Playing with love
41 Palavras ao vento
Notas iniciais
Eu tive tanto medo de que ele tivesse feito algum mal a eles. Eu preferia morrer a ter que conviver com a culpa. Eu sabia que estavam me procurando, mas por quanto tempo mais eu teria que ficar nesse inferno? Será que isso duraria pra sempre?
pois dá notícia de que ele não tinha matado eles, não por falta de vontade, mas por falta de tempo eu fiquei mais tranquila. Agora era só questão de tempo até me eencontrar.
vida mais uma vez me passou a perna no momento em que eu estava mais feliz. As vezes me pergunto se isso vai durar pra sempre.
– Está melhor amor? — ele pergunta passando q mão no meu rosto, eu me desvencilho do seu carinho e ele recolhe a mão.
– não me toque. — Falo grosseiramente.
e levanta da cama e fica caminhando de um lado pro outro no quarto até que começa q falar.
– Você já me amou Jessica. Lembro que falava isso toda noite antes de dormir. O que mudou? — Sua voz era triste e ressentida.
– Você mudou.
–Eu? Eu continuo o mesmo . — Ele fala s. Aproximando e sentando no pé da cama.
– Eu costumava confiar em você Castiel, você era a pessoa pra quem eu corria quando tinha algum problema. Sempre me protegia... Até que chegou o dia em que eu precisei ser protegida de você..
– eu sempre te amei, você era tão carinhosa comigo, como ninguém mais era... Você pode voltar a me amar, é só tentar.
– Não posso e nem quero. Agora eu te odeio como nunca odiei ninguém. Me tirou a liberdade de viver minha própria vida, acha que posso ser sua a hora que quiser, me obriga a fazer coisas que eu não quero... Acha mesmo que eu posso amar alguém como você?
– Já amou um dia..
– e nunca mais vou amar.
– Vai sim.. — ele grita e levanta irritado.
– Vai ficar comigo até que aprenda a me mar de novo, e coloque de uma vez na sua cabeça que nunca mais vai voltar a ver alguém que não seja eu na sua vida — ele segura meu rosto com as dias mãos me impedindo de virar o rosto — eu prefiro te matar q te ver com outro homem.
assustei com a verdade em seu olhar, mas não vou ficar quieta.
– E eu prefiro morrer a ter que viver com você.
e solta o meu rosto e sai batendo a porta e levando a chave com ele.
(...)
Pov Dean
As horas se passavam e as pistas iam esfriando. Tinham trazido um especialista em pessoas como ele, ou seja, pessoas loucas e filhas da puta.
– Ele é imprevisível, de alguma forma pra ele Jessica corresponde aos mesmos sentimentos. -
– É louco mas tem coração... -
levanto imediatamente.
– Quem foi o imbecil que disse isso?
O cara a minha frente aponta para o cara ao lado dele. Eu vou até ele é meto um soco no meio daquela fuça nojenta. Os policias em volta se alvoroção .
– O próximo que abrir que abrir a boca vai levar um tiro. — deixo bem claro pra todos eles que não estou disposto a ouvir babaquices.
– Quer mesmo ajudar Dr.? — Pergunto ao psiquiatra. Ele assente com q cabeça. — Então para de fala o óbvio e encontra logo esse desgraçado. A única coisa que eu ouvi o dia todo é que estamos num beco sem saída, então eu sugiro que encontrem uma saída antes que eu resolva acabar com cada um de vocês. Me entenderam?
dos assentes com a cabeça e saio daquele ambiente que estava me sufocando.
Vou para um canto escuro e me permito desabar por alguns segundos. Eu preciso encontrar ela, preciso salvar ela uma vez na vida. Tirar ela do inferno que Eu a coloquei.
Pov Bob
Dean estava enlouquecendo, e confesso que eu também. Ninguém estava fazendo o suficiente pra encontrar Jessica, então resolvemos trabalhar por conta própria. Não me agradava ter ele por perto, mas era por um bem maior.
Encontramos alguns papéis de casas imobiliárias no quarto dele, são muitos e vamos verificar um por um. E quando eu encontrar ele eu vou matar.
– Eu vou matar esse filho da puta..
– Entra na fila. — Dean estava nisso há horas
Pov Jessica
Graças a Deus ele estava fora a horas. a porta era impossível de ser aberta, as janelas eram feitas de um vidro especial. Procurei em rodos os lugares do quarto alga coisa que me tirassem dali. Mas não encontrei nada.
Sento na cama com força e sinto alguma coisa embaixo do colchão. Levanto ele é encontro minha salvação.
Disco o primeiro número que me vem a cabeça , mas pede o código de área o que me leva q deduzir que estou fora da cidade. Escuto um barulho e coloco o celular de volta no lugar me jogando na cama e fingindo estar dormindo.
Escuto seus Passos vindo até a cama. Ele senta fazendo o colchão se afundar.
– Não posso deixar você ir, mesmo que não queira nada comigo eu preciso de você aqui comigo.
Eu continuo fingindo que estou dormindo. Ele apenas deita do meu lado e cai no sono também.
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