgado.

Em resumo para você, o leitor, ela contou sua infância junto ao seu marido quando ambos sonhavam em ser grandes pintores, mas o homem acabou se envolvendo muito no mundo das batalhas e com o próprio esforço chegou a liga Pokémon, e venceu o Mestre da região, tomando então seu lugar. O Korn ouvia em silencio a historia pensando consigo mesmo “este babão já foi um campeão! Este seria meu futuro... que incrível!”

Levantando bruscamente ele gritou com toda sua força.- E decidi, serei o maior e melhor mestre da região de Mostarda.- seu olhos cintilavam.

O Toy percebeu o erro em suas palavras e foi logo avisar a sua Sra..

-O nome do país é Masta.- Ela corrigiu.- As coisas aqui não são mais como antigamente, temos doze lideres de ginásio, e cada um é mais difícil do que outro, também temos o campeonato, que começa só no fim do ano.

-Então eu tenho tempo de sobra para me torna o mestre desta bodega.- Da para ver chamas de empolgação em seus olhos.

Ele correu disparado para porta, para que poça fazer logo as suas malas, mas algo o impedia, ele não tinha reparado.

-Garoto, você não tem como ir sem um Pokémon, é perigoso.- ela avisou....

-Droga.- E lembrou deste detalhe.

Apoiando as costas sobre na parede ele mostrou estar muito deprimido, “me enchi tanto de esperança para nada, (suspiro)”. Os Smeargles perceberam a sua tristeza, então passaram uma ideia para a senhora. A moça estava disposta a ajudar o garoto com grandes sonhos, decidiu então.

-Korn, eu recebi um tempo atrás um pacote especial, eu ia dar ao Seiji, mas vejo que combina mais com você.- ela terminou acenado para os Smeagles.- Foi um presente que recebi de um velho amigo, pelo pouco que sei vai ser útil.

O Korn voltou curioso para saber o que era tal encomenda, todos os Smeargles correram corredor adentro da casa, e voltaram carregando uma caixa, ele já não entendia mais nada, porem ao olhar para a Sra. viu que ela estava a pá de tudo.

-Garoto qual é seu nome, eu não perguntei até agora.- A senhora levantou da cadeira; ela é quase do tamanho do Korn.

-Korn...- Ele respondeu feliz e um pouco confuso, enquanto o Smeargle escrevia seu nome na parede.

-Eu sou Shiruba (prata), e decidi doar a você o “material para treinadores”..- Ela parecia sabia com suas palavras.- Só peço que procure meu filho e peça-o para vir para cá.

-Ele não os visita muito?- Ele não entendeu o porquê do pedido.

Ela esperou o seu Pokémon traduzir o que ele disse a ela.- Quando ele era pequeno decidiu fugiu com um dos Smeargles, e não voltou mais...- Seu sorriso sumiu.

-A quanto tempo ele foi...-“Eles já são velhos, e ela disse quando ele era pequeno...”

-Faz sete anos, mas ele costumava a enviar cartas uma vez em dois meses, mas faz tempo que parou, sua ultima carta foi em Normalia, é no Oeste de Masta eu não tenho condições de ir para lá.

-A ultima carta foi mandada a quanto tempo?- Ele começou a se focar.

-...a dois anos...- ela forçava para não chorar.

Todos os Smeargles pareciam tristes, e o Korn percebeu isso, ele deu seu maior sorriso e falou de modo que não precisaria de tradutor.

-Eu vou traze-lo de volta! E quando torcer, vou pedir pro meu tio fazer tortas de frutas vermelhas, pra gente!.- sorriu de orelha a orelha fazendo ‘ok’ com a mão

Ele pegou a caixa e pulou pro elevador no elevador, a Shiruba olhou sorridente para ele enquanto entrava no elevador entusiasmado, ela sorriu e algumas lagrimas escorreram, a imagem de seu filho santou em sua mente pondo-se no lugar do Korn, tudo pareceu em câmera lenta ao ver tal entusi-asmo no garoto.

No interior do elevado o menino recitava a promessa de que irá encontra o filho da Shiruba, mas algo o incomodava, o que havia dentro do pacote. Chagado enfim ao 1º andar, ele voou entrando na casa do tio, que deixou sobre a mesinha da sala um bilhete...

“Korn, eu infelizmente vou ter que ir ao meu trabalho foi obrigado a ir para lá; deixei comida na geladeira e uma grana para você gastar na cidade, só peço que não se perca, e que não volte muito tarde. P.s: Deixei o mapa da cidade para você não se perde.”

-Obrigado tio, você não sabe como isso foi util...

Entrando no quarto ele pôs a caixa sobre a cama, o lacre da caixa já estava semiaberto, e dando a primeira espiada viu...um isopor, “pra que deixar tão guardado, saco, irrita na hora de abrir”, tirando tudo furioso ele finalmente pode ver o Kit de treinador : um óculos de esqui azul , um notebook preto com o emblema d’água e seis Pokébolas, tendo uma já preenchida.

-P-p-pokémon!?- quase surto de felicidade.

As Pokébolas, diferente no desenho, são translucidas e de fora pode realmente ver o que tem dentro, e para surpresa do garoto seu Pokémon era um Totodile, o inicial de Jontho, Soltando-o de sua casinha portátil o Korn admirava o pequeno e Pokémon dormir, calmo e tranquilo.

“Não posso me distrair.”, pensou firmando o pé no chão, “tenho que me arrumar para a viagem”. Trocando de roupa ele vestiu uma camisa branca e jeans cinza, e para cobinar com os óculos de esqui, um casaco azul metal, pôs outras duas mudas de roupas em uma mochila, que pegou “emprestado”, o dinheiro que o Hiroshi o deu e o resto do kit. Agora ele está pronto para parti.

-Totodile, acorda amiguinho.- ele falava baixo com o Pokémon.- Vamos, acorda.

De modo bem preguiçoso o Pokémon levantou e percebeu o Korn com uma cara duvidosa. “meu Arceus, ele esta com medo?” Korn perguntava para si mesmo,

-“Tota”!- O Pokémon gritou animado saltando em seu colo.

-Prazer eu sou Korn, há há há!- o Totodile fazia cosquinha nele.

Com o Pokémon em seus braços sai cauteloso da casa do tio, na calçada ele olhava para traz despedido mentalmente de seu tio, e sem demora foi ao ponto de trem. (sim nesta cidade eles tem ponto para trem como se fossem ponto de ônibus.).

Pegando um trem qualquer ele seguiu sua viagem para o centro da cidade. Chegado a um ponto em que só conseguia ver prédios e mais prédios ele decidiu procurar o que fazer na cidade. Decidiu seguindo para o sul, pôs era o que seu sexto sentido dizia, “será que vou encontrar outros treinadores?”.

No estremo sul da cidade, uma bela vista chamou sua atenção, um parque de diversões ligado ao cais, com roda gigante, mine montanhas-russas e outros mais brinquedos ao lado de uma praia, parecia tão bom que cativou até o Pokémon, mas algo maior chamou a atenção do Korn, dois treinadores puxando briga na costa da praia, ele chegava mais e mais perto para assistir a luta.

-Swirlix cabe isso com o vento de fada! – disse o homem de camiseta preta.

-Ataque rápido Buizil!- disse o de camisa vermelha.

Antes que o Swirlix pudesse usar seu poder, o Buizil o atingiu com um golpe focado, levando-o longe com um nocaute. “incrível! Pena que não peguei do inicio.”

-Oque!? Que merda foi essa!?- Gritou o de preto.

-Seu Pokémon perdendo, agora passa a grana da aposta!- O de vermelho estava confiante.

-Não vou dar nada, seu lixo trapaceiro!

-Do que me chamou?- ele rangia os dentes.

Mesmo ainda tendo um Pokémon, o homem de vermelho preferiu puxar brica com o outro na mão nua, Os seus Pokémons pareciam constrangidos vendo a cena, e o Korn queria separar a briga, mas não tinha coragem de se meter no meio dos dois, pena não poder dizer o mesmo do Totodile, saltan-do dos braços do garoto, partiu em direção dos homens, e sem uso de comando, usou o tiro d’água para pará-los, dois Heat shot em dois tiros, eles caíram duros na areia.

-Que merda foi essa agora!- O de preto parecia que estava prestes a explodir.

-Chamou reforços é, seu desgraçado?- ele tentava se levantar.

-D-desculpa, e que... meio que... foi meu Pokémon que os atingiu... err, foi mau?- Korn encolhia sua cabeça em seus ombros.

Os olhos dos dois, ainda no chão, estavam ficando vermelhos de raiva devagar o de preto levantou e sorriu sarcasticamente.

-Moleque, tá pensando em morrer é? Se quiser eu te ajudo.

- Como se você fosse capaz disso.- o de vermelho levantou.

“Pensa Korn, você não pode deixar apanhar por esses caras....já sei!.- Concordo com o outro ali, eu preferiria lutar contra ele, assim meu Totodile pode ter algum desafio.-“morro hoje...”

-Até uma criança sabe o quanto você é fraco.- o de vermelho ria.

- quer apanhar?

-Olha, vamos deixar isso para depois, eu quero enfrentar aquele menino agora. -Ele olhava cruelmente para o Korn.

O homem de camisa vermelha tem olhos azuis e cabelos pretos lisos que chegam até o pescoço, seu rosto é fino , ele mais parece o galanteador das novelas mexicanas, é alto e tem um olhar de maqui-avélico, o outro já é o oposto dele, tem cabelos castanhos claros, curtos, e olhos castanhos escuros, tem cara de lutador e seu rosto é preenchido com uma grosa barba, e na briga de mão ele parece ser melhor.

-Você vai me bater!?- Korn não conseguiu esconder o medo.

-Claro que não, né!- Ele parecia mais calmo.- Só bato em meu irmão, e quem ousar bater nele, é claro.

“irmão?... Pera!”-Ele é teu irmão? Mas vocês iam se espancar agora mesmo.

-Você não ouviu? Dane-se, já que você quer realmente lutar, e já que este trouxa perdeu a batalha, então ganhou a honra de me enfrentar.

-Você não ganhou bla bla bla bla...!- Ele gritava com o irmão, o que começando outra discussão.

Korn aproveitou a situação para pensar, de fato ele não estava feliz por isso e queria fugir de lá, porem ele não podia recusar a proposta de batalha, seria vergonhoso ele corre com o rabo entre as pernas no seu primeiro convite de batalha. “Ele acabou de sair de uma batalha, eu tenho a vantagem do meu Pokémon estar com mais energia, porem eu nem sei que golpes o Buizel dele tem direito.”, ele pensava em um plano, “Totodile tem o “golpe-de-agua-de-agora-pouco” e isso é a única coisa que sei sobre ele, meu deus estou ferrado.”

-Chega Riota, esta discussão sem sentido já esta me distraindo.- O galanteado posava de lutador.

Tirando do bolso da calça, ele tirou outra Pokébola, e dela saiu um Koffing cheio de energia, os olhos de “dorgas” e seu sorriso desdentado fizeram o Korn pensar, “Isso é um Pokémon? Uma bola de gás flutuante, e ágora? Terá Pokémon sorvete também?”. (Nota cultural Pokémon: em Sinnoh não tem nem Koffing e Vanillite)

-Esta pronto?- sorriso maléfico.

“Eu não conheço este Pokémon, mas que droga, eu aceitei então vai ter que ser o que vier... (suspiro)... que comece a luta!”

Notas finais
E assim acaba o 1º capitulo, espero que tenham gostado, e...antes de saírem, gostaria de saber oque acharam, do que gostaram, e do que não gostaram, me ajudaria muito para escrever capítulos melhores. ^^
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.