Notas iniciais
Hey gatinhas.. Como estão minhas leitoras preferidas? Vou avisar que temos surpresas. Não esqueçam de comentar heim suas vaquinhas.! Nos vemos lá embaixo.

Meu estômago está queimando, minha cabeça estourando, meus braços e pernas ardem e eu não consigo abrir meus olhos. A última coisa de que me lembro é um tiro estrondoso sendo disparado.

Eu ouço vozes, é mais burburinhos de pessoas falando ao mesmo tempo. Quase não consigo me manter acordada, então volto a cair na inconsciência.

(...)

Meus olhos ainda não abrem, e meu corpo continua o mesmo. A diferença agora é que consigo identificar as vozes que estão sempre ao meu redor. Mas isso não dura muito tempo e volto a dormir novamente.

(...)

É estranho não conseguir acordar, mas mesmo assim não sentir fome. As discussões parecem ter parado. Agora é apenas uma voz de cada vez, sinto toques nas minhas mãos e rosto quase todo o tempo . Volto a dormir.

(...)

– Você precisa acordar Baby...

Essa é a voz de Dean, eu reconheceria ela em qualquer lugar. Eu forço o máximo pra tentar abrir os olhos ou até mesmo falar, mas aparentemente não sou mais dona do meu próprio corpo.

(...)

– Hey pequena...

Bob está aqui, e parece que minha cabeça e meu estômago vão estourar de tanta dor. Eu tento forçar meus olhos a se abrirem, mas toda vez que eu tento eu acabo na inconsciência.

(...)

– Não acredito que não estará aqui para o meu casamento...

A voz de Sam invade meus ouvidos me fazendo querer arranca-Los, estou com mais dor do que o normal. Ouço algumas vozes e durmo novamente.

(...)

– Eu não consegui querida, eu tentei mas nao pude te salvar, e olha onde você está agora por minha culpa...

Eu quero acordar e dizer que está tudo bem, mas não consigo me manter desperta por muito tempo.

(...)

– Eu me mudei hoje, queria que você pudesse estar aqui...

Eu nunca consigo terminar de ouvir o que eles falam, quero dizer que ESTOU aqui e perguntar porque Bob se mudaria, mas durmo outra vez.

( ...)

– A lua de mel foi incrível, você precisa ver os lugares lindos por onde passamos...

(...)

– Eu fiz uma cousa hoje, fiz por você, por nós. Tenho certeza de que aprovaria.

(...)

– Meu dia foi bom pequena, e agora está melhor que estou aqui.

( ...)

– Eu trouxe ela pra te ver, pra vocês se conhecerem. Mas ela acha que tudo que aconteceu é sua culpa, então ela quis ir embora. Não pude impedir. Me desculpe.

(...)

– Ela está grávida. Você lembra que sempre conversávamos sobre isso?! Então, vou ser pai finalmente. Cloe mandou lembranças, ela vem semana que vem de ver.

( ...)

– Eu já fiz até promessa pra você acordar pequena...

(...)

– Eu não posso mais fazer isso...

( ...)

– Dean está pirando sem você aqui, ele não vem te ver há um bom tempo... Você precisa acordar por todos nós...

( ...)

– Eu tentei Jessica, juro que tentei. Mas não posso mais. Te ver aqui e assim está acabando comigo, e eu preciso cuidar dela.

( ...)

– Soube que os aparelhos falharam ontem, vim assim que pude.

(...)

– Ele encontrou alguém. Ela é legal, mas eu prefiro você. Então trate d. Acordar e acabar logo com isso.

(...)

Esses bipes na minha cabeça estão me incomodando. forço meus olhos a se abrirem sem esperança, mas surpreendeteMente eles abrem, mas fecho rapidamente por causa da Luz forte que fazem doer minhas retinas. Tento devagar dessa vez, e funciona.

Há um homem mexendo na máquina que fazem os bipes querer me matar. Eu tento falar, mas sai apenas um gemido da minha boca. Ele me olha e arregala os olhos.

Vejo a boca dele se mexer, mas não sou capaz de entender o que ele fala. Minhas pálpebras amolecem e fecham por conta própria.

(...)

Acordo dessa vez menos cansada. Abro os oolhos e imediatamente sou cercada de pessoas uniformizadas de Branco fazendo checagens em mim e nos aparelhos. Dessa vez eu consigo falar.

– Estou com sede... — E como num passe de magica um copo aparece na minha frente.

um homem alto é forte esta ao meu lado com uma prancheta na mão e um grande sorriso no rosto.

– olha só quem acordou. Nossa paciente favorita. — sua voz é grave, se ele não fosse médico ele podia seguir carreira de interlocutor.

– oi.. — Consigo fazer minha voz sair quase num sussurro.

– olá. Estávamos ansiosos por esse dia. — Ele fala verificando meus olhos com uma lanterninha.

– Consegue mexer os braços?

– acho que sim..

– Toque sua mão aqui. — Ele levanta a

sua mão num ponto alto o suficiente pra eu alcançar. Eu levanto o meu braço Direito, mas não consigo manter ele no Alto por muito tempo.

– Muito bem. Agora tente o outro.

Faço a mesma coisa com o esquerdo.

– Agora vamos tentar as pernas.

– Elas estão mais pesadas do que me lembro. -

– É só questão de tempo até se acostumar.

– Sabe me dizer o que aconteceu? Por quanto tempo eu durmi?

– Você foi baleada no estômago, teve hemorragia interna e quase morreu. Conseguimos te trazer de volta a tempo. O cara que te mantia em cárcere privado está preso, mas o processo ainda não está concluído.

– pelo menos uma coisa boa né.. Conhece alguém chamado Dean ou Sam?

– Mas é claro, tivemos que estabelecer uma regra de Dias e horários. Toda vez que todos eles viam no mesmo dia rolava confusão. O senhor Winchester e o senhor Singer não se dão muito bem. Era isso ou proibir as visitas.

– Foi necessário estabelecer horários? Por quanto tempo eu estou aqui?

Ele faz uma pausa no que eSta escrevendo na prancheta e me olha. Ele está hesitando em me falar, me pôr algum motivo isso não me agrada.

– Por quanto tempo Dr. ?

os aparelhos começam a apitar indicando alteração nos batimentos cardíacos.

– Se acalme e poderemos voltar a conversar sobre isso.

Sinto muito calor e minha cabeça volta a doer, meu estômago a queimar e minha boca fica seca. Eu respiro algumas vezes, os bipes se normalizam.

– Por quanto tempo?

Ele a torce a boca numa linha fina

– 4 anos.

Por um momento sinto que meu coração para. É impossível, não pode ser. 4 anos? Porra só pode ser brincadeira.

Sério? 4 anos? Isso só acontece em novelas mexicanas ruins.

– Preciso saber se esta se sentindo bem, ou não poderá receber as visitas.

Respondo quase que imediatamente.

– Estou bem, muito bem. Eu quero visitas .

– Você não está tentando me enganar né srt. Parker?! — ele mé olha desconfiado.

– Não, não estou. Quem está aí pra me ver ?

– Anciosa não é?!

– 4 anos é muito tempo sem ver rostos familiares.

– Tudo bem então, você me convenceu. Tudo pela minha paciente favorita. — Ele dá um sorriso encantador. Eu agradeço e ele diz que já volta.

Mais alguns minutos e a porta se abre novamente. Sam está mais cabeludo do que me lembrava.

Meus olhos enchem de lágrimas ao vê-lo, quero ccorrer e abraça -lo mas estou incapacitada.

Ele apenas me abraça, e então eu começo a chorar.

– Achei que nunca mais fosse te ver de olhos abertos. -

– Isso não é legal de se dizer a uma pessoa que dormiu por 4 anos. — Dou uma risadinha e seco as lágrimas.

– Você está bem? — Ele pergunta preocupado.

– Segundo o Dr. Sim. nem acredito em tudo que aconteceu. Fala sério, por um momento achei que estava protagonizando uma dessas novelas mexicanas ruins.

– Pois é. Eu quem diga. Não foi você que gastou 4 anos de gasolina. Ela aumentou sabia?! Ta o olho da cara.

Dou uma risadinha e ele também. Eu olho para a porta na esperança de que outra pessoa também entre, mas isso não acontece.

– Dean está lá fora? — Pergunto ansiosa pra vê-lo e surpresa por não ser ele o primeiro a invadir esse quarto.

– Tem umas coisas que precisa saber antes de poder vê-lo.

Nem a notícia de que hibernei durante quatro anos me assustou mais do que essas 10 palavrinhas.

Notas finais
Comentem , me xinguem, mas comentem. Se não não posto durante uma semana. Kkkkkkkk brincadeirinha '