Notas iniciais
Bom, o capitulo era pra ontem.. mas como tive imprevisto to postando hoje.
Espero que me desculpem pelo atraso e que o capitulo dê pro gasto.

Já havia caído a noite, no entanto Uruha não havia voltado pra casa ainda, a chuva que insistia em cair em grandes quantidades parecia não ter fim. Aoi estava preocupado, ansioso e não sabia o que fazer nem mesmo onde procurar Uruha, mas não podia esperar, tinha que ir atrás dele, pedir desculpas novamente e tentar descobrir por que ele não havia voltado ainda.

Aoi pegou suas chaves, o casaco e o guarda chuva disposto a procurar Uruha onde quer que ele esteja. Ao chegar na entrada do prédio Aoi se esbarrou com o porteiro que estava limpando o chão onde tinha uma mancha escura de café.
-Me desculpa, não te vi ai. –Aoi disse afobado indo para a porta.

-Tudo bem Shiroyama-kun. –O porteiro disse observando o comportamento de Aoi. –Perdeu alguma coisa?

-Na verdade eu perdi alguém, você viu o cara que mora comigo sair? E pra qual direção ele foi? — Aoi olhou para os dois lados tentando ver se ele vinha de alguma das direções. –Ele saiu durante a tarde e até então não voltou.

-Não vi não senhor. E eu fiquei aqui o dia todo, o único que vi sair hoje foi o Yutaka do 2014, mas ele foi na porta e voltou o que foi bem estranho.

-O Kai é mesmo estranho. Mas se ele não saiu pra onde deve ter ido?-Aoi disse tentando pensar onde Uruha poderia estar. –Obrigado, vou ver se ele tá com algum de nossos amigos.

-Disponha! –O porteiro respondeu e então Aoi tornou a dirigir-se aos andares superiores.

-Será que ele foi conversar com o Ruki? Mas o Ruki vive enchendo o saco dele. Ele deve estar com o Kai. –Aoi disse decidido indo para o apartamento de Kai.

Ao atender a porta Kai estava com cara de sono, os cabelos bagunçados e com sua gata na mão.

-Kai, você viu o Uruha? –Aoi disse já constatando que Uruha não estaria lá.

-Vi sim, ele estava na sua casa ontem. Mas eu já o conhecia, ele é aquele streeper e seu namorado.

-Eu não perguntei se já viu ele, perguntei se viu ele hoje? –Aoi disse impaciente.

-AAh! –Kai disse longamente. –Hoje eu não vi não. Não tá com você?

-Não, ele saiu e não voltou, e pelo visto não saiu do prédio. –Aoi disse pensativo.

-Sério? Será que ele saiu pelo telhado? –Kai disse tentando imaginar.

-Ele deve ter ido pra lá. –Aoi disse saindo correndo. –Obrigado Kai. –Aoi disse antes de sumir no corredor.

Ainda chovia bastante e na correria pelo prédio Aoi acabou perdendo o guarda-chuva. Ao chegar ao terraço Aoi encarou a porta por um longo tempo, pensando no que diria se Uruha estivesse ali, ele respirou fundo e então abriu a porta, a agua invadia o lado de dentro intensamente e então Aoi foi para fora fechando a porta atrás de si.

-O que está fazendo aqui? –A voz de Uruha soou meio rouca e sem animo.

-Eu vim atrás de você. Não voltou pra casa. –Aoi disse se aproximando de Uruha que estava ensopado, sentado próximo a beira do terraço.

-Eu já ia voltar. –Uruha se levantou o olhando, ainda parecia triste e seus olhos estavam vermelhos de tanto chorar.

-Achei que tinha me perdoado. Eu não queria que fosse assim, não sabia que doeria em você. Na verdade nisso tudo eu não sei de nada, só sei que te amo.

-Mas doeu. – Uruha chegou mais perto tocando o rosto de Aoi. –Não foi culpa sua, não é a briga que dói agora, mas o passado. Algo assim deve ser esquecido Aoi, e eu não quero que doa em você também, não quero que se afaste de mim.

-Não vou me afastar, mas eu queria saber por que dói tanto. –Aoi disse o olhando nos olhos, sentindo o toque de sua mão gelada.

-Por que é ruim. São coisas ruins. –Uruha disse fazendo uma pausa. –E tudo que eu quero é te proteger disso. –Uruha disse baixo quase ficando sem voz e então foi surpreendido pelos braços de Aoi em sua cintura, o abraçando.

-Vai ficar tudo bem, eu não vou te deixar. Vou deixar isso tudo de lado. Se me aproximar do passado significa me afastar de você por mim tudo bem não me lembrar.

-Obrigado Yuu. –Uruha disse e então deixou que seus lábios fossem tomados pelos lábios de Aoi, dando inicio a um beijo calmo.

Uruha o empurrou contra a porta por onde havia entrado, deixando seu corpo ensopado roçar contra o dele. Aos poucos o beijo ficou mais intenso dificultando a respiração de ambos já que ainda chovia bastante.

-Uruha, vamos voltar. –Aoi disse ao afastar os lábios do dele, Uruha seguiu com seus lábios ao pescoço dele, mordiscando de leve dando alguns chupões.

-Hoje você vai ser meu... –Uruha disse baixo entre um chupão e outro. – E vai ser aqui.

-Mas alguém pode ver. –Aoi disse segurando nos cabelos de Uruha que roçava seu corpo ao dele mais forte, deixando vários chupões no pescoço do mesmo.

-Não vai, chove muito. –Uruha disse roçando uma das coxas sobre o volume no meio das pernas de Aoi o fazendo deixar escapar um gemido. – Delicia.

-Que vontade é essa? –Aoi disse entre o gemido enquanto Uruha levantava sua camisa e a tirava. Aos poucos Aoi já estava completamente nu e pra seu espanto Uruha ainda estava com todas as roupas. –Não vai tirar a roupa não? – Aoi disse desconfortável o afastando de si.

-Não preciso tirar minhas roupas, só preciso de uma coisa. –Uruha disse enquanto abria a calça e colocava seu membro rígido pra fora dela. Aoi estava encolhido de frio, por mais que Uruha estivesse o agarrando não conseguia deixar de sentir frio com a chuva gelada molhando seu corpo agora despido.

-Não acho que estou preparado ainda. –Aoi disse ao perceber o que ele queria. Uruha deu um riso baixo e o virou, deixando Aoi de costas pra ele e de frente para a porta que dava para o lado de dentro.

-Depois de ser grosso comigo é o mínimo que pode fazer, e também acho que já passou da hora de deixar eu me divertir um pouquinho. –Uruha encostou-se a ele, falando baixo em seu ouvido enquanto deixava o membro rígido roçar no mesmo.

-Tudo bem então, mas vai com cuidado. Eu nunca fiz isso. –Aoi disse mordendo os lábios sentindo as mãos grandes de Uruha lhe afastar as nádegas e seu membro roçar por entre elas.

-Eu sei Yuu, vou fazer com carinho. –Uruha disse mordiscando as costas de Aoi deslizando seus lábios calmamente pelas costas molhadas do mesmo e se abaixando devagar. Aoi o olhou por sobre o ombro e então sentiu a língua quente de Uruha roçar em seu orifício apertado, por mais que aquilo fosse estranho ele estava gostando, até mesmo deixou um gemido escapar ao sentir as sugadas e a língua de Uruha lhe penetrar, entrando e saindo, dando sugadas fortes cada vez que retirava a língua e a preção de seus lábios contra seu orifício apertado.

Uruha estava acariciando seu próprio membro, deixando gemidos fracos escapar enquanto sentia o orifício de Aoi se comprimir contra sua língua. Logo que percebeu que Aoi havia se acostumado com a penetração de sua língua ele atirou, mas permaneceu abaixado ainda se masturbando enquanto admirava o corpo despido de Aoi que ainda mantinha sua bunda empinada. Percebendo que Uruha já não o tocava mais Aoi o olhou por sobre os ombros o vendo encarar seu traseiro.

-Não vem? –Aoi disse sem jeito, mas agora que Uruha havia começado devia continuar antes que Aoi perdesse a vontade e voltasse a sentir frio.

-Calma. –Uruha disse rouco, levando a mãos até as pernas de Aoi, subindo-as devagar por seu corpo molhado, alisando seu bumbum, a curva de seu quadril, sua cintura, costas...

Uruha aos poucos se levantou, impôs seu corpo contra o de Aoi e sussurrou em seu ouvido.

-Mãos na parede, e pernas afastadas. –Uruha disse levando as mãos até a parte de trás das coxas de Aoi, o fazendo abrir as pernas e então subiu devagar as mãos, voltando a afastar as nádegas de Aoi que o obedeceu apoiando as mãos na porta e inconscientemente empinando o bumbum o fazendo roçar contra o membro rígido de Kouyou. Uruha se livrou então da própria calça e cueca, deixando a cabecinha de seu membro entrasse e saísse vezes seguidas de dentro de Aoi que gemia também vezes seguidas.

-Como gosta disso? Isso dói. –Aoi disse olhando Uruha por sobre o ombro.

-Ainda nem comecei. –Uruha deslizou devagar as mãos pela cintura de Aoi o puxando pra si em um abraço forte, fazendo o restante de seu membro o penetra-lo de uma só vez o fazendo gemer alto quase como um grito. – Logo vai acostumar Yuu. –Uruha disse roçando os lábios no pescoço de Aoi o mordiscando levemente enquanto pressionava seu pênis fundo no interior do mesmo. Logo o soltou do abraço, se segurando no quadril de Aoi enquanto se movia lentamente em vai e vem, colocando o pênis fundo e o tirando quase por inteiro, sentindo cada centímetro de seu falo rígido entrar e sair sendo pressionado pelo orifício até então virgem de Aoi.

-Agora fico melhor? – Uruha disse ofegante, vendo Aoi deixar alguns gemidos escapar enquanto acertava mais fundo dentro dele.

-Uhum... –Aoi disse enquanto deixava um gemido baixo escapar. Com isso Uruha apertou as mãos no quadril de Aoi passando a penetra-lo mais rápido dando fortes estocadas, fazendo o mesmo ter que apoiar as mãos mais forte contra a porta para não dar de cara com ela. Era estranho, doía e sua entradinha estava ardendo com as fortes estocadas de Uruha, no entanto sentia prazer e gostava disso, logo pode ver o pre gozo gotejar de seu membro.

Uruha impunha cada vez mais força, o penetrando fundo fazendo seu pênis alargar aos poucos o orifício apertado de Aoi, o fazendo gemer mais alto ignorando a possibilidade de que alguém poderia ouvir. Não demorou muito e Uruha o preencheu com seu gozo quente fazendo Aoi logo chegar a seu limite deixando seu gozo jorrar na porta a sua frente.

Notas finais
Bom, mais uma vez desculpem-me..
Até o proximo ;*