Playing With Feelings

23 PLAYING WITH FEELINGS, CAPÍTULO 23


Notas iniciais
Tenho uma noticia importante pra vocês, não deixem de ler as notas finais.Boa leitura.

Sábado, 14 de Maio de 2011, 15:31, escola

Justin:

Subimos em cima do sanitário para que ninguém visse nossos pés, ficamos em silencio até alguns passos adentrarem o banheiro, ouvimos a porta do toalete do lado se abrir, a pessoa assoviava e cantarolava. Ficamos imóveis por alguns minutos até a porta do toalete se abrir de novo e os passos se encaminharem até a bancada de pias.

– Por isso que eu gosto de usar o banheiro das mulheres, é sempre tão cheirosinho –ele disse e Miley revirou os olhos impaciente ao saber que o segurança usava o banheiro feminino e não masculino.

Senti uma vontade extrema de espirrar, tampei meu nariz e Miley apenas negava com a cabeça para não fazer aquilo, tava quase ficando impossível.. mas ele saiu do banheiro e depois de alguns segundos eu espirrei porém abafado pela minha mão, não dando assim para ele escutar.

– Ufa, foi por pouco –ela disse descendo da privada.

– Agora podemos terminar o que começamos –desci também e sorri maroto

– Nada disso! Aquilo foi tudo um grande erro.. que jamais deverá se repetir, esta ouvindo Justin Bieber?

– Ah Smiler estava tão bom!

– Não estava não.. eu só posso estar ficando louca –ela levou a mão disponível até a cabeça

Não queria pressioná-la a nada, com muito custo vestimos nossas roupas e voltarmos para a sala aonde havíamos deixado nossa mochila, pegamos a Polaroid e fizemos careta fotografando o momento, rimos com o resultado e logo fomos procurar algo para comer, afinal ninguém é ferro.

Sábado, 14 de Maio de 2011, 19:35, escola

Miley:

Estávamos entediados de ficar sentados e olhando pro nada em cima da mesa do prefessor. O silêncio era perturbador. Vários suspiros, pensamentos..

– No que você está pensando? –ele me perguntou

– Não te interessa.

– Grossa.

– Idiota.

– Sonsa.

– Imbecil.

– Linda.

– Feio.

– Gostosa.

– Chat..
Eu o olhei abismada quando me caiu a ficha de suas duas últimas palavras. Ele sorriu de lado.

– Você ta louco?

– Sempre fui.

– Deixa de ser idiota, menino.

– Só se você deixar de ser gostosa e para de me seduzir.

Quando eu ia respondê-lo ele me puxou selando nossos lábios, no início eu resisti e me debati, mas aos poucos eu fui cedendo e logo dei passagem para sua língua intensificando nosso beijo. Levei minhas mãos em seus cabelos e ele me deitou sobre a mesa, acariciando minha coxa. Era incrível como ele conseguia me excitar tão rápido, já que em questão de segundos minha calcinha se encontrava úmida.

– Acho.. melhor.. pararmos.. –eu disse entrecortando o beijo

– Porque? Está tão bom –ele roçou seu membro em minha intimidade, me fazendo soltar um longo suspiro

– Por isso mesmo –eu disse ofegante

– Qual o problema? –ele encarou meus olhos

– Todos possíveis –enfim tomei coragem de empurrá-lo, não muito longe, já que estávamos grudados pela aquela maldita corrente.

– Me diga algum ao menos?

– Eu + Você = Not Found.

– Ah que isso Smile, não tem erro nenhum.

– Tanto tem que você me chamou de Smile –o fuzilei com o olhar– De boa, somos melhores amigos.. porque isso ta acontecendo com a gente?

– Estamos apenas carentes.

– Ah claro, sempre a mesma desculpa –revirei os olhos

– Se você tiver outra sugestão –ele deu de ombros

– É melhor isso não acontecer mais.

– Eu preferia que acontecesse.

– E porque senhor Bieber? –ergui uma de minhas sobrancelhas

– Porque é por sermos amigos que não tem problema nenhum.

– Como assim?

– Eu conheço você, você me conhece. Crescemos juntos e isso acaba sendo apenas favores, não obrigação, entende?

– Sim, não, talvez.

Ele ficou em silêncio e eu também. Jus nunca fora um menino sozinho, pegara todas que quisera e eu não conseguia entender porque ele precisava matar esta carência comigo. A verdade verdadeira é que eu estava amando, ele tinha uma pegada que nossa senhora.. me molhava rapidinho. Imagina se eu chegasse até o fim, o quão prazeroso seria.

Domingo, 15 de Maio de 2011, 08:13, escola

Justin:

Acordei sentindo um peso sobre mim, abri meus olhos e depois de coçá-los três vezes a imagem ficou nítida, mostrando Miley deitada sobre meu peitoral. Fiquei surpreso, já que ela estava super estranha comigo ontem de noite, havia forrado o colchonete –que mais parecia um lençol de tão fino– o mais longe que dava –no caso uns 80 centímetros– e agora, estava comigo no meu colchonete. Sorri e me deliciei um pouco com aquela visão, seus cabelos dourados e macios deixando-se cair sobre seu rosto, sua boca entreaberta buscando uma respiração melhor, era assim que dormia desde pequena devido a problemas respiratórios. Acariciei seu rosto de leve sem intenção de acordá-la, mas parece que ela sentiu, se mexeu e ao senti meu corpo colado ao seu abriu os olhos.

– O que você ta fazendo aqui? –ela franziu o cenho

– Eu que te pergunto.

– Você me puxou pra cá, aposto –ela se sentou e envergou as costas para trás, não era nada confortável dormir naquele colchonete extra fino.

– Ah, mais não foi eu mesmo. Se esqueceu que é você que mexe muito na cama? Que você fala e fica sorrindo enquanto dorme?

– Nem sempre isso acontece –ela revirou os olhos

– Mas esta noite aconteceu, você se agarrou em mim. Isso tudo é pra ficar quentinha? Ou pra tirar uma casquinha do gostosão aqui? –eu provoquei

– Cala boca seu idiota –ela me deu um tapa no braço– Eu dormindo não sei de nada do que eu faço.

–Mas se você faz é porque queria fazer.

– Nossa, véi, nossa –ela revirou os olhos e bufou de raiva, ela estava sem argumento, então será que ela queria mesmo fazer aquilo?

– Vem, vamos tirar outra foto –e eu a puxei para perto de novo e me estiquei para pegar a Polaroid na bolsa. Assim que o fiz bati nossa foto, ela saiu com um bico de todo tamanho e eu comecei a ri.

– Porque ta rindo? Sou alguma palhaça?

– Provavelmente –gargalhei e ela me deu outro tapa no ombro– Pare de me bater garota.

– Então pare de merecer.

– Merecer o que? –franzi o cenho

– Os meus tapas, seu burro –ela me deu outro

– Que tal você parar de me bater agora? –eu subi em cima dela abruptamente segurando em seus dois braços

– Para, para, eu vou gritar –ela se debatia e segurava a risada

– Pode gritar, ninguém vai te ouvir mesmo –soltei uma risada maléfica e ela enfim gargalhou, sua risada sempre tão divertida e gostosa de se ouvi.

– Você é um idiota. Me solta ou eu vou gritar.

– Grita então senhorita.

E não foi que ela começou mesmo a gritar? Maluca! O segurança poderia ouvir.. e para evitar isto eu choquei meus lábios aos seus, ela ficou surpresa e irritada, se debatia e eu não a soltava.

Estava bom, porque parar? Eu sabia que uma hora ela iria se render, eu sabia que era puro charminho.

Notas finais
Bom primeiramente, eu queria agradecer pelos Reviews das minhas lindas leitoras,e avisar que eu estou querendo excluir.Motivos: Não estou recebendo Reviews e isso é chato já to no capitulo 23 e só tem 67 Reviews e é muuuito chato saber que temos leitoras fantasma e elas não aparece, bom ainda estou vendo se vou excluir, é isso girls, sorry mesmo.
Beijos!