Poison
16 Coelhinho da pascoa?
Notas iniciais
espero que dê pro gasto ^^
Kai não entendia muito bem o que estava fazendo, mas de uma coisa ele tinha certeza: ele estava gostando e talvez até de mais. Sakito estava em seu colo, se movia de forma lenta e se esfregava em seu colo enquanto deixava a língua brincar com a sua em sua boca. Por instinto Kai levou suas mãos até a cintura dele, deixando seus dedos segurarem firmemente o mesmo. Sakito deixou um baixo gemido escapar de seus lábios entre o beijo, fazendo com que Kai sentisse algo que classificou como perigoso em suas partes baixa. Com calma Kai afastou Sakito de seus lábios e ofegou o olhando em silencio.
-Me desculpa? –Sakito disse abaixando a cabeça corando.
-Por quê? –Kai perguntou e Sakito apontou pra sua calça. Kai de imediato cobriu a saliência no meio de suas pernas. –Eu que peço desculpas.
-Não, a culpa é minha. Esfreguei-me de mais em você.
-Não, não. –Kai insistiu. –Eu que dei o vexame de ficar duro por um cara.
-Se não é normal e mesmo assim você sentiu alguma coisa por um cara... –Aoi disse se encostando a porta que dividia a sala e a cozinha.
-Isso na verdade significa que não é um cara qualquer. –Uruha disse vindo por trás dele. Sakito e Kai ficaram corados e então Kai se levantou.
-Hey! Vocês estavam espionando? -Kai disse ainda segurando o volume no meio das pernas.
-Só o final. –Uruha disse dando uma rizada.
-Uma hora agente teria que voltar pra sala não acha? -Aoi justificou. –Kai acho que devia levar o Sr. Coelho pra sua casa, eu bebi o suficiente pra não querer nem ver um carro e você nem se fala. Bebeu tanto que nem viu que estava bebendo.
-Mas eu não posso ficar aqui. Amanhã tenho que ir para o mercado, e não posso usar essas roupas.
-Antes de ir passa aqui que te empresto umas roupas. –Uruha disse indo até ele lhe entregando o copo de agua. Sakito não se lembrava mais o porquê do copo de agua mais bebeu a agua mesmo assim.
-Acho que também preciso de agua. –Kai disse e caminhou para a cozinha sendo seguido por Aoi.
-O que achou dele?-Aoi disse enquanto Kai ia até a geladeira pegando a jarra de agua e então ia até um dos armários pegando um copo e se servia com a agua.
-Vocês armaram pra mim não foi? – Kai disse e então bebia a agua.
-Não imagina. –Aoi tentou dizer normalmente, mas seu tom de voz saiu um pouco incriminador. –Tá bom, eu e o Uruha queríamos te testar. Mas só por que percebemos o interesse desse coelho ai por você lá no mercado.
-E se eu fosse hétero? Vocês iam magoar o coelhinho. –Kai disse parecendo bravo guardando a jarra e lavando o copo o colocando no lugar.
-Fosse? Então não é? Então não tem problema.
-Pois é, eu achei que eu fosse, mas olha isso aqui. –Kai apontou o volume em sua calça.
-Eu ainda tinha esperança de que ai fosse o lugar onde guarda meias. –Aoi disse e então deu uma rizada. –Bom, mas relaxa. Pelo menos ele te quer, isso que importa. E não o que ele tem no meio das pernas. E pelo visto é ele que vai ter que se preocupar com o que você tem no meio das pernas. –Aoi disse e apontou o volume.
-Sério que isso tudo é seu?-Uruha disse vindo da sala levando o copo pra pia.
-É ué. Por que não seria? –Kai disse corado por que ambos estavam olhando direto pra sua calça.
-O que tão fazendo?-Sakito disse indo pra cozinha também.
-Falando do volume do Kai. –Uruha respondeu com naturalidade. –Acha que aquilo é dele mesmo ou ele usa alguma coisa? –Uruha perguntou, Sakito ficou corado, mas também olhava o volume da calça de Kai.
-É dele sim. –Sakito disse e desviou os olhos olhando pra seus pés. –Eu senti e sei que não tem mais nada além dele ali dentro.
-Dá pra pararem de julgar meu pinto como se eu não estivesse aqui?- Kai disse extremamente vermelho, ele poderia até mesmo se camuflar em uma parede vermelha se quisesse de tão vermelho que estava.
-Desculpa? –Sakito disse abaixando a cabeça enquanto Aoi e Uruha davam boas rizadas.
-Tudo bem, esses dois que começaram.
-Não estressa Kai, foi só curiosidade. –Uruha disse contendo as rizadas.
-Tá bem, mas depois dessa eu vou embora. –Kai disse se retirando da cozinha.
-Espera! E o coelho aqui? –Aoi apontou Sakito.
-Ele não pode ficar aqui? –Kai disse meio sem jeito.
-Não é que não possa, só que hoje agente quer testar o brinquedo novo. –Uruha disse a primeira desculpa que veio a sua cabeça fazendo Kai arregalar os olhos, depois do dia em que roubou as roupas deles ele já não duvidava do que eles eram capazes de fazer.
-Tá bom, ele vem comigo. –Kai disse pegando a mão de Sakito praticamente o arrastando consigo, não sabia como agir, não sabia o que fazer. A poucos minutos estava agarrado com ele, não sabia o que dizer então ambos foram em silencio pro apartamento de Kai.
-Vou arrumar a cama pra você, fica a vontade. –Kai disse ao entrar indo direto pro quarto, Sakito concordou com a cabeça e foi até o sofá tirou o arco com as orelhas e coelho da cabeça e se ajeitou no sofá. Aos poucos o sono foi chegando, e como Kai estava demorando resolveu deitar ali mesmo no sofá e acabou dormindo. Kai logo voltou o vendo dormir encolhido no sofá, sua gata havia se aninhado junto a ele como costumava a fazer quando ele mesmo cochilava no sofá. Achou melhor não acorda-lo e então foi logo buscar um cobertor e o cobriu, a gata resmungou e pulou do sofá, mas Sakito parecia dormir pesadamente.
Kai tomou um banho rápido e então foi dormir, ou pelo menos foi o que pretendia fazer, havia dormido a tarde inteira. Rolou pela cama algumas vezes e então resolveu ficar quieto e se virou para o canto, ouviu a porta se abrir devagar e em seguia a cama se afundar de um dos lados. Ignorou, sua gata costumava ir dormir com ele quando se sentia sozinha, no entanto os braços que o envolveu logo em seguida não eram braços de gato, e o corpo que sentiu aninhar junto ao seu corpo não era também o de um gato.
Sakito havia acordado, por alguns segundos não sabia onde estava e então se lembrou. Sentiu medo por estar em um apartamento estranho e escuro. Caminhou preguiçosamente em direção ao corredor onde Kai havia ido e então viu a porta entreaberta, não tinha certeza se devia mesmo ir até lá, mas entrou mesmo assim e se ajeitou sobre a cama se aninhando junto ao corpo de Kai calmamente pra não acorda-lo. Pra sua surpresa logo que o envolveu pela cintura pode sentir sua mão acariciar calmamente seu braço.
-Desculpa? Eu não queria ser folgado. –Sakito disse recolhendo seu braço e se levantando rapidamente da cama, Kai se virou pra ele o segurando pelo braço.
-Tudo bem, fica? –Kai disse o olhando, ou pelo menos a sombra dele.
-Tem certeza? –Sakito disse receoso.
-Tenho sim. Quem sabe você me dá sono. – Kai disse e Sakito retornou a deitar-se, ficando agora frente a frente com Kai que logo o puxou pra si pela cintura. Sakito voltou a se aconchegar ao corpo dele, entrelaçando suas pernas a dele.
-Eu sou o coelho da pascoa e não a fada do sono então eu não te garanto que vá ter sono. –Sakito disse baixinho deixando uma rizada escapar.
-Tudo bem, acho que nem se a fada do sono me visitasse eu teria sono. Dormi a tarde toda. –Kai disse também baixo dando uma breve rizada também.
-Então agente pode ficar conversando até você ter sono.
-Não, deve dormir. Amanhã você trabalha certo? –Kai disse.
-Trabalho, mas não tem problema. Dormi um bocado no seu sofá. –Sakito disse se ajeitando mais junto ao corpo de Kai, deixando suas pernas roçarem calmamente nas dele.
-Eu vi, minha gata até te fez companhia. –Kai disse e foi interrompido pelas mãos de Sakito em seu rosto. – O que foi?
-Nada, eu só queria ver onde tá seu rosto. –Disse dando uma rizada.
-Por quê?
-Por isso... –Sakito disse juntando seus lábios aos dele iniciando um beijo calmo e lento, o que o fez aperta-lo junto a seu corpo. Aos poucos seus corpos passaram a roçar um ao outro de forma lenta, Sakito se pôs sobre o corpo de Kai se sentando em seu quadril, roçando lentamente o bumbum no volume já rígido em sua calça. Kai o afastou de seus lábios ofegando.
-Não pode... –Kai disse já acendendo a luz do abajur ao lado da cama.
-Por que não? Você tá com vontade. –Sakito apoiava as mãos no abdômen de Kai o olhando com atenção.
-Eu sei, mas te conheci hoje. Nós nos conhecemos hoje, é meio estranho. –Kai disse tentando normalizar a respiração e não corar com o olhar fixo do outro que também ofegava.
-Não tem nada de mais, eu tenho camisinha. –Disse tirando a camisinha do bolço de seu short.
-Não é esse o problema, só que é cedo pra fazer essas coisas. –Kai disse e Sakito deu uma rizada baixa.
-Relaxa fumante, agente não vai casar só por ter trepado não.
-Eu sei, mas o problema é que... –Kai disse e então parou ficando extremamente corado.
-Que o que?
-É que você pode não gostar, isso ia espantar você. E eu posso acabar me apegando a você, eu me apego fácil a pessoas.
-Não sou uma pessoa que se espanta com sexo, se eu achar bom eu vou querer mais. –Sakito disse roçando os dedos sobre o abdômen de Kai como se estivesse desenhando. – E se eu não gostar não vou fugir, vou querer achar algo de bom que possamos fazer juntos.
-Promete? – Kai disse e Sakito balançou a cabeça positivamente.
-Prometo. Até por que me interessei por você assim que te vi tentando acender um cigarro no meio do mercado. –Sakito disse desviando o olhar do dele corando, Kai riu o colocando para baixo de seu corpo.
-Não vale voltar atrás tá bem? –Kai disse e se ajeitou no meio das pernas dele, roçando o volume rígido de sua calça nele.
-Não vou voltar atrás. Estou louco pra te sentir. –Sakito envolveu a cintura de Kai com as pernas o apertando a seu corpo enquanto deixava um sorriso malicioso a mostra. Kai então se abaixou, juntando seus lábios aos dele, o beijando calmamente enquanto pressionava e roçava seu corpo ao dele.
Depois de uma longa briga com as roupas de Sakito Kai finalmente conseguiu se livrar delas, ele não entendia o por que, mas observar o corpo despido do outro embaixo de si era mais agradável do que esperava ser.
-Vai só olhar? –Sakito disse corado com o olhar do outro que ainda estava com suas roupas. –E não vai tirar a roupa?
-Eu vou. –Kai se levantou de cima dele e então tirou as roupas, ficando apenas com sua cueca.
-Tá faltando uma parte. –Sakito apontou a cueca, sorrindo com malicia. – E é a melhor parte.
-Então vem tirar?
-Agora não, espera ai que já venho tirar. –Sakito disse enquanto saia do quarto correndo, voltando pouco tempo depois com suas orelhas de coelho na cabeça, foi até a cama e então engatinhou sobre ela chamando Kai pra perto de si com o dedo. –Vem, me deixa tirar isso de você.
-Não precisa chamar duas vezes. –Kai disse se aproximando do mesmo, ainda sem entender o porquê aquele homem despido e de quatro em sua cama o atraia tanto. Sakito se ajoelhou na cama e o puxou pela cueca, Kai levou as mãos até as felpudas orelhas de coelho se distraindo com elas até então sentir os lábios do outro pressionar seu membro por sobre a cueca.
-Ele é tão grande, será que eu aguento. –Sakito falou em um tom manhoso enquanto rebolava e puxava devagar a cueca, fazendo o membro rígido de Kai saltar pra fora roçando em seu rosto.
-Agente pode parar se quiser. –Kai o olhava sem jeito enquanto Sakito deixava seu rosto roçar ao membro dele.
-O que aconteceu com o “não vale voltar atrás” ein? –Sakito roçou os lábios calmamente pelo membro de Kai, mordiscando de leve a glande o fazendo deixar um baixo gemido escapar. –Não se preocupa, não vou desistir, ainda quero você todinho dentro de mim. Mas antes... –Disse segurando o membro de Kai o colocando aos poucos dentro da boca o empurrando até onde podia. Kai deixou um gemido alto escapar mantendo os olhos fixos aos de Sakito que agora se empenhava em chupa-lo fazendo um vai e vem forte com a cabeça.
Sakito logo soltou o membro de Kai fazendo um estalo alto com a boca, se deitou sobre a cama deixando as pernas bem abertas deixando a mostra sua entradinha, levou dois de seus dedos a boca os chupando com calma deixando a língua deslizar pelos dedos e então os levando até sua entradinha. Kai o olhava atento, seu membro úmido pulsava o que o fez acaricia-lo lentamente enquanto observava Sakito levar os dedos até a própria entradinha os penetrando devagar, deixando um gemido longo e manhoso escapar.
-Kai...-Sakito gemeu em provocação olhando o outro se tocar, afastou os dedos dentro de si na intenção de se abrir ao máximo pra receber o outro ai. – Vem pra dentro de mim. – Sakito se pôs de quatro novamente deixando o bumbum empinado na direção de Kai.
-Tem certeza?-Kai disse o olhando, segurando seu membro contra a entradinha do outro.
-Certeza absoluta, bota tudo de uma vez. –Sakito disse apoiando o peito no travesseiro levando as mãos até suas nádegas as mantendo abertas. Kai encaixou a glande em sua entradinha e então moveu o quadril bruscamente deixando seu membro entrar completamente. –Ahh Deus! É muito grande! –Sakito gemeu alto apertando os dedos contra o lençol. Kai sentiu o membro pulsar mais forte com a preção daquela entradinha apertada contra seu membro, mas não sabia o que fazer, aquele gemido alto parecia assustador.
-Quer que eu tire? –Kai ofegava se apoiando no bumbum do outro.
-Não! Me come! –Disse o olhando por sobre o ombro, rebolando devagar contra o membro de Kai, se acostumando aos poucos com o membro avantajado do outro dentro de si. Kai então o obedeceu movendo seu quadril em um vai e vem lento.
– Mais forte! Me come com força! Me arromba com esse pau grande e groso. –Sakito disse empurrando seu corpo contra o dele, fazendo o membro de Kai o penetra-lo mais forte. Kai o obedecia, movendo o quadril com mais força, fazendo um alto barulho ao choca-lo com força contra o bumbum dele.
Os gemidos ecoavam pelo apartamento junto ao som de seus corpos se chocando e o ranger da cama. Kai nunca imaginou que sentiria tanto prazer estando com outro homem, no entanto logo se desfez preenchendo Sakito com seu gozo.
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