Playing with love

9 9 Noite quase perfeita e o reencontro


Notas iniciais
Galera estou amando os reviews, de verdade. Continue assim que eu mantenho minha palavra de postar um capitulo todo dia. Beijinhos e boa leitura. Ah, não sei escrever cenas de sexo então acho que essa não ficou muito boa.

Dean agarra meus cabelos e me beija vorazmente. Ual isso é tão bom. Eu Retribuo o beijo na mesma medida. Ele vai descendo seus beijos pelo meu pescoço e depois volta a beijar minha boca puxando meus lábios em mordidinhas maravilhosas. Ele passa a mão pela lateral do meu corpo, aperta minha bunda me fazendo encostar em sua ereção que a essa altura já está grande o suficiente para me assustar. Ele não para de me beijar, sobe as mão para os meus cabelos e desfaz meu rabo de cabelo. Ele desce as duas mãos para minha bunda me levantando, eu passo minhas pernas por sua cintura. Dean anda até a cama e deita me fazendo ficar embaixo dele. Começa a distribuir beijinhos pelo meu pescoço me fazendo gemer, sobe a bainha da minha blusa e a tira. Eu estou usando um sutiã de renda preto, ele olha para os meus seios e solta um gemido super sexy que me faz arrepiar inteira. Ele volta a beijar meu pescoço e vai descendo até meus seios, tira meu sutiã e suga meu seio direito fazendo movimentos circulares com a mão no esquerdo. Isso é tão bom que praticamente grito.

– Você é tão gostosa. – Agora ele troca de seio e repete tudo outa vez. Ele desce as mãos para o cós da minha calça, desabotoa e a desce com os polegares junto com a minha calcinha.

Vai desferindo beijos pela minha barriga, quando chega ao umbigo ele circula sua língua por lá o que faz arquear minhas costas. Ele continua descendo até chegar a minha intimidade que pulsa fortemente esperando por algum atrito. Ele levanta minhas pernas me fazendo colocá-las por cima de seus ombros e começa a lamber meu clitóris. Eu enlouqueço com isso e começo a puxar seus cabelos, começo a remexer meus quadris. Ele para o que está fazendo e coloca sua mão em cima da minha barriga.

– Fique quieta ou eu não termino o que comecei. – Seu tom de voz é ameaçador, mas eu não consigo parar de me mexer. Ele continua o que está fazendo e sinto um arrepio pelo meu corpo. Meu ventre se contrai até que sinto maravilhosos espasmos por todo o meu corpo. Ele engole tudo.

– Hummm, você é tão doce. – Ele fala isso lambendo os lábios. Volta a me beijar e eu sinto o gosto do meu próprio orgasmo.

Ele ainda está com roupa. Eu passo minhas mãos pelo seu tórax e vou descendo até chegar a bainha de sua blusa e a tiro. Ele é tão musculoso, seu abdômen é tão definido e bonito... Eu me movo até que eu esteja por cima. Vou beijando seus lábios, descendo até seu peito, distribuo beijinhos por lá, chego até seu umbigo e faço a mesma coisa que ele fez comigo. Passo minha mão por cima de sua ereção e ele faz um som com a garganta que é tão sensual.. Desabotôo sua calça e tento tirar, mas ele é pesado e eu não consigo.

– Precisa de ajuda? – Ele pergunta com um sorrisinho de lado.

Eu bufo e reviro os olhos. Na mesma hora que eu faço isso ele nos inverte na cama ficando por cima e prendendo meus braços acima da cabeça. Ele morde o lóbulo da minha orelha que me faz estremecer.

– Já disse como eu odeio quando você faz isso? – Ele continua mordendo o lóbulo da minha orelha e caramba isso é tão bom.

– Sabe o que eu tenho vontade de fazer toda vez que você revira os olhos? – Dessa vez ele está sugando meus seios, ainda prendendo minhas mãos Eu nego com a cabeça delirando de prazer.

– Tenho vontade de te dar umas palmadas nesse seu traseiro gostoso. – Eu paraliso. Palmadas? Não, não, não. Isso não é nada bom. Não quero apanhar de novo...

Ele percebe que paro de gemer e tenta concertar a situação.

– Relaxa, não vou fazer isso. Não vou fazer nada que você não queira-Meu corpo relaxa no mesmo instante. Ele me solta e termina de tirar sua calça junto com o boxe preto que ele estava usando libertando seu enorme grosso membro. Eu recuo, é muito grande nunca vi nada assim. Ele percebe minha hesitação.

– Você não é virgem né?! – Ele faz cara de assustado.

– Não, não sou virgem. – Ele suaviza a expressão e vem por cima de mim, esfregando seu pênis na minha entrada que está totalmente encharcada. Acaricia meu corpo e beija vorazmente enquanto me penetra. Sinto um pouco de dor, mas depois para. Ele faz movimentos de vai e volta bem lento.

– Tão apertadinha. – Ele solta grunhidos totalmente eróticos e sexy. A sensação de telo me preenchendo é tão boa que a única coisa que consigo pensar é que quero mais.

– Mais rápido. – Falo entre gemidos e gritos. Ele atende meu pedido e começa a se movimentar mais rápido e forte também.

Começo a sentir os espasmos novamente e acabo gozando junto com ele, que ao mesmo tempo solta gemidos de puro prazer. Ele encaixa sua cabeça no meu pescoço e fica ali até conseguirmos recuperar nossas respirações.

Ele sai de cima de mim deitando ao meu lado. Levanta da cama e começa a se vestir. Eu me cubro com o lençol que está sobre a cama.

– Aonde vai? – Pergunto já quase adormecendo.

– Para o meu quarto. Não durmo na mesma cama com as mulheres que eu acabei de transar. –

Eu devia imaginar que ele agiria como o babaca de sempre. Que cara mais cretino, como eu o odeio. Viro-me para o outro lado pra não ter que encará-lo, mas minha vontade é de pular em seu pescoço. Nossa que ódio desse maldito. Eu sinto que ele fica um tempo parado, mas depois sai e bate a porta.

Cretino, cretino, cretino, cretino. Argh que raiva. Eu acabei de transar com o meu chefe que é o cara que eu mais odeio nesse mundo, depois do Castiel.

E com esses pensamentos vêm a minha mente imagens de hoje no hospital, eles brigando, eu discutindo com a minha mãe. Senti-me tão leve depois que eu falei tudo que estava preso durante anos, foi tão...libertador. E agora isso com Dean. Não que eu esteja reclamando, pois foi um sexo muito bom, não que eu já tenha dormido com vários homens, na verdade só tive dois homens em toda a minha vida, O Castiel que nunca foi consensual e com o Bob, o cara que foi meu amigo. Antes de sair da cidade eu dormi com ele, superei meus medos e finalmente dormi com ele. Ele era importante pra mim, mas, nunca mais o vi.

Com esses pensamentos vou dormir, ainda com raiva mortal de Dean e antes que possa dormir algumas lágrimas caiem dos meus olhos.

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Acordo e olho para o despertador são quase 10:00 horas. Essa noite pela primeira vez não tive pesadelos, acho que foi o resultado de tantos orgasmos.

Me levanto e vou tomar banho faço minha higiene matinal e me visto. Coloco um vestidinho até as coxas. Ele é soltinho, tomara que caia e azul bebê, ponha uma sapatilha nos pés e começo a arrumar minhas malas. Não fico mais nem um dia nessa cidade.

Termino de arrumar minhas coisas e desço para o Hall do hotel. Peço pra recepção ligar para o quarto de Dean avisando que já estou à espera dele. Pego meu celular pra ver se tem alguma ligação e vejo uma de Sam perdida. Resolvo ligar pra ele depois.

– Jessica? – Ouço uma voz conhecida e me viro pra ver quem é.

– Bob? Ai meu Deus. – Ele me dá um abraço tão apertado que fico sem ar. Vejo Dean saindo do elevador e assim que ele me vê nos braços de Bob ele fecha a cara e vem feito furacão em nossa direção.

– Caramba senti tanto a sua falta. – Ele diz ainda me abraçando.

– Também senti a sua. – Aproveito casa momento desse abraço.

Dean chega até nós e força uma tosse pra avisar que está ali. Bob me solta e olha pra ele. Resolvo fazer as apresentações.

– Bob esse é Dean Winchester, meu chefe. Dean esse é Bob Singer, um... Amigo. –

Bob estende a mão para Dean que demora um pouco pra apertar a dele. Faço uma comparação entre os dois, Bob é quasetão bonito quanto Dean. Depois dos cumprimentos Bob volta a me abraçar.

– Por onde andou? Pensei que tivesse isso embora da cidade. O que faz aqui? – Dou uma risadinha com tantas perguntas de uma vez.. Ele me solta e eu respondo.

– Eu sai da cidade, To morando em Nova York e...vim visitar meu pai que está doente. –

– Sinto muito pelo seu pai.. –

– Está tudo bem... E você? O que tem feito? – Pergunto ignorando completamente o Dean. Mas quando Bob vai responder ele nos corta.

– Desculpa interromper o momento dos dois... – Ele diz sínico- Mas precisamos ir ou vamos nos atrasar. Eu olho no relógio e ele tem razão.

– Desculpa, mas eu tenho que ir... –

– Tudo bem. Disse que está morando em Nova York? –

– Sim, estou.. –

– Eu tenho alguns negócios por lá, posso ir te visitar algum dia? –

– Seria um prazer.. – Dou um ultimo abraço nele, me despeço e pego minha mala. Vou andando até a entrada do Hotel sem olhar pra trás, então não sei se Dean está me acompanhando e realmente não quero saber. Ele foi tão cretino ontem que ainda tenho raiva. Como já estamos indo embora não precisamos mais do carro alugado, então pedimos um taxi para que nos leve até o aeroporto. O motorista nos ajuda a por as malas dentro do taxi e fecha o porta-malas. Entramos no carro, e ele dá a partida.

O clima fica tenso, eu apenas olho pela janela, não ouso olhar para o lado porque sei que ele está me olhando.

Notas finais
Se acharem que capitulo ficou meio bosta comentem o que acham que precisa ser melhorado e eu tentarei melhorar.. Então, o que acharam?