Poison
10 Dia sem luz, Fantasma, Suruba
Notas iniciais
Ehehehe.. enrolei um pouquinho mas tive uns problemas alem de ter tido problemas com o pc tambem.
Por isso peço desculpas pela inconveniência.
Well, todo mundo já sabe da filhadaputagem do Nyah né? No final do ano eles vão tirar as fics e tals. Então eu e O Hipnos (hipnotico hipnotizante) resolvemos criar um blog e colocar lá a fic e imagens pra deixar ela mais bunitinha e postar outras fics gazetonicas também. Vou postar a fic na pg http://animespirit.com.br/rafaelcrimson tambem.Eu, hipsnos e matashi ficamos com medo de filhadaputagem virar um padrão pra esses sites e foi por esse motivo tambem que fizemos o blog: http://poisonfic.blogspot.com.br/
well.. Mas uma vez me desculpem pela demora e espero que continuem acompanhando. Não vou deixar de postar até que tirem as fics e continuarei até estiver tudo concluído nos outros sites.
Espero que dê pro gasto.
Ps: User camisinha nos olhos para ler esse capitulo.
Complexo, era exatamente o que Aoi achava de toda aquela situação. Ele compreendia agora todo o medo de rejeição por parte de Uruha, mas ele jamais seria rejeitado por Aoi. Enquanto voltavam para casa o tempo pareceu fechar, o céu ficou tão obscuro quanto a expressão na face de Uruha que deixava a cabeça descansar no vidro do carro. Aoi não queria incomoda-lo embora estivesse bastante confuso com tudo que havia acontecido, por que a mãe de Uruha se lembrava dele e Uruha não? E por que ela falava todas aquelas coisas? Essas seriam coisas que ele queria perguntar, mas não faria isso, Uruha provavelmente não saberia explicar e ficaria aborrecido, então preferiu ficar em silencio até que chegassem em casa.
Ao chegarem Uruha permaneceu em silencio, não disse nem uma palavra e caminhou como que automaticamente para o banheiro, Aoi o observou ir, não foi atrás dele e apenas se jogou no sofá. Um temporal avisava sua chegada com trovões e relâmpagos e logo a chuva chegou caindo em grandes quantidades. Uruha ainda não havia saído do banheiro o que deixava Aoi preocupado e então de repente a todas as luzes se apagaram, o dia já havia ficado escuro. Aoi se levantou imediatamente e como conhecia seu apartamento com a palma da mão caminhou até o quarto pegando uma lanterna e então se dirigiu até o banheiro.
-Uruha, tá tudo bem ai? – Aoi bateu na porta e pra sua surpresa ela logo foi aberta.
-Onde foi a luz? –Uruha disse com a voz baixa e rouca, seus olhos estavam borrados e vermelhos de choro.
-Te empresto minha luz se prometer sair dai e ficar comigo. – Aoi sorriu tentando anima-lo e então Uruha tentou sorrir também.
-Tá bom, mas eu quero ficar bem quietinho. –Uruha disse saindo do banheiro.
-Prometo ficar quietinho com você. Mas antes vamos comer.
- Não estou com fome. –Uruha disse sem muita empolgação.
-Eu estou com fome e agente comeu muito cedo, você tem que comer. Saco vazio não para em pé. –Aoi argumentou pegando Uruha pela mão o levando consigo, Uruha não respondeu, mas Aoi compreendia seus motivos então não insistiu em falar, apenas o levou para a cozinha o fez se sentar em uma das cadeiras e lhe serviu café e um pedaço de bolo, logo em seguida se sentou ao lado dele tomando café e comendo esperando que Uruha fizesse o mesmo. Uruha não demonstrava muito animo nem mesmo vontade de comer, Aoi parou de comer e ficou um longo tempo o olhando esperando que ele comece, Uruha o olhou sério ainda em silencio e então pegou o pedaço de bolo o comendo.
-Eu gosto de bolo. –Uruha disse desviando seus olhos de Aoi olhando o escuro, a lanterna estava posta encima da mesa virada em na direção oposta a deles, no entanto Uruha preferiu olhar o escuro no lugar de observar a direção que a lanterna iluminava.
-Também gosto de bolo. – Aoi disse o olhando preocupado, pensando se essa situação se repetiria mais vezes, pensando no que se passava pela cabeça de Uruha e em como tudo o que a mãe de Uruha disse afetava a si próprio. Ela sem duvidas sabia mais do que aparentava saber. –Não fica assim, eu estou aqui Uruha. –Aoi disse tocando levemente o rosto de Uruha e logo voltou a olha-lo. Ele adorava tanto o toque, o calor e a textura daquelas mãos que não podia deixar de olha-lo.
-Ainda bem. –Uruha disse fechando os olhos sentindo o carinho em seu rosto logo sentindo Aoi tocar carinhosamente seus lábios com as pontas dos dedos, Uruha abriu levemente os lábios de forma convidativa, no entanto quando Aoi aproximou seus lábios dos dele um som estranho veio do corredor do lado de fora do apartamento. O som se aproximava e ficava mais alto quando de repente alguém começou a bater na porta freneticamente, Uruha segurou o braço de Aoi com certo medo, mas Aoi foi logo ver o que era. Quando abriu a porta Ruki quase voou pra cima dele, ofegante como se corresse do próprio diabo.
-O que foi Ruki? O que aconteceu? –Aoi o observava atento, Uruha estava na porta da cozinha olhando de longe.
-Pegou ele...Fantasma.. Akira... –Ruki disse ofegando com voz rouca.
-Calma ai! Conta essa historia direito. –Aoi disse o levando ate o sofá o fazendo se sentar
-Eu tinha ido para o apartamento dele, eu estava sem vela. –Ruki pausou e respirou fundo. –Ai o fantasma apareceu, eu sai correndo, mas ele ficou lá... O FANTASMA PEGOU ELE! –Ruki disse em desespero.
-Calma, aposto que foi só sua imaginação. –Aoi disse e Uruha se aproximou dando uma rizada discreta voltando parcialmente a agir como ele mesmo.
-Isso parece algo que o Kai faria, correr de fantasmas imaginários. –Uruha disse se sentando ao lado de Aoi.
-Eu? – A voz veio da porta, Kai estava coberto por um lençol branco com dois buracos nos olhos, Ruki deu um pulo ao olha-lo.
-Kai seu idiota! Era você! –Ruki se levantou e caminhou até Kai dando passos firmes de forma brigona.
-Foi culpa minha Ruki, agente queria te fazer medo, mas não achei que fosse levar a sério. –Reita disse aparecendo ao lado de Kai na porta.
-Seu bobo, quase me matou. –Ruki disse bravo enquanto Uruha e Aoi riam e Kai brincava com o lençol.
-Desculpa amor, eu sinceramente achei que fosse rir ou algo assim. –Reita falava demonstrando arrependimento. Kai entrou caminhou de forma fantasmagórica pela sala e então parou em frente a Uruha apontando pra ele.
-Panda! –Kai disse, Uruha e Aoi não entenderam e então disseram juntos.
-Hã?
-Seus olhos estão parecendo um urso panda, tudo borrado. –Kai disse e então deu um jeito de sentar entre Aoi e Uruha. –Mas não liga, tá escuro mesmo, é bom pra contar historias de terror. –Kai concluiu então.
-Kai seu bobo. –Ruki se afastou de Reita e se sentou na mesa de centro de frente a eles. – Acho que interrompi alguma coisa. Não foi? –Ruki disse sorrindo com malicia, olhando de Aoi para Uruha.
-Agente só estava comendo. –Uruha disse e então se levantou. –Aoi, me empresta a lanterna? Vou buscar velas.
-Eu vou com você.- Aoi se levantou usando a perna do fantasma de apoio. – E você veem se não fazem bagunça! Reita, fecha essa porta, o Ruki não vai te bater. –Aoi disse e Ruki olhou pra Reita de forma assustadora, Reita se encolheu e relutante fechou a porta ficando ainda próximo a ela. Uruha e Aoi foram juntos para a cozinha, Aoi pegou algumas velas e fosforo.
-Yuu, me empresta a lanterna, quero ir ao banheiro. –Uruha disse ao chegar a sala.
-Vai lá, vou colocar as velas aqui.
-Velhas! Que velhas? –Kai disse olhando Aoi, ainda não tinha tirado o lençol.
-Eu disse velas, estas velas. –Aoi disse mostrando as velas em mão.
-Estranho... Deviam ter um gerador pra quando algo assim acontecesse. –Ruki disse pensativo, ele e Reita já estavam aninhados em um dos sofás.
-Aqui é muito velho, e acho que não mudaram isso ainda. -Aoi disse.
-Ou o gerador queimou. Dizem que o prédio por ser muito velho ele é assombrado. –Reita disse em tom fantasmagórico.
-Nem vem, o único fantasma que já vi aqui é o Kai com esse lençol branco. E eu espero que pela sorte dele não seja um dos lençóis da sua casa. –Ruki disse se dirigindo a Reita. –Você não costuma lavar suas roupas de cama.
-Eu lavo sim, só não lavo sempre... –Reita se defendeu. –Alem disso ele já apareceu assim na minha casa. Parece até que se preparava pra luz acabar antes dela realmente ir embora.
-Sou prevenido, e também sempre quando cai um pé d’agua assim a luz vai embora. – Kai disse enquanto segurava as velas pra Aoi acender, Aoi espalhou as velas pela sala de forma que ficasse bem iluminado.
-Acho que o Uruha tá demorando. –Aoi disse de forma preocupada.
-Vai lá ver, ele pode ter entalado no vaso. – Ruki disse.
-Não brinca, estou preocupado com ele. –Aoi disse e logo se dirigiu até o corredor que levava ao banheiro, se deparando com Uruha.
-estava me procurando? –Uruha disse colocando a luz da lanterna no rosto dele.
-É que não quero te deixar sozinho. –Aoi disse cobrindo o rosto.
-Que meigo. –Uruha deu uma risada e o acompanhou de volta até a sala.
-Então ele não caiu no vaso. –Ruki disse assim que eles chegaram a sala.
-Não corro esse risco, já você não pode dizer o mesmo né? –Uruha revidou fazendo os demais menos Ruki rir.
-Não teve graça. –Ruki cruzou os braços e fez bico, algo que Reita realmente adorava ver.
-Você começou primeiro. –Uruha disse se sentando ao lado de Kai.
-Vocês querem comer alguma coisa? Beber? E já que tá todo mundo aqui o que vamos fazer sem a eletricidade.
-Agente pode jogar vídeo game. –Kai disse espontâneo.
-Não tem eletricidade, como se faz isso sem ela? –Ruki disse.
-Ah! É mesmo. Então acho que vou ficar com a ideia que dei antes de contas historias de terror.
— Por mim tudo bem. –Uruha disse.
-Tudo bem, mas se fizerem gracinha de novo eu jogo todo mundo pela janela. –Ruki disse bravo.
-Não vamos fazer. –Reita e Kai disseram juntos.
-Senta Yuu. –Uruha disse o puxando pra se sentar.
-É tão estranho. –Aoi deixou escapar, achava realmente estranho quando Uruha o chamava assim.
-O que é estranho? –Uruha o olhava ainda o puxando.
-Me chamar assim, a maioria das vezes me chama de Aoi. Mas as vezes do nada me chama de Yuu. Eu acho estranho.
-O que tem de estranho? É seu nome. – Uruha disse.
-Ele tem razão Aoi, esse é seu nome. – Kai concordou.
-Eu sei, mas sinto algo estranho. –Aoi disse se sentando.
-Tipo o que? –Uruha disse o olhando.
-Eu não sei, só sinto algo estranho. – Aoi disse pensativo.
-Então vou tentar não te chamar assim.
-Não tem problema se chamar, é só uma paranoia minha.
-Eu sou paranoico com torneiras abertas. –Ruki disse.
-Você é paranoico com tudo, nunca vi ninguém mais paranoico que você. –Reita disse se levantando do colo de Ruki.
-Sem essa, de todos nós o mais paranoico é o Kai com o gato dele.
-Eu tenho todo o direito de ser paranoico, sou mãe de primeira viagem. –Kai disse gesticulando com o lençol.
-Não é nada, já teve o outro gato.
-Ah! É mesmo. –Kai disse coçando a cabeça.
-Não vai tirar isso ai não? –Aoi disse o olhando, já estava com fobia de olhar Kai com aquele lençol.
-Não posso tirar isso.
-Por quê? –Uruha disse se apoiando em um dos joelhos de Aoi.
-É que eu estou só com o lençol. –Kai disse dando uma rizada.
-Seu pervertido! Então estava correndo atrás do Ruki só de lençol. –Reita disse indignado enquanto Aoi e Uruha riam freneticamente.
-Isso foi uma experiência traumática. – Ruki disse arregalando os olhos.
-Até parece, esse lençol é mais decente que as roupas do Sr.Coxas. –Kai disse ainda gesticulando com o lençol.
-Minhas roupas não são indecentes. Pelo menos não corro o risco de ficar com o bumbum de fora se passar um vento. –Uruha disse ainda rindo da situação.
-É verdade, como teve coragem de andar pelo prédio assim? –Ruki disse.
-Estava sem luz, e também ninguém ia saber que sou eu.
-E como vai voltar?
-Do mesmo jeito que sai. Inclusive eu tenho que ir, eu acho que deixei uma vela acesa. –Kai disse se levantando.
-Vai ficar sozinho lá no escuro? –Aoi se levantou também.
-Logo a luz volta, e não quero deixar minha gatinha lá sozinha.
-Tá bom, vou com você até a porta. –Aoi disse e Kai se despediu de todos e indo com Aoi até a porta, Aoi lhe entregou a lanterna. –Leva ela, agora tá ficando mais escuro é meio arriscado você ficar por ai com esse lençol no escuro. Pode tropeçar.
-Obrigado, vou tomar cuidado. – Kai disse e se despediu dele. Aoi o observou indo de volta para seu apartamento até que não pudesse ver mais a luz da lanterna, e então voltou para a sala.
-Aqui fica menos engraçado sem o Kai. –Uruha disse parecendo triste.
-Fica mesmo, mas ele quis ir. –Aoi disse voltando a se sentar ao lado de Uruha.
-Ainda não acredito que ele estava pelado por baixo do lençol. – Uruha disse dando uma gargalhada.
-Não duvide, ele tem cara de inocente, mas é maluquinho. –Ruki disse puxando Reita pra ele de forma brusca e o envolvendo com os braços em sua cintura, o apertando como se ele fosse de pelúcia.
-Ai! Não me aperta assim. –Reita disse ao ser apertado.
-Você saiu de perto e eu estou com frio. – Ruki disse manhoso, algo que Aoi nunca tinha presenciado, talvez por que ele preferisse não agir de tal forma perto de outras pessoas. Uruha deu mais uma rizada, algo que realmente agradava Aoi bastante, mesmo que algo ainda estivesse o incomodando preferia ver Uruha rindo daquela forma do que deprimido e com a expressão tão vazia quanto a que ele tinha mais cedo.
-O que foi isso? Tá libertando a parte meiga de seu interior. –Aoi disse se levantando novamente, o que havia acontecido naquele dia o deixou inquieto e agora estava bastante agitado, mesmo tentando deixar tudo de lado e se concentrar apenas no que acontecia naquele momento.
-Ele faz isso bastante, só não faz isso perto das pessoas. –Reita disse passando o braço por sobre o ombro de Ruki o acolhendo.
-Na verdade é por que faço isso pra te seduzir, por isso não tenho que fazer perto das pessoas.
-Faz sentido. –Reita concordou.
-Então, vão querer beber alguma coisa? –Aoi disse.
-Eu quero Aoi. –Uruha disse o olhando, o puxando a camisa. –De preferencia o que tiver de mais forte.
-Acho que também vou querer isso ai. –Reita disse olhando Ruki.
-Eu também!
-Eu vou te ajudar, afinal alguém tem que segurar a luz. –Uruha disse se levantando e pegando uma das velas e então acompanhou Aoi até a cozinha. Quando voltaram Reita e Ruki estavam quase um encima do outro, Ruki se movia contra o corpo do maior de forma sugestiva enquanto Reita alisava sua cintura.
-Dejavu? –Uruha disse olhando. –No dia que nos conhecemos eles estavam assim.
-É verdade. –Aoi disse e então tossiu alto chamando a atenção dos dois que logo o olharam.
-Já foi? –Reita disse parecendo decepcionado, Ruki se ajeitou no sofá se levantando já que estava quase deitado no sofá com o corpo de Reita sobre o seu.
-Já sim, e vocês? Estavam matando a saudade do meu sofá?
-Claro, afinal foi aqui que tudo começou. –Ruki disse mordendo os lábios já vermelhos enquanto observava Aoi colocar os copos sobre a mesa e servir uma bebida de cor verde. –O que é isso?
-Absinto. –Aoi disse o entregando um dos copos e em seguida entregando um dos copos para Reita.
-Não vendem isso assim. É falso? -Reita disse pegando o copo.
-Não, Uruha conseguiu isso. Não quis me dizer como, mas é a fada verde de verdade. –Aoi disse entregando um copo a Uruha e se sentando ao lado dele.
-Eu tenho meus contatos. –Uruha disse de forma convencida cruzando as pernas. –Agora vamos ver se tem mesmo uma fada verde.
-Eu nem bebi e já fez efeito. Estou vendo um gnomo. –Reita disse olhando Ruki e logo recebeu um tapa no braço.
-E eu estou vendo o lord Voldemort. –Ruki retrucou e então tomou um gole da bebida.
-Essa doeu. –Reita disse e os demais começaram a rir.
Não demorou muito até que todos estivessem bêbados e em uma situação estranha, Aoi não sabia como isso tinha acontecido, mas lá estavam eles. Uruha o beijava com voracidade e ao lado dele Reita e Ruki se roçavam feito cão no cio, mas isso não era o que espantava Aoi e sim o fato de sua calça estar aberta e a mão que acariciava seu falo exposto não ser a mão de Uruha e sim a de Ruki, mesmo não olhando podia saber que era a mão dele. Era pequena e as mãos de Uruha estavam em seu rosto.
-Que merda é essa? –Aoi disse afastando os lábios dos de Uruha olhando a mão de Ruki em seu membro rígido.
-Se chama orgia amor, e parece que tá gostando. –Uruha disse mantendo seus lábios no pescoço de Aoi o dando leves chupões. Ruki riu e saiu do colo de Reita e se abaixou na frente de Aoi, dando uma lambida lenta na extensão do membro de Aoi (como ele faz com o microfone em guren). Uruha o olhou levando a mão dentro da própria calça enquanto Aoi o observava esperando que ele fizesse alguma coisa. Reita se levantou do sofá e se posicionou atrás de Ruki, abrindo e puxando sua calça junto da cueca.
-Abocanha ele amor. –Reita disse dando um forte tapa no bumbum exposto de Ruki deixando nele a marca vermelha de sua mão, Ruki gemeu e então abocanhou o membro de Aoi o empurrando completamente pra dentro de sua boca, o chupando com vontade.
Aoi deixou escapar um gemido e então olhou pra Uruha como quem pede socorro, Uruha estava corado já com o membro pra fora da calça se masturbando enquanto observava Ruki abocanhar e chupar Aoi. Reita segurava o bumbum de Ruki com ambas as mãos o apertando e mantendo as nádegas separadas observando o orifício apertado de Ruki relaxar e se comprimir.
-Vai amor, mete em mim. –Ruki afastou seus lábios do membro de Aoi e olhou Reita por sobre o ombro e então voltou a chupar Aoi com vontade, envolvendo o membro do mesmo com a língua o pressionando dentro de sua boca. Reita não perdeu tempo, roçou algumas vezes seu membro rígido na entradinha apertada de Ruki e aos poucos o penetrou, fazendo cada centímetro de seu membro entrar lentamente, ainda mantendo as bandas do bumbum de Ruki afastadas, assim podendo ver seu membro entrar. Ruki deixou um gemido abafado escapar contra o membro de Aoi e passou a chupa-lo mais rápido, fazendo a glande de Aoi chocar contra sua garganta.
-Agora o sr. coxas amor. –Reita deu mais um tapa no bumbum de Ruki e moveu seu quadril bruscamente contra o bumbum dele, o penetrando fundo e com força. Uruha olhou para Ruki que agora soltava o membro rígido e babado de Aoi.
-Espera! –Uruha disse assim que Ruki tocou em suas pernas, Aoi o olhou com certo alivio achando que Uruha daria um fim naquela orgia, no entanto Uruha se levantou e se livrou de sua calça e cueca, em seguida se sentou no colo de Aoi de costas pra ele, fazendo o membro do mesmo lhe penetrar até estar completamente em seu interior. Aoi deixou um gemido alto escapar junto com Uruha e então Ruki se apoiou as mãos na beirada do sofá, levando seus lábios ao membro rígido de Uruha, chupando com força sua glande e o colocando por inteiro na boca, chupando com vontade.
Na medida em que Uruha cavalgava no colo de Aoi seu membro se movia pra dentro da boca de Ruki, Reita observava passando a aumentar a intensidade de suas estocadas, fazendo seu membro ir fundo no interior de Ruki o impulsionando contra o membro de Uruha o fazendo quase se engasgar. Aoi também se movia contra o bumbum de Uruha, colocando seu membro mais fundo que conseguia.
Os três passaram boa parte da noite naquilo, até mesmo depois que a energia voltou eles continuaram e mudaram de lugar varias vezes até estarem completamente exaustos.
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